24 set 2012

Porque toda mãe quer mudar o mundo / E toda mãe tem direito a informação (e apoio) de qualidade

por
Gabi Miranda

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E aí que me tornei mãe e de lá pra cá tenho pensado em mil e uma maneiras para formar um cidadão consciente, do bem, livre de preconceitos, de culpa e por que não livre de consumismo?! Tanto se fala sobre o assunto e eu não tinha opinião formada a respeito. Só “achismo” (ou talvez, pré-conceitos). Confesso: achava que era coisa de pais hipongas ou de grupos manifestantes que precisavam de uma causa. Achava que se eu fosse partidária da causa, não poderia comprar mais nada (praticamente uma ignorante no assunto). Mas depois de muita informação ali, outro monte de matéria lá, milhares de posts acolá, centenas de depoimentos e, um filho (!), minha opinião se formou diferente do meu “achismo”.

O assunto é sério. Precisamos dar fim à publicidade abusiva direcionada às crianças (nossa, me senti uma militante agora). É impressionante como as propagandas, principalmente, televisivas, tem poder sobre nossos filhos (as de revistas acho que o poder é sobre os pais). Meu Ben ainda é pequeno, ainda não fala, ainda não é influenciado pelo que vê na TV, mas basta ouvir um jingle de um comercial para demonstrar uma reação e aí, sinto o poder daquela comunicação. Clique e continue lendo!

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20 set 2012

15 meses e as (temidas) vacinas

por
Gabi Miranda

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Todo mundo me falava que seria dolorido levar meu Ben para tomar vacina. Eu já imaginava que seria, pela dificuldade que eu tenho com agulhas. Sabe aquele filme “Jogos Mortais”?! Acho que é no dois que tem um momento em que a menina se joga num buraco onde tem várias seringas com agulhas. Então, nunca mais assisti nenhum filme da série.

Eu tenho um pavor imensurável. Não sei de onde veio. Não desmaio, não faço escândalo, só suo bastante, de escorrer pelo braço e pernas, tenho caganeira que começa no dia anterior à agulhada (se estiver marcado) e termina após a dita cuja. (Ok, não me lembro mais de ter tido esses sintomas após o nascimento do meu Ben. E olha que dia desses fui fazer exame de sangue e sozinha!)

Todo mundo falava que na gestação eu tomaria muitas agulhadas. Eu me programei para engravidar do Benjamin. Os planos eram para 2011. Tomei último mês de pílula em julho/2010. Teria uns 6 meses para me preparar psicologicamente para as tais agulhadas, tempo que meu médico disse que levaria para engravidar – já que eu tomava remédio há anos.  Mas aí veio a primeira lição da vida materna: as coisas não são do jeito que a gente programa. Setembro de 2010 estávamos grávidos! Isso me assustou imensamente e fui parar na terapia. Precisava exorcizar meu pânico de agulhas. Clique e continue lendo!

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04 set 2012

Reeducação da hora de dormir

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Gabi Miranda

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Há quase duas semanas comecei mudanças de hábito na hora de dormir lá em casa. Desde que Benjamin caiu da cama, tomei uma posição de general e decidi: não faríamos mais ele dormir em nossa cama, seria direto no berço.

Faz parte da estratégia:

  1. Colocá-lo para dormir mais cedo, entre as 22:00, 22:30 (e não às 23:00 como vinha acontecendo).
  2.  Meu Ben toma leite toda noite antes de dormir. Passei a dar a mamadeira sentada na poltrona do quarto dele. Após a mamada… Berço!

Pois bem…

Primeira noite. Quarta-feira. Horário fora do objetivo. Benjamin parecia bêbado de sono. Deitei-o no berço e ele se aconchegou. Uhuuu, não pensei que seria tão fácil, festejou meu inconsciente de mãe. Saí aos passos leves. Dois minutos depois ouço o tagarelinha. Quem disse que seria fácil assim?! Só meu inconsciente mesmo… Deixei-o sozinho por um tempo. Vendo que ninguém aparecia no quarto, ele usou sua arma mais valiosa: o choro. Subi, distraí-o um pouco, expliquei (sem tirá-lo do berço) que ali era a cama dele. O menino despertou de tal forma, parecia uma máquina de lavar roupa (sabe quando ela entra em processo de centrífuga?!). Levantava, sacudia as grades do berço, jogava o travesseiro longe. Enfim, saí do quarto. Uns 5 minutos depois ele voltou a chorar. Deixei por uns 15 minutos de mãe (aquele que equivale a 3 ou 4 minutos reais). Subi, acalmei, o fiz deitar. Desci. E o choro começou tudo novamente. Nessa altura, o marido não estava acreditando no que via: eu que não gosto de ver Benjamin chorar, não permito que ninguém o faça, estava deixando e, aparentemente, aquele choro não estava me tocando. Ele queria intervir, mas não deixei. Subi novamente. Dessa vez peguei Benjamin no colo, ele estava aos prantos, disparando lágrimas, parecia super sentido. Acariciei suas costas (e nesse momento ele começou a passar as pontas de seus dedinhos no meu braço, como ele sempre fez na hora de dormir) e fui falando que era a hora de dormir, que a partir daquela noite ele dormiria direto no berço, que não haveria problema uma vez que ele já passava a noite inteira em sua caminha. Ainda acordado, coloquei-o no berço, dei beijinho de boa noite. Desci e incrivelmente ele dormiu. Clique e continue lendo!

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28 ago 2012

A famosa manha (ou birra?! ou dente?!) que um dia chega

por
Gabi Miranda

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Faço parte do grupo de mães odiadas por outras. Até eu não me aguento às vezes. É chato trocar experiências maternas comigo. Explico: se uma mãe ou pai param para conversar comigo, desabafar por exemplo, que estão com dificuldades para dormir e perguntam “quando seu filho passou a dormir a noite toda?”, a minha resposta é “quando completou um mês de vida”. Ou “ele teve cólicas?”. Minha resposta é “não”.

Mas é verdade. Benjamin passou a dormir a noite inteirinha com um mês, não teve cólicas, não era chorão e bravo (como as enfermeiras na maternidade me alertaram), não teve muitos problemas com dente (ok, teve e tem alguns momentos enjoadinho, mas os dentes não tiraram o seu nem o nosso sono), nunca teve febre após uma vacina, sempre adorou banho, come papinha desde os 6 meses de idade (detalhe: comia com gosto mesmo, não ficava colocando pra fora, não fazia sujeira, leia-se: não precisava de babador; abria o bocão), agora come comidinhas (e muito bem por sinal. Por enquanto, come naturalmente, e até sozinho: ervilhas, broquis = brócolis, couve e afins), continua dormindo que é uma belezinha a noite toda. De uns tempos pra cá passou a fazer inalação sozinho. Clique e continue lendo!

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22 ago 2012

Preparativos para as futuras mamães

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Maternidade

Dia desses a Dani encaminhou a troca de e-mails que fizemos há 1 ano e pouquinho. Eu estava grávida de 8 meses do meu Ben. Enquanto todo mundo estava ansioso pelo nascimento do pequeno, eu seguia tranquila (por mais inacreditável que isso possa parecer), barriguda, pesada, cheia de dúvidas, mas sem muita noção do que estava por vir… e nós falávamos sobre os preparativos para as futuras mamães.

De: Dani
Enviada em: terça-feira, 3 de maio de 2011 11:37
Para: Gabi e Aline
Assunto: Preparativos para as futuras Mamães

Quais são os hábitos de uma mãe feliz?
É sobre isso que se trata um livro recém-lançado nos Estados Unidos pela pediatra Meg Meeker. Na obra, ela relata como a pressão das mulheres que são mães atrapalha a sua felicidade e as dez maneiras de resgatá-la. Confira entrevista exclusiva da CRESCER com a autora.

Você é uma mãe feliz? Não, não estamos de forma alguma questionando o quanto você é plena por ter tido filhos, mas, se como mulher, está realmente feliz. É sobre essa busca da realização na vida que a americana Meg Meeker, pediatra há 25 anos e mãe de quatro filhos já adultos, recém-lançou, nos Estados Unidos, o livro The Ten Habits of Happy Mothers: Reclaiming Our Passion, Purpose and Sanity (Os Dez Hábitos das Mães Felizes: Recuperando Nossa Paixão, Propósito e Sanidade, em tradução livre). Em entrevista exclusiva à CRESCER, ela conta que tem percebido que, nos últimos anos, as mães estão mais estressadas do que nunca e pensou no livro não como um guia de como ser uma mãe melhor e, sim, uma reflexão para as mulheres serem mais felizes. Mas o que é preciso, então, para encontrar o equilíbrio perfeito entre a maternidade e a vida pessoal? Abaixo, você confere trechos do nosso bate-papo com a escritora.
Clique e continue lendo!

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20 ago 2012

A arte de ser mãe

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Gabi Miranda

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Essa noite levei o meu primeiro maior susto da vida materna. Como já disse aqui no blog, faço Benjamin dormir na minha cama e em seguida o coloco no berço. Noite passada eu peguei no sono junto com ele e às 2:00 da madrugada acordo com o pequeno aos prantos e no chão. Na verdade acordei quando ele já estava nos meus braços, pois antes disso apesar da lembrança de vê-lo no chão, não senti absolutamente nada. Foi como se meu coração tivesse parado. E parou. Por segundos. Eu me senti (e estou me sentindo hoje) uma péssima mãe. Nos olhos do meu pequeno percebi todo o susto e medo que sentiu. Queria dizer que eu estava lá. Mas o que isso adiantaria? Ele sabia que eu estava. E sabia também que eu tinha deixado aquilo acontecer. Só fiz prometer que aquilo não aconteceria mais.

Hoje pela manhã, sentimos Benjamin estranho e resolvemos não ficar na dúvida. Fomos ao proto-socorro. Quase chegando no hospital Sabará percebi que tinha esquecido a minha carteira – nela os meus documentos, os do Ben e as carteirinhas do convênio. Resumidamente: conseguimos passar. A médica – novíssima, como de costume agora nos hospitais -, me deu uma leve bronca com seu ar de superioridade medicinal: “agora já sabe mãe, não pode dormir com a criança na cama”. Pediu uma tomografia. Incrivelmente, Benjamin começou com suas traquinagens. Ele precisava dormir para realizar o exame ou tomaria anestesia. Clique e continue lendo!

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02 ago 2012

Afinal, não dá pra fazer backup da vida…

por
Gabi Miranda

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De repente lembrei: odeio celular de última geração e a frase que eu sempre dizia “nunca vou ter esses aparelhos” – assim como várias coisas que eu dizia que não faria quando fosse mãe, caiu por terra uma semana antes de o Benjamin nascer, quando comprei meu iPhone. E aí esse aparelhinho virou parte da minha vida como o ar que respiro. Nele eu tenho acesso a tudo: internet, e-mail, redes sociais, fotos e vídeos do meu Ben. Carimbo na testa, bum: Rendida!

Aí vem esse negócio de incluir o “9” na frente do seu número de celular. Descubro que tem um app que atualiza todos os contatos. Vou baixar e preciso atualizar o sistema operacional do iPhone. Ok. Nessas horas quem poderá me ajduar?! O maridão. Atualizado. Mas algo estranho aconteceu. No álbum apenas 243 fotos e 1 vídeo. Arquivos até os três meses do Benlindo.

Não vou me preocupar, está tudo no computador. Maridão revira e não acha nada. Na nuvem não tem nada. Perdi tudo. Perdi todos os arquivos de foto e vídeo do celular. Tudinho. Isso significa uma base de mil registros que tinha feito do meu Ben. Uma tristeza somada a outras coisinhas do cotidiano doméstico, toma conta do meu ser. Perguntam-me: você não fez backup??? Não… Mas quem nunca? Clique e continue lendo!

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23 maio 2012

Entre, sente-se, pode ajudar sem pedir licença

por
Gabi Miranda

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Eu tenho dificuldades em pedir ajuda. Orgulho? Pode ser. Mas penso o seguinte: quem quer ajudar vai lá e faz, não fica só oferecendo ajuda. Por exemplo: se eu não quero lavar a louça na casa de alguém, não pergunto “quer que eu lave?”, nem me manifesto. Agora se eu quero lavar, levanto a bunda da cadeira e começo. Dá pra entender a diferença?!

(vale esclarecer que estou falando de pessoas íntimas, às quais EU acho que não precisaria ter que pedir certas ajudas e sim poder contar com elas espontaneamente)

Quando o filho está pra nascer todo mundo fala que vai ajudar, que se precisar fica com ele enquanto você trabalha, que tudo o que precisar é só falar, blá, blá, blá…quer dizer, você e todo mundo ao redor sabe que vai precisar de ajuda e mesmo assim você precisa falar?! Aí ao menor desentendimento, se prepare… É tipo a lei do retorno. Clique e continue lendo!

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26 mar 2012

Reserve um tempo para você e seu marido

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Gabi Miranda

Casamento, Maternidade

Sabemos que depois do nascimento dos filhos fica complicado arrumar um tempo para o casal, mas isso é algo tão importante quanto respirar. Se não cuidamos da relação, ela desanda e sabemos onde vai parar. A chegada dos filhos altera toda a vida de casal. Deixamos de ser dois para sermos três (às vezes quatro…), sendo que a terceira pessoa exige de nós necessidades completamente diferentes, principalmente, rotina.

Acho que fica mais difícil o casal sair quando o filho ainda é um bebê. Ok, mais difícil pra mãe que fica pensando mil e uma coisas, além da culpa que sente em deixá-lo para ir se divertir. A primeira vez que eu e o Marido saímos, o Ben tinha um pouco mais de três meses. Deixamos tudo pronto e tínhamos três horas para voltar, ele ainda mamava no peito e eu fazia questão de cumprir isso. Bem antes do tempo estimado, Benjamin que não é de chorar, abriu o berreiro. Fizemos o caminho da festa até minha casa, ligando a cada um minuto e meio pra minha mãe – que estava cuidando dele. Ai foi horrível, do celular eu ouvia o choro dele e me sentia a PIOR mãe do mundo. Depois desse episódio traumatizante não saímos mais. Clique e continue lendo!

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18 mar 2012

Como não falar “NÃO”?

por
Gabi Miranda

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Sou contra falar a palavra “não” para crianças. Acho que essa palavra assusta e não inibe em nada a criança a fazer determinada coisa, muito pelo contrário, quanto mais você fala “não“, mais ela quer puxar aquele fio, colocar o dedinho naquela tomada, levar o objeto à boca. Ela sabe que você não quer que ela faça aquilo, porque a criança te olha com uma carinha de sapeca como quem pensa “vou por a mão ali só pra ver o que vai acontecer“.

Lembro de ter lido uma vez na biblioteca da faculdade, parte de um livro de psicologia que falava sobre a importância de deixar de falar “não” às crianças. Já faz muito tempo isso e nem me lembro exatamente a explicação. O “não” tem sentido negativo e ao invés de repelir as ações “proibidas” acaba causando (inconscientemente) marcas no comportamento do indivíduo.

E aí entra um método que eu pensei ser super fácil: ao invés de falarmos repetidas vezes “não”, “NÃO”, nããããão”, podemos dizer de forma diferente que determinada ação não pode ser feita. Exemplo 1: a criança vai colocar o dedo na tomada, você pode dizer: “filho, se colocar a mão aí vai levar um choque“. Exemplo 2: colocando objeto na boca “esse objeto está sujo e contém germes, vai dar dor de barriga“. Exemplo 3: puxando o cabelo do coleguinha “assim é feio, faça carinho no seu colega”. Blá, blá, blá… Clique e continue lendo!

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