30 mar 2016

A volta ao trabalho: a importância do aleitamento

O aleitamento materno é muito importante. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha.

Aleitamento

Imagem Google

As dificuldades existem, mas estão aí para serem ultrapassadas. Amamentar tem seus obstáculos desde o nascimento do bebê. É o mais barato e fácil em termos financeiros e de praticidade quando se pensa em toda logística do que precisa ser carregado quando um bebê já não mama mais no seio. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha. Amamentar mesmo com o retorno ao trabalho é possível, mas exige mais informação, estímulo, dedicação e, principalmente, apoio.

O cenário perfeito seria a mãe conseguir 6 meses de licença maternidade para então amamentar durante esse período. Como vimos essa não é uma realidade para todas as mulheres, mas existem recursos que podem contribuir para o aleitamento exclusivo até os 6 meses de idade do bebê. O pediatra Dr. Moisés Chencinski, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador do movimento #euapoioleitematerno, é um defensor do aleitamento materno e indica a doação de leite como alternativa para as mães que voltam ao trabalho cedo. Segundo ele, o Brasil tem uma das mais reconhecidas Redes de Banco de Leite Humano do mundo, no entanto não existe leite em quantidade suficiente para suprir as necessidades. “Isso ocorre porque aqui, ainda não temos a cultura da doação de leite. Se as mães passar a “doar” o seu leite para o próprio filho, armazenando-o de acordo com as recomendações, poderia usá-lo quando fosse necessário (após a volta ao trabalho)”, explica o pediatra. Isso é possível porque o leite materno quando armazenado no congelador, pode ser consumido em 15 dias.
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29 mar 2016

A volta ao trabalho: amamentação e empresas no Brasil

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, é a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

amamentação

O “apoio” da lei trabalhista

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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28 mar 2016

A volta ao trabalho e as dificuldades para amamentar

A volta ao trabalho após a licença maternidade costuma ser dolorosa e traz inúmeras angústias para milhares de mães brasileiras. Não é fácil ter que se separar do bebê para voltar à rotina profissional. Esse retorno envolve várias escolhas difíceis, como por exemplo, sob os cuidados de quem o bebê ficará na ausência da mãe ou como seguir amamentando.

Volta ao trabalho

Imagem do Google

Com a volta ao trabalho, surgem muitas dificuldades para continuar a amamentação. Começa pelo período de licença maternidade. O Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. A realidade é que apenas 9% das mães seguem essa recomendação. Os motivos são inúmeros, entre eles estão:

  • obstetras que não falam de aleitamento materno;
  • maternidades que não apoiam e pediatras que não estimulam o aleitamento;
  • licença-maternidade de 4 meses (120 dias);
  • licença-paternidade de 5 dias;
  • falta de salas de apoio nas empresas para coleta e armazenamento do leite;
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16 mar 2016

O que a maternidade significa pra mim

O que a maternidade significa pra mim?

maternidade

Você já deve ter escutado falar ou sentido a mesma coisa, mas a verdade é que não me lembro mais a pessoa que fui antes de ser mãe. Lembro das coisas que fazia, das roupas que vestia, mas não tenho lembranças da minha essência, se é que eu tinha uma, antes da maternidade. O sentido da vida era outro e acho mesmo que nada fazia sentido algum. Planos, objetivos, valores de vida mudam radicalmente quando se tem filhos. E, por sua vez, a maternidade muda e nos transforma avassaladoramente.

A maternidade é mesmo uma metamorfose. Uma experiência transformadora. Muda nossa natureza, crenças, ponto de vista. Nos torna pessoas capazes de tudo. Não sinto saudades da pessoa que fui, até porque fui apenas uma menina até ser mãe – quando acredito ter me transformado em mulher e uma pessoa mais forte do que eu imaginei que fosse. Minha vida pode ser dividida literalmente antes e depois da maternidade. E eu prefiro a segunda fase.
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07 mar 2016

Autonomia também significa cuidar do seu filho

Autonomia – a palavra vem do grego: auto – de si mesmo – e nomos – lei. Em outras palavras: a habilidade de estabelecer sua própria lei, de tomar uma decisão baseado nas informações disponíveis e em seu juízo moral.

autonomia

Então pela primeira vez ouvi que meu filho falava errado e precisava de mais autonomia. Aquilo me soou estranho, nunca tinha percebido Benjamin falar “aba” ao invés de “água”. E ele sempre me pareceu autônomo até demais para a idade dele. No auge de seus 4 anos, ele tira e coloca a própria roupa, meia, tênis, guarda seus brinquedos, dobra (do seu jeito) suas roupas, abre a geladeira o armário e pega o que quer, come sozinho, tem arrumado sua mochila, pega até água do filtro… ah, “ele não abre seu danone”. Foi o que me disse a professora dele.

Eu já vinha reparando alguns comportamentos do Benjamin. Ele não abre seu pote de danone, não descasca (e nem segura) a banana, ainda precisa de ajuda para ir ao banheiro fazer o nº 2, não dorme se não esperarmos ele pegar no sono em seu quarto e muda o jeito de falar perto de pessoas diferentes. A professora me disse que esse ano, em sala de aula, seria trabalhado a autonomia das crianças e precisaríamos fazer o mesmo em casa. Depois da primeira reunião escolar, passei um final de semana estudando nossos comportamentos. Cheguei a conclusão de que meu filho precisou ir para uma escola bem estruturada para que alguém de fora (e bem qualificado) me fizesse enxergar coisas que até então não enxergava com a devida atenção, como por exemplo, o quanto a timidez dele afetava na forma em que ele falava com uma pessoa diferente.
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02 mar 2016

Paternidade é uma função própria do pai

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Paternidade é uma função própria do pai, com direitos e obrigações familiares importantes. Pai não é coadjuvante da mãe, é seu complementar. Içami Tiba

 

paternidade-bossa mae
     

Para Içami Tiba, Família de alta performance é quando todos os membros da família fazem o melhor possível, integrando tudo o que sabem usando para o bem de si mesmo, das pessoas ao seu redor, sua família, sociedade e do planeta. Hoje uma família de alta performance precisa de pais e mães que participem, assumem suas funções e que sejam educadores.

Desde que voltei a trabalhar tenho pensado muito na paternidade de uma forma mais integrada na vida dos filhos. Por aqui, marido participa efetivamente da educação e cuidados das crianças, inclusive tem me saído muito bem em seu papel como pai de dois. Constantemente, tenho pensado na vida das mães solteiras e na coragem da minha mãe que criou duas filhas sozinhas. Acho que nunca tinha pensado no valor dessa condição. É difícil criar dois filhos com companheiro, nessa correria do dia a dia, com as finanças, os compromissos profissionais, familiares, pessoais, quem dirá sozinho.
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17 fev 2016

Política também faz parte do maternar

Política também envolve nossos dilemas maternos

politica-bossa mae

Já faz um tempo, revelei para o meu pai que não gostava de política. A verdade é que não estudo a respeito e não me sinto à vontade para entrar numa discussão sobre o assunto. As informações que tenho são baseadas em conversas com ele, outras que leio ou vejo na TV. Além de não ter tanto embasamento, não entro em rodas de conversas com esse tema porque não curto o tom e o lado para o qual as pessoas levam o assunto. Política gera mal entendidos, desrespeito (afinal, poucos respeitam e ouvem de coração aberto a opinião do outro), leva até a fim de relacionamentos. Refletindo esses dias sobre a maternidade e tudo o que ela acarreta, descobri que, de certa forma, gosto de política, afinal maternar também é fazer política.

Toda mulher exerce e acumula várias funções quando vive o papel de mãe, consequentemente também pratica política. Estamos a todo tempo fazendo escolhas: o que comprar para dentro de casa, como alimentar a criança, para qual escola ela vai (e como irá), se vai assistir TV, quanto tempo e que cultura vai consumir. A mãe é a grande responsável e idealizadora das mudanças na organização da vida familiar. Estamos preocupadas com a igualdade de gêneros, com o mercado de trabalho, o juros alto, com a educação, religião, com a segurança mundial, com a lancheira e obesidade infantil, com o Zika Virús, com consumismo consciente, com a separação do lixo, com o meio ambiente, com as relações, em como lidar com as frustrações de nossos filhos, em ajudar o próximo, em melhorar o mundo. Estamos preocupadas em participar de debates que contribuem para uma sociedade melhor e de passar mais tempo com os nossos filhos.
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04 fev 2016

Tempo: as reflexões de uma mãe

Tempo, tempo, tempo…

reflexão

Haverá um dia em que vocês não mais encontrarão os brinquedos pelo chão.

Essa frase foi dita pela professora, na formatura da Luna, filha da minha amiga Rose, do blog Vida de Mãejestade. Desde que li, em dezembro,  ela norteia meus pensamentos. Eu vinha refletindo muito sobre as coisas que vou demorar um pouquinho para fazer, agora com uma bebê tão novinha, das viagens que eu e marido não faremos tão cedo sozinhos, da casa sempre bagunçada com coisas de criança espalhadas por todos os lados, as noites mal dormidas, da dor nas costas, das manhas, das bolsas a preparar todas as noites, os choros, das 22985637 vezes que escutamos a palavra “mãe” diariamente, da falta de tempo para um banho longo, para uma leitura, para dormir mais um pouquinho, da preguicinha que dá em fazer algumas coisas com dois filhos.

Pensamentos que contradiziam com outros. Como a velocidade implacável do tempo. Tem todas essas coisas (e muito mais) citadas acima, mas tem também o fato de que é muito gostoso ter filhos e as crianças crescem rápido demais. Outro dia mesmo, Stella era uma RN e eu chorava porque estava achando que não daria conta de passar sozinha pela licença maternidade. Chorava porque ela só queria dormir comigo na cama (e eu com ela), porque queria colo 101% do tempo e eu tinha medo que isso fosse para sempre. Quanta ingenuidade (!), nem parecia mãe de segunda viagem. Não sei em qual momento, mas havia me esquecido que tudo aquilo passaria, era só uma fase. Pois logo Stella descobriu que era mais confortável dormir em seu espaço. E eu descobri que precisava aproveitar mais cada segundo com ela. Lembro de acordar uma madrugada para atendê-la. Levantei reclamando e ao aninhá-la em meus braços e colocá-la no seio para mamar, algo iluminou minha mente como uma mensagem que dizia “isso também vai passar”.
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03 fev 2016

O primeiro dia de aula

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Lembro que no meu primeiro dia de aula na educação infantil, eu chorava, assim como outras crianças, agarrada à saia da minha mãe, afirmando que não queria entrar e sim ficar com ela. Com os anos, parei de chorar, mas o choro ficava entalado na garganta. Até o primeiro dia de aula na faculdade, eu carregava os sintomas de todos os primeiros dias de aulas da minha vida até ali: mãos suadas, frio na barriga, vontade de sair correndo dali. Manifestações que duravam até encontrar o meu novo lugar no mundo, até fazer a primeira amizade.

Depois que adentrei o ensino fundamental, passei a vida toda no mesmo colégio. E todo novo ano, era a mesma coisa. Uma tremenda ansiedade para rever os amigos, descobrir com quais deles permaneceríamos juntos por mais um ano na mesma sala, conhecer os novos professores, carregar os novos materiais em uma mochila nova e atravessar o portão da escola com o uniforme novinho.
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02 fev 2016

A bicicleta e o tempo de cada um

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– Eu conseguiiiiiiiii….!

E foi assim, num domingo ensolarado, que Benjamin confirmou sua glória. Desde dezembro passado, enquanto estava de licença maternidade e Benjamin de férias, eu vinha tentando ensiná-lo a andar de bicicleta. Missão difícil. Quem está de fora acha que é fácil porque a bicicleta ainda tem rodinhas, então basta dizer “vai, coloca força, pedala”. Ele começou a não querer mais tentar. Acho que percebia a minha frustração por não encontrar a melhor maneira de ensiná-lo. Ou por um pouco de vergonha quando apareciam outras crianças que já sabiam andar. Talvez fosse um misto de tudo. Eu estava determinada, a partir daquele momento, ensinar Benjamin a andar de bicicleta, mas claro, respeitando o seu momento.

Não, não é vergonha, não,
Você não ser o melhor da escola,
Campeão de skate, o bom de bola ou de natação.
Não, não é vergonha, não,
Aprender a andar de bicicleta
Se escorando em outra mão.
(Toquinho)

Benjamin tem essa bicicleta há um pouco mais de um ano. Nunca se interessou e por acreditarmos que podia ser cedo, não incentivamos. Tem isso, percebo que as crianças precisam ser estimuladas para tudo. Por exemplo, se você quer que seu filho tenha interesse por alguma atividade física, tem que estimulá-lo de alguma forma. Apresentar-lhes opções até que encontre uma que ele se identifique e goste. E quando encontrar, precisamos ter um tempo para que a criança se dedique aquilo. Então, para uma criança andar de bicicleta, os pais precisam promover momentos para que isso aconteça. Precisa dedicar tempo, afinal, melhoramos em tudo aquilo que praticarmos. Além de disposição, paciência e compreensão – como para tudo na maternidade.
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