07 jun 2017

Quando está na hora do desfralde?

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque

Dúvida comum entre as mamães: quando chega a hora do desfralde?

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Recebemos dois bilhetes da escola da Stella indicando que estava na hora do desfralde dela. O primeiro eu fingi que não vi (quem nunca?) e o segundo eu não pude mais evitar. Lembro até hoje quando recebi o bilhete falando da hora do desfralde do Benjamin. Essa é uma notícia que chega inesperadamente, pega a gente de surpresa. O bebê cresceu!

Já me peguei ansiosa pensando no desenvolvimento infantil das crianças, mas para a hora do desfralde nunca tive pressa nenhuma. Com o Benjamin foi um processo muito tranquilo que correu sem pressa e muito bem quando iniciamos.

Embora a escola acredite que Stella esteja preparada, eu não tenho muita convicção. Stella já avisa há algum tempo que fez cocô, mas não acho que esse indício seja o suficiente para concluirmos que é a hora do desfralde e que ela está pronta para passar por esse processo. Não sou especialista no assunto, mas tenho um case de sucesso com o Benjamin e quais foram os sinais que me fizeram ter certeza que era a hora do desfralde dele?
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07 fev 2017

A bebê está virando menina

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella, Stellinda, Amora. Minha bebê está virando menina! Ela completou 1 ano e 6 meses! Isso significa 18 meses, 547 dias, 13.128 horas, 787.680 minutos, 47.260.800 segundos. Nesse período todo, são muitas mudanças, aprendizados, medos, ansiedade, maturidade.

Ontem fui visitar uma grande amiga na maternidade. Ah! É a madrinha da própria personagem desse post. Ao contemplar um bebê no berçário e a nova condição da minha amiga, mãe de RN, é claro que me bateu a nostalgia. Já me parece tão distante o dia em que a Stella era um RN e quando paro pra pensar, lembro exatamente do dia em que me dei conta que precisava aproveitar ao máximo aquele bebezinho que adorava dormir no colo 24h ao invés de ficar em seu berço. Quando redescobri a maternidade.

Olhando a pitica, percebo o quanto ela desenvolveu nesse tempo, já está virando menina. Comecei despretensiosamente a listar na nota de blocos do celular, tudo o que ela anda fazendo. Porque muitas coisas ela já faz há meses e já não lembro quando começou. E nesse momento eu queria mesmo é ter uma memória de elefante para não esquecer cada detalhe do seu desenvolvimento e guardar para sempre todas as sensações que me causam ao vê-la fazendo algo novo, cada sorriso, o som da sua gargalhada. Porque parar o tempo, é impossível e nem teria graça né?! Pararia-se o tempo e também o andar dos acontecimentos.
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28 set 2016

Travessuras da Baby Stella

Hoje ela completa um ano e dois meses de muitas alegrias, travessuras e sapequices

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São inúmeras as conquistas dessa pequena que nem dá para fazer post listando as novidades. Sim, porque para isso eu precisaria passar os dias anotando cada coisinha nova que ela anda fazendo. Ela já se comunica muito bem – não, não forma frases, nem palavras concretas, mas se comunica com gestos e olhares, assim eu e ela já nos entendemos muito bem. Seu vocabulário ainda é pequeno, fala apenas: mama (mamãe), B (Ben), papa (pai), naná (seu paninho com a chupeta amarrada), bá (aguá), um (um aninho) e várias outras palavras que eu ainda não aprendi o dialeto, além de responder quando lhe perguntamos algo. Ela já da tchau, manda beijo, canta, dança, joga bola (com a mão e com o pé), usa copo, toma no canudinho, faz travessuras, sapequices, anda e corre (deixando disparado o coração dessa mãe).

Passamos uma semana inteirinha juntas, só eu e ela, da hora de acordar até a hora de dormir. E acreditem, todos os dias ela faz uma coisa nova. Fiquei impressionada ao reconhecer nela uma bebê totalmente comunicativa, simpática e palhacita. Eu conhecia o lado desconfiado da Stella – herança da mãe – mas me surpreendeu a desenvoltura dela para chamar a atenção de desconhecidos na rua, no metrô, em todos os lugares públicos. Conversar, brincar, mexer com a pessoa ao lado são atividades que completam as travessuras da Pitica. É incrível o poder de aprender dos bebês e a possibilidade de acompanhar esse desenvolvimento assim tão de pertinho. Eles fazem nosso coração derreter ao mesmo tempo em que nos mantem alertas.

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06 set 2016

Os primeiros passos da Stella

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella começou a andar firme e segura de si, no seu tempo como deve ser
Deu os primeiros passos e agora ninguém segura esse bebê

 

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Existe uma expectativa entre os pais quando o bebê começa a dar sinais dos primeiros passos. É também um estágio de desafio para o bebê e marca uma grade fase do desenvolvimento dele. Stella estava há mais de semanas andando segurando pelos móveis. Ou pegava uma cadeira e saía empurrando de modo a andar pela casa. Ela demonstrava certa insegurança para se soltar. Deu os primeiros passos livres dia 29 de julho de 2016, um dia após ter completado um ano de idade e um dia antes de sua festa de aniversário. Depois disso deu outros passos e parou, ficou só ensaiando. Voltou a andar cheia de segurança depois de 15 dias dos seus primeiros passos.

É preciso ter paciência, incentivar, mas sem fazer comparações. Cada individuo ao seu tempo. O Benjamin andou com um ano e um mês todo seguro e quando começou também não parou mais. Assim como no dia que aconteceu com ele, foi muito emocionante ver Stella dar seus primeiros passos em minha direção enquanto eu chegava da rua. É uma alegria vê-la indo e vindo pela casa, percorrendo todos os cômodos. Ao mesmo tempo que eu não quero deixar de ter um bebê em casa, tenho um sentimento de felicidade genuíno e gratificante ao vê-la adquirir equilíbrio, independência e liberdade – algo que para conquistar, começamos batalhar desde cedo.
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24 ago 2016

Janela, Janelinha

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Destaque, Filhos

janela

Eu não sei o que acontece com as crianças, mas elas sempre querem tudo o que o amigo tem. E não falo só de brinquedos não. Entre elas rola uma certa competição amistosa para ser o maior, o mais velho, o mais rápido. Reparo quando Benjamin está com os amigos. É um tal de “mas eu já tenho 6 anos e você 5”, “tudo bem, mas eu sou mais alto que você”. E basta o dente de um cair, para todos entrarem na expectativa de ter a primeira janela na boca.

Já faz algum tempo que Benjamin pedia quase todo santo dia para nos certificarmos se tinha algum dente mole em sua boca. Não tinha. Até que um belo dia, apareceram dois dentes moles. Mas moles de um jeito imperceptível, daquele de fazer o menino ficar congelado, sem mover um músculo para percebermos algum mínimo movimento quando mexêssemos no dente. Estavam mais sólidos do que um prédio. Talvez para não desapontá-lo, confirmamos que tinham dois dentes moles, mas que ainda demoraria um tanto para cair. Até que há um mês e meio, um dente que estava firme, apareceu mais mole do que os outros que aparentemente estavam moles. Mas o dente estava tão mole que daquela vez tivemos certeza, em breve o Benjamin teria um sorriso banguela, sua primeira janela. Não sei, mas acho que de tanto ele desejar, o dente ficou mole – o mesmo que foi o primeiro a nascer.
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15 ago 2016

Por que o bebê chora quando você sai do quarto?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Livros, Puericultura

Porque o bebê chora quando você sai do quarto?

 

por que o bebê chora

Imagem do Google

Do livro Bésame Mucho – Como criar seus filhos com amor
Dr. Carlos González

O imediatismo é uma das características do choro infantil que assombra e irrita algumas pessoas. “É deixá-lo no berço e ele começa a chorar como se o estivessem matando”. Para alguns especialistas em educação, essa é uma desagradável faceta da personalidade infantil, e o objetivo deve ser vencer o seu “egoísmo” e a sua “obstinação”, ensiná-los a atrasar a satisfação dos seus desejos. Por que não pode ter um pouco mais de paciência, por que não pode esperar um pouco mais?

Nossos filhos pequenos começam a chorar com todas as suas forças quando se separam da mãe. Choram ainda mais forte em cinco minutos e somente param de chorar por esgotamento. Não parece lógico! Mas, sim, é lógico. Começar a chorar de maneira imediata é o comportamento “lógico”, o comportamento adaptativo, o comportamento que a seleção natural favoreceu durante milhões de anos, porque facilita a sobrevivência do indivíduo. Naquela tribo de 100.ooo anos atrás, se um bebê separado de uma mãe chorasse de forma imediata e com toda a potência do seu pulmão, sua mãe provavelmente voltaria imediatamente para pegá-lo. Porque essa mãe não tinha cultura, nem religião, nem conhecia os conceitos de “bem, “caridade”, “dever” ou “justiça”. Não cuidava de seu filho porque pensava que era sua obrigação, nem porque tinha medo da prisão ou do inferno. O choro do bebê simplesmente desencadeava nela um impulso forte, irresistível, de acudi-lo e acalmá-lo.
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07 jun 2016

Alfabetização, paciência e amor

Dois ingredientes essenciais para alfabetização: paciência e amor

alfabetização

Livro de atividades do Benjamin

Entramos em fase de alfabetização do Benjamin. Eu pensei que ainda demorava, mas foi ele mudar de escola e seu desenvolvimento deu um salto gigantesco. O interesse dele pelas letras tem me causado uma surpresa gostosa e até certa nostalgia. Até outro dia, eu esperava ansiosamente para ele sentar, bater palminha, mandar beijo, ficar em pé, sair das fraldas… agora eu torço para o primeiro dente dele demorar a cair, para o tempo passar mais devagar e vejo meu menino descobrindo as sílabas das palavras em uma revista, escrevendo alguns nomes sozinho e até me dando cartão escrito (com a letra garrancho mais linda do mundo): “eu te amo”. Ou seja, não demora muito ele estará lendo sozinho. O tempo está voando.

Nunca tive pressa pela alfabetização. Tanto que quando ele começou a escrever seu nome, há um ano e meio, me incomodou bastante, pois ele estava com 3 anos e achava muito cedo ter uma pressão para que ele soubesse escrever o próprio nome. Achava que não precisava ser aos 3 ou 4 anos, que existiam outras prioridades de habilidades motoras, cognitivas, emocionais. Aspectos esses a serem desenvolvidos brincando livremente. Afinal, através de brincadeiras, as crianças têm possibilidades de aprendizagem muito maior do que fazê-la ficar copiando seu nome vinte vezes. Considerando também que cada criança tem seu próprio ritmo, pra mim sempre foi tudo bem se o colega da escola já soubesse contar até 50 e meu filho até 10. Então, não tinha problema se ele não soubesse escrever seu nome aos 3, 4 anos, normal.
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16 maio 2016

Bebês são detetives emocionais

Bebês – detetives emocionais

bebês

A revista ÉPOCA da semana passada (9 de maio, nº934), trouxe uma entrevista com o psicólogo americano Andrew Meltzoff, uma das maiores autoridades mundiais no estudo da infância, sobre o desenvolvimento infantil. Achei muito interessante algumas coisas ditas por ele, como o fato da criança ser capaz de assimilar os preconceitos mais sutis de seus pais e de perceber ambientes hostis. Eu, por exemplo, vivo em busca da melhor forma e jeito de falar, pois um volume de voz mais alto ou um tom pouco mais alterado, meu filho Benjamin já acha que estou brava. Acredito muito em tudo o que psicólogo diz na entrevista, inclusive que os bebês são detetives emocionais, até porque nosso humor reflete também no dele. Essa entrevista também me fez refletir na importância da escolha com quem deixamos nossos filhos, seja um cuidador ou escola. Compartilho agora com vocês.

ÉPOCA – Por que o senhor privilegia em suas pesquisas a importância da fase entre o nascimento e os 5 anos de idade?Andrew MeltzoffHá evidências científicas de que o desenvolvimento da criança no começo de sua vida ajuda a determinar o adulto que ele será. O cérebro do bebê é esculpido pelas experiências. Ele é profundamente afetado pelas interações sociais e físicas que tem com o mundo. Nesse período o bebê aprende mais do que aprenderá em qualquer outro período cronológico similar.
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06 abr 2016

Conversar com o bebê ajuda no desenvolvimento

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Estudo revela que conversar com o bebê é uma das atividades mais praticadas pelas mães, além de ser um dos fatores que ajudam no desenvolvimento infantil

Imagem Google

Imagem Google

Pouca gente sabe que conversar com o bebê ajuda no desenvolvimento infantil. A boa notícia é que conversar com o bebê é uma das atividades mais praticadas pelas mães brasileiras. Em outubro/2015, a Fisher-Price, divulgou no evento “O fator felicidade”, resultados do estudo “Esperanças e desejos das mães”, no qual foi pesquisado os principais desejos das mães e como elas lidam com o desenvolvimento da primeira infância. Foram entrevistadas 3.500 novas e futuras mamães, no Brasil, China, México, Rússia, França, Reino Unido e Estados Unidos. As entrevistas, revelaram que apesar das diferentes culturas, as mães têm muito mais desejos em comum do que se imaginava.

A pesquisa apresentou que, no Brasil, são 10 atividades mais praticadas pelas mães, a principal é conversar com o bebê. Confira:

1. Conversar com meu bebê (89%)
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04 abr 2016

Desenvolvimento do bebê – Stella de 0 a 8 meses

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Parece que foi ontem que escrevi sobre o desenvolvimento da baby bossinha de 0 a 3 meses e ela já está com 8

Desenvolvimento

Stella completou 8 meses no último dia 28. Foi assim, num piscar de olhos e seu desenvolvimento tem sido tão rápido quanto o tempo. Ambos me assustam. Eu queria poder parar o tempo. Mas como isso é impossível, fico tentando curtir ao máximo o desenvolvimento da pitica.

A baby Stella demonstra muita calma, nem parece o mesmo bebê de quando tinha um mês de vida. Ela é muito tranquila, boazinha e feliz. Com seus olhos brilhantes e sorriso radiante, ela contamina o ambiente e conquista qualquer um. Mas não pense que é fácil conquistá-la. Se gostar de alguém de primeira, ela abre o sorrisão. Se ficar desconfiada, fica olhando, analisando e que sabem sorri. Ela faz charminho, chama atenção das pessoas e fica escondendo o rosto. É minha pitica magrelinha, a estrelinha do papai e a Stellinda do irmãozão!

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