25 fev 2012

Bater não é forma de educar!

por
Gabi Miranda

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Estou no meu quarto tranquila, brincando com meu Ben quando ouço uma mulher gritando e dando várias palmadas numa criança dentro de um carro. Ela não parava de sentar a mão num bebê, de um pouco mais de um ano, quando eu gritei chamando sua atenção, mandando ela parar. A mulher permaneceu um instante no carro sem se mover. Fora do carro uma senhora que acompanhava a mulher me explicava “ele jogou seu sapatinho pela janela, pode ficar calma que a mãe sempre faz isso”. Mas isso não era motivo pra mulher bater no menino! Fiquei quieta só olhando. A mulher saiu do carro e começou a procurar o sapato pelo chão. Para minha surpresa a mulher estava grávida. Incomodada com a minha observação ela indagou porque eu estava olhando e falou que eu podia entrar (estava na sacada do meu quarto) e ficar tranquila. Eu disse que não entraria e que ficaria ali e que se ela batesse no menino novamente, eu iria até lá. Começou uma discussão entre nós duas. Ela disse que havia dado só umas palmadas e “estou educando meu filho”. Essa frase ecoou na minha cabeça. Uma mulher pronta para colocar mais um filho no mundo e dar aquela educação! Com a confusão, os vizinhos foram saindo na rua e a mulher ficou toda constrangida. No fundo quero acreditar que ela sabia que estava errada. Clique e continue lendo!

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10 fev 2012

Atividades educativas já!

por
Gabi Miranda

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Eu e muitas mães por aí faço parte da era do papel, já meu Ben é da era tecnológica por completo. Desconfio até que quando ele começar a frequentar a escola não precisará de caderno, fichários, lápis, estojos e sim de um iPad (que vai ser mega atualizado). E hoje em dia quem consegue viver sem a sensacional internet?! Com ela temos acesso a (quase) tudo e de qualquer lugar – a mobilidade que a tecnologia nos oferece hoje em dia é incrível! E nossos filhos também, desde muito cedo! Se não controlar, as crianças passam horas a fio em frente ao vídeo game e computador. Mas como controlar, se muitas vezes os pais trabalham o dia inteiro? E como controlar o conteúdo que nossos filhos vão consumir? Como protegê-los? Eis aí um dilema…

Meu Ben ainda é muito pequeno, mas já me preocupo com essas questões. Acredito que deve haver um limite para o uso de eletrônicos como TV, vídeo game e computador. Acho que deveríamos limitar por idade e, obviamente, por conteúdo. É difícil, eu imagino. Mas não tem porque uma criança de 3, 4 ou 5 anos ficar presa em frente a um vídeo game, por exemplo. Criança tem que brincar! Brincadeiras que estimulem seu desenvolvimento intelectual, cutural, criativo, que o faça gastar energia, enfim. Cadê as brincadeiras tradicionais como esconde esconde, pega pega, mímica, ciranda (corre Cotia na casa da tia, lencinho na mão, caiu no chão…quem lembra?), jogo da velha, da memória, tabuleiros, cadê o Lego?! Clique e continue lendo!

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