05 nov 2015

10 atividades para estimular o bebê de 0 a 3 meses

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Imagem Google

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Engana-se quem pensa que não existem atividades para um recém-nascido. Atividades para estimular o bebê são importantes desde o início de vida. Para um recém-nascido cada hora e dia é uma grande surpresa. Mesmo tão pequenos, eles possuem grandes competências de ritmo, variação e, portanto, para desenvolvimento acima do esperado.

Pense um pouco: quando tem apenas 1 semana de idade, o bebê já é sete dias mais velho que no dia em que nasceu; no final do primeiro mês, ele está anos-luz à frente do que estava no primeiro dia; e o processo continua nessa velocidade. (Tracy Hogg, Encantadora de Bebês)

Esse progresso pode ser comprovado justamente quando fazemos atividade para estimular o bebê. E o que pode ser considerado atividades para o bebê? Tudo o que ele faz enquanto estiver acordado, até trocas de fraldas, mamadas e banho, são considerados atividades nessa época em que são tão pequeninos. Mas conforme as semanas vão passando, o recém-nascido passa a dormir menos horas durante o dia – o que é normal e de certa maneira ótimo, afinal ele não pode trocar a noite pelo dia.
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28 out 2015

Desenvolvimento do bebê – Stella de 0 a 3 meses

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Já se passaram 3 meses. T-R-Ê-S meses!!! Nas primeiras semanas tudo o que eu pensava era “não vejo a hora dela completar 3 meses”. Essa mania que temos de querer que o tempo passe e quando ele passa queremos voltar nele. Stella nasceu grandona, forte, cheia de saúde. Assim como o irmão quando nasceu, não parecia um bebê recém-nascido de tão “madurinha” fisicamente. Já chegou atenta ao mundo, querendo observar tudo. Tanto que já não me lembro dela com pescocinho mole. E seu desenvolvimento chega a me assustar.

Lembro-me da choradeira. Dizem que bebês não nascem com temperamento formado. Balela! Stella nasceu com temperamento e personalidade fortemente formados. Já pensei se o comportamento temperamental do início, era algum tipo de trauma do parto – que não foi nada fácil para nós. Mas agora tenho quase certeza que faz parte da personalidade dessa minha leonina.

Blog_fotos-2015

São três meses de pura alegria, anseios, novidades, muito choro, fraldas, mamadas noturnas. Três meses como mãe de dois. Três meses de grande transformação na vida de todos aqui em casa. Três meses de Stella e uma enorme transmutação em mim. Mas já faz tempo, queria escrever sobre o desenvolvimento dela. Quero registrar alguns acontecimentos antes que eles acabem esquecidos, pois são tantas coisas novas que esquecemos mesmo.
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22 out 2015

Incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Gravidez, Maternidade

Incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê.

Você sabia que ao engravidar é importante saber seu tipo sanguíneo para evitar a formação de anticorpos que ataquem o sangue do bebê?

Imagem Google

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Funciona assim, quando a mulher engravida, um dos primeiros exames solicitados é o de tipagem sanguínea para descobrir qual o grupo sanguíneo que ela faz parte. Na superfície de cada célula do corpo há um grande número de antígenos que tem uma função que se assemelha à de uma antena. Um desses antígenos é o fator Rh. Cada pessoa possui um fator Rh que poderá ser positivo (fator Rh dominante) ou negativo (ausência do fator). Quando as células da mãe não contém o fator Rh e as do feto contém (tornando-o Rh positivo), o sistema imunológico da mãe entende o feto e suas células com Rh positivo, como um corpo estranho. Isso faz com que o sistema imunológico da mãe desenvolva anticorpos para se defender. Isso é conhecido como incompatibilidade sanguínea.
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01 out 2015

A linguagem dos bebês

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

choro-2

Uma das coisas que me incomoda bastante – pra não dizer que me irrita profundamente – é o bebê começar a chorar e as pessoas por perto começam suas especulações: “ele está com fome”, se alimentado vem a máxima “então é cólica”, e quando o bebê não para de chorar e, provavelmente, os outros querem que calem a boca dele, logo lançam “e se der a chupeta, ele não para de chorar?!”. Ninguém lembra que o choro é a linguagem dos bebês.

Vamos partir do princípio básico, a forma de comunicação dos bebês é através do choro. E eles choram por diversas razões: pode ser fome, sono, dor, gases, fralda suja, calor, frio, uma roupa, perfume, ambiente que está incomodando, ou até porque quer um colinho, um afago, um abraço. Mas os outros sempre tem opiniões e pitacos para dar. Passei dias ouvindo o choro da Stella sem saber o que era. Enquanto muitas pessoas diagnosticavam cólica, esse era o único sintoma que eu tinha certeza não ser. Parece que cólica é a palavra que descreve todas as situações em que um bebê chora desesperadamente. Além do choro, bebês também se comunicam através de movimentos corporais e Stella não passava nenhuma informação que indicassem cólicas.
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09 set 2015

Teoria da Extero-Gestação: 5 métodos para acalmar um bebê

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Filhos

Conheça um pouco sobre a teoria da Extero-Gestação

Teoria da Extero-Gestação

“Os bebês humanos estão entre os mais indefesos de todos os mamíferos. Por causa do maior tamanho do cérebro e do fato de que o tecido nervoso necessita de mais calorias para se manter que qualquer outro, grande parte do alimento ingerido é gasto em prover nutrição e calor para as células nervosas. Mais significante é o fato de que nossos bebês necessitam nascer mais cedo do que deveriam, com seus cérebros ainda não totalmente desenvolvidos.

Se o bebê humano nascesse já com o sistema nervoso central amadurecido, sua cabeça não passaria pela pelve estreita da mãe no momento do parto. Ao contrário de outros mamíferos, como girafas e cavalos, o recém-nascido humano é incapaz de andar por um longo período após o nascimento, porque lhe falta o aparato neurológico maduro para tanto. O custo primal de ter um cérebro grande é que nossos filhotes nascem extremamente dependentes e em necessidade constante de cuidado.
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10 jul 2015

Diário de grávida: 38 semanas

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Diário de grávida, estamos com 38 semanas. Semana passada fizemos ultrassom e o bebê cresce e agora engorda a todo instante. Já estava com 3,083kg e 47cm. Como em todas as ultras que fizemos, ele (a) não nos deixou ver seu rosto (sempre está virado ou escondendo com os bracinhos), mas foi a vez que mais chegamos perto de ver. Parece que puxou o nariz do pai…e olha essa bochechaaaaaa!!! Já quero morder.

diário de grávida

Baby Bossa com 37 semanas

A gestação passou voando e agora parece que freou. Ando mais cansada, fazendo litros de xixi – dia desses li uma tirinha boa sobre isso, era algo como “na gravidez tudo cresce. cresce a bunda, os peitos, a barriga, só não cresce a bexiga.” Já não me lembro como é dormir uma noite inteira sem interrupções e agora não tem previsão mesmo de quando isso acontecerá novamente. A barriga parece que não tem mais para onde crescer e continua crescendo! Entro com dificuldade no box de um dos banheiros, justo no que mais gosto e que já tem todas as minhas coisas. :/
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26 jun 2015

Diário de grávida: 36 semanas

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Estamos com 36 semanas!

36 semanas

Estamos com 36 semanas e chegando na reta final da gestação.

Completamos hoje 36 semanas e na última terça-feira tivemos consulta no obstetra e após ser examinada ele me informou que o bebê já está encaixado. Pensa num misto de sentimentos: alegria, medo e ansiedade. Eu sempre quis ter parto normal e esse é um grande indício de que dessa vez será. Desde a semana passada eu me pego pensando como será o dia que o bebê nascer. Será que dessa vez estoura a bolsa? Estarei no trabalho? Ou em casa? Estarei sozinha? Será no meio da noite? Vou sentir muita dor? Será rápido? Ansiedade que não tive na gestação do meu Ben e que após a consulta com o médico aumentou. Estou com medinho e não terei a mão otimista da minha mãe para apertar.

Ao final dessa semana, o bebê já poderá nascer a qualquer momento, não será considerado prematuro. Estou torcendo para ele nascer após a 38ª semana, pois é quando meu Doctor estará de volta de uma viagem ao Exterior. E de preferência, após o dia 11/07 que é o dia da festa junina do Benjamin, que será o noivinho e eu não quero perder isso de jeito nenhum. Passei a gestação inteira com a intuição de que esse bebê nasceria antes do tempo que nasceu o Benjamin – com 41 semanas. Torço de verdade que ele espere pelo menos até a 39ª. Eu não tenho pressa e quero curtir muito esses últimos momentos de tê-lo aqui dentro de mim.
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12 jun 2015

Diário de grávida: 34 semanas

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Preciso confessar uma coisa. Aonde eu estava com a cabeça quando prometi escrever semanalmente sobre a gravidez? Estamos com 34 semanas de gestação. Não por nada, mas pouca coisa tem mudado de uma semana para a outra. Nessa semana fiquei atenta para ver se vinha aqui contar alguma novidade. Identifiquei poucas coisas.

Na última terça-feira teve consulta com o obstetra, que agora ficam menos espaçadas, volto daqui a dez dias. Estou pesando 68 kg!!!

34 semanas

Imagem do google

Só quando saí lembrei de perguntar ao doctor quanto eu pesava quando descobri a gestação, mas creio que era por volta dos 56 kg. Ou seja, engordei 12 kg!!!! Aparentemente, estou mais magra que na gestação do Benjamin, a barriga também é menor (isso é uma certeza!) e, no entanto, esse foi o peso que fiquei na gestação dele. Ou não? Já nem sei mais…e também já disse sobre a minha memória, né? Já não é boa normalmente, grávida então… (a impressão é que a gente emburrece um tiquinho). Confirmamos que vamos esperar o parto normal e estamos confiantes que dessa vez vai rolar. Óbvio, estou com medo! Mas desejo muito o parto normal. O que pra mim significa: bolsa estourar, dores de parto, chegar no hospital e parir. Não ficar 24 horas em trabalho de parto, sofrendo, e tendo que induzir. O que tem de normal sofrer horas intermináveis?!
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05 jun 2015

Diário de grávida: 33 semanas

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

33 semanas

Imagem Google

Ao contrário do agito da semana passada, o bebê deu uma acalmada nessa semana. Estamos com 33 semanas. Não sei se foi o frio, mas durante as madrugadas ele não tem mais me acordado, então acordo mesmo só quando soa o alarme para fazer xixi. Acredito que seja também a falta de espaço que começa a aumentar. Durante o dia ele também está mais calminho. Nessa de ter ficado mais quieto, quando quero um “olá” mexo com ele e ele responde. Achei o máximo isso! O que não acontecia na gestação do Benjamin que quando estava quieto demais, eu precisava comer algo, não adiantava um carinho, uma apertadinha, nada.

Queria eu fazer ultrassom toda semana e poder vir compartilhar todas as informações sobre o bebê, mas isso não é possível, nem necessário. Ele, agora com 33 semanas, deve medir uns 45 cm e pesar umas 2.500 gr. Agora ele ganha 30 gr por dia e eu acho que ganho umas 500!!!
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02 jun 2015

Limite: caminho para a construção da autonomia

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

limite

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Mês passado, junto de outras blogueiras da rede Hubme, participei de um encontro super rico e construtivo, com o time do Educacuca. Foi um bate papo incrível que rendeu boas reflexões e já estou ansiosa para o próximo. O tema da nossa roda de conversa, mediado pela psicóloga Waleska Pontes e a pedagoga Silvia Zerbini, foi Limite: caminho para a construção da autonomia. 

Uma das nossas maiores dúvidas como pais é como educar melhor nossos filhos e como fazer isso com amor, limite e ao mesmo tempo dar autonomia aos pequenos. Sim, porque limite é bom, imprescindível e não deixa de ser amor. Autonomia também é bom, também é amor, porque é a partir dela que a criança aprende que tem capacidade de gerir a própria decisão, e, como pais, precisamos permitir que a criança experimente e vivencie coisas novas mesmo que isso posteriormente signifique algum tipo de frustração. Não podemos superproteger nossos filhos com medo de que algo ruim possa acontecer se ele vier escolher algo novo. Precismos desejar que nossos filhos tenham capacidade para fazer boas escolhas para si mesmo e eles só aprenderão isso se deixarmos. Como disse a psicóloga Waleska, educar é acolher e soltar.
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