29 abr 2015

Quantos meses você está grávida?

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Uma das perguntas mais frequentes, depois da clássica “Qual é o sexo?”, é essa: de quantos meses vocês está grávida?

Os médicos contam em semanas, e, geralmente, uma gravidez dura 40 semanas, podendo durar até 42. Benjamin nasceu de 41 semanas. Se contarmos em meses isso significa, aproximadamente, 10 meses e, em meses, teoricamente, a gestação dura 9.

Na gestação do Benjamin ainda sabia dizer em meses, mas nessa me atrapalhei e sei responder sem titubear em semanas. Mas quando você responde “26 semanas”, o receptor não tem ideia rápida de quanto isso significa em meses. Para não confundir ninguém e deixar as pessoas satisfeitas, respondo “6 meses” ou final do segundo semestre. Por que tem isso também, a gestação é dividida em trimestres: 1º, 2º e 3º.

As grávidas percebem melhor essa divisão do calendário gestacional a medida que a gravidez avança, pois surgem sinais importantes que marcam cada período:

  • batimento cardíaco fetal que surge por volta de 10-12 semanas e é quando realizamos a ultrassom com Dopller;
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28 abr 2015

10 dicas para amamentar sem neuras

por
Gabi Miranda

Uncategorized

amamentar

Das coisas maravilhosas que a maternidade traz, acho que não tem momento mais precioso que a amamentação. É aquela hora de maior vínculo com o bebê, no qual sentimos o calor do corpo um do outro, ficamos juntinhos trocando olhares com aquele ser que colocamos no mundo. Ah, o olhar…! O que é aquele olhar do bebê para nós enquanto amamentamos? E aquelas mãozinhas tocando a gente, meio que num carinho?! Aquela boquinha abocanhando nosso seio, num momento de satisfação quando encaixa da forma correta… É inexplicável, intenso e marcante esse momento. Fase ímpar que só nós mães temos o prazer de provar. Mas ao mesmo tempo que é incrível, pode ser muito difícil e doloroso para algumas mulheres.

Por isso, destaco algumas dicas que aprendi na prática quando o Benjamin nasceu:

1) Chegou a hora de amamentar! Procure um lugar tranquilo para esse momento e
curta-o. Se possível deixe o celular de lado.

2) Nessa hora, tenha uma garrafinha de água próximo a você, pois quando amamentamos sentimos muita sede e precisamos repor o líquido que perdemos durante a amamentação.
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27 abr 2015

A produção do leite e a importância da amamentação

produção do leite

Foto: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2013/06/22/amamentacao-melhora-desenvolvimento-cerebral-de-criancas-confirma-estudo.htm

Uma das coisas mais deliciosas e das que mais sinto saudade da maternidade é a hora de amamentar. Durante a gravidez do Benjamin eu não era tão ligada em buscar informações e nem procurava na internet. Não tinha ideia da quantidade de mulheres que não amamentam por motivos diversos, de como era esse lance de pega correta do bebê, que os bicos dos seios podiam rachar, muito menos que o leite desceria milagrosamente como uma fonte de cachoeira no terceiro dia após o nascimento do meu Ben. Fui aprender a amamentar na maternidade, com ele já nos meus braços e tudo correu de maneira tranquila como deve(ria) ser.

Com tantas histórias sobre amamentação agora já conhecidas, fico com medo de não conseguir amamentar o próximo bebê. Ao mesmo tempo, fico pensando como é possível uma mulher não produzir leite, se o nosso corpo, principalmente os seios, durante a gravidez é preparado para virar uma fonte desse alimento tão importante que fará diferença para o resto da vida do pequeno, protegendo-o até de doenças e infecções ao longo da vida. Já no início da gestação, podemos notar diferença em nossos seios. Os hormônios estrógenos e progesterona – aqueles que mexem tanto com a gente capazes de nos deixar 3 meses passando mal – também são os responsáveis por deixarem nossos seios maiores, sensíveis e dilatados. Após o parto, ganham lugar os hormônios prolactina e a ocitocina, responsáveis por estimular células dos seios a produzirem leite.
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17 nov 2014

O que seria mais importante: escrever ou aprender a elaborar a ideia e se comunicar?

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Nós pais sempre queremos que nossos filhos sejam bons em tudo, principalmente no quesito desenvolvimento. Queremos que eles engatinhem aos 6 meses de idade, que comecem a andar aos 8, a falar antes do filho da vizinha, a parar de usar fraldas aos 2 anos (mas se parar com 1 ano e meio, melhor ainda!), que ele conte até 29 com 1 ano, que escreva uma cartinha aos 3 anos, mas se escrever o primeiro nome já será o nosso orgulho, o garoto prodígio. Estamos sempre na expectativa de que nosso filho saiba fazer algo o mais rápido possível. Isso deve ter um nome, deve ser algum tipo de síndrome e eu não sei porque acontece. Sei que desde que o Benjamin ameaçou não dançar em sua primeira festa junina (leia AQUI) e eu percebi que a decepção ocuparia um pequeno espaço no meu coração, passei a não criar tanta expectativa, e, preferencialmente, não exigir tanto do desenvolvimento dele. Clique e continue lendo!

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29 out 2014

Benefícios da natação para o desenvolvimento infantil

por
Gabi Miranda

Filhos, Saúde

Benjamin é muito agitado, fazia algum tempo que eu pensava em colocá-lo em alguma atividade para gastar mais energia. A ideia não era ocupar todo o tempo dele com atividades. Mas fazer com que ele gaste a energia com hábitos mais saudáveis. Dizem que atividade física é boa para gastar energia e benéfica em vários aspectos também para as crianças. Benjamin já faz judô há dois anos e contei AQUI que agora está fazendo natação.

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Benjamin até então fez 10 aulas. Seriam 12, sendo que uma ele desistiu de fazer já dentro da piscina e foi logo na terceira aula de natação. Chorou, pediu para sair, disse que não queria mais voltar. Pensei que ele não ia querer voltar mesmo. Seria uma briga de galos, pois eu não estava disposta desistir dele de fazer natação. A outra ele faltou para viajarmos e quando voltamos ele foi firme nas aulas e passou a perguntar todos os dias se tinha natação. Já demonstra mais desenvoltura na água, mais habilidades nos exercícios propostos e coloca a cabeça embaixo d’água – coisa que a mãe aqui não faz e ficava pensando como ele aprenderia.
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24 set 2014

3 anos, 3 meses e 33 curiosidades sobre o desenvolvimento do Benjamin

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Filhos

Benjamin completou 3 anos e 3 meses, o que significa 1185 dias. Assusta-me a velocidade do tempo. Lembro de estar nas primeiras semanas de gestação e ouvir meu pai dizer que os filhos chegam aos 20 e poucos anos num piscar de olhos. Faltam apenas 17 anos e 9 meses para o Ben completar 20 anos, aproximadamente 6.500 dias ou 15.600 horas. Muita coisa para viver e desenvolver ainda.

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Aos 3 anos, Benjamin me surpreende cada dia mais. Eis algumas curisosidades sobre seu desenvolvimento.

  1. Faz comparações maravilhosas, como no dia em que vimos na rua um cachorro da raça Chow Chow e eu com a minha obviedade disse “olha filho, não parece um urso?!” e ele me respondeu com a maior naturalidade do mundo “não mãe, parece um leão”, completando a frase com uma cara de “sabe nada, hein mãe”;
  2. Fala palavras e conjuga o verbo de forma que me faz pensar que ele não é desse mundo, porque fala melhor do que várias pessoas adultas que conheço;
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06 ago 2014

5 motivos para amamentar

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

amamentar

Você já deve ter lido e escutado vários benefícios do aleitamento materno. Não vou dar só mais um motivo para você amamentar, mas 5 motivos para você persistir nessa jornada que é amamentar.

  1. Faz bem para saúde do bebê. O leite materno é composto por proteína, vitaminas, água, minerais – todos os nutrientes que o bebê precisa para seu desenvolvimento cognitivo e para a imunização contra vírus e bactérias, diminuindo a chance do bebê desenvolver alergias, asma, rinite, entre outras, além de várias doenças ao longo da vida.
  2. Faz bem para saúde da mãe também. Ao amamentar, a mãe diminui sentimentos como ansiedade, se sente mais fortalecida, seu peso volta ao normal mais rapidamente e também diminui a chance de, no pós-parto, ter uma anemia, câncer de mama e ovário, osteoporose.
  3. Fortalece vínculo entre mãe e bebê. Através desse ato exclusivo proporcionado pela mãe, nasce entre mãe e filho um vínculo afetivo muito forte, o que proporciona para ambas as partes mais segurança. Para a criança é benéfico até para seu desenvolvimento social e psicológico. Para a mãe favorece o lado psicológico, pois embora seja um ato prazeroso, causa desgaste físico e emocional, mas o vínculo emocional que envolve esse momento é tão grande que eleva sua auto-estima, deixando uma sensação de prazer e extremo orgulho.
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28 jul 2014

O primeiro desenho da família

por
Gabi Miranda

Uncategorized

blog-fotos

 

A vida com filhos realmente é uma surpresa todos os dias. Feita de fases, assim como a Lua. Num período você se vê com aquele pacotinho pequenino, precisando de cuidados básicos. Amamentação, troca de fraldas, coloca para arrotar, faz nana nenê. Meses depois, entramos com a papinha e logo o pequeno está explorando a casa, fazendo gracinhas. Começa a falar e que música para nossos ouvidos ouvir as primeiras palavras. Logo está na escola fazendo seus primeiros amigos, rabiscos, pintando fora e dentro do desenho, seguindo pontilhados.

Quando a gente já está acostumado, achando que a vida materna ficou monótoma, quem sabe um segundo filho agitaria um pouco mais (?!), vem seu filho e mostra que sua vida nunca mais será igual, seja ela com um, dois, três ou quatro filhos. Em toda parte que vai e encontra a letra do seu nome, ele repete sem cansar “B de Benjamin” ou a letra do nome do amigo “M de Murilo” e “também de mamãe”. Faz perguntas que você não sabe como responder e afirmações que você não sabe de onde tirou. Como pode? Se ele acabou de completar apenas 3 anos!!! Clique e continue lendo!

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02 jul 2014

Mudanças a gente vê por aqui

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Eu adoro mudança em qualquer âmbito da vida, seja pessoal ou profissional. É claro que como todo ser humano normal, sinto receio, afinal todos nós somos resistentes a mudanças até nos acostumarmos ou até enxergarmos o lado positivo – e toda mudança tem! Até as mudanças inesperadas se tornam o estímulo necessário para darmos o salto mais importante de nossas vidas. E das mudanças tristes e desagradáveis, podemos tirar grandes lições.

Iniciei o ano 2013 com alguns objetivos, entre eles a mudança de casa e profissional. Eu tinha uma meta e precisava alcançar. De repente tudo começou a se movimentar no último trimestre do ano. Mudei de casa. Virou o ano e com ele várias mudanças, algumas inesperadas, tristes e desagradáveis.  A melhor, foi a mudança de função e cargo no trabalho – o que tem me dado grande satisfação profissional e pessoal. Eu nunca fui de fazer por muito tempo a mesma coisa e já estava com meu prazo de validade vencendo na mesma função. Sou o tipo de pessoa que precisa estar em movimento e aprendizado constante. Clique e continue lendo!

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02 jun 2014

Estimulando a coordenação motora

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Filhos

Na primeira reunião desse ano na escolinha do Benjamin, a professora mencionou o que seria trabalhado junto às crianças nos próximos seis meses. Um dos itens a ser trabalhado era a coordenação motora dos pequenos, com exercícios específicos como pintar dentro dos desenhos, cobrir traços pontilhados, recortar e colar. Ela sugeriu que os pais também trabalhassem em casa com atividades. Então fui pesquisar.

Sempre escutei falar na coordenação motora fina. Descobri que são dois tipos: coordenação motora grossa e fina. A diferença: na primeira, a criança desenvolve o equilíbrio do corpo e suas primeiras habilidades como sentar, gatinhar, levantar, andar, correr, subir, descer, pular. É tudo que envolve o uso dos músculos grandes do nosso corpo.

Na segunda, a criança desenvolve o controle dos movimentos mais sensíveis e que exigem mais delicadeza. Como pegar uma peça minúscula com as pontas dos dedos, segurar o lápis, manusear uma tesoura, recortar, desenhar dentro do espaço limitado, montar um quebra-cabeça ou com aqueles brinquedos de construção (tipo lego ou tijolinhos). Todos os movimentos que envolvem controlar e manipular mãos e olhos.
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