03 set 2013

Conta uma estória, manhê!

por
Gabi Miranda

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O bebê nasce, aí você não vê a hora dele completar 4 ou 6 meses, quando ele já interage mais, brinca, senta, da risada, solta gritinhos, entra na papinha. Depois você não vê a hora que ele comece a engatinhar, andar, completar um ano. Deseja que chegue a hora que ele fale, fale muito. Estamos sempre desejando a fase seguinte. Comigo pelo menos foi assim.

Até que você se dá conta e não deseja acelerar mais nenhum processo porque passa tão rápido, mas tão rápido…. Aí você se pega sentindo falta do dia em que ele nasceu, daquele cheirinho de bebê na casa, aquele chorinho de recém nascido que se transforma em choro de criança manhosa…

Chega um momento, que as fases meio que dão uma pausa. Ele anda, corre, pula, canta, dança, tagarela, faz manha, se joga no chão, vez ou outra te surpreende imitando o Buzz Lightyear. Parece que desacelera o desenvolvimento que até aqui foi tão rápido.

Chega o desfralde e vários aprendizados dele da escola. E um belo dia ele te surpreende com algo que láaaa atrás você já desejou um dia naquele estado nostálgico futurístico de “ai não vejo a hora que meu filho….”.  A lista é infindável e um desses meus desejos do passado (porque agora só desejo que o tempo passe mais devagar) foi atendido recentemente. Clique e continue lendo!

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29 ago 2013

Desfralde – Entrevista com especialista

por
Gabi Miranda

Entrevista, Uncategorized

Se existe um segredo para o desfralde ser um sucesso, além de muita paciência por parte dos adultos, é iniciar esse processo quando a criança realmente estiver pronta. Quando isso acontece? Vários sinais podem revelar se seu filho está realmente pronto. Mas alguns sinais básicos podem dar o start: geralmente, acontece por volta dos 2 ou 3 anos, a criança já anda bem, sabe falar, entende instruções simples, entende o que é “xixi”, já fica seca por mais tempo (geralmente 3 horas) e se fica incomodada com a fralda suja e até a arranca.

O fato é que o controle das esfíncteres é a fase mais difícil no desenvolvimento infantil. Exige da criança um poder até então desconhecido para elas: perceber o movimento intestinal, segurar esse movimento, ir até o penico – a metros de distância, coisa que até então elas não se preocupavam, se posicionarem e então fazer o xixi ou o cocô. Imagina, isso tudo é praticamente um cálculo aritmético para uma criança de dois anos. Clique e continue lendo!

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26 ago 2013

Ele só diz não

por
Gabi Miranda

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E na pegada do Terrible Twos e/ou desenvolvimento emocional, hoje vou falar a resposta que Benjamin mais gosta de dar: NÃO!

É isso aí, além de falar a sua sentença preferida “é meu”, Benjamin ama nos devolver respostas com um “não” em alto e bom tom.

Benjamin, vamos tomar banho?
Não!

Benjamin, vamos trocar de roupa?
Não!

Benjamin, vamos comer?
Não!

Benjamin, vamos colocar o sapato?
Não!

Benjamin, vamos dormir?
Não, não e não!

E assim vamos vivendo…

Em casa, evitamos dar “nãos” desnecessários para o Benjamin. Isso não significa que não damos limites. Já fui contra “nãos”, mas hoje sei que alguns deles são necessários. Outros, não! Então não usamos demasiadamente. Usamos o “não” com parcimônia. Fica descartada a hipótese de que ele usa “não” porque ouve a todo instante.

O menino que até outro dia era um bebê está cheio de teimosia. Andam dizendo que puxou a mãe. Mas acho cedo uma avaliação. Parece-me mesmo uma fase. Ele apenas descobriu que tem vontades próprias. Clique e continue lendo!

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23 ago 2013

Diário do desfralde

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Filhos

12/08, Segunda-Feira

Primeiro dia do processo. Como disse AQUI, enviei a quantidade de roupas que pensei ser necessária, mas não enviei fraldas – imprescindíveis para a hora da soneca e para ir embora pra casa. A tia do Ben, muito querida, deu um jeitinho e conseguiu duas. Todas as roupas voltaram molhadas. TODAS! Inclui meias e até o tênis.

13/08, Terça-Feira

A mãe aqui ficou o dia inteiro sofrendo. Pasmem, comecei a achar que não era preciso iniciar isso agora, mesmo com os sinais que Benjamin já havia demonstrado. Sei lá, poderiam ser sinais dele ou sinais de mãe que adora contar vantagem – não que esse seja o meu caso. Apenas duas roupas voltaram molhadas. Mas Benjamin não pediu para ir ao banheiro.

14/08, Quarta-Feira

Fiquei mais tranquila ao ver que o processo era assim mesmo, meio lento e que tudo daria certo. E para tranquilizar ainda mais, nenhuma roupa veio suja. Mas Benjamin não pediu para ir ao banheiro.
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19 ago 2013

Desfralde – Orientações da escolinha

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

O desfralde começou e o processo está sendo em parceria com a escola. Como disse AQUI, gostei muito do comunicado da escola e quero compartilhar resumidamente – porque é grande e bem detalhado, com vocês.

Acredito, inclusive, que isso pode ajudar alguém na mesma fase que não tenha tido orientações e dicas da escola.

  • Uma vez retirada a fralda, independente do local onde a criança vá, o uso da fralda fica proibido, pois isso pode confundir a criança;
  • Cuidado para não obrigar a criança ficar muito tempo no penico;
  • Não brigar com a criança, nem expô-la ao ridículo por não ter conseguido se controlar. Nessa fase é comum escapar muitos xixis e cocô. Nada de broncas;
  • Incompreensões e intolerância por parte do adulto, pode causar sérias consequências psicológicas na criança;
  • Nessa fase de adaptação ao penico, é bom que os pais deixem a criança a vontade para, até mesmo, utilizar o vaso sanitário, se assim desejar. Nesse caso, improvise um degrau e um redutor de assento. Fique sempre perto da criança;
  • Clique e continue lendo!

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12 ago 2013

O Desfralde

por
Gabi Miranda

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Sabe notícia inesperada? Então, recebi sexta-feira passada. Chegou a fase mais temida pela mãe aqui, o desfralde!

O mais engraçado é que nesse mesmo dia, uma colega da faculdade, também mãe, me perguntou sobre o desfralde do Benjamin. Respondi toda relax que ainda demoraria.

Nesse ano já havia conversado com a escola sobre o assunto e fui informada que ainda demorava, que Benjamin precisava dar mais sinais, além de saber falar, que provavelmente o desfralde aconteceria só no segundo semestre.

Interpretei a mensagem da seguinte forma: só quando Benjamin construir frases literárias, lá com 2 anos e 6 meses. Ou seja, final do segundo semestre.

Mas o segundo semestre começa em julho, Benjamin já completou 2 anos, já fala, já compreende o que falamos, algumas vezes arranca a fralda, faz xixi no vaso quando vai pro banho, reconhece o penico, e por mais que seja díficil para mãe assumir, o bebê já se tranformou numa criança, um moleque arteiro.

Receber notícia que você não espera, na maioria das vezes te pega de supetão. Eu que quase nunca abro a agenda do Benjamin, encasquetei de abrir na sexta-feira passada e me deparei com um comunicado extra oficial e gigante: Clique e continue lendo!

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15 jul 2013

Culpa dos Terrible Twos ou do desenvolvimento emocional?

por
Gabi Miranda

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Benjamin está numa fase chata pra caramba. Eu já disse que sou uma pessoa sem paciência e agradeço todos os dias pela cria a mim concedida, afinal, em geral, Benjamin é muito bonzinho. Pensei que tinha aprendido a ter paciência, mas era apenas a primeira etapa do processo da maternidade. A segunda etapa consiste em testar os limites de paciência da mãe.

Meu Ben é todo lindo, sorridente, carismático. Um anjo. Obediente. Parece o bebê uma criança perfeita. Mas o que as as pessoas de fora não imaginam é que esse mini-humano é capaz de levar você a loucura, em um clique.

Vivemos uma fase em que tudo é meu, ou melhor, é dele! Escuto diariamente 588 vezes, aproximadamente, o: é meu o controle, o tênis, a Capitu, o iPhone e o iPad da mãe, a touca, a mochila, o Woody, o Buzz, o Mickey, o Pluto, o prato de comida, a colher, o shampoo, o sabonete, o copo e mais uns 89 itens ao alcance do Benjamin. Detalhe, ele faz cara de mau, faz bico, tenta tomar da nossa mão. Clique e continue lendo!

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25 jun 2013

Dois anos e uma visita ao pediatra

por
Gabi Miranda

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Nossa primeira consulta com a pediatra foi dia 20/06/2011. Ele tinha apenas 4 dias de vida. Não tínhamos pediatra e ela foi uma escolha certeira. Apesar de no início eu me sentir intimidada por ela, nunca quis trocar, sempre me senti segura.

No começo você vai constantemente ao pediatra, primeiro são visitas semanais, depois mensais até que o bebê completa um ano e pouquinho e essas visitas vão ficando cada vez mais espaçadas. Eu fiquei com medo se saberia viver sem essas consultas, se saberia medicar Benjamin caso tivesse um resfriado, mas logo a gente se adapta.

Sábado levamos Benjamin a uma consulta de rotina. Levei porque achei que 2 anos merecia uma inspeção médica pra saber se estava tudo se desenvolvendo bem, também porque Benjamin tem recusado o jantar na escola, então fiquei preocupada se ele estava precisando de alguma vitamina. E sei lá, talvez também para ouvir da pediatra que ele estava ótimo e que eu estava fazendo um bom trabalho. Ah, sim, claro, e para esclarecer algumas pequenas dúvidas que estavam acompanhando os pais de primeira viagem aqui. Clique e continue lendo!

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12 jun 2013

2 anos – As transformações da maternidade

por
Gabi Miranda

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Hoje eu poderia escrever um post em comemoração ao dia dos namorados. Mas vou me ausentar nos próximos dias para organizar a festa do meu pequeno Benjamin – que completa dois anos no próximo domingo (16/06). Então, resolvi falar do furacão maternidade. Mas neste post, é possível identificar uma declaração. Vale dizer que toda essa transformação só foi possível porque o Marido faz parte disso. Feliz dia dos Namorados!

*

Há dois anos eu não tinha a noção exata do quanto minha vida mudaria com a chegada do meu Ben. A gente sabe que a vida vai mudar, mas não tem dimensão da transformação que é a chegada de um filho. E ninguém, nem cursos, livros indicam essas mudanças. As pessoas alertam “se prepare, você nunca mais vai dormir direito”. Posso falar?! Grande coisa!

Eu nunca mais dormi direito, mas também nunca mais fui ao banheiro sem ser interrompida, nunca mais comi sem interferências, nunca mais fiquei no computador sem intervenção, nunca mais assisti a um capítulo de novela inteiro! A gente não consegue mais ir ao shopping fazer umas comprinhas, unhas e cabelos ficam enfadonhos, salão de beleza torna-se um sonho de consumo. Ler um livro torna-se missão impossível. Mas ainda sim, tudo isso, são apenas detalhes. Clique e continue lendo!

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29 maio 2013

A angústia da separação

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade

Colocar o filho no berçário ou na escolinha é uma decisão muito difícil. Mães de primeira viagem sofrem e não sabem como lidar com essa situação. É tudo muito novo, a maternidade chega ser avassaladora, transforma toda nossa vida.

Algumas mães tomam a decisão de parar de trabalhar. Outras não podem ou não querem seguir esse caminho. Por algum momento eu quis, mas logo depois esse desejo insano passou.

Embora goste da maternidade, não teria capacidade, muito menos paciência, para cuidar de filho e consequentemente da casa. Acho até que a forma como me entrego para a maternidade é justamente por essa escolha, por me dividir entre profissional e mãe. Se eu tivesse parado de trabalhar, tenho certeza que em alguns meses estaria sem paciência e disposição nenhuma para maternar (ou não?!).

Optei por colocar Benjamin no berçário e ele foi logo cedo, assim que acabou minha licença maternidade, aos 5 meses de idade. Sofri. A angústia da separação nos pegou. E perguntaram-me: como você superou isso? E o Benjamin como foi pra ele a angústia da separação? Eu não sei bem como responder, mas acho que alguns fatores contribuíram.
Clique e continue lendo!

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