04 set 2017

Autonomia no chuveiro: quando a criança pode tomar banho sozinha

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Destaque, Filhos

tomar banho sozinha

Até outro dia era um bebê e nos sentíamos inseguros para dar banho. Quem não tem medo de segurar um recém-nascido na hora do banho? Mas o tempo passa, e passa bem rápido, e quando nos damos conta, estamos brigando para a criança ir pro banho. Afinal, com 6 anos, acreditamos que a criança pode tomar banho sozinha. Não demora muito para nos pegarmos falando como nossos pais “você já tem 6 anos, precisa aprender a tomar banho sozinho, como vai ser quando for dormir na casa de um amiguinho?”.

A verdade é uma só, nossos filhos vão crescendo e se tornam independentes para algumas tarefas, mas só passam a se virar sozinhos em algumas situações quando de fato são incentivados e se sentem preparados. A gente passou semanas tentando fazer o Benjamin tomar banho sozinho, até pensar em pagá-lo para realizar tal tarefa, eu já estava pensando. Aí ele chega um belo dia e disse que queria tomar banho sozinho. Assim, sem crise. No dia seguinte, não acreditei ao chegar em casa e vê-lo indo pro banho sozinho. O menino ainda afirmou: mãe, quando tomo banho sozinho sou mais rápido e economizo água.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

28 set 2016

Travessuras da Baby Stella

Hoje ela completa um ano e dois meses de muitas alegrias, travessuras e sapequices

travessuras-baby-bossinha-1

São inúmeras as conquistas dessa pequena que nem dá para fazer post listando as novidades. Sim, porque para isso eu precisaria passar os dias anotando cada coisinha nova que ela anda fazendo. Ela já se comunica muito bem – não, não forma frases, nem palavras concretas, mas se comunica com gestos e olhares, assim eu e ela já nos entendemos muito bem. Seu vocabulário ainda é pequeno, fala apenas: mama (mamãe), B (Ben), papa (pai), naná (seu paninho com a chupeta amarrada), bá (aguá), um (um aninho) e várias outras palavras que eu ainda não aprendi o dialeto, além de responder quando lhe perguntamos algo. Ela já da tchau, manda beijo, canta, dança, joga bola (com a mão e com o pé), usa copo, toma no canudinho, faz travessuras, sapequices, anda e corre (deixando disparado o coração dessa mãe).

Passamos uma semana inteirinha juntas, só eu e ela, da hora de acordar até a hora de dormir. E acreditem, todos os dias ela faz uma coisa nova. Fiquei impressionada ao reconhecer nela uma bebê totalmente comunicativa, simpática e palhacita. Eu conhecia o lado desconfiado da Stella – herança da mãe – mas me surpreendeu a desenvoltura dela para chamar a atenção de desconhecidos na rua, no metrô, em todos os lugares públicos. Conversar, brincar, mexer com a pessoa ao lado são atividades que completam as travessuras da Pitica. É incrível o poder de aprender dos bebês e a possibilidade de acompanhar esse desenvolvimento assim tão de pertinho. Eles fazem nosso coração derreter ao mesmo tempo em que nos mantem alertas.

Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

02 set 2016

Uma Semana de Ecoaventuras urbanas – com Ecosport

Era uma vez, uma família que foi escolhida para testar um ótimo carro por uma semana, para levar e trazer as crianças pra lá e pra cá, para acelerar, pegar trânsito, Sol, chuva, asfalto, estrada e poeira. A família existe, somos nós! E o carro também, a Ecosport, da Ford!

Fizemos uma semana de test-drive e olha no que deu… confira no nosso diário de bordo

ecosport5

Por Roberto Piffer, marido da Gabis, pai do Benjamin e Stella

1º dia, quarta-feira: A chegada… primeiras impressões, primeiras sensações

O carro foi entregue durante o dia, mas só pude pegá-lo à noite. Ao vê-lo, que carro bonito! Lindo! Muito louco!! O carro é fantástico, por fora e por dentro. Branco! Chic!

Logo ao desligar o alarme, o carro já brilha todo, lâmpadas LED… muito bonito. O painel nem se fala, todo iluminado, tecnológico… que design! Cheio de funções que demoro a entender pra que funcionam. Central Multimídia impressionante! Minutos de adaptação, vambora… Ligar o carro, motor novinho para dar a 1ª volta, ir até nossa casa… Carro alto, muito legal, diferente. Branquinho, parece que chama a atenção no trânsito.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

6

comente!

04 abr 2016

Desenvolvimento do bebê – Stella de 0 a 8 meses

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Parece que foi ontem que escrevi sobre o desenvolvimento da baby bossinha de 0 a 3 meses e ela já está com 8

Desenvolvimento

Stella completou 8 meses no último dia 28. Foi assim, num piscar de olhos e seu desenvolvimento tem sido tão rápido quanto o tempo. Ambos me assustam. Eu queria poder parar o tempo. Mas como isso é impossível, fico tentando curtir ao máximo o desenvolvimento da pitica.

A baby Stella demonstra muita calma, nem parece o mesmo bebê de quando tinha um mês de vida. Ela é muito tranquila, boazinha e feliz. Com seus olhos brilhantes e sorriso radiante, ela contamina o ambiente e conquista qualquer um. Mas não pense que é fácil conquistá-la. Se gostar de alguém de primeira, ela abre o sorrisão. Se ficar desconfiada, fica olhando, analisando e que sabem sorri. Ela faz charminho, chama atenção das pessoas e fica escondendo o rosto. É minha pitica magrelinha, a estrelinha do papai e a Stellinda do irmãozão!

Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

12 jan 2016

Licença maternidade não é férias

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

licença maternidade

Imagem do Google

Existe uma falsa ideia de que licença maternidade é um período de descanso, algo idêntico a férias, já que a pessoa fica um período afastada da empresa, sem praticar as atividades profissionais. Nós mesmas, quando grávidas, fazemos genuinamente planos para os meses que ficaremos em casa. Vou organizar os armários da cozinha, praticar um hobby, passear, aproveitar a piscina, encontrar as amigas, ler aqueles 10 livros empoeirados há um ano na cabeceira, assistir todos os filmes vencedores do Oscar 2011,  2012, 2013, 2014 e, lógico, 2015… e mais uma lista infindável de coisas que, sinto informá-la, não serão feitas na sua licença maternidade.

Quem já tem a experiência de um filho, tem uma expectativa menor sobre o que conseguirá fazer na licença maternidade (e pode até ser que consiga fazer 2 ou 3 itens da lista) e se incomoda demais com a falsa ideia das pessoas sobre o que significa a licença maternidade. Você passa o último trimestre da gestação sem poder reclamar que está cansada, por exemplo, do trabalho. Ouve-se o tempo todo as pessoas dizerem “ah, mas logo você ficará um bom tempo em casa descansando e eu que continuarei trabalhando”. Obviamente essas pessoas não tiveram filhos e não tem a menor ideia da vida após o nascimento de um bebê. Então, você respira fundo, pois compreende, se essa pessoa não tem filhos, ela não sabe o que está falando. Mas esses comentários se tornam frenquentes durante a gestação e, inclusive, na licença maternidade há quem pense que você não faz nada e pede favores acompanhados de frases assim “você podia ver isso já que está em casa e tem mais tempo”. Imagina uma puerpéria ouvir isso. Então, dá vontade de matar o ser humano.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

05 jan 2016

Adaptação no berçário

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Destaque, Filhos

Imagem Revista Guia Infantil/UOL

Imagem Revista Guia Infantil/UOL

Passada a crise normal de indecisão sobre colocar ou não Stella no berçário, optamos por seguir o mesmo que fizemos com Benjamin, colocá-la no berçário. Algumas coisas são decisivas para essa escolha: o irmão ter ido e ter ficado bem, além do desenvolvimento dele; o fato de me sentir mais segura deixando responsável pela minha filha pessoas que estão numa instituição; o berçário seguir regras básicas de rotina, alimentação, entre outros. Existem prós e contras para opção berçário ou deixar o bebê aos cuidados de outra pessoa em casa. E a que mais levei e conta, na época do Benjamin, era o fato de depender da ajuda de alguém só quando necessário.

Benjamin está saindo da escola que está desde os 5 meses e indo para um novo colégio. Por isso, resolvemos procurar um berçário próximo à nova escola dele, para assim agilizar a logística. Depois de muitas visitas e pesquisa, decidimos colocar a Stella na mesma escolinha que começou o irmão, porque não encontramos outra mais adequada e que, principalmente, me fizesse sentir segura. Já que começaria esse processo tudo de novo, que fosse ao menos num lugar já conhecido, de confiança e que mesmo não sendo perfeito, sempre ocorreu tudo bem com o nosso primogênito. Sendo assim, marido ficará responsável por levar e buscar os nossos dois filhos.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

17 dez 2015

O dia em que meu filho caiu na piscina

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Inner Tube in Swimming Pool

Domingo ensolarado. Dia de curtir piscina. Dia em que meu filho caiu na piscina e vi alguns segundos se tornarem uma eternidade. Alguns segundos apenas, um pequeno descuido para lhe mostrar o quanto a vida é frágil e valiosa. Benjamin caiu na piscina de adulto no último domingo. Em nosso condomínio, a piscina de adulto tem uma parte bem rasa que cobre apenas os pés, local onde a criançada adora brincar sempre com supervisão. Benjamin estava ali e me chamou para ver um bichinho que estava dentro da piscina, na parte funda. Ele ajoelhado na ponta da parte rasa começou a balançar a mão para afastar o bichinho, se desequilibrou e no instante que virei a cabeça para o lado oposto, ele caiu. Quando voltei a olhar, só o vi dentro da piscina com os olhos arregalados que me pediam ajuda.

Eu não sabia o que fazer, se pulava com a Stella no colo, se largava ela na parte rasa sozinha, só me lembro de dar um passo pra frente e outro pra trás e quando consegui dizer algo, foi “meu Deus”. Marido assistiu à queda, correu de onde estava, pulou na piscina de roupa, celular no bolso e resgatou nosso filho. Foi tudo tão rápido que o cara que estava nadando ao lado do Benjamin, quando foi tentar ajudá-lo, o viu no colo do marido. Foram segundos suficientes para me deixar apavorada, desnorteada e arrasada o domingo inteiro. Passado o susto, Benjamin ficou tão bem que em seguida voltou para piscina com o pai. Acho que numa tentativa de fazer o garoto esquecer o ocorrido e não deixa-lo traumatizar, marido teve a ideia de levá-lo de volta para a piscina. Percebi que marido também havia ficado tenso.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

Comentários desativados em O dia em que meu filho caiu na piscina

comente!

29 set 2015

Resolva um problema de cada vez

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Imagem: Monguilhott

Imagem: Monguilhott

No post anterior, contei como foram as primeiras semanas com a Stella. Por mais que as coisas tivessem sido diferentes, nada mudaria o fato de ser muito difícil as primeiras semanas com um bebê em casa. Antes de nascer, ao invés de passar na fila da paciência, passei repetidas vezes na fila da ansiedade. Sou ansiosa por natureza e durante as primeiras semanas com a Stella me culpei por achar que podia ter feito tudo diferente e por coisas que fiz como oferecer a chupeta achando que seria uma forma de acalmá-la.

Não tenho nada contra chupeta e acho que esse acessório pode ser um grande aliado, mas nunca gostei de criança com chupeta e sempre tive medo que tornasse um objeto indispensável, sempre pensando no futuro, o trabalho que daria para desacostumar a criança sem ela. Ofereci à Stella logo nas primeiras semanas de vida e depois descobri que o ideal é oferecer a partir da 6ª semana, pois antes disso pode confundir o bebê que está sendo amamentado no seio. Pois bem, ela aceitou mesmo só na 6ª semana. Sofri. Porque embora eu oferecesse, não fazia isso sempre, mas só em momentos em que ficava desesperada querendo acalmá-la. Parte de mim torcia para ela não aceitar.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

28 set 2015

As primeiras semanas com o bebê aqui em casa

as primeiras semanas

Imagem: Google

Quis ser desencanada como fui no nascimento do bebê Benjamin e acho que fiz tudo errado nas primeiras semanas da Stella. Acho que foi tudo tumultuado e acabou impedindo de criarmos uma rotina mais adequada para ela. Nos 10 primeiros dias o vovô paterno passou em nossa casa. Marido e Benjamin tiraram férias. Ter uma criança maior em casa dificulta um pouco as coisas por conta de barulho, bagunça, TV ligada, etc., e é complicado fazer o mais velho se adaptar ao bebê. Em minha opinião, o bebê é quem deve se habituar à casa, mas ele precisa de uma rotina e com tantos movimentos acho que fica difícil.

Só me dei conta mais tarde que precisava ter programado um ritual e organizado melhor nossos primeiros dias em casa com nossa bebê, Stella. Por exemplo, o Benjamin ter ficado em casa vejo um lado positivo e outro negativo. Foi ótimo ele ter participado desde o início da integração da Stella em nossa família e acredito que o fez se sentir mais importante do que ele já é. O outro lado é que uma criança na idade dele faz muita bagunça, até um pulo que ele dá traz uma sensação de susto ao bebê. E Benjamin, tadico, acabou ficando a maior parte do tempo dentro do apartamento, não aproveitou suas férias. Não foram férias maiúsculas, embora ele tenha curtido do jeito que foi.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

28 ago 2015

É uma menina!

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Quem nos acompanha sabe que não tínhamos conhecimento do sexo do bebê e expliquei minhas razões.

Leia qual o sexo do bebê

Tanto eu quanto marido e Benjamin, tínhamos uma intuição. Menina. Eu sentia isso muito forte dentro de mim, assim como senti que era menino quando esperava meu Ben. Mas ao contrário do que aconteceu na gestação do Ben – que eu sonhava ser menina quando não era, nessa sonhei 3 vezes que era menina e parecia sonho confirmação. Sabe esses sonhos que parecem avisos?! Benjamin além de ter sido o primeiro a falar que tinha um bebê na minha barriga sem mesmo eu desconfiar, falou desde sempre que teria uma irmãzinha. Dizia isso pra todo mundo e em nenhum momento titubeou. Ele já tinha até nome para ela: Smarfa.

Em uma das ultrasons que fizemos, o bebê estava de pernocas abertas e a médica aconselhou olharmos para o lado caso não quiséssemos mesmo saber o sexo. A Dra. após ter visto, perguntou se já tínhamos nome e comentei que só tínhamos opção para menina, ao que ela retrucou “é bom pensar opções para o sexo oposto também”. Pronto! A sementinha da dúvida foi plantada. E passei o restante da gravidez questionando minha intuição “será que é ou não?!”.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

4

comente!

Página 1 de 512345