24 mar 2017

Por que mudei minha filha de escola

Depois que contei nas redes sociais que tinha mudado a Stella de escola, muitas pessoas me mandaram mensagens perguntando por que mudei minha filha de escola, já que anteriormente ela estava na mesma escolinha onde o Benjamin ficou 4 anos. Eu podia listar algumas coisas que nunca me agradaram desde a época do Benjamin. Mas acho injusto se eu primeiramente o mantive lá e depois ainda deixei a Stella. Ou seja, algo de bom tem. Prefiro explicar porque não mudei o Benjamin antes e a resposta é simples: porque ele era muito bem cuidado. Embora isso fosse um fato, a Stella não iria pra lá se eu tivesse encontrado um lugar que me agradasse totalmente. No entanto, a verdade é que faltam berçários com ambientes apropriados e profissionais preparados para lidar com bebês. E porque lá era um local físico adequado e com profissionais carinhosos, a matriculei lá também.

Penso que nós, pais, não podemos ter papel de coadjuvantes no aprendizado do nossos filhos. Acho que colocar o filho no berçário/escolinha é uma das decisões mais difíceis dos pais de primeira viagem. Adquirida a experiência, acredito que nosso primeiro papel, é escolher uma instituição de ensino que deve se aproximar ao máximo possível do nosso estilo de vida e, principalmente, dos nossos valores de vida.
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16 jan 2017

O ano novo começa agora

O ano novo começa agora para nós, cheio de novidades escolares

ano novo

Benjamin e Stella entrando juntos na escola

Fim de uma fase. Chega um momento em que precisamos fazer escolhas, precisamos enxergar que o tempo para determinadas coisas finda. E eu percebi que não tinha mais para onde fugir, nem fingir. Fim de ano. Essa época mágica que faz com que a gente reveja vários aspectos e setores da vida. Bom período para novos ajustes. Decidi que estava na hora de mudar Stella de escola. Ela estava num lugar menor, sempre foi muito bem cuidada, mas outros aspectos me incomodavam desde a época do Benjamin. Hora de mudança.

Toda mudança na vida dos filhos, exige pais otimistas. Toda mudança dói, nos tira de um porto seguro rumo ao desconhecido. Stella estava saindo do berçário para esses maternais da vida. Fico bem desconfortável com esses arranjos de maternal, jardins, etc. Acho mesmo que nessa idade, bebês devem ficar livres para explorar o mundo, o que não significa ficar em sala de aula. Mas achei ótima oportunidade para fazer outra composição escolar.
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12 dez 2016

Lista de material escolar: o que pode ser solicitado

Taxa de material escolar é proibida, veja o que pode constar na lista de material escolar do seu filho

lista de material escolar

Fim de semestre, hora de fazer rematrícula! Junto com aquela lista de coisas a pagar vem a taxa ou a lista de material escolar. Os pais questionam a escola o que contempla a lista de material e, passados alguns dias, vem uma lista de materiais com uma carta informando que a compra de material é coletiva, mas de uso exclusivo das crianças.

Os pais analisam a lista de material: placa EVA, prancheta, porta caneta, cesto organizador, post-it, escova para limpeza, caneta stabilo, pistola para cola quente, caneta esferográfica Bic…. Esses itens e outros mais. Quantos anos tem essa criança? Ok, não importa, afinal o que uma criança de 1 a 5 anos faz com post-it? E com pistola de cola quente? Escova para limpeza? Esse é o motivo por qual as escolas se limitam a apresentar a lista de material. Porque é proibido as instituições cobrarem taxa de material escolar de uso coletivo ou produtos de limpeza.
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07 jun 2016

Alfabetização, paciência e amor

Dois ingredientes essenciais para alfabetização: paciência e amor

alfabetização

Livro de atividades do Benjamin

Entramos em fase de alfabetização do Benjamin. Eu pensei que ainda demorava, mas foi ele mudar de escola e seu desenvolvimento deu um salto gigantesco. O interesse dele pelas letras tem me causado uma surpresa gostosa e até certa nostalgia. Até outro dia, eu esperava ansiosamente para ele sentar, bater palminha, mandar beijo, ficar em pé, sair das fraldas… agora eu torço para o primeiro dente dele demorar a cair, para o tempo passar mais devagar e vejo meu menino descobrindo as sílabas das palavras em uma revista, escrevendo alguns nomes sozinho e até me dando cartão escrito (com a letra garrancho mais linda do mundo): “eu te amo”. Ou seja, não demora muito ele estará lendo sozinho. O tempo está voando.

Nunca tive pressa pela alfabetização. Tanto que quando ele começou a escrever seu nome, há um ano e meio, me incomodou bastante, pois ele estava com 3 anos e achava muito cedo ter uma pressão para que ele soubesse escrever o próprio nome. Achava que não precisava ser aos 3 ou 4 anos, que existiam outras prioridades de habilidades motoras, cognitivas, emocionais. Aspectos esses a serem desenvolvidos brincando livremente. Afinal, através de brincadeiras, as crianças têm possibilidades de aprendizagem muito maior do que fazê-la ficar copiando seu nome vinte vezes. Considerando também que cada criança tem seu próprio ritmo, pra mim sempre foi tudo bem se o colega da escola já soubesse contar até 50 e meu filho até 10. Então, não tinha problema se ele não soubesse escrever seu nome aos 3, 4 anos, normal.
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11 jan 2016

Feliz nova escola

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Educação, Filhos

Ilustração de Andry Rajoelina

Ilustração de Andry Rajoelina

O ano novo começou com grandes mudanças também para o nosso pequeno-grande Benjamin. 2016 além de ser o ano em que ele completará 5 anos, meu Ben está indo para o Pré e para uma escola nova. Desde que tomamos a decisão em mudá-lo de escola, Benjamin participou de todo o processo, inclusive foi conosco conhecer a escola e desde que fizemos a matrícula venho conversando com ele. Numa dessas conversas ele me surpreendeu ao me fazer uma pergunta num tom também afirmativo “mãe, na escola nova vou fazer muitos amigos novos, né?”.

Eu arriscaria dizer que meu filho tem uma vida curta, porém intensa. Sem contar e minimizar as mudanças de desenvolvimento. Desde os dois anos e meio, Benjamin vive grandes mudanças com tão pouca idade. Primeiro veio a morte da sua avó materna, e, embora talvez ele não tivesse consciência plena daquela perda, ele sentiu ao me ver triste. Nunca vou esquecer um episódio no qual estávamos só nós dois em casa, um dia após o enterro, quando ele tão pitico me trouxe sua garrafinha de água, um potinho com balinhas m&ms e me disse naquele parafraseado baby “toma mamãe, tem que comer e beber”. A segunda mudança foi deixar de ser filho único para se tornar o irmão mais velho – papel do qual ele se orgulha em desempenhar e nitidamente o deixa feliz.
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23 out 2014

Decifrando códigos do bilhete escolar e os tipos de mães existentes

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Já faz algum tempo me dei conta: os comunicados escolares são impregnados de códigos. Já reparou, por exemplo, que todo bilhete escolar refere-se sempre às mães?

“Mamãe, por favor enviar o lenço de papel”.

“Mãe, fulano pensou na vida hoje”.

“Mamãe, enviar um prato salgado”.

Assim por diante.

Ou quando o bilhete vem com “Senhores Pais“, querem dizer “Senhoras mães“. Como se só as mães fossem as únicas responsáveis pelos seus filhos ou como se o pai não lesse os comunicados escolares. Aqui em casa eu nunca leio a agenda. Ainda bem que marido lê e me transmite os recados.

Antigamente, quando a escola pedia para levar um prato doce ou salgado, não se tratava de algo facilmente comprado. Nossas mães, avós de nossos filhos, dedicavam tempo preparando. Se trabalhassem fora, passavam parte da noite se dedicando ao tal prato para levarmos no dia seguinte. Quando tinha passeio escolar então…! Lembro da minha mãe fazendo um lanche que até hoje é o meu preferido e quando como me vem a lembrança dessa época: pão de forma com patê de maionese e atum. Para enviarem os lanches com tanto capricho, os recados deviam vir com um código secreto que dizia “que tipo de mãe preguiçosa você é que precisa comprar um lanche? Faça você mesma!” Hoje, quando vai ter um passeio, o recado vem claro: “O valor do passeio é R$50,00, está incluso: transporte, entrada e LANCHE“.
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13 out 2014

Aos meus mestres e aos do meu filho, meu respeito e admiração

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Atualmente, quando se fala no mês de outubro, a data mais ressaltada é o Dia das Crianças. Na minha época de criança, lembro muito de comemorar essa data, mas também o Dia dos Professores. Minha mãe se ocupava em comprar um presente que pudesse agradar nossos professores, sempre com o cuidado de pensar na utilidade e no valor afetivo que o presente poderia ter. Hoje em dia, talvez pela insana correria, não percebo mais tanto zelo e dedicação ao querido mestre.

Vejo o carinho com que Benjamin trata suas professoras e não sinto ciúmes como previam algumas pessoas. Sinto alegria e certa nostalgia. Lembro-me de dois professores muito queridos que tive, a profe Neide, no início do ensino de primeiro grau e o professor Ricardo, já no primeiro e segundo ensino médio. Resgatando o baú da memória, lembro também da ternura e firmeza da diretora, professora (mãe e filha respectivamente) e de alguns momentos na Patatinhas – escola em que estudei na educação infantil, com a idade pouca coisa mais avançada que o meu Ben. Tive (e tenho) imenso respeito, admiração e carinho por essas pessoas. Eu que tenho memória fraca, tenho certeza que a lembrança dessas pessoas se faz presente até hoje, porque elas marcaram minha vida de forma muito individual, especial e positiva.
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08 out 2014

Chegou o grande dia: o passeio escolar

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

E ontem foi o grande dia! O primeiro passeio escolar do Benjamin. O primeiro (talvez o segundo, terceiro, quarto…também) passeio escolar do filho, desperta inúmeros sentimentos nos pais. Enquanto as crianças são tomadas pela ansiedade, os pais são tomados por preocupações, inseguranças, incertezas e aquela nítida sensação de que seu bebê já é uma criança que está crescendo e ganhando o mundo (ou mundo ganhando ela).

passeio escolar

Benjamin no ônibus de passeio e assistindo a peça Peter Pan

No dia anterior ao passeio, acordei meio esquisita, sem muita vontade de nada, até que na metade do dia lembrei do passeio. No dia D, eu sentia um frio na barriga incontrolável. Ocupei-me com os meus compromissos para não ficar pensando muito. Liguei na escola apenas no início da tarde, quando fui informada que já tinham voltado, almoçado e estavam todos dormindo. Quando eu e meu Ben nos encontramos, ao ser indagado como tinha sido o passeio, ele respondeu: “na próxima vez quero que você vá junto e quero sentar em seu colo”. É muito amor!
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09 set 2014

Comunicado: chegou a hora do primeiro passeio escolar. E agora?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

primeiro passeio escolar

E aí você está achando sua vida materna tranquila, calma, sem novidades, até que chega um comunicado. Chegou a hora do primeiro passeio escolar do seu filho. Como você reage:

a) acha maravilhoso e responde logo SIM, afinal seu filho está crescendo e é uma oportunidade de você estimular a autonomia dele;
b) fica em pânico! é o primeiro passeio escolar! e, em 30 segundos, pensa em 30 coisas terríveis que podem acontecer!;
c) se questiona se ele não é muito novo para essa primeira vez. Ele só tem TRÊS anos!!!;
d) antes de dar a resposta, envia um questionário para a escola;
e) todas as alternativas estão corretas, mas não exatamente nessa ordem.

Fiquei, ou melhor, estou em pânico. Outro dia mesmo, estava falando que jamais deixaria Benjamin ir num passeio com a escola, pois o achava muito novo para isso. Mas nem esquentava a cabeça com esse assunto, pois acreditava que era algo distante para acontecer. A inocente aqui achava que esses passeios escolares começavam aos 5 anos de idade. Sabe de nada! Agora o primeiro passeio escolar será daqui a 30 dias e eu sofrendo por antecipação – como diria minha mãe.
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23 jan 2014

É proibido cobrar (taxas de material escolar)

Ano novo chegou e com ele uma enxurrada de despesas. As contas à pagar resumem-se em: IPVA, seguro, IPTU, etc. Quem tem filhos em idade escolar, se ainda não bastasse matrícula, tem aumento de mensalidade e as taxas de material extras que as escolas tentam empurrar: material de papelaria, livros e atividades extra-curriculares.

Em muitos casos, o preço chega ser abusivo. A escola inclui na lista de material até mesmo produtos de higiene. Existem até casos de escolas que mencionam as frutas fresquinhas. Calma lá! O que está incluso naquele valor simbólico (sqn)) que se paga mensalmente? Imagina-se que se paga para criança ter um profissional de qualidade em sala, refeições (se já é algo combinado) e atividades básicas de ensino maternal/infantil: artes, musicalização, judô, balé, vale até um inglês(inho) para a criança começar a se familiarizar.

Mas o que poucos pais sabem é que em outubro de 2013, foi aprovada a Lei 12.886/2013 que proíbe as instituições cobrarem taxa de material escolar de uso coletivo dos estudantes ou da instituição. Materiais como: giz, papel sulfite, cola, guaches, tintas para impressoras, grampeador, produtos higiênicos e copos descartáveis. “Devendo os custos correspondentes ser sempre considerados nos cálculos do valor das anuidades ou das semestralidades escolares”. Ou seja, esses custos deveriam estar contemplados lá naquele valor “simbólico” que os pais pagam mensalmente, que chegam a 13º parcelas no ano.
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