10 nov 2017

Perennials – Que tipo de mulher você quer ser aos 40 anos?

Perennials

Perennials! Esse é o tipo de mulher que eu gostaria de ser aos 40. Perennials vem de perene e é o termo criado pela empreendedora de tecnologia Gina Pell, no final de 2016, para definir as pessoas que cultivam um estilo de vida que combina hábitos e gostos de diversas idades. Ou seja, é um movimento que não se embasa no tempo e na sua idade marcada na certidão de nascimento. É algo ligado com sua identidade social. Em como você se sente em relação ao mundo.

Em primeiro lugar nesse topo, estão as mulheres a partir dos 40 anos. Idade em que atingimos certa maturidade e quando deixamos de nos importar tanto com a opinião alheia. Elas se tornam mais leves, mais donas de sua vida e assumem suas escolhas, mesmo que não agrade todo mundo.

Há quem julgue. Acham que nessa fase, as mulheres querem bancar de mocinhas. Mas não tem nada a ver. Muito pelo contrário. A verdade é que sim, muitas delas nem aparentam a idade que tem. Aceitam os anos, mas não se reconhecem na meia-idade. Cuidam da aparência sim, mas também da saúde. Sua forma de consumir já não é mais a mesma e reinventam a vida. Elas não tem medo do que muitas de nós temos. MUDANÇA! Elas não vivem uma vida por convenção. Se não estão felizes no casamento ou no trabalho, elas não tem medo de alterar e transformar tudo. E não importa a idade em que elas estão. Aliás, essa mulher não está nem um pouco interessada em se encaixar às promessas da idade.
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18 set 2017

Desempregada nas férias – o jeito é vadiar

férias

Amo tirar férias. Ainda mais quando parece que vou surtar e as férias se tornam necessidade absoluta. E vou contar um segredo: volto uma casa quando penso em empreender e lembro que as chances de ter férias diminuem. É muito prazerosa a ideia de ganhar dinheiro durante um mês que você não vai trabalhar. Férias é momento de curtição remunerada. Mas… fiquei desempregada no último dia antes de sair de férias. Rá! O jeito agora é desencanar e vadiar nos próximos 30 dias que seriam minhas férias.

Vou viagem e tirar alguns dias de descanso. A viagem em si já é algo libertador pra mim. E fico contando as horas para chegar. Estou aqui pensando como foi difícil decidir o destino e como demorou pra chegar esse momento. Fechamos com muita antecedência e isso me faz lembrar o Leo Jaime outro dia dizendo que escolher o destino com antecedência é como saber se vamos querer transar todo dia às 11 da noite. Pois por mais que a ideia agrade, a gente nem sempre sabe se vai estar no clima. Faz sentido já que não sabemos como estará nosso humor no dia, na hora na semana (e se ficaremos desempregados). A dois dias para nossa viagem, estou bem animada. Afinal, o que não tem remédio, remediado está.
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16 jan 2017

O ano novo começa agora

O ano novo começa agora para nós, cheio de novidades escolares

ano novo

Benjamin e Stella entrando juntos na escola

Fim de uma fase. Chega um momento em que precisamos fazer escolhas, precisamos enxergar que o tempo para determinadas coisas finda. E eu percebi que não tinha mais para onde fugir, nem fingir. Fim de ano. Essa época mágica que faz com que a gente reveja vários aspectos e setores da vida. Bom período para novos ajustes. Decidi que estava na hora de mudar Stella de escola. Ela estava num lugar menor, sempre foi muito bem cuidada, mas outros aspectos me incomodavam desde a época do Benjamin. Hora de mudança.

Toda mudança na vida dos filhos, exige pais otimistas. Toda mudança dói, nos tira de um porto seguro rumo ao desconhecido. Stella estava saindo do berçário para esses maternais da vida. Fico bem desconfortável com esses arranjos de maternal, jardins, etc. Acho mesmo que nessa idade, bebês devem ficar livres para explorar o mundo, o que não significa ficar em sala de aula. Mas achei ótima oportunidade para fazer outra composição escolar.
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08 abr 2016

Bebê conforto e carrinho da marca Cybex agora no Brasil

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Produtos

A fabricante alemã Cybex lança no Brasil seus cobiçados produtos: bebê conforto e carrinho. Cia do Móvel amplia seu mix e venderá com exclusividade esses itens luxuosos

bebê conforto e carrinho

Imagem Google

Participei quarta-feira do lançamento da linha de bebê conforto e carrinho da marca Cybex e fiquei de queixo caído. Basta uma pesquisa e descobrimos que a marca é líder global no segmento. Referência de segurança, conforto e até design! A marca alemã virou queridinha de alguns famosos como a Top Giselle Bündchen e o craque Neymar.

Pra mim, um bebê conforto é item indispensável no enxoval. O bebê sai da maternidade já nele. Portanto, precisa atender muitas exigências porque é através dele que vamos transportar nosso filho. Principalmente, dentro do automóvel. Precisa ser escolhido com calma, a dedo, e, de preferência, que atenda até certa idade da criança, pois por ser um item de custo elevado, precisa ter muitos benefícios, inclusive o de não ter que ficar trocando a cada ano.
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17 fev 2016

Política também faz parte do maternar

Política também envolve nossos dilemas maternos

politica-bossa mae

Já faz um tempo, revelei para o meu pai que não gostava de política. A verdade é que não estudo a respeito e não me sinto à vontade para entrar numa discussão sobre o assunto. As informações que tenho são baseadas em conversas com ele, outras que leio ou vejo na TV. Além de não ter tanto embasamento, não entro em rodas de conversas com esse tema porque não curto o tom e o lado para o qual as pessoas levam o assunto. Política gera mal entendidos, desrespeito (afinal, poucos respeitam e ouvem de coração aberto a opinião do outro), leva até a fim de relacionamentos. Refletindo esses dias sobre a maternidade e tudo o que ela acarreta, descobri que, de certa forma, gosto de política, afinal maternar também é fazer política.

Toda mulher exerce e acumula várias funções quando vive o papel de mãe, consequentemente também pratica política. Estamos a todo tempo fazendo escolhas: o que comprar para dentro de casa, como alimentar a criança, para qual escola ela vai (e como irá), se vai assistir TV, quanto tempo e que cultura vai consumir. A mãe é a grande responsável e idealizadora das mudanças na organização da vida familiar. Estamos preocupadas com a igualdade de gêneros, com o mercado de trabalho, o juros alto, com a educação, religião, com a segurança mundial, com a lancheira e obesidade infantil, com o Zika Virús, com consumismo consciente, com a separação do lixo, com o meio ambiente, com as relações, em como lidar com as frustrações de nossos filhos, em ajudar o próximo, em melhorar o mundo. Estamos preocupadas em participar de debates que contribuem para uma sociedade melhor e de passar mais tempo com os nossos filhos.
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11 jan 2016

Feliz nova escola

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Educação, Filhos

Ilustração de Andry Rajoelina

Ilustração de Andry Rajoelina

O ano novo começou com grandes mudanças também para o nosso pequeno-grande Benjamin. 2016 além de ser o ano em que ele completará 5 anos, meu Ben está indo para o Pré e para uma escola nova. Desde que tomamos a decisão em mudá-lo de escola, Benjamin participou de todo o processo, inclusive foi conosco conhecer a escola e desde que fizemos a matrícula venho conversando com ele. Numa dessas conversas ele me surpreendeu ao me fazer uma pergunta num tom também afirmativo “mãe, na escola nova vou fazer muitos amigos novos, né?”.

Eu arriscaria dizer que meu filho tem uma vida curta, porém intensa. Sem contar e minimizar as mudanças de desenvolvimento. Desde os dois anos e meio, Benjamin vive grandes mudanças com tão pouca idade. Primeiro veio a morte da sua avó materna, e, embora talvez ele não tivesse consciência plena daquela perda, ele sentiu ao me ver triste. Nunca vou esquecer um episódio no qual estávamos só nós dois em casa, um dia após o enterro, quando ele tão pitico me trouxe sua garrafinha de água, um potinho com balinhas m&ms e me disse naquele parafraseado baby “toma mamãe, tem que comer e beber”. A segunda mudança foi deixar de ser filho único para se tornar o irmão mais velho – papel do qual ele se orgulha em desempenhar e nitidamente o deixa feliz.
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02 dez 2015

Berçário: 14 dicas para ajudar na escolha do perfeito

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Berçário – é muito difícil a escolha do perfeito, eu diria que não existe o perfeito, mas o quase perfeito sim, o mais adequado sim, o que atende melhor o que você busca sim.

Imagem Google

Imagem Google

Tem berçário para todos os estilos, gostos e bolsos, mas em minha opinião eles sempre terão algo que não é bem do jeito que gostaríamos. Ou as salas dos bebês são pequenas. Ou os pais não podem entrar para pegar o bebê lá dentro. Ou o chão não é bacana. Ou o lugar é velho e mal cuidado demais. Ou tem muitas crianças e poucas cuidadoras. E assim por diante, sempre vai ser assim, sempre encontraremos algo que não vai nos agradar 100%.

A busca pelo berçário é uma das fases mais angustiantes da vida de uma mãe. É sinal que chegou o momento de se afastar do bebê em tempo integral, na maioria das vezes é porque a mãe voltará ao trabalho e isso significa ficar longe do bebê por um longo período do dia. Outras pessoas cuidarão do tesouro que até então a mãe cuidou com tanto zelo. Surgem dúvidas, preocupações e a bendita culpa – esse infortúnio da maternidade. Será que vão deixar o bebê chorar por muito tempo? Será que ele vai se acostumar? Será que vão limpá-lo direito, trocar as fraldas corretamente? Será que ele vai dormir, comer, brincar? Vai sentir minha falta? Essas e muitas outras questões vem nos assombrar.
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13 abr 2015

Como usar a dor e o sofrimento a nosso favor

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Mês passado completou um ano que minha mãe faleceu. Durante esse ano recebi mensagens de muitas pessoas tentando me confortar e outras que também tinham perdido a mãe depois de mim. São histórias diversas. Homens e mulheres. Meninos e meninas. Algumas histórias particularmente me tocaram de maneira diferente, casos de pessoas bem mais novas do que eu, adolescentes até. Todos os depoimentos me fizeram refletir muito, me ajudaram a ver a situação de outra perspectiva e me deram força. Nesse período pesquisei e li (e continuo pesquisando e lendo) muito sobre dor, sofrimento e felicidade.

Aos 14 anos perdi um primo. Essa foi a primeira perda significativa em minha vida que me fez sofrer e ver pessoas muito próximas sofrerem, inclusive minha mãe. Depois de alguns anos perdi meus avós materno e paterno, respectivamente – claro que foram perdas que causaram dor, mas relativamente superáveis rapidamente. Até que perdi minha mãe e o sofrimento me pegou de forma avassaladora.
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17 mar 2015

Eu não quero ser grande, mãe! (sobre a transição da mamadeira)

transição da mamadeira

Estamos adiando há um tempo a transição da mamadeira do Ben. Ano passado até fizemos algumas tentativas, mas nada com propósito firme, até por sugestão da pediatra dele – que acha que já passou do tempo, mas acreditava que não era a hora por conta da perda da avó. Então, adiamos.

Sábado desses (28/02), não lembro como, na mesa do restaurante, entramos no assunto de Páscoa e Benjamin falou que o coelho é quem traz o ovo e queria pedir um. Perguntei qual era o ovo que ele queria e aí lancei que o coelhinho da Páscoa traz o ovo mas leva uma coisa em troca.

– O quê ele leva?, perguntou o Benjamin.
– Ele leva a mamadeira da criança e deixa o ovo de Páscoa no lugar.
– Por quê?
– Porque ele tem que entregar um presente para todas as crianças desde bebê. Mas bebê não come chocolate, toma leite. Então ele leva a mamadeira para um bebê que precisa e deixa um ovo de Páscoa para a criança que quer trocar.
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17 dez 2014

Série: o que leva as mães pararem de trabalhar fora 3

O post de hoje é da pessoa que plantou em mim essas dúvidas sobre o que move muitas mães pararem de trabalhar fora. Minha amiga pessoal, íntima, minha irmã de coração Daniela, mãe admirável do João e do Marcos e que não esconde o desejo que sente de aumentar ainda mais a família. O texto dela me emocionou bastante. E imagino o quanto foi difícil colocar no papel algo que ela não conseguia expressar pra mim em nossas milhares conversas. Agradeço imensamente o esforço que ela fez em compartilhar conosco esse relato lindo.

Série: o que leva as mães pararem de trabalhar

Os motivos pelos quais decidi parar de trabalhar fora. Ou melhor, decidi trabalhar nos cuidados daquilo que realmente importa pra mim.

Desde que a Gabis me mandou um email convidando a escrever minhas motivações para a mudança na minha rotina de trabalho que aconteceu em junho deste ano, venho me perguntando quando exatamente a decisão foi tomada. E desde quando essa necessidade ficou clara. Acho que idealizei a minha vida adulta desde a adolescência. Achava ser possível realizar tantas coisas. Estar em tantos lugares. Dar espaço pra acontecerem todos os sonhos que tinha tudo de uma vez, normal né?! Nada como ser adolescente e acreditar que tudo é possível… Mas, quando chegou o tempo de realizar, comecei a entrar em crise com as dificuldades encontradas diariamente. E entendi que além de alguns desejos não fazerem mais sentido. Ou não fazerem sentido na fase atual, outros tantos sonhos entraram na lista.
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