16 ago 2017

Como ser feliz no casamento com filhos

por
Gabi Miranda

Casamento, Destaque, Maternidade

Tenho pensado muito na relação do casal após os filhos. Como ser feliz no casamento quando se tem filhos. Penso, penso, penso e tento tomar cuidado para não cair na expressão que a maioria das pessoas afirmam: filhos estragam o casamento. A vida do casal muda completamente com a chegada dos filhos, mas dizer que filhos estragam o casamento é um tanto injusto. Com eles. A verdade é que quando temos filhos, a atenção acaba voltada para os filhos. Um perigo. O casal deixa de ser homem e mulher, para serem pai e mãe das crianças. Esquecemos de desempenhar junto os dois papeis: o de esposa (o) e pais.

Leia também: Como harmonizar maternidade com a vida sexual

Muitas pessoas comentam que acham incrível a minha relação com o marido. Nas redes sociais é tudo lindo! Eu não contei a vez que surtei esse ano e pela primeira vez saí de casa com mala e cuia. Era um domingo, estava fazendo almoço, Stella pendurada no meu pé chorando e pedindo colo. Até aquele dia, era sempre assim quando eu ia pra cozinha. Eu ficava brava porque acho a cozinha perigosa quando se tem fogão ligado, porque achava que não podia contar com a colaboração do marido. E ele pronunciou que eu sempre estragava o final de semana. Estourou uma linha tênue no meu cérebro e no coração. Já que eu sempre estragava o final de semana deles, não fazia sentido eu estar ali. Foi esse o raciocínio que me fez tomar a decisão de sair de casa.
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04 ago 2017

Vamos para a Europa com as crianças

por
Gabi Miranda

Destaque, Família, Maternidade, Viagem

Europa com as crianças

Vamos acabar com o suspense. Todo mundo tem perguntado: afinal, para onde vocês vão viajar? Nós vamos para a Europa com as crianças. Vamos realizar sonhos da mamãe aqui e do pequeno Benjamin. Estava evitando falar, pois para a maioria das pessoas que a gente comenta que vamos para a Europa com as crianças, dá um jeito de minar a nossa disposição. Falam que somos loucos, onde já se viu, fazer uma viagem dessas com as crianças e blá blá blá. Incrivelmente, as pessoas desestimulam as viagens para qualquer lugar do mundo com as crianças, mas para a Europa, parece que desestimulam mais.

Eu acho que viajar com os filhos é uma experiência maravilhosa. E viajar para a Europa com eles deve ser uma experiência ímpar. Em qualquer lugar do mundo tem programação para a família toda. Dá para montar um roteiro rico culturalmente, sem faltar diversão para os pequenos. Eu, por exemplo, nunca tive o sonho de ir para a Disney. Essa vontade nasceu com o Benjamin, muito mais pelo encantamento do lugar do que por outra coisa. Os brinquedos dos parques não me atraem. Até chegamos a cogitar fazer essa viagem nessas férias. Mas depois de colocarmos as vantagens e desvantagens no papel, resolvemos realizar o nosso sonho. Levar as crianças para a Europa pode ser enriquecedor e acredito que pode ser uma experiência ainda mais valiosa do que ir para Disney.
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05 dez 2016

Ensaio fotográfico de Natal cheio de bossa

Ensaio fotográfico de Natal da Família Bossa Mãe

ensaio fotográfico de natal-bossa-mãe

Sempre gostei de Natal, mas convenhamos que ao longo dos anos essa data vai perdendo o sentido lúdico. Primeiro porque vamos crescendo e nos transformando. Segundo porque a vida vai tomando outros rumos, mudanças, perdas e ganhos. Para não endurecermos, vem a vida e nos presenteia com filhos. Ah… nada melhor que a vida com filhos! Para nos trazer de volta um olhar genuíno para as coisas simples, para fazer dessa época do ano continuar sendo mágica.

E para deixar marcado essa data, resolvemos fazer um ensaio fotográfico de Natal. Ao abrir as fotos, meu coração ficou submerso de emoção. A gente ainda não tinha feito fotos assim com a Stella maiorzinha e o resultado ficou lindo! O responsável por esse trabalho é o fotógrafo Ricardo, do estúdio Fermera Fotografia, de Santo André/SP.

Foi super difícil escolher as fotos para ilustrar esse post. Eu queria postar todas, mas resisti e fiz uma seleção (ficou um monte de fotos do mesmo jeito, rs). Enquanto eu passava de uma foto para outra, ficava embasbacada com o que o Ricardo conseguiu captar das crianças e da nossa família. O olhar da Stella, um gesto do Benjamin demonstrando o afeto dele pela irmã, nossos sorrisos sinceros e legítimos, nossa família cheia de amor. Estou apaixonada!
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29 ago 2016

Não sinto falta da minha vida antes da maternidade

É um tal de “filho cansa, não consigo ser a mãe que quero, estou exausta, sinto falta da vida sem filhos” e por aí vai… Não discordo de nada disso, mas não sinto falta da minha vida antes da maternidade

maternidade-bossa-mãe

 

Confesso, tenho meus momentos de baixo astral, mas prefiro sempre ver o lado bom da vida, seja ela materna ou não. Não sinto falta da minha vida antes da maternidade. Acho que tudo vivido antes dos filhos foi demais e aproveitei na intensidade necessária para deixar lembranças agradáveis, tanto que só tenho boas lembranças. Eu não trocaria nada nessa vida para voltar no tempo, não sinto saudade a ponto de me lamentar.

O contraditório disso tudo é que nunca me imaginei casada e com filhos. Sempre achei que essa tal de maternidade não era pra mim. Eu sonhava em desbravar o mundo. Mas a vida é muito louca e toma rumos inexplicáveis. E hoje eu não imagino a minha vida sem filhos. Casei com um cara que conheci num desses encontros às escuras. Quase isso. Eu trabalhava numa assessoria de imprensa que atendia a empresa para qual ele trabalha. Então nos falávamos todos os dias por telefone e e-mail, até que um dia ele começou a me chamar para sair. A história é longa… resumidamente, ao vê-lo, por nenhum segundo passou pela minha cabeça que viveríamos tudo o que já vivemos juntos. Nosso encontro virou uma paixão, que se transformou em amor e quando vimos não tínhamos mais para onde fugir, não adiantava resistir. O amor foi crescendo, crescendo, crescendo e… transbordou. Transbordou em forma de filhos. Estamos indo para um casamento de 8 anos. E quando olho para trás não consigo sentir falta da minha vida antes dele e de nossos filhos.
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10 ago 2016

Aprendendo a ser um pouco pai

por
Gabi Miranda

Destaque

Colocando em prática um dos meus desafios do ano passado:
aprendendo a ser um pouco pai

 

aprendendo a ser um pai

Filhos e marido tem um poder sobrenatural: o de nos levar à loucura. O primeiro consegue fazer sumir magicamente nossa sanidade mental, com 10 minutos de manha, pirraça, malcriação. O segundo consegue reverter qualquer mal comportamento da criança com tranquilidade, à base de brincadeira, sem stress… e louca é a mãe!

Eu e marido somos pais dedicados, mas cada um tem seu jeito de educar. Ele com sua leveza, jogo de cintura e senso de humor. Eu sou a chata e venho tentando mudar isso, pois pedi para o marido me ensinar a ser um pouco pai também. Porque, afinal, eu não quero carregar a fama de chata para o resto da vida, até porque na verdade meu intuito (e de todas as mães) é apenas dar uma boa educação aos filhos e isso inclui apresentar-lhe limites. No entanto, seguimos os dois na tentativa de sermos os pais que idealizamos ser um dia e com a mesma coisa em comum: dar uma base sólida de educação para nossos filhos.
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26 jul 2016

Sobre sua avó, de mãe para filhos

por
Gabi Miranda

Destaque, Família

Sobre sua avó materna

 

Avó

Filhos,

Vocês não tem avó materna. Se servir como consolo, eu também não tive. O Benjamin ainda teve a sorte de conviver por 3 anos com minha mãe, a avó de vocês. Nós a perdemos muito cedo e apesar de continuar achando isso injusto, é como disse Benjamin outro dia pra mim “A vida é assim, às vezes a gente perde, às vezes a gente ganha”. E quando a perdemos, nós ganhamos você, Stella. A vida pode parecer injusta, mas Deus sabe mesmo o que faz.  Já sofri, já chorei e ainda faço os dois, sofro e choro. Lembro como se fosse hoje o dia em que a perdemos, no caminho até o cemitério, nas promessas que eu fazia… parece coisa de louco, mas quando a gente ama, pensamos até nas impossibilidades. Foram dias e noites em que acreditei que não teria forças para seguir. Mas chega uma hora em que aprendemos a conviver com a perda, a gente se acostuma com a falta da pessoa e para dar conta da morte a gente esquece. Não da pessoa, porque isso é impossível. Mas a gente esquece de várias coisas, de acontecimentos e quando perdemos a mãe, com o tempo, esquecemos até o que é ter mãe.
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29 jun 2016

Avô materno

por
Gabi Miranda

Destaque, Família, Maternidade

Avô materno

Gente. Tudo bem? Quando vejo e revejo as fotos dos meus netos sinto uma mistura de ternura e alerta. Eles parecem tão frágeis com suas dimensões de várias naturezas, sobretudo na que diz respeito à inocência em relação à vida, tão cheia do imponderável. Um mundo conturbado, de injustiças, violento, imprevisível. Quantos cuidados essas crianças requerem! E como são verdadeiros heróis o pai e a mãe! O que a vida lhes reserva? Depois do pai e a mãe naturais, a vida e o mundo serão seus genitores para um caminho que a seta faz pro infinito depois de lançada pelo arco do berço familiar… Enfim, assim é a roda da vida, com seus mistérios, nossas esperanças e expectativas. Vale aquele provérbio que diz: não sabendo que era impossível foi lá e fez! Já que estamos aqui, nesse tempo, temos o presente do passado (memória), o presente do futuro (expectativa) e o presente do presente (atenção). Um beijo em todos…
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06 jun 2016

O que aprendi sobre adoção

por
Gabi Miranda

Destaque, Família, Gravidez, Maternidade

Desde que realizei a visita no Grupo Boticário, fiquei com um assunto martelando a minha cabeça: ADOÇÃO!

adoção

Imagem Google

Ao final do dia no Grupo Boticário, conheci, na hora do lanche das gestantes, a Vanessa Backer. Uma jovem de 29 anos que há 5 vinha tentando engravidar. Há dois anos, Vanessa teve um aborto espontâneo com 9 semanas de gestação. Nesse meio tempo, ela e o marido decidiram entrar no processo de adoção. Hoje ela está grávida de 28 semanas. No dia em que descobriu a gestação, recebeu uma ligação com a notícia de que tinha conseguido entrar na fila de adoção. Ela conta, lindamente, com sorriso largo, olhos brilhantes: “agora estamos vivendo duas gestações. Vamos continuar na fila de adoção, não importa o sexo, a cor, nada, só queremos ser pai e mãe.”

Por mais incrível que pareça, desde então, cairam textos e mais textos no meu colo com histórias sobre adoção. Um deles contava sobre três famílias que adotaram bebês com microcefalia, a má-formação que ganhou destaque nos últimos meses com o aumento de zika no Brasil. Outros dois eram relatos de uma mãe e um pai, respectivamente, sobre o que aprenderam ao adotar uma criança, sendo que a mãe adotou uma criança mais velha, de 5 anos. Um outro texto ressaltava o aumento de pais que preferem adotar crianças com mais de 3 anos, de qualquer sexo e cor.
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02 mar 2016

Paternidade é uma função própria do pai

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Paternidade é uma função própria do pai, com direitos e obrigações familiares importantes. Pai não é coadjuvante da mãe, é seu complementar. Içami Tiba

 

paternidade-bossa mae
     

Para Içami Tiba, Família de alta performance é quando todos os membros da família fazem o melhor possível, integrando tudo o que sabem usando para o bem de si mesmo, das pessoas ao seu redor, sua família, sociedade e do planeta. Hoje uma família de alta performance precisa de pais e mães que participem, assumem suas funções e que sejam educadores.

Desde que voltei a trabalhar tenho pensado muito na paternidade de uma forma mais integrada na vida dos filhos. Por aqui, marido participa efetivamente da educação e cuidados das crianças, inclusive tem me saído muito bem em seu papel como pai de dois. Constantemente, tenho pensado na vida das mães solteiras e na coragem da minha mãe que criou duas filhas sozinhas. Acho que nunca tinha pensado no valor dessa condição. É difícil criar dois filhos com companheiro, nessa correria do dia a dia, com as finanças, os compromissos profissionais, familiares, pessoais, quem dirá sozinho.
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22 dez 2015

Árvore de Natal

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Imagem do Google

Imagem do Google

Nessa época do ano é comum ficarmos mais nostálgicos. Eu sou por natureza e fico ainda mais em fim de ano. Começo a pensar em tudo o que passou no ano, faço balanço das metas atingidas, começo a pensar nos objetivos para o próximo ano. Lembranças da vida, em geral, como a infância e das pessoas que amamos, ficam mais persistentes. Duas músicas antigas, sempre me fazem refletir sobre essa coisa louca que é viver e, recentemente, ao escutá-las, o coração ficou do tamanho de uma ervilha. Uma delas é do Lulu Santos, na qual ele fala que nada será como foi um dia. A outra é da Cássia Eller,  “Por enquanto”, e mexe comigo porque eu já cheguei a acreditar que tudo era pra sempre.

Nada do que foi será
de novo do jeito que já foi um dia
tudo passa, tudo sempre passará,
a vida vem em ondas como o mar,
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