27 mar 2017

La La Land – por que eu gostei tanto

por
Gabi Miranda

Destaque, Entretenimento, Maternidade

La La Land

A maioria das pessoas com quem comento sobre o filme La La Land, demonstra certa resistência por se tratar de um musical. O início do filme espanta um pouco, nos fazendo achar que será um filme inteirinho num diálogo musical inacabável. Isso porque a primeira cena, é uma sequência deliciosa de música e dança no meio de um trânsito infernal. Mas assim que acaba fica claro que não será uma continuação de diálogos cantados.

O filme conta sobre os sonhos e o romance entre a atriz iniciante Mia e o pianista apaixonado por Jazz, Sebastian. Ambos, estão em busca de oportunidade em suas carreiras quando se apaixonam. As músicas foram inseridas no filme de forma harmoniosa e impecável. Casa muito bem a entrada de cada canção. E causa uma vontade de sair dançando pela rua. A primeira coisa que fiz ao sair da sala do cinema, foi baixar a trilha sonora no spotify. E ouvi por dias seguidos e ainda não enjoei, se é que isso é possível.
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30 jun 2016

Porque você e seu filho precisam assistir Procurando Dory

por
Gabi Miranda

Destaque, Entretenimento, Maternidade

O filme não é uma continuação de Procurando Nemo, mas é tão fofo, lindo e cheio de mensagens quanto ele

Procurando Dory

Imagem Google

A história acontece 1 ano depois que Dory e Marlin encontram Nemo. Começa com uma cena do passado da cativante e inesquecível Dory ainda bebê com seus pais. Ela simplesmente tem um insight e começa a ter lembranças desse passado. Então, ela decide ir em busca da sua família mesmo tendo problema de perda de memória. Marlin e Nemo vão com Dory nessa jornada e então começa uma história emocionante de perigos, aventuras e encontros e desencontros.

Adultos e crianças precisam assistir por essas 14 razões para não perder Procurando Dory e um pouco mais.

Conferimos a pré estreia de Procurando Dory, a nova animação da Disney e afirmo, o filme é desses que faz até adultos se emocionarem, produzido com o coração, cheio de personagens amáveis – mesmo que sejam mal humorados, como o caso de um amigo polvo que Dory faz. Tem uma boa dose de humor, sem ser exagerado. Achei o filme perfeito e amei do começo ao fim. Mas alguns aspectos me chamaram a atenção e por isso afirmo, você e seu filho precisam assistir Procurando Dory:
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18 jun 2015

Divertida Mente – filme sobre emoções é encantador

por
Gabi Miranda

Maternidade

Pais e filhos precisam assistir o filme Divertida Mente

divertida mente

Imagem Google

Semana passada fomos, a convite da Redoxitos, assistir à pré estreia do filme Divertida Mente. Eu já tinha visto trailler e estava ansiosa para a estreia dessa animação da Disney Pixar. O filme conta a história da garotinha Riley que, aos 11 anos, se muda para São Francisco, por conta do novo emprego de seu pai. Essa mudança traz grandes transformações em sua vida, além de ficar longe de tudo que já amava, agora ela precisa se adaptar à casa nova, bairro, escola, amigos.

Em sua mente, vivem sentimentos que todos nós já experimentamos: Alegria, Tristeza, Raiva, Nojinho e Medo. Todos eles ficam embaralhados, deixando as emoções de Riley à flor da pele.

Eu vivo pensando “o que será que passa na cabeça do Benjamin?!”. Em Divertida Mente, achei que a personificação das emoções dá uma noção básica do que acontece. Não tem nada a ver com o cérebro, mas sim como seria o interior da mente – parecido com uma cidade onde cada memória é setorizada – e o que acontece na mente das pessoas, principalmente das crianças onde a mente é sempre colorida e alegre. A maioria das lembranças guardadas é alegre, feliz. Mas sempre temos lembranças das outras áreas, que remetem à tristeza, medo, raiva… Isso tudo fica guardado em nós e nos constrói pela vida inteira, bem como acontece na vida real.
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04 jul 2012

Cinema já!

por
Gabi Miranda

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Estão abertas as inscrições para o “Benjamin Experience”. O fato é que faz uns 6 meses que não vou ao cinema (é isso mesmo: 6 meses = 180 dias, se contarmos 30 dias por mês). A última vez foi logo quando voltei de licença maternidade e estava naquele esquema de poder sair mais cedo do trabalho por conta da amamentação. Fugi pro cinema em plena tarde, sozinha com aquela sensação que nos rodeia quando estamos fazendo algo escondido. Ai fuga deliciosa! Assisti aquele filme do Selton Mello, O Palhaço. Tão singelo…

A lista de filmes está enorme, igual ao Benjamin, não para (não para, não para não) de crescer. E é horrível a sensação de estar num grupo de pessoas comentando que viu tal filme e você fica ali quietinha, se comprimindo num ato desesperado de se tornar invisível, torcendo pra ninguém fazer a fatídica pergunta “Você viu o filme…?”. Cof, cof… Pior ainda quando o seu primo caçula te manda um msn: assistiu “e aí comeu?”? Clique e continue lendo!

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