31 out 2016

O que que tem na lancheira do seu filho?

por
Gabi Miranda

Alimentação, Destaque

Com o que se preocupar na hora de montar a lancheira das crianças

tabela-lanchinho

Imagem do site Meu Pratinho Saudável

Você cuida durante 6 meses a 1 ano de forma integral da alimentação do seu filho, até que chega a hora dele ir para a escola. Preocupada com uma alimentação saudável, você começa a pesquisar como montar uma lancheira adequada. Mas vai observar que cada instituição lida de forma diferente com a comida e a bebida que seu filho leva. Na escola antiga do Benjamin, por exemplo, era proibido enviar frutas picadas. Elas precisavam ser enviadas inteiras, o que faz todo sentido, pois, com o calor, mesmo que seja uma lancheira térmica, a fruta pode perder os nutrientes que possui ou até mesmo estragar.

Uma das minhas preocupações era com relação à bebida. Em casa, sempre optamos pelo suco natural. Mas, na correria do dia a dia, prevalece a praticidade. Isso porque saímos muito cedo de casa e não confiamos enviar suco natural para a escola, mesmo que seja na garrafinha térmica. E mesmo que quiséssemos, com o tempo, o irremediável acontece. As crianças começam a comparar seu lanche com o do amiguinho, a conhecer outras coisas, e inevitavelmente querem experimentar. Quem nunca foi ao supermercado com o filho e ouviu dele “mãe, é este aqui que fulano leva, eu quero também!”?! É aí que precisamos buscar opções e variações práticas, mas que não deixem de ser saudáveis, para compor o lanche.
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07 dez 2015

Impotência define o sentimento de não conseguir amamentar

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Quando Stella completou 3 meses, recebi a notícia da pediatra que deveríamos complementar a amamentação com fórmula porque ela havia engordado apenas 200g no mês (estava com 5,600kg). Entrei em crise, chorei, fiquei mal, li tudo sobre relactação, conversei com as amigas, com o marido, fique tão chateada que não conseguia analisar friamente a situação e a amamentação da Stella. Tanto que nos três primeiros dias após a orientação da pediatra, comecei a complementar com 30ml após algumas mamadas (a pediatra havia sugerido essa quantidade após todas as mamadas). Passados esses dias, e uma garrafa de vinho que me permiti tomar, consegui examinar melhor as condições da minha bebê: mamando só no peito ela não chorava de fome, não estava desnutrida, continuava crescendo, inclusive estava dentro da curva, e as pernocas dela não aparentavam a de um bebê sem alimento.

Abre um parênteses. Antes de continuar esse post, quero fazer um agradecimento especial à minha prima e nutricionista Beatriz Miranda, que me auxiliou e aconselhou continuar amamentando a Stella no peito e também me explicou que tudo ficaria bem se eu decidisse complementar. Às amigas blogueiras Nanna Preto, Fabiana Deziderio, Patricia Cerqueira, Lelê Sordili e Diiirce que me acolheram com abraços virtuais quentinhos, palavras reconfortantes, revelações e histórias engraçadas, quando saí chorando da consulta pediátrica (e diariamente). E ao marido pela paciência e apoio de sempre, mas principalmente pelo cuidado de ter me deixado dormir mais no dia seguinte à consulta, mesmo tendo amamentado a Stella com fórmula. Fecha parênteses.
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04 ago 2015

Quando dar papinha pronta

por
Gabi Miranda

Alimentação, Filhos

Não há dúvidas, quando se fala em papinha pronta: a boa mesmo é aquela preparada em casa, tem cheirinho de comida feita na hora, legumes e verduras coloridos e fresquinhos, alimentos variados e consistências diversas – tudo que remete a comida saudável. Porém, vez ou outra, podemos fugir às regras e oferecer papinha pronta. Por que não?

papinha pronta

A Nestlé possui uma linha de Papinhas para crianças a partir de 12 meses – são as Papinhas Nestlé Etapa Júnior, que recentemente ganharam nova embalagem em recipiente de plástico. O medo da maioria de nós, pais, é com relação aos conservantes. Mas o que a maioria não sabe é que as papinhas prontas da Nestlé não possuem conservantes. São rigorosamente produzidas, com qualidade e higiene. Possuem uma tecnologia que garante a ausência de oxigênio e dispensa o uso de conservantes. O produto deve ser consumido imediatamente depois de aberto, quando ocorre a entrada de ar. Não é recomendável guardar, mesmo refrigerado. Além disso, a nova embalagem de plástico tem 35% a menos de peso que as de vidro… Ótimas para carregarmos na bolsa. Isso também permite uma interação maior da criança com o produto. Pois podemos deixá-la manusear o potinho sozinha, sem a preocupação de deixar cair e quebrar.
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19 maio 2015

Por mais qualidade e praticidade à vida das mamães e filhos

por
Gabi Miranda

Produtos, Publieditorial

Quando nos tornamos mães, não imaginamos o quanto de praticidade demandaremos, principalmente nos primeiros anos dos nossos filhos. Por exemplo, amamentar, além de ser ótimo para a saúde do bebê e criar vínculo entre mãe e filho, é uma das maiores facilidades da maternidade. Afinal, enquanto se amamenta, não precisamos carregar para cima e para baixo mamadeira, leite e garrafa térmica com água morna. Nós nos bastamos.

A criança vai crescendo. Entra na fase da alimentação e a bolsa do bebê ganha mais peso no ombro dos pais. Além do leite, mudas de roupas, fraldas, diversos potinhos para papinha, frutas e até suco. Na maioria das vezes, os alimentos precisam ser conservados adequadamente. Caso contrário, não valeu de nada o esforço. Sempre prezei por uma alimentação saudável para o Benjamin, apesar de não dar o exemplo.  Enquanto ele era bebê, valorizávamos as refeições em casa, sempre saíamos após o almoço e voltávamos antes do jantar dele. Com o passar do tempo, vai ficando difícil manter essa rotina de horários regrados. Atualmente, me preocupo sempre em ter algo na bolsa para um lanchinho rápido, e nessas horas opto pela qualidade e também praticidade.
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11 jun 2013

Porque Benjamin não toma Petit Suisse

por
Gabi Miranda

Entrevista

Já faz alguns dias comentei na fan page do blog que Benjamin não toma “danoninho”. Antes, para não ter confusão, vou me referir a essa sobremesa pelo nome correto “Petit Suisse”, afinal “Danone” é marca.

Nada contra, o marido ama. Eu não sou fanática, mas gosto de alguns. Para o Benjamin não oferecemos por indicações de sua pediatra. Ela sempre foi contra oferecer tal sobremesa a crianças de 0 a 4 anos. E foi esse comentário meu que fez surgir várias dúvidas entre as leitoras.

Algumas pessoas me olham torto ou acham um absurdo eu não oferecer alguns alimentos para o Benjamin. Eu pesquisei muito, conversei bastante com a pediatra do Ben e o que ficou claro pra mim sempre foi: os primeiros dois anos de vida são fundamentais para educação alimentar da criança. Por isso, junto com o marido, decidimos não oferecer guloseimas até os dois anos de idade dele (burlamos um pouquinho, pois recentemente meu Ben começou a comer chocolate, mas lá em casa restringimos o dia da guloseima para os finais de semana). Clique e continue lendo!

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