31 ago 2015

Vida materna: por que não registramos o caos em vez de buscar a cena perfeita?

O que mais vemos na TV, revistas e redes sociais maternas são cenas de fotos posadas, com filhos arrumadinhos e de fundo a casa sempre em ordem. Ou pelo menos esse é o sonho de toda família. E porque não registramos o caos da vida materna em vez de buscar a cena perfeita? A fotógrafa americana Danielle Guenther está ganhando espaço com seu novo trabalho, a série Best Case Scenario, algo como “O melhor cenário”, no qual ela busca o oposto do que costumamos ver nas redes sociais: famílias e ambientes perfeitos. Ao invés disso, ela busca registrar cenas reais da vida materna, como crianças bagunçadas, casa com móveis fora do lugar e os pais desesperados tentando conter o pandemônio. Segundo a fotógrafa, o que a atrai no trabalho com as crianças, é justamente o lado bagunçado da rotina que raramente é exposto. O resultado é bárbaro e consegue revelar um pouco desse prazeroso caos que é a vida de mães e pais.
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11 jan 2013

Férias: sinônimo de vida desregrada

por
Gabi Miranda

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Eu e marido, assim como qualquer outro ser humano (há!)amamos férias. Temos uma tradição (ou código) de família: quando nos encontramos no fim do expediente que antecede o primeiro dia das férias, damos pulinhos gritando como duas crianças adultas: “estamos de férias, estamos de férias…”.

Para nós férias tem cara de vida sem horários, sem as rotinas costumeiras dos dias úteis. Nos permitimos fazer coisas que não faríamos se estivéssemos trabalhando, como dormir tarde (ontem fui dormir às 05:00 da manhã porque fiquei lendo, depois vendo fotos antigas e jogando conversa fora com a família), comer fora de hora, ficar de pijama até a hora que bem entender…

Mas e quando temos uma criança de um ano e meio em casa?! Como manter a rotina?! Parece-me impossível mesmo com esforço. Nos primeiros três dias de férias, meu Ben ainda acordava cedo, comia no horário e já vinha dormindo um pouco mais tarde. Agora o negócio está totalmente desregrado. Acorda tarde (mas antes do meio dia), almoça por volta das 14:00 por grande insistência nossa, dorme a tarde completamente vencido pelo cansaço, toma banho lá pelas 23:00 e vai dormir bem depois da meia noite (tipo uma e pouco) por uma imposição nossa (se deixar ele fica na sala papeando – como se compreendesse tudo – com a gente). Clique e continue lendo!

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07 jan 2013

Uma mãe (e um pai) na balada

por
Gabi Miranda

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Quinta-feira passada não precisou minha irmã Sofia insistir muito:

– Vamos para uma balada sertaneja?
– Se o papai ficar com o Benjamin, vamos.

O vovô é um preguiçoso e logo fugiu dessa responsabilidade. Quem se prontificou foi a tia avó Rosana que contou com a colaboração da tia Lilian (esposa do meu pai).

E lá fomos nós: eu, marido, Sofia e nossa prima Olivia.

Tinha me esquecido, para aguentar certas baladas, é preciso se embebedar. Assistimos um show sertanejo, que a certa altura eu já estava achando o melhor show da minha vida. Dancei, dei boas gargalhadas, namorei e bebi escandalosamente. Saímos do local às seis da manhã, paramos para comer e chegamos em casa às sete.

Sabe quanto tempo não chegava em casa esse horário?! Fazia muito tempo…

O mais estranho disso tudo, é você beber todas e não se esquecer um segundo sequer da sua responsabilidade de mãe. O combinado era voltar em duas horas e voltamos depois de seis horas!!! Eu olhava o celular a cada meia hora (ou menos, se duvidar) para conferir se a tia Rosana havia ligado. Os outros me tranquilizavam: se ela não ligou está tudo bem, a essa hora Benjamin já deve estar dormindo. Clique e continue lendo!

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04 dez 2012

Coração de Pai

por
Gabi Miranda

Livros

Martha Medeiros, em seu texto “Pequenas Felicidades”, diz: “Livro. Encantar-se com um autor que você não conhecia.” Em tempo (antes de o ano terminar), me encantei pelo jornalista José Ruy Gandra, pai dos meninos Paulo e Pedro.

O nome do livro já diz tudo. Esse é realmente um livro escrito com o coração. O coração de um pai. É repleto de sensibilidade, sentimento, histórias, emoção… Nele, Zé Ruy narra a relação profunda entre pai e filhos, irmãos, avô.

Enquanto nós mães tentamos descobrir táticas para o desfralde, só um pai é capaz de resolver o problema com “amiguinhos de chumbo”. Só um pai é capaz de ensinar valores como generosidade, lealdade e coragem com Heitor – o príncipe herdeiro de Tróia, sendo o pano de fundo. Só um pai para encarar com muito bom humor a puberdade, afinal tudo passa depois do primeiro “pelão preto”. Foi como disse Patrícia Poeta, “mesmo ao criar filhos, homens lidam com seus erros e acertos da única maneira que sabem: como homens”. Clique e continue lendo!

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26 nov 2012

As mudanças do maternal

por
Gabi Miranda

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Participamos da primeira reunião da escolinha do Ben. O motivo da reunião era a mudança do Benzoca de berçário para maternal – o que eles chamam lá de início a Educação Infantil. A reunião estava marcada para às 08:00 da manhã, de um sabadão. Passamos a semana passada inteira preocupados em não perder a hora. O recado que convocava para a reunião era claro: Por favor, não se atrase, a reunião começará no horário!

Aqui em casa sempre tentamos cumprir os horários de nossos compromissos e estamos com problemas sérios para acordar cedo. Pra variar, eu acordei atrasada. Levantei no pulo, tomei banho e acreditem: saí de casa com pente, creme, sapato e bolsa na mão. Terminei de me arrumar no carro, a caminho da escolinha. E chegamos a tempo. Mas como não era esperado, a reunião começou atrasada.

Apesar de ir munida de caderno, caneta e um questionário, pensei que falaria pouco. Como se isso fosse possível vindo de mim. Mas como o marido disse, pensamos que teria outra mãe que falaria mais que eu. Engano. Sem dúvida Acho que fui a que falou mais. Descobri que existem três tipos de mães: as chatas exigentes, as moderadas, as mudas. Clique e continue lendo!

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27 set 2012

Sentimentos partem do coração

por
Gabi Miranda

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Como em toda casa: eu carrego muita herança da formação da minha família; o marido carrega herança da formação da família dele; além dessa herança cada um tem a formação de valores que a vida apresentou; e aí ficamos os dois tentando passar os valores que acreditamos ser essenciais para o nosso filho.

Eu não concordo com alguns valores/comportamentos que percebo da família dele; assim como não concordo com alguns valores da minha família. Mas isso não quer dizer que não são válidos.

Lembro da minha mãe nos forçando dar beijo em quem chegasse e/ou fosse embora; a mim, ela obrigava sorrir (!); e também de incitar agradecer um presente. Ai como eu odiava isso (não o ato de agradecer, mas o de dar beijo forçada e, principalmente, o de sorrir. Até beliscões ela me dava alertando pelo canto da boca “SOR-RIA”! Fala aí mamis, não é verdade isso?!…)!!!

Reparo algo curioso na família do meu marido. Ele com seus 31 anos e suas primas (uma pré e outra adolescente), ainda são lembrados e induzidos a ligarem para as tias em datas comemorativas ou para agradecer um presente que elas deixaram na casa de suas respectivas mães. Ai deles se não ligam, uma das tias fica de bico por tempos. Clique e continue lendo!

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12 ago 2012

Dia dos Pais – por Roberto Piffer (o marido)

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Gabi Miranda

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Hoje, dias dos pais, e algumas palavras para explicar como eu me sinto. Logo de início transcrevo o trechinho de um texto que recebi nesta semana, por e-mail, e que fez muito sentido para mim: “Você sabe que se tornou um pai de verdade quando percebe que todo mundo pode ter um filho, mas é preciso muito esforço, mas muito esforço, todos os dias, para ser um Pai, e você está super feliz com isso.”

Pode soar pessimista por causa do “muito esforço”, e não deixa de ser verdade. Mas é um esforço pra lá de gratificante. Aliás, esforço, responsabilidade, dedicação e várias outras coisas mais…

E porque vale tão a pena? Todo mundo pode imaginar e pode até parecer piegas demais repetir tudo isso, mas aí vai: um sorriso, um abraço recebido, um carinho, um bocejo, uma espreguiçada, ou até mesmo um punzinho que seja do seu filho, já faz ver o dia de forma diferente. Hoje de manhã, por exemplo, quando ele acordou não fui eu quem pegou-o no berço, como de costume. Mas quando ele me viu, esticou seus bracinhos e quis vir comigo… ah!, já ganhei o dia! Acho que foi o jeito que ele encontrou de dizer “feliz dia dos pais”. Clique e continue lendo!

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08 ago 2012

O pai que ele é – Blogagem coletiva Mulher e Mãe

por
Gabi Miranda

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Quando a gente casa, se junta, se enrola, conhecemos aquela pessoa como amante, amigo, companheiro. Criamos a expectativa de que será um bom pai. Pelo menos acreditamos “é essa pessoa que quero para pai dos meus filhos”. Desconhecemos-nos completamente como mãe e pai.

Antes dos filhos ministramos diferenças básicas: preferência por tampa da privada fechada, tubo de pasta de dente apertada por baixo, nada de manteiga cheia de furos, final do campeonato brasileiro de futebol ou último capítulo da novela (?), pizza ou lanche (?), no cinema: Batman ou Homem Aranha e assim vai…

Chegam os filhos. A casa cheia de fraldas, lenços umedecidos, brinquedos espalhados pela sala, noites mal dormidas e surgem outras tantas diferenças entre o casal (mãe e pai). Os primeiros meses da chegada do bebê é uma fase complicada. A mãe se torna um ser neurótico, quase uma máquina de cobranças e ordens: “pega aquela fralda” e um segundo depois “não precisa mais já peguei”, “faz a mamadeira”, “prepara o banho”, “já fez isso..e aquilo?” A mãe quer ser a melhor do mundo. O pai corre na tentativa de se tornar o melhor pai do mundo. Clique e continue lendo!

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26 jul 2012

Avós

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Gabi Miranda

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Vovô (Palavra cantada)
Quando vejo o meu vovô
Que é pai do meu papai
Penso que um tempo atrás
Ele era o que eu sou

Agora sou criança
E o vovô também já foi
A vida é uma balança
Ontem, hoje e depois

Amanhã talvez quem sabe
Eu serei um outro avô
E o filho do meu filho
Será o que hoje eu sou

Ontem, hoje e depois

*

Hoje é dia dos avós. Eu sinto tanta saudade dos meus. Das festas de aniversário do avô Caxambu, o ex goleiro do São Paulo e da Portuguesa. Siiiiim, era o meu avô! Pai da minha mãe. Nas festas dele tinha uma bolinha de queijo que era a melhor do mundo! Sinto saudades de visitá-lo em seu escritório no centro da cidade, em São Paulo. Saudades da sua elegância e de todo seu carinho por nós. Sei o quanto ele foi importante em nossa vida, o que ele representa para minha mãe.

Tenho saudades do vô Roque. Dos seus conselhos, principalmente sobre os estudos e leituras. Saudades do cheiro da sua biblioteca e do cheiro da sua barba. Saudades de vê-lo entrar pela porta da sala com sorvete tablito para todos os netos, o barulhinho bom que os sininhos faziam quando a porta abria. Saudades da coca-cola servida no copo azul de plástico, aquelas bolinhas pulando no meu nariz. Saudades das fogueiras de São João. Do Natal. Do abraço. Do jeito como ele me olhava. Do seu olhar. Clique e continue lendo!

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12 abr 2012

Livro: Pais inteligentes enriquecem seus filhos

por
Gabi Miranda

Dinheiro, Livros, Maternidade

Eu já li Casais Inteligentes enriquecem juntos e recentemente o marido ganhou de presente de aniversário o Pais Inteligentes enriquecem seus filhos, ambos do autor Gustavo Cerbasi.

Há que não gosta da ideia de ter uma disciplina na escola sobre educação financeira. Embora, eu acho que essa é uma responsabilidade dos pais, acho interessante incluir o tema no currículo escolar das crianças. Afinal, é de pequeno que se aprende.

Os pais devem preparar os filhos para a vida e aprender sobre educação financeira é importante. Dinheiro implica fazer escolhas e é essencial que a criança aprenda isso. Sabemos que dinheiro não traz felicidade, mas ele gera bem estar, qualidade de vida, segurança, tranquilidade, etc.

Gostei muito do livro. Apesar de ainda não estar na época de aplicar as dicas que ele sugere, achei válido para começar a colocar – desde já – em prática algumas sugestões na minha vida de mãe. Porque como bem diz o autor “oferecer conhecimentos sem praticá-los (habilidades) não leva a lugar nenhum. Praticar sem ressaltar sua relevância (atitude) empobrece o aprendizado. Da mesma forma, a prática sem conhecimento induz a erros...”
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