09 out 2015

Livro: O Diário de Bordo do Parto

por
Gabi Miranda

Livros, Puericultura

livro

Recentemente foi lançado o livro o Diário de Bordo do Parto, da autora Luciana Herrero, pediatra e educadora perinatal com mais de 20 anos de experiência no atendimento de mães,  família, grávidas. Para minha agradável surpresa recebi a obra em casa autografada pela Dra. e adorei o trabalho dela. Nesse livro, o tema principal é a escolha de um parto feliz e consciente.

Trata-se de um guia prático, resultado de anos de estudo, onde encontramos entrevistas com diferentes profissionais que lidam diariamente com parto e relatos dos mais diversos tipos de partos. É bem diferente de alguns livros que já vi sobre o assunto, é ilustrado, leve, cheio de dicas para que as gravidinhas e a família se sintam mais confiáveis e com menos medo. Apresenta e explica muitas práticas confiáveis baseadas em evidências científicas e descarta, com informações claras e objetivas, os mitos e “achimos” que podem confundir ou iludir as gestantes.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

05 ago 2015

Relato de parto: o dia que a estrela brilhou

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Prepare-se, vai começar o meu relato de parto!

Há 8 dias, às 20:00, eu entrava em trabalho de parto sem ainda saber que era trabalho de parto. Naquele mesmo dia pela manhã, havíamos ido à consulta de rotina com o obstetra e saí de lá muito arrasada com a possibilidade de realizar mais uma cesárea marcada para sexta-feira, 31/07, às 22:00. Data já limite para o bebê nascer. Chorei com o meu médico, com o marido. Era um sonho indo embora, mas havia a possibilidade de acontecer algo durante a semana, quem sabe…Além de não me agradar a ideia de fazer outra cesárea, não me agradava nada ter que escolher o dia e hora do nascimento do meu filho(a). A história mais uma vez parecia se repetir, pois na gestação do Benjamin foi quase a mesma coisa. O dia passou arrastado e eu carregando certa tristeza no peito.

A noite chegou, preparei o jantar sentindo uma cólica, jantamos e então as dores chegaram. Uma dor que me abraçava pelas costas num indo e vindo infinito. Mal sabia que infinitos, seriam os números dos segundos, minutos e horas daquela noite e do dia seguinte. Por volta das 00:30 decidimos ir para a maternidade. Deixamos Benjamin nos pais do marido e lá fomos nós. Eu sentia dor e outro sentimento que não sei bem definir, não era exatamente medo, mas passava pela minha cabeça que eu não queria morrer. Desejei imensamente que minha mãe estivesse ali segurando minha mão e, por incrível que pareça, senti que ela estava ali e me assegurava que tudo daria certo. Percorri o caminho analisando o tamanho da minha dor, pois eu sabia que na maternidade me perguntariam “de zero a dez” que número eu daria para o que sentia. Cheguei à conclusão que daria nota seis e meio, pois embora a dor viesse aumentando, uma nota máxima só poderia ser atribuída para dores que não aguentamos, como aquelas que atingem a alma ao perdermos alguém e eu estava ganhando um outro alguém, eu daria à luz a uma outra vida, estava trazendo outro ser ao mundo, outras possibilidades, alegrias, outras histórias.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

7

comente!

03 jul 2014

Sobre parto

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

parto

Embora eu faça parte do grupo de pessoas mais medrosas do mundo, gostaria muito de ter um parto natural. Por vários motivos. Por ser medrosa demais, eu prefiro sentir dor do que ser cortada de 10 a 15 centímetros sete camadas de tecido da minha barriga. E não me venha com o papo de que hoje a cesárea é a melhor coisa do mundo, não sente dor nenhuma, após o parto é tudo tranquilo, etc. Odeio quando alguém vem com esses papos pra cima de mim. Geralmente, são pessoas que fizeram cesarianas. Ou pessoas que não tem ideia nenhuma do que estão falando (essas me deixam mais puta da vida ainda).

Antes de continuar, vale fazer aqui uma ressalva: sou a favor da cesárea quando se é necessária. Mas atualmente virou convencional. A gestante negocia junto com seu médico a data e hora do parto do seu filho. Os bebês nascem em horários comerciais. E a maioria das mulheres marcam cesárea por comodidade e não necessidade. Elas não querem sentir dor nenhuma. O sexo denominado frágil, mas conhecido por aguentar mais que o homem simplesmente não quer sentir a dor do parto. Contraditório isso.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

05 fev 2014

O dia em que você nasceu

selo_2anos

Acordei. Ainda deitada recebi uma ligação da tia Rosana. Era um dia ensolarado. E acho que foi o primeiro que não havia pensado “será que você nasce hoje?”. No dia anterior estivemos na consulta com o obstetra que mais uma vez confirmou que você ainda estava alto na barriga da mamãe. Eu tinha apenas um centímetro e meio de dilatação. E você, o prazo de mais uma semana para permanecer dentro de mim. Eu queria tanto ter você de parto normal. O Dr. Vicente tentou descolar a bolsa pra ver se, de repente, eu entrava em trabalho de parto nos próximos dias. Mesmo assim tivemos que marcar a cesariana, que ficou para o dia 21 de junho. Era pra ser dia 20, mas não tinha vaga na Maternidade Santa Joana, nem no Pró Matre. É muito estranho ter que escolher uma data para o nascimento do filho. É como se aquela escolha fosse determinar uma vida inteira, o que de certa forma é uma verdade. Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

06 dez 2012

E assim nascem novas histórias, todos os dias

por
Gabi Miranda

Uncategorized

A vida está corrida. Eu sei que a de todo mundo está. Mas nos últimos dias não sei como consegui me envolver em tanta coisa, tanta atividade profissional e pessoal. Não sei como tenho conseguido estar em tantos lugares e com pessoas diferentes em tão pouco tempo….

No meio de tanto compromisso, correria e um pouco de stress, quinta-feira passada (30/11), presenciei um momento único na vida da minha amiga Mislene. O nascimento do seu segundo filho.

Eu já tinha tudo programado para essa data, mas o dia tinha sido pesado, cansativo, corrido ao extremo. Além do meu humor que não estava legal, eu estava vestida de preto (para alguns não tem nada a ver, mas eu não acho uma cor bacana para assistir uma vida chegando ao mundo) e não conseguiria ir pra casa tomar um banho, colocar uma roupa mais clara. Ao sair do trabalho, liguei para minha amiga Dani-mãe-já-de-dois e após desabafar toda minha tragédia grega do dia, ela me fez acreditar que ir assistir o parto da Mislene mudaria minha visão de mundo, principalmente a que estava naquele dia. Encorajada, lá fui eu.  Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

12 ago 2012

Dia dos Pais – por Roberto Piffer (o marido)

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Hoje, dias dos pais, e algumas palavras para explicar como eu me sinto. Logo de início transcrevo o trechinho de um texto que recebi nesta semana, por e-mail, e que fez muito sentido para mim: “Você sabe que se tornou um pai de verdade quando percebe que todo mundo pode ter um filho, mas é preciso muito esforço, mas muito esforço, todos os dias, para ser um Pai, e você está super feliz com isso.”

Pode soar pessimista por causa do “muito esforço”, e não deixa de ser verdade. Mas é um esforço pra lá de gratificante. Aliás, esforço, responsabilidade, dedicação e várias outras coisas mais…

E porque vale tão a pena? Todo mundo pode imaginar e pode até parecer piegas demais repetir tudo isso, mas aí vai: um sorriso, um abraço recebido, um carinho, um bocejo, uma espreguiçada, ou até mesmo um punzinho que seja do seu filho, já faz ver o dia de forma diferente. Hoje de manhã, por exemplo, quando ele acordou não fui eu quem pegou-o no berço, como de costume. Mas quando ele me viu, esticou seus bracinhos e quis vir comigo… ah!, já ganhei o dia! Acho que foi o jeito que ele encontrou de dizer “feliz dia dos pais”. Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

13 mar 2012

E por falar em música…

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Esse é tema da semana lá no Mamatraca. Fiquei super surpresa ao entrar lá hoje e ver o assunto. Música muito me agrada! E o vídeo da Carol Passuello?! Gente, está demais! Adorei a interpretação!

Durante minha gestação a música “Pra você guardei o amor” me tocou de forma especial e acho que é a que mais traduz o sentimento que nasceu em mim enquanto gerava meu Ben. E toda vez que eu cantava, Benjamin se movimentava muito (resta saber se era um pedido “pelo amordedeus manda essa mulher calar a boca” ou se ele gostava).

Pra você Guardei o amor
(Nando Reis e Ana Cañas)

Pra você guardei o amor
Que nunca soube dar
O amor que tive e vi sem me deixar
Senti, sem conseguir provar
Sem entregar
E repartir.

Pra você guardei o amor
Que sempre quis mostrar
O amor que vive em mim, vem visitar
Sorrir, vem colorir, solar
Vem esquentar
E permitir.

Quem acolher o que ele tem e traz
Quem entender o que ele diz Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

07 mar 2012

Parto – Pode sentir medo, mas sem deixar de viver o que tem que viver

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Embora eu faça parte do grupo de pessoas mais medrosas do mundo, gostaria muito de ter um parto natural. Por vários motivos. Por ser medrosa demais, eu prefiro sentir dor a ser cortada de 10 a 15 centímetros sete camadas de tecido da minha barriga. E não me venha com o papo de que “hoje a cesárea é a melhor coisa do mundo, não sente dor nenhuma, após o parto é tudo tranquilo”, etc, etc, etc. Odeio quando alguém vem com esses papos pra cima de mim. Geralmente, são pessoas que fizeram cesáreas ou pessoas que não tem ideia nenhuma do que estão falando (essas me deixam mais puta da vida ainda).

Antes de continuar, vale fazer aqui uma ressalva: sou a favor da cesárea quando se é necessária.

Mas atualmente virou convencional. A gestante negocia com seu médico a data e hora do parto do seu filho. Os bebês nascem em horários comerciais. E a maioria das mulheres marca cesárea por comodidade e não necessidade. Elas não querem sentir dor nenhuma! O sexo denominado frágil, mas conhecido por aguentar mais que os homens simplesmente não quer sentir a dor do parto! Contraditório isso. Você carrega o bebê durante 40 semanas, passa por sensações maravilhosas, únicas e chega na hora “H” não quer sentir dor?! Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

13 fev 2012

Uma pequena prova de amor

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Passei a gravidez inteira com medo do parto. Não eram apenas os medos comuns, era um medo até meio bobo para alguns: o de agulha. Sim, aquele negócio fininho que colocam numa seringa para injetarem algum veneno medicamento no seu corpo ou para te sugarem o sangue. Eu sempre tive PAVOR de agulhas!!! Um medo gigante, que me fazia perder o sono uma semana antes de tomar vacina, tirar sangue ou realizar qualquer outro tipo de exame que exigia a necessidade da temida. Que me fazia suar, tremer, o coração disparar.

Eu passei 10 meses (referência ao tempo de gestação do meu Ben que nasceu com 41 semanas), um dos melhores períodos da minha vida, com medo da anestesia. Esse era também um dos motivos por querer parto natural. Quer dizer, como disse o marido certo dia ao meu obstetra, eu preferia sentir dor a tomar uma agulhada.

Que medo mais boboca! Já não bastasse o monte de medos que tomam conta da nossa mente durante a gestação, eu tinha mais esse pra me atormentar. Acreditem, fui procurar ajuda na terapia. Se ajudou ou não especificamente nisso, não sei. Só sei que tomei duas agulhadas na hora do parto: uma anestesia local, que eu desconhecia completamente porque ninguém me contou (fiquei sabendo ali na hora, pelo anestesista) e a fantasmagórica (raqui)Diana. Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!