16 ago 2017

Como ser feliz no casamento com filhos

por
Gabi Miranda

Casamento, Destaque, Maternidade

Tenho pensado muito na relação do casal após os filhos. Como ser feliz no casamento quando se tem filhos. Penso, penso, penso e tento tomar cuidado para não cair na expressão que a maioria das pessoas afirmam: filhos estragam o casamento. A vida do casal muda completamente com a chegada dos filhos, mas dizer que filhos estragam o casamento é um tanto injusto. Com eles. A verdade é que quando temos filhos, a atenção acaba voltada para os filhos. Um perigo. O casal deixa de ser homem e mulher, para serem pai e mãe das crianças. Esquecemos de desempenhar junto os dois papeis: o de esposa (o) e pais.

Leia também: Como harmonizar maternidade com a vida sexual

Muitas pessoas comentam que acham incrível a minha relação com o marido. Nas redes sociais é tudo lindo! Eu não contei a vez que surtei esse ano e pela primeira vez saí de casa com mala e cuia. Era um domingo, estava fazendo almoço, Stella pendurada no meu pé chorando e pedindo colo. Até aquele dia, era sempre assim quando eu ia pra cozinha. Eu ficava brava porque acho a cozinha perigosa quando se tem fogão ligado, porque achava que não podia contar com a colaboração do marido. E ele pronunciou que eu sempre estragava o final de semana. Estourou uma linha tênue no meu cérebro e no coração. Já que eu sempre estragava o final de semana deles, não fazia sentido eu estar ali. Foi esse o raciocínio que me fez tomar a decisão de sair de casa.
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02 set 2016

Uma Semana de Ecoaventuras urbanas – com Ecosport

Era uma vez, uma família que foi escolhida para testar um ótimo carro por uma semana, para levar e trazer as crianças pra lá e pra cá, para acelerar, pegar trânsito, Sol, chuva, asfalto, estrada e poeira. A família existe, somos nós! E o carro também, a Ecosport, da Ford!

Fizemos uma semana de test-drive e olha no que deu… confira no nosso diário de bordo

ecosport5

Por Roberto Piffer, marido da Gabis, pai do Benjamin e Stella

1º dia, quarta-feira: A chegada… primeiras impressões, primeiras sensações

O carro foi entregue durante o dia, mas só pude pegá-lo à noite. Ao vê-lo, que carro bonito! Lindo! Muito louco!! O carro é fantástico, por fora e por dentro. Branco! Chic!

Logo ao desligar o alarme, o carro já brilha todo, lâmpadas LED… muito bonito. O painel nem se fala, todo iluminado, tecnológico… que design! Cheio de funções que demoro a entender pra que funcionam. Central Multimídia impressionante! Minutos de adaptação, vambora… Ligar o carro, motor novinho para dar a 1ª volta, ir até nossa casa… Carro alto, muito legal, diferente. Branquinho, parece que chama a atenção no trânsito.
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10 ago 2016

Aprendendo a ser um pouco pai

por
Gabi Miranda

Destaque

Colocando em prática um dos meus desafios do ano passado:
aprendendo a ser um pouco pai

 

aprendendo a ser um pai

Filhos e marido tem um poder sobrenatural: o de nos levar à loucura. O primeiro consegue fazer sumir magicamente nossa sanidade mental, com 10 minutos de manha, pirraça, malcriação. O segundo consegue reverter qualquer mal comportamento da criança com tranquilidade, à base de brincadeira, sem stress… e louca é a mãe!

Eu e marido somos pais dedicados, mas cada um tem seu jeito de educar. Ele com sua leveza, jogo de cintura e senso de humor. Eu sou a chata e venho tentando mudar isso, pois pedi para o marido me ensinar a ser um pouco pai também. Porque, afinal, eu não quero carregar a fama de chata para o resto da vida, até porque na verdade meu intuito (e de todas as mães) é apenas dar uma boa educação aos filhos e isso inclui apresentar-lhe limites. No entanto, seguimos os dois na tentativa de sermos os pais que idealizamos ser um dia e com a mesma coisa em comum: dar uma base sólida de educação para nossos filhos.
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08 ago 2016

Deixe o pai do seu filho participar dos cuidados e criação

Em comemoração ao Dia dos Pais, essa semana aqui no blog, os textos serão especialmente dedicado a eles, o primeiro, um conselho às mamães: deixe o pai do seu filho participar

 

pai do seu filho

Não é novidade que nós, mães, concentramos a maior parte das tarefas relacionadas exclusivamente ao bebê e, vamos combinar, parte disso é porque não deixamos o pai fazer do jeito dele, sempre estamos metendo o bedelho. A imagem que se tem de um pai é a de um cara bagunceiro, indisciplinado, sem noção, que deixa as crianças jogadas, não lembra os horários das refeições e ainda as alimenta com porcarias e assim por diante. Essa imagem precisa ser deletada, pois os papais tem participado cada vez mais da criação dos filhos e também dos cuidados do lar. Está na hora de pararmos de reforçar por aí a imagem de que o pai faz tudo errado e, principalmente, de deixá-los fazer do seu jeito.
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02 mar 2016

Paternidade é uma função própria do pai

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Paternidade é uma função própria do pai, com direitos e obrigações familiares importantes. Pai não é coadjuvante da mãe, é seu complementar. Içami Tiba

 

paternidade-bossa mae
     

Para Içami Tiba, Família de alta performance é quando todos os membros da família fazem o melhor possível, integrando tudo o que sabem usando para o bem de si mesmo, das pessoas ao seu redor, sua família, sociedade e do planeta. Hoje uma família de alta performance precisa de pais e mães que participem, assumem suas funções e que sejam educadores.

Desde que voltei a trabalhar tenho pensado muito na paternidade de uma forma mais integrada na vida dos filhos. Por aqui, marido participa efetivamente da educação e cuidados das crianças, inclusive tem me saído muito bem em seu papel como pai de dois. Constantemente, tenho pensado na vida das mães solteiras e na coragem da minha mãe que criou duas filhas sozinhas. Acho que nunca tinha pensado no valor dessa condição. É difícil criar dois filhos com companheiro, nessa correria do dia a dia, com as finanças, os compromissos profissionais, familiares, pessoais, quem dirá sozinho.
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17 jun 2015

Ensina-me a ser pai

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

ser pai

Filhos e marido tem um poder sobrenatural: o de nos levar à loucura. O primeiro consegue fazer sumir magicamente nossa sanidade mental, com 10 minutos de manha, pirraça, mal criação. Deve ser bom ser pai. Ele sempre consegue reverter qualquer mal comportamento da criança com tranquilidade, a base de brincadeira, sem stress… e louca é a mãe!

Venho há dias avaliando os comportamentos lá em casa e me pergunto: quem está certo?

Eu e marido somos pais dedicados, mas cada um tem seu jeito de educar. Ele tem um jeito de ser pai que admiro. Ele com sua leveza, jogo de cintura. Eu com punho de aço. Eu já sabia desde os primórdios da minha vida materna que seria a tirana da casa, a pessoa que faria o papel da chata. Mas ambos, somos inseguros. Eu porque carrego a fama de chata e isso me chateia um pouco porque na verdade meu intuito é apenas dar uma boa educação ao Benjamin e isso inclui apresentar-lhe limites. Marido porque desconfio que ele tem um medidinho de carregar esse peso de ser pai chato. Não sei, estou aqui com meus devaneios… Só sei que seguimos os dois na tentativa de sermos os pais que idealizamos ser um dia e com a mesma coisa em comum: dar uma base sólida  de educação ao Benjamin.
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24 abr 2015

Seja a mudança que você quer na rotina do filho

por
Gabi Miranda

Uncategorized

É preciso ter muita força de vontade para mudar a rotina do filho

rotina do filho

Faz 8 meses (ou mais) que não levo meu filho ao pediatra.
Faz uns 3 meses que preciso levá-lo ao dentista e não marco.
Meu filho está dormindo tarde.
Estava dormindo no nosso quarto.
Porque ele diz que tem medo do escuro e de monstros.
E eu, mãe, no momento, não tenho coragem de brigar com esses monstros.
Toma banho tarde e com a gente (num revesamento entre eu e marido).
Está assistindo TV mais do que o permitido aqui em casa.
Aos 3 anos e meio joga vídeo-game.
Se deixar não larga o celular do pai (porque o meu eu não deixo pegar).
Coisa para qual é a única que estou batalhando para limitar tempo.
Está brincando menos ao ar livre.

E tudo isso tem me consumido. Não me orgulho nada. E tenho buscado energia para reverter essas situações. Todos os dias sou confrontada com aquela interrogação: sou uma boa mãe? se estou assim com um filho, como será com dois?
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03 set 2014

A difícil arte de ser mãe e fazer escolhas

por
Gabi Miranda

Livros

Menino de ouro

A decisão de ter filhos está ligada a um desejo que nem sempre temos a consciência plena do que significa se tornar mãe. Ter filhos é totalmente diferente de como imaginamos. Ser mãe significa fazer escolhas e tomar decisões importantes e muitas vezes definitivas. Não dá para viver pensando nas coisas possíveis e sem priorizar coisas que antes a gente nunca havia pensado.

menino de ouro

Um livro e suas reflexões sequestraram minhas horas de sono durante alguns dias. Foi o livro “Menino de ouro“, da escritora britânica Abigail Tarttelin, de apenas 27 anos, dona de uma narrativa invejável. Nessa obra, ela conta a história de Max Walker e sua família. Max é um garoto de 16 anos que guarda um segredo – que revelarei aqui porque é algo dito nas primeiras páginas e não estraga o enredo. Ele é interssexual, conhecido também como hermafrodita – pessoa que possui os dois órgãos sexuais: feminino e masculino.

A trama é toda envolvente, impossível o leitor não se comover e se colocar no lugar de cada personagem (narrado em primeira pessoa, deixando clara a identidade de cada um): a mãe, o pai e o irmão de 9 anos. O livro me fez refletir muito sobre vários aspectos, inclusive sobre a questão de gêneros – sempre tão em voga. Existe um conflito entre a mãe e o pai do menino. Um acha que devia ter tomado a decisão pelo filho. O outro não. Mas ambos se questionam se podem ter atribuído ao filho o sexo errado.
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27 jan 2014

Memória de criança – por Roberto Piffer

por
Gabi Miranda

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Pesquisando algumas bobeiras pela internet, descobri que as crianças registram acontecimentos na memória somente após os 4 anos de idade. Descobri não, né… já sabia que não nos lembramos de tudo desde o momento em que nascemos, mas não sabia ao certo qual a idade em que as memórias passam a ficar gravadas e gerar lembranças para nós.

Alguns dias depois disso, me ocorreu um estalo: se o Benjamin tem apenas 2 anos e meio, tudo o que fizemos juntos até agora não será lembrado por ele. Ou seja, tudo que ensinei a ele e até que aprendemos juntos, não ficará na lembrança dele. Tive a sensação de que, a partir dos 4 anos de idade, tudo na vida dele começará do zero!

E todos os momentos legais que passamos juntos? E todas as coisas que fizemos: as vezes que jogamos bola, nadamos na piscina, experimentamos frutas novas, pulamos na cama? A casa em que vivemos os primeiros anos? Os apuros que passamos: trocar fralda nos shoppings, fugir da chuva, correr das pombas, atravessar a rua no colo? Tudo isso será simplesmente esquecido? Clique e continue lendo!

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10 jan 2014

Minhas férias com o Ben – por Roberto Piffer

por
Gabi Miranda

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Nesta virada de ano, as férias da família foram do Ben com o papai. A mamãe teve apenas uma semana de folga, no ano-novo, mas depois voltou a trabalhar. E o que fizemos nesses dias em casa? Veja abaixo na redação das “minhas férias”:

A primeira semana de férias foi a do Natal, então pouca coisa pode ser feita. Preparativos para as festas, junto com véspera e dia do Natal, visita ilustre em casa (o vovô veio diretamente do Rio para passar a semana). Basicamente só encontros familiares e comilança nessa semana.

Natal

Na semana seguinte, a do réveillon, nós é que fomos pro Rio. Aproveitamos a semana de folga da mamãe e passamos uma semana de muito calor por lá, com idas à praia, mergulhos no mar, passeios e muito ventilador ligado. Contamos com a companhia da Capitu, nossa cachorrinha, e tudo ocorreu muito bem. Muito suco pra hidratar.

praia

 

paineiras-patinete

Na terceira e última semana das férias, foi a vez do papai e do Ben aproveitarem a casa nova. Entre um reparo e outro dentro da casa, e arrumação do saldo da bagunça da mudança, fizemos alguns passeios nos arredores do prédio, conhecendo o que o bairro oferece de bom, fomos à pediatra e brincamos bastante. Também não deixamos de ir um dia sequer à piscina. Com direito à boia nova do Woody e enfiar a cabeça debaixo d’água sem chorar. Clique e continue lendo!

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