10 jul 2017

Como fazer o bebê pegar a mamadeira

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

pegar mamadeira

Eu tinha muita resistência de fazer post sobre dicas. Esse blog nasceu com o intuito de compartilhar histórias. As nossas histórias. Com o tempo as leitoras começaram a me mandar perguntas de como eu fazia tal coisa e quando vi estava aqui dando alguma dica. Esse post inclusive, nasce de um pedido de uma leitora. Ela me procurou me pedindo uma dica para fazer seu bebê pegar a mamadeira.

Eu sou super a favor do aleitamento materno. E quem me acompanha aqui sabe o quanto eu sofri quando desmamei a Stella aos 5 meses. Vários fatores contribuem para uma mãe desmamar seu bebê muito cedo. E no meu caso, além de ter diminuído muito minha quantidade de leite, voltei a trabalhar nessa mesma época. No caso dessa leitora, o filho dela está com 1 ano e 3 meses e ela não pretende desmamá-lo, mas está muito exausta e precisa de ajuda para equilibrar a situação. Ela quer continuar oferecendo seu leite, só que na mamadeira.
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19 maio 2017

Seu leite pode salvar vidas

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Maternidade

A Baby Dove lançou na semana passada uma campanha em defesa da doação de leite materno, “Seu leite pode salvar vidas“. O projeto é realizado em parceria com o Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros e com a Uber, incentiva mulheres a doarem leite maternos e sensibiliza a sociedade sobre a importância da doação.

Seu leite pode salvar vidas

O fato é que poucas pessoas conhecem a função dos bancos de leite. E poucas sabem que o leite humano é mundialmente aceito como a primeira fonte de nutrição, sendo um importante alimento para frear a taxa de mortalidade e ajudar a salvar a vida de bebês prematuros.

O objetivo da campanha “Seu leite pode salvar vidas” é sensibilizar e inspirar através de uma mensagem positiva para aumentar o número de mães que doam leite materno, contribuindo assim para salvar a vida de milhares de bebês prematuros no país.

Desde seu nascimento, em 2014, a marca Baby Dove fala da ansiedade vivida pelas mães ao terem seu primeiro filho, causada pela pressão de serem ‘mães perfeitas’. E acredita que as mães que conseguem se libertar dessas pressões e confiam em sua intuição e em sua forma de cuidar de seus filhos, são mais felizes e seguras.
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01 ago 2016

Furei a orelha do bebê com um mês de vida

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Sem seguir a recomendação da pediatra, furei a orelha do bebê com um  mês de vida

 

furei a orelha do bebê

Stella com 1 mês e brincos

Stella tem as orelhas furadas desde um mês de vida e confesso, se ainda furassem na maternidade como era na época em que eu nasci, assim como eu, ela teria saído de lá com as orelhas furadas. Todo mundo me pergunta quando furei a orelha dela, até que dia desses vi o post da Mari, do blog PetitNinos e me dei conta que nunca contei aqui sobre a minha decisão de furar a orelha do bebê com um mês.

A pediatra da Stella é homeopata e recomendou furar a orelha do bebê a partir do 6º mês. Como lidar com isso? Sempre quis ter uma menina e ia esperar mais 6 meses para emperiquitar a menina?! Pensando assim, fui um pouco egoísta, eu sei, pois atualmente fala-se muito sobre violência contra bebês através de procedimentos logo após o parto. Na época, não pesquisei nada sobre o assunto e sei que teria mudado de ideia se encontrasse informações preciosas como as que encontrei no post Porque NÃO furamos a orelha do bebê.
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20 jan 2016

Por que é importante o bebê arrotar?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Veja se esta cena lhe parece, ou já lhe pareceu, familiar e saiba porque é tão importante fazer o bebê arrotar:

– nenê, que dormia tranquilamente, acorda no meio da noite chorando para mamar;

– pais acordam de pulo, mas já levemente acostumados com a situação;

– nenê mama no colinho aconchegante de uma mãe cambaleante de sono;

– fim da mamada, nenê já pegando no sono e a paz voltando a reinar na calada da noite;

– hora de por o bebê pra arrotar uns 10-15 minutinhos;

– nenê arrota e…

…desperta alegremente, abre olhos estalados como se já fosse de manhã e vai voltar dormir só depois de uns 45 minutos de ninadas, balanços e passeios no colo pela casa, madrugada adentro.

Quais pais nunca passaram por isso, não é mesmo?! Mas por que é tão importante fazer o nenê arrotar?

Imagem Google

Imagem Google

Fui buscar essa informação há algumas semanas, então não lembro exatamente de tudo que li. Mas vou transcrever o que gravei na memória:
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22 nov 2013

Consulta de rotina

por
Gabi Miranda

Filhos, Saúde

Cinco  meses sem levar Benjamin à pediatra. Hoje ele foi para uma consulta de rotina. A mãe estava toda empolgada. Sempre gostou de levar Benjamin na pediatra, contar as novidades, o desenvolvimento dele, saber quanto ele cresceu, quanto ele engordou, etc. A empolgação hoje era ainda maior, afinal ela tinha muitas novidades pra contar sobre ele:

  • Benjamin não usa mais fralda. Nem pra dormir!!! (Leitores falam: “óooooo, e você nem contou pra gente?!” Calma, contarei em outro post);
  • Benjamin fala muito. Ou melhor, ele não fala, ele tagarela. Feito a mãe;

(a Dra., claro, olha espantada pra mãe como quem diz “é lógico que ele fala, mãe, já estava na hora”)

  • A mãe insiste: Mas Dra. não é simplesmente falar, ele conta histórias, ele canta, ele imagina e põe pra fora essa imaginação, ele sente e põe pra fora também esse sentimento (ele me diz com todas as letrinhas: mamãe, te amo!) Ele me surpreende a todo instante;
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02 out 2013

Benjamin usou andador?

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Perguntaram-me se Benjamin usou andador e o que eu acho desse acessório. Nunca falei do assunto aqui, mas acho que algumas pessoas só por me conhecerem através do blog já devem saber minha opinião. Se sou chata com a alimentação do Benjamin, imagine quanto a objetos/mecanismos/acessórios que prometem “ajudar” no desenvolvimento dele.

Andar é só mais um ato natural que vai acontecer um dia ou outro na vida dos pequenos. Mas não, queremos fazer com que o nosso filho faça tudo adiantado. Vivemos na era do Meu Filho Fez Primeiro. Colocamos ele sentado cheio de apoios quando ele não pode sentar; colocamos ele em pé forçando suas perninhas quando ele ainda não fica em pé; dizemos que ele falou mamãe quando só soltou seus primeiros sons sonoros “mama”; e colocamos ele no andador para acelerar o aprendizado de andar. Afinal,ele já tem um ano e você não aguenta mais a pergunta se ele Já anda?.

Quando Benjamin engatinhou e emoção e a felicidade tomou conta de todos nós aqui. Era um marco na vida do meu pequeno. Sinal de que em poucas semanas isso se tornaria uma das maiores conquistas naturais do desenvolvimento de uma criança: ANDAR! E quando ele começou a andar a vibração foi maior ainda.
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22 jul 2013

Na casa dos avós é sempre domingo?

por
Gabi Miranda

Livros

No próximo dia 26, comemora-se o dia dos avós. Por isso, essa será uma semana especial aqui no Bossa Mãe.

Para começar, quero dar uma dica de presente para essa data: O livro dos avós – na casa dos avós é sempre domingo?

livro

Nesse livro, a psicanalista Lidia Rosenberg e o pediatra Leonardo Posternak, abordam a trajetória dos avós e as relações entre eles, seus filhos e netos. O livro surgiu após um questionamento de um amigo: “Onde a gente aprende ser avô?”. Existem inúmeros manuais que trazem dicas de como lidar com os filhos, nenhum era destinado aos avós. Esse surgiu pela necessidade que os autores encontraram em orientar os avós nos primeiros passos de relacionamento com seus netos.

Segundo os autores, vivemos no “século dos avós”. Com o aumento de expectativa de vida, muitos avós conhecem seus netos bebês e os acompanham até a vida adulta. Pesquisas comprovaram que as pessoas se tornam avós mais cedo, em média entre os 50 e 60 anos, o que as permitem curtir esse papel por mais tempo. Clique e continue lendo!

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17 jul 2013

As agruras da maternidade

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade

Tudo começou ontem depois do almoço. Uma angústia tomou conta de mim e eu falava pra minha colega de trabalho: “vontade de chorar, gritar, sair correndo”. Tem um monte de coisa pra acontecer, mas sinto tudo estagnado na minha vida. Culpa da minha ansiedade? Talvez. E aí tento me apegar na frase que li semana passada no instagram do ‘Mulher sem script’: “Calma. É aos poucos que a vida vai dando certo“.

Foi quando recebi uma ligação da escolinha e a calma que eu buscava foi para o espaço. Benjamin apresentava umas manchas no corpo, que começaram nas pernas e estavam subindo pra barriga. Fiquei apavorada. Podia ser uma alergia, mas como ele não estava tomando nenhum remédio e aparentemente não tinha ingerido nenhum alimento diferente, essa hipótese foi a última coisa que passou pela minha cabeça.

Incrível a minha capacidade de pensar sempre no pior. A primeira coisa que pensei foi referente ao galo na cabeça. Benjamin sofreu uma queda forte no sábado retrasado. Subiu um galo assustador, que baixou relativamente rápido, mas foi nessa segunda-feira passada que me ligaram da escolinha perguntando se ele havia caído em casa (sempre tentamos manter a escola informada no caso de machucados). Explicaram que ele estava com um galo no mesmo lugar do outro de antes, que só apresentava aquela mancha esverdeada e que ele não tinha caído na escola. Fiquei encanada com isso. Quando o busquei vi o galo e aquilo ficou na minha cabeça. Clique e continue lendo!

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25 jun 2013

Dois anos e uma visita ao pediatra

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Nossa primeira consulta com a pediatra foi dia 20/06/2011. Ele tinha apenas 4 dias de vida. Não tínhamos pediatra e ela foi uma escolha certeira. Apesar de no início eu me sentir intimidada por ela, nunca quis trocar, sempre me senti segura.

No começo você vai constantemente ao pediatra, primeiro são visitas semanais, depois mensais até que o bebê completa um ano e pouquinho e essas visitas vão ficando cada vez mais espaçadas. Eu fiquei com medo se saberia viver sem essas consultas, se saberia medicar Benjamin caso tivesse um resfriado, mas logo a gente se adapta.

Sábado levamos Benjamin a uma consulta de rotina. Levei porque achei que 2 anos merecia uma inspeção médica pra saber se estava tudo se desenvolvendo bem, também porque Benjamin tem recusado o jantar na escola, então fiquei preocupada se ele estava precisando de alguma vitamina. E sei lá, talvez também para ouvir da pediatra que ele estava ótimo e que eu estava fazendo um bom trabalho. Ah, sim, claro, e para esclarecer algumas pequenas dúvidas que estavam acompanhando os pais de primeira viagem aqui. Clique e continue lendo!

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11 mar 2013

Porque meu filho não come chocolate

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Faço parte do grupo que não tem uma educação alimentar adequada. Legumes e vegetais são itens excluídos do meu cardápio. Não, não me orgulho em dizer isso, muito pelo contrário, tenho vergonha. Mas já tentei mudar isso, inclusive na gravidez, e não consegui. Aliás, na gestação sofri muito por isso, pois passei o período inteiro ouvindo de todos os lados que Benjamin não comeria nada saudável, uma vez que o paladar dele já era educado desde o útero. Meu médico era quem me tranquilizava. Benjamin nasceu e bom, três coisas que amo muito, ele ama na mesma medida que eu: pão (qualquer tipo), queijos e batata frita. Ele ama mais dezenas de alimentos que não fazem parte do meu cardápio: bróquis (brócolis), couve, inhame, pepino, ervilhas, abobrinha, beterraba (arghhh), lentilha, alface, cenoura, além de todo tipo de carnes e frutas.

Quando Benjamin entrou na transição das papas, eu já tinha conversado bastante com a pediatra, já tinha pesquisado e lido muito a respeito. Eu e marido fizemos uma espécie de pacto. Não oferecer doces e refrigerante até os dois anos de idade. Por que essa decisão? Porque segundo tudo que havia apurado a respeito, ficou claro que até os dois anos de idade, o paladar da criança está em desenvolvimento. É, inclusive, nesse período que também existe o risco de alergia alimentar. É claro que não sou expert no assunto, mas o doce e o refrigerante pra mim tinha um peso. Primeiro porque nosso paladar é mais chegado num doce. Então tinha medo de que se Benjamin experimentasse a partir daí só quisesse ficar no doce e tchau brócolis. Sempre temi fazer parte do grupo de mães que sofrem porque o filho não come (isso é terrível, um sofrimento para uma mãe!). E outro fator que me assusta é a obesidade infantil, um problema seríssimo dentro da casa de muitas famílias. Por essas neuras, Benjamin não conhece refrigerante, não come chocolate (mas uma vez experimentou um pedaço de brigadeiro, quase morri! foi a única vez). E por orientação de sua pediatra, ele não come iogurte, Danone e afins. Clique e continue lendo!

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