02 jul 2014

Mudanças a gente vê por aqui

por
Gabi Miranda

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Eu adoro mudança em qualquer âmbito da vida, seja pessoal ou profissional. É claro que como todo ser humano normal, sinto receio, afinal todos nós somos resistentes a mudanças até nos acostumarmos ou até enxergarmos o lado positivo – e toda mudança tem! Até as mudanças inesperadas se tornam o estímulo necessário para darmos o salto mais importante de nossas vidas. E das mudanças tristes e desagradáveis, podemos tirar grandes lições.

Iniciei o ano 2013 com alguns objetivos, entre eles a mudança de casa e profissional. Eu tinha uma meta e precisava alcançar. De repente tudo começou a se movimentar no último trimestre do ano. Mudei de casa. Virou o ano e com ele várias mudanças, algumas inesperadas, tristes e desagradáveis.  A melhor, foi a mudança de função e cargo no trabalho – o que tem me dado grande satisfação profissional e pessoal. Eu nunca fui de fazer por muito tempo a mesma coisa e já estava com meu prazo de validade vencendo na mesma função. Sou o tipo de pessoa que precisa estar em movimento e aprendizado constante. Clique e continue lendo!

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14 nov 2012

Trabalho x maternidade

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Dia desses participei do brunch da campanha “Culpa, Não!” Confesso: havia pego certa bronca da campanha porque encontrava só depoimento negativo, de mães com uma carga de culpa bem grande.

Mas aí fiquei sabendo que nesse mês o tema era trabalho x maternidade. Na mesma hora fui conferir e enviei meu depoimento, nesse caso, assim como nos últimos temas, faço parte do lado das mães sem culpa. E esse assunto me interessava bastante.

No evento pude conferir que tinha formado uma opinião errada sobre a campanha. Tem mãe culpada e mãe sem culpa – que é o meu caso. Não digo sem culpa nenhuma. Mas com relação ao tema do mês: trabalho x maternidade, minha culpa é zero. Obviamente, no fim da licença maternidade sofri, senti culpa, mas as coisas se encaixaram e se resolveram.

Eu me incomodo um pouco com tantos depoimentos negativos, isso em geral na blogosfera, e não só o que via na campanha: mãe que dá papinha e sente culpa, mas não muda; mãe que não conseguiu amamentar e também sente culpa, comparação entre mães; mãe que julga a outra que fez parto cesárea (ou o contrário), mãe que quer ser perfeita, mãe que se sente mais mãe, o meio, etc… Não serei hipócrita, acredito sim que existam mais ou menos mães e pais, mas porque desempenham seus papéis com irresponsabilidade, não se entregam totalmente ou porque simplesmente não assumem as responsabilidades que exige a maternidade/paternidade. Clique e continue lendo!

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