01 ago 2016

Furei a orelha do bebê com um mês de vida

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Sem seguir a recomendação da pediatra, furei a orelha do bebê com um  mês de vida

 

furei a orelha do bebê

Stella com 1 mês e brincos

Stella tem as orelhas furadas desde um mês de vida e confesso, se ainda furassem na maternidade como era na época em que eu nasci, assim como eu, ela teria saído de lá com as orelhas furadas. Todo mundo me pergunta quando furei a orelha dela, até que dia desses vi o post da Mari, do blog PetitNinos e me dei conta que nunca contei aqui sobre a minha decisão de furar a orelha do bebê com um mês.

A pediatra da Stella é homeopata e recomendou furar a orelha do bebê a partir do 6º mês. Como lidar com isso? Sempre quis ter uma menina e ia esperar mais 6 meses para emperiquitar a menina?! Pensando assim, fui um pouco egoísta, eu sei, pois atualmente fala-se muito sobre violência contra bebês através de procedimentos logo após o parto. Na época, não pesquisei nada sobre o assunto e sei que teria mudado de ideia se encontrasse informações preciosas como as que encontrei no post Porque NÃO furamos a orelha do bebê.
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28 out 2015

Desenvolvimento do bebê – Stella de 0 a 3 meses

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Já se passaram 3 meses. T-R-Ê-S meses!!! Nas primeiras semanas tudo o que eu pensava era “não vejo a hora dela completar 3 meses”. Essa mania que temos de querer que o tempo passe e quando ele passa queremos voltar nele. Stella nasceu grandona, forte, cheia de saúde. Assim como o irmão quando nasceu, não parecia um bebê recém-nascido de tão “madurinha” fisicamente. Já chegou atenta ao mundo, querendo observar tudo. Tanto que já não me lembro dela com pescocinho mole. E seu desenvolvimento chega a me assustar.

Lembro-me da choradeira. Dizem que bebês não nascem com temperamento formado. Balela! Stella nasceu com temperamento e personalidade fortemente formados. Já pensei se o comportamento temperamental do início, era algum tipo de trauma do parto – que não foi nada fácil para nós. Mas agora tenho quase certeza que faz parte da personalidade dessa minha leonina.

Blog_fotos-2015

São três meses de pura alegria, anseios, novidades, muito choro, fraldas, mamadas noturnas. Três meses como mãe de dois. Três meses de grande transformação na vida de todos aqui em casa. Três meses de Stella e uma enorme transmutação em mim. Mas já faz tempo, queria escrever sobre o desenvolvimento dela. Quero registrar alguns acontecimentos antes que eles acabem esquecidos, pois são tantas coisas novas que esquecemos mesmo.
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19 out 2015

Os benefícios da Shantala

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Os benefícios da Shantala são inúmeros. Eu sempre tive vontade de aprender essa massagem poderosa e há alguns dias participei de um curso ministrado pela Baby Planner Danielle Cogo. Simplesmente amei!

Shantala 2

O que é Shantala? A shantala é um método de massagem indiana desenvolvido especialmente para bebês, foi trazida do Ocidente pelo obstetra francês Frederick Leboyer, que, em viagem à índia, encontrou uma mulher massageando seu filho e ficou comovido com a ternura daquele momento de troca entre mãe e bebê. Parece que essa técnica, na Índia, é passada de mãe para filha há mais de cinco mil anos.

Pesquisas revelam que os benefícios da Shantala vão além do relaxamento. O método traz vantagens físicas fundamentais para o desenvolvimento saudável do bebê: aumenta a velocidade da circulação sanguínea e linfática, o que contribui para a eficiência do sistema imunológico da criança; favorece o funcionamento do intestino; previne cólica; contribui para um sono mais tranquilo; estimula a parte imunológica e estimula a consciência corporal do bebê – que passa a ter maior domínio sobre seu próprio corpo – e da presença da mãe; e auxilia também no seu desenvolvimento emocional.
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13 out 2015

Cheiro de bebê, cheiro de filho

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

cheiro-bebe

Algumas lembranças na vida são marcadas por cheiro. O cheiro da nossa casa de infância. O cheiro de domingo da casa da nossa avó. O cheiro do café com leite da irmã que toma ao seu lado. O cheiro de um bolo sendo assado. O cheiro do cabelo da nossa mãe. O cheirinho da roupa dela e até da nossa lavada por ela. Agora mesmo me bateu saudade do cheirinho da minha mãe e por muitas vezes após sua partida, sentia seu perfume. Cheiro de bebê. Se pararmos para pensar, o cheiro marca a nossa vida. O cheiro faz parte da nossa memória afetiva.

Qual cheiro você gosta mais? Eu gosto do cheiro da casa limpa, da roupa de cama trocada, da toalha limpa pendurada. Gosto do cheiro das roupas do meu pai, que sempre me lembra o cheiro do meu avô. Gosto do cheiro do marido quando sai do banho.

Alguns cheiros nos causam até rejeição, como pessoa cheirando a cigarro e podem até afastar possíveis amores. Outros podem aproximar e causam nostalgia da boa. Tem um cheiro, o meu preferido ou melhor, o preferido de todas as mães. Cheiro de bebê, cheiro do seu filho. Desde quando ele é bebê que alastra aquele cheirinho inconfundível por toda casa, até a vida toda, imagino eu. Cheiro de quando o filho sai do banho. Cheiro do seu chulezinho. E tem aquele cheiro da mão, de quando eles são recém-nascidos e só ficam com a mão fechadinha e de tanto levar a boca, fica um cheirinho, uma espécie de chulezinho. Do bafinho de leite ou ao acordar. Cheiro do seu suor, algo meio azedinho mas tão gostosinho. Cheiro da casa com criança. Filhos tem cheiro de amor e de felicidade. Esse é o cheiro que mais gosto, meu preferido, cheirinhos dos meus filhos, da minha vida.
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01 out 2015

A linguagem dos bebês

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

choro-2

Uma das coisas que me incomoda bastante – pra não dizer que me irrita profundamente – é o bebê começar a chorar e as pessoas por perto começam suas especulações: “ele está com fome”, se alimentado vem a máxima “então é cólica”, e quando o bebê não para de chorar e, provavelmente, os outros querem que calem a boca dele, logo lançam “e se der a chupeta, ele não para de chorar?!”. Ninguém lembra que o choro é a linguagem dos bebês.

Vamos partir do princípio básico, a forma de comunicação dos bebês é através do choro. E eles choram por diversas razões: pode ser fome, sono, dor, gases, fralda suja, calor, frio, uma roupa, perfume, ambiente que está incomodando, ou até porque quer um colinho, um afago, um abraço. Mas os outros sempre tem opiniões e pitacos para dar. Passei dias ouvindo o choro da Stella sem saber o que era. Enquanto muitas pessoas diagnosticavam cólica, esse era o único sintoma que eu tinha certeza não ser. Parece que cólica é a palavra que descreve todas as situações em que um bebê chora desesperadamente. Além do choro, bebês também se comunicam através de movimentos corporais e Stella não passava nenhuma informação que indicassem cólicas.
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29 set 2015

Resolva um problema de cada vez

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Imagem: Monguilhott

Imagem: Monguilhott

No post anterior, contei como foram as primeiras semanas com a Stella. Por mais que as coisas tivessem sido diferentes, nada mudaria o fato de ser muito difícil as primeiras semanas com um bebê em casa. Antes de nascer, ao invés de passar na fila da paciência, passei repetidas vezes na fila da ansiedade. Sou ansiosa por natureza e durante as primeiras semanas com a Stella me culpei por achar que podia ter feito tudo diferente e por coisas que fiz como oferecer a chupeta achando que seria uma forma de acalmá-la.

Não tenho nada contra chupeta e acho que esse acessório pode ser um grande aliado, mas nunca gostei de criança com chupeta e sempre tive medo que tornasse um objeto indispensável, sempre pensando no futuro, o trabalho que daria para desacostumar a criança sem ela. Ofereci à Stella logo nas primeiras semanas de vida e depois descobri que o ideal é oferecer a partir da 6ª semana, pois antes disso pode confundir o bebê que está sendo amamentado no seio. Pois bem, ela aceitou mesmo só na 6ª semana. Sofri. Porque embora eu oferecesse, não fazia isso sempre, mas só em momentos em que ficava desesperada querendo acalmá-la. Parte de mim torcia para ela não aceitar.
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28 set 2015

As primeiras semanas com o bebê aqui em casa

as primeiras semanas

Imagem: Google

Quis ser desencanada como fui no nascimento do bebê Benjamin e acho que fiz tudo errado nas primeiras semanas da Stella. Acho que foi tudo tumultuado e acabou impedindo de criarmos uma rotina mais adequada para ela. Nos 10 primeiros dias o vovô paterno passou em nossa casa. Marido e Benjamin tiraram férias. Ter uma criança maior em casa dificulta um pouco as coisas por conta de barulho, bagunça, TV ligada, etc., e é complicado fazer o mais velho se adaptar ao bebê. Em minha opinião, o bebê é quem deve se habituar à casa, mas ele precisa de uma rotina e com tantos movimentos acho que fica difícil.

Só me dei conta mais tarde que precisava ter programado um ritual e organizado melhor nossos primeiros dias em casa com nossa bebê, Stella. Por exemplo, o Benjamin ter ficado em casa vejo um lado positivo e outro negativo. Foi ótimo ele ter participado desde o início da integração da Stella em nossa família e acredito que o fez se sentir mais importante do que ele já é. O outro lado é que uma criança na idade dele faz muita bagunça, até um pulo que ele dá traz uma sensação de susto ao bebê. E Benjamin, tadico, acabou ficando a maior parte do tempo dentro do apartamento, não aproveitou suas férias. Não foram férias maiúsculas, embora ele tenha curtido do jeito que foi.
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25 set 2015

Redescobrindo a maternidade

Imagem: UOL

Imagem: UOL

Stella nasceu, passaram-se 15 dias e me deparei com um bebê totalmente diferente do primeiro que tive há 4 anos. Minha sensação era de uma mãe de primeira viagem. Não compreendia seus choros e nem porque chorava tanto, não sabia muito o que fazer e não entendia o motivo dela querer ficar no colo 101% do tempo. Parece inacreditável, mas é isso, fiquei com Stella o tempo inteiro no colo por 7 semanas, não adiantava colocá-la no carrinho, berço, cadeirinha de balanço, nada, ela acordava em 3 minutos. Ok, agora as coisas estão melhorando, comecei a marcar no relógio e ela começou a ficar um tempo de 16 minutos, depois 20, 30 e sábado passado, pela primeira vez em sua vida, dormiu por 4 horas seguidas no berço – algo que foi recorrente durante essa semana. Mas quando ainda não conseguíamos esse feito, cheguei a ficar desesperada por não conseguir fazer outra coisa além de estar à disposição dela por completo. Foi quando comecei a pesquisar na internet e encontrei o texto sobre Teoria da Extero-Gestação e daí em diante foi como redescobrir a maternidade.
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09 set 2015

Teoria da Extero-Gestação: 5 métodos para acalmar um bebê

por
Gabi Miranda

Desenvolvimento, Filhos

Conheça um pouco sobre a teoria da Extero-Gestação

Teoria da Extero-Gestação

“Os bebês humanos estão entre os mais indefesos de todos os mamíferos. Por causa do maior tamanho do cérebro e do fato de que o tecido nervoso necessita de mais calorias para se manter que qualquer outro, grande parte do alimento ingerido é gasto em prover nutrição e calor para as células nervosas. Mais significante é o fato de que nossos bebês necessitam nascer mais cedo do que deveriam, com seus cérebros ainda não totalmente desenvolvidos.

Se o bebê humano nascesse já com o sistema nervoso central amadurecido, sua cabeça não passaria pela pelve estreita da mãe no momento do parto. Ao contrário de outros mamíferos, como girafas e cavalos, o recém-nascido humano é incapaz de andar por um longo período após o nascimento, porque lhe falta o aparato neurológico maduro para tanto. O custo primal de ter um cérebro grande é que nossos filhotes nascem extremamente dependentes e em necessidade constante de cuidado.
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20 ago 2015

Por que é tão árduo criar um bebê?

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Filhos

criar um bebê

Imagem Google

Eu havia me esquecido como é árduo criar um bebê. Quão difícil e exaustivo é cuidar de um recém-nascido, principalmente essa primeira fase de puérpera. Deus é muito sábio mesmo, nos faz esquecer algumas coisas para que possamos repeti-las. Afinal, quem teria vários filhos se lembrasse bem como é essa fase inicial? Eu acho que não teria. Tem um outro fator também: Benjamin não chorava. Ele era um bebê bem tranquilo, embora no primeiro mês tenha dado trabalho por noites inteiras porque ficava acordado.

Já Stella chora. É brava e já demonstra traços de sua personalidade, é persistente, objetiva. Chora por coisas pontuais: ou quer mamar. ou quer trocar fralda. ou quer dormir. ou quer até tomar banho. Mas até descobrir o motivo do seu choro, eu já estou chorando também. Como o choro de um bebê pode ser enlouquecedor… e não saber exatamente o que ele quer para podermos atender imediatamente e da melhor forma também é. Além do choro, uma das coisas mais difíceis pra mim é acordar diversas vezes durante a noite. Ficar com ela no colo o dia inteiro, seria moleza se ela já dormisse a noite toda.
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