20 fev 2017

Dicas para adaptar o sono do bebê com o fim do horário de verão

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Sono

dicas para adaptar o sono do bebê

Com o fim do horário de verão, precisamos atrasar o relógio em hora e temos que nos adaptar com esse novo horário. Alguns adultos acham mais fácil se ajustar ao fim do horário de verão, mas a mudança deixa as crianças um pouco confusas, inclusive o relógio biológico delas. E pode sim atrapalhar a rotina, afetando, por exemplo, o sono noturno. Para se adaptar ao novo horário, as crianças podem levar de 5 a 7 dias, depende de cada criança. Particularmente, acho mais fácil se adaptar ao fim do horário de verão, pois favorece a melatonina – o hormônio regulador do sono. Volta a escurecer mais cedo, fica mais fácil de colocar as crianças para dormir por volta das 19:00/20:00h quando a melatonina sobe.

Nesse período, muitas mamães ficam preocupadas em acertar a rotina do bebê. Esquecemos que as crianças são adaptáveis, podem sentir ou não a mudança do horário. E mesmo que sinta, conseguem se adaptar facilmente se seguirmos a rotina tranquilamente. Hoje compartilho algumas dicas para que pais e filhos não sofram com essa mudança. Abaixo, algumas dicas para adaptar o sono do bebê. Dicas simples mas úteis, que farão a diferença para se adaptar ao novo horário.
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11 jan 2017

Vacinas que precisam estar em dia para viajar tranquilo

por
Gabi Miranda

Destaque, Filhos, Saúde

vacinas que precisam estar em dia

Ahhh… chegaram as férias! Época de viajar com a família. Fazemos lista do que levar nas malas, roteiro de viagem e um monte de coisas. Mas será que lembramos de tudo? Para viajar tranquilo mesmo, não podemos esquecer um item fundamental: as vacinas que precisam estar em dia. Todas as pessoas, crianças ou adultos, se vão viajar ou não, devem estar com as vacinas atualizadas. É claro que precisamos dar uma atenção maior para as crianças e cuidar da saúde delas.

Recentemente, recebi o Guia do Viajante, por Dra. Ana Escobar, onde tem várias dicas para viajar tranquilo. Uma dessas dicas é exatamente sobre vacinas. Dra. Ana explica cada uma das doenças e sobre as vacinas. Abaixo, compartilho as informações.

Leia também: Como manter segura a carteira de vacinação do seu filho

Se você vai viajar pelo Brasil, fique atento em estar em dia com as seguintes vacinas:

Tétano

A vacina antitetânica é dada rotineiramente para os bebês a partir de 2 meses de idade. São 5 doses, sendo a última aos 5 anos. A partir daí todos devem receber doses de reforço pelo menos a cada 10 anos.
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09 jan 2017

Mitos e verdades sobre o sono do bebê

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Sono

Chove conselhos de vizinho, parentes e amigos sobre o que fazer para seu filho dormir a noite toda. Você pode até ouvir esses conselhos, mas também é bom buscar a opinião de especialistas no assunto. Muitas das coisas que falam por aí, já estão em desuso ou nunca nem foram indicadas. Tem muita coisa que é crença popular e muitas outras que podem parecer bobagens, mas devem ser levadas em consideração. Separei 5 mitos e verdades sobre o sono do bebê.

Veja 5 mitos e verdades sobre o sono do bebê

 

Mitos

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1. Para o bebê dormir a noite inteira, ele não pode tirar sonecas durante o dia

Engana-se quem pensa que o bebê vai dormir melhor durante a noite se não tirar as sonecas durante o dia. As sonecas são tão importantes quanto o sono noturno. Elas também são essenciais para o desenvolvimento infantil – físico e cognitivo. E a falta de sonecas também traz consequências de distúrbio de comportamento, como ansiedade, irritação, menor nível de interesse e habilidade pelas coisas. As sonecas são restauradoras e contribuem para um sono melhor durante a noite.
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03 ago 2016

Amamentação: como manter com a volta ao trabalho

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, está a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

Instalações do Grupo O Boticário

Instalações do Grupo O Boticário

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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02 ago 2016

Sobre amamentação

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez

Vamos falar sinceramente sobre amamentação?

amamentação 

Começou ontem e vai até o dia 07/08 a Semana Mundial do Aleitamento Materno

Que amamentar é um ato de amor e aumenta o vínculo entre mãe e bebê, contribui para o desenvolvimento emocional, cognitivo e sistema nervoso, todos nós já sabemos. Os benefícios são inúmeros para a saúde do bebê e isso é muito bem divulgado. Porém, fala-se pouco das dificuldades que algumas mulheres podem encontrar no início da amamentação. Apesar de ser algo natural, a amamentação nem sempre é simples. Os primeiros dias da amamentação podem ser bem difíceis para algumas mulheres, como pode ser tranquilo para outras. Posso afirmar que para mim foi tranquilo com Benjamin e Stella, apesar de ter tido nas primeiras semanas rachaduras nos dois seios.

O desconforto mais comum entre as puérperas são os mamilos rachados, que geralmente são causados pela pega incorreta do bebê ou pela alta frequência de mamadas. Aqui, por exemplo, Stella pegou corretamente na primeira tentativa, logo após o parto, mas como se sabe, durante os dois/três primeiros dias nosso seio só produz colostro e, acredito, que isso faz com que o bebê sugue com mais ferocidade uma vez que não sai quantidade significativa como o leite materno que sai em jatinhos. Resultado, no terceiro dia meus mamilos estavam bem rachados e doloridos a cada mamada. O leite desceu no terceiro dia a noite e Stella já começou a sugar menos forte o que aliviou. Depois a amamentação foi fluindo melhor e os mamilos ficando menos rachados e doloridos. Ou seja, como tudo na vida, isso passou.
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01 ago 2016

Furei a orelha do bebê com um mês de vida

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Sem seguir a recomendação da pediatra, furei a orelha do bebê com um  mês de vida

 

furei a orelha do bebê

Stella com 1 mês e brincos

Stella tem as orelhas furadas desde um mês de vida e confesso, se ainda furassem na maternidade como era na época em que eu nasci, assim como eu, ela teria saído de lá com as orelhas furadas. Todo mundo me pergunta quando furei a orelha dela, até que dia desses vi o post da Mari, do blog PetitNinos e me dei conta que nunca contei aqui sobre a minha decisão de furar a orelha do bebê com um mês.

A pediatra da Stella é homeopata e recomendou furar a orelha do bebê a partir do 6º mês. Como lidar com isso? Sempre quis ter uma menina e ia esperar mais 6 meses para emperiquitar a menina?! Pensando assim, fui um pouco egoísta, eu sei, pois atualmente fala-se muito sobre violência contra bebês através de procedimentos logo após o parto. Na época, não pesquisei nada sobre o assunto e sei que teria mudado de ideia se encontrasse informações preciosas como as que encontrei no post Porque NÃO furamos a orelha do bebê.
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02 maio 2016

Conjuntivite – de olho nela

por
Gabi Miranda

Destaque, Filhos, Saúde

Esse tempo seco e ar poluído deixam os pequenos mais vulneráveis à conjuntivite, fui pesquisar sobre essa doença para esclarecer o assunto e compartilhar tudinho com vocês

conjuntivite como cuidar

Stella pegou conjuntivite na última semana. Estava começando uma gripinha e achamos que um dos olhinhos remelentos era decorrente a isso, mas no dia seguinte esse olho foi ficando estranho, no outro dia os dois estavam infectados e não tínhamos mais dúvidas: conjuntivite. Com esse surto de doenças espalhadas por aí, não levamos ao pronto socorro, esperamos dois dias (sábado e domingo), até segunda-feira e conseguimos um encaixe com a pediatra dela que confirmou o diagnóstico. Eu estava limpando o olho da menina com água boricada, não façam isso!!! Antigamente até faziam isso, mas o correto é limpar com soro ou água filtrada. A sorte é que ninguém mais em casa pegou, mas rendeu uma semana de molho em casa, com os cuidados da pequena divididos entre eu e o marido.
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20 abr 2016

Você já levou seu filho no oftalmologista?

por
Gabi Miranda

Destaque, Filhos, Saúde

Quero saber se você cuida dos olhos do seu filho, se só eu não levei ou se tem mais alguém que nunca levou o filho no oftalmologista

oftalmologista

Recebi algumas informações de especialistas sobre como cuidar dos olhos de crianças e me dei conta de que nunca levei Benjamin ao oftalmologista. Lógico que como mãe louca-desesperadamente-urgente que sou já corri para pesquisar um médico da especialidade para levar o primogênito. Sugere-se que após o teste do olhinho, feito ainda lá na maternidade, o bebê precisa passar por uma consulta oftalmológica a cada 6 meses nos dois primeiros anos de vida. Ou seja, até a Stella está na hora de passar. Após os dois anos, indica-se uma vez por ano, mesmo que não tenha queixas, sinais ou sintomas de problemas. É com a visita periódica no oftalmo que se descobre precocemente possíveis miopia, hipermetropia e astigmatismo – patologias que exigem o uso de óculos.

Benjamin nunca apresentou nenhum dos sintomas, mas por precaução melhor levar, né?! E é mais comum do que se imagina crianças pequenas usarem óculos. O melhor amigo do Benzoca já usa óculos há um ano, ele tinha 3 anos quando começou a usar. Meu primo caçula, hoje com 25 anos, usa óculos desde quando era bebê, eu não me lembro dele sem óculos, juro! Como já disse, Benzoca está de escola nova e por mais cedo que pareça, está iniciando a fase de alfabetização, tem muita lição de casa, muitas atividades que envolvem leitura e é comum na fase pré-escolar surgirem reclamações da criança por não estar enxergando direito.
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24 mar 2016

Zika Vírus: dicas de proteção

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez, Maternidade

Zika Vírus foi descoberto em 1947, a primeira epidemia causada por esse vírus no mundo foi em 2013. Atualmente, acredita-se que desde de 2015, o Zika Vírus está assustando milhares de brasileiros.

Zika Vírus

Imagem Google

Recentemente participei de um encontro com  a Dra. Ana Escobar, pediatra e consultora do programa Bem Estar, que falou sobre A importância dos primeiros 1000 dias em tempos de Zika Vírus. Foi um encontro com bastante informações sobre esse vírus que tem alarmado o Brasil. Sabemos que o transmissor do Zika Vírus é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a Dengue, a febre amarela e a chicungunya. Homens e mulheres de todas as idades podem pegar, inclusive as grávidas. Existem ainda muitas dúvidas e estudos a respeito dessa praga. Por exemplo, devemos ter cautela para engravidar? As pesquisas indicam que uma mulher que teve Zika Vírus antes de engravidar, não corre o risco de infectar o bebê, mas é tempo de cuidado. Segundo a Dra. Ana Escobar, quem pode aguardar um pouco para engravidar, deve aguardar. Veja, abaixo, outras informações e dicas da Dra. Ana Escobar.

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23 mar 2016

Entenda o que é microcefalia

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Lillo, empresa tradicional no segmento de produtos que atendem as necessidades de mães e filhos, esclarece o que é microcefalia

 

microcefalia

Microcefalia é uma condição neurológica em que a circunferência da cabeça da criança é significativamente menor que a circunferência de 32cm. Quando detectado ao nascimento, a microcefalia usualmente é resultado de um desenvolvimento cerebral prejudicado intraútero.

Ela pode ser causada por uma variedade de fatores genéticos e/ou ambientais. Crianças com microcefalia, frequentemente, apresentam atraso do desenvolvimento. Geralmente não há tratamento, porém, a intervenção precoce com terapia de suporte, como terapia ocupacional e fonoaudiologia, podem aumentar o desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida.

O principal sinal de que uma criança tenha microcefalia é uma medida da circunferência da cabeça significativamente menor que de outras crianças, da mesma idade e sexo. Para esse diagnóstico, são utilizadas curvas de crescimento e calculado em percentis.

Algumas crianças com microcefalia apresentam desenvolvimento neuropsicomotor normal. Apesar de ter a circunferência da cabeça menor que a média das crianças para a mesma idade e sexo. Porém, dependendo da gravidade da causa que provocou a microcefalia, algumas complicações podem ocorrer:
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