02 out 2013

Benjamin usou andador?

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Perguntaram-me se Benjamin usou andador e o que eu acho desse acessório. Nunca falei do assunto aqui, mas acho que algumas pessoas só por me conhecerem através do blog já devem saber minha opinião. Se sou chata com a alimentação do Benjamin, imagine quanto a objetos/mecanismos/acessórios que prometem “ajudar” no desenvolvimento dele.

Andar é só mais um ato natural que vai acontecer um dia ou outro na vida dos pequenos. Mas não, queremos fazer com que o nosso filho faça tudo adiantado. Vivemos na era do Meu Filho Fez Primeiro. Colocamos ele sentado cheio de apoios quando ele não pode sentar; colocamos ele em pé forçando suas perninhas quando ele ainda não fica em pé; dizemos que ele falou mamãe quando só soltou seus primeiros sons sonoros “mama”; e colocamos ele no andador para acelerar o aprendizado de andar. Afinal,ele já tem um ano e você não aguenta mais a pergunta se ele Já anda?.

Quando Benjamin engatinhou e emoção e a felicidade tomou conta de todos nós aqui. Era um marco na vida do meu pequeno. Sinal de que em poucas semanas isso se tornaria uma das maiores conquistas naturais do desenvolvimento de uma criança: ANDAR! E quando ele começou a andar a vibração foi maior ainda.
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21 ago 2013

Saúde no alvo azul

por
Gabi Miranda

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Precisamos passar por determinadas coisas para ter um olhar novo do mundo. Muitas vezes isso está relacionado com um momento ruim. No meu caso, acho que Benjamin é esse meu olhar novo. Acho que não precisamos esperar um momento ruim para pensarmos sobre a vida. De fato a morte serve de confronto para nos fazer pensar sobre tudo. Mas porque não usar a vida para mudar o que é necessário, buscar os valores e sentido de tudo?

Escrevi isso, ano passado, no post “Outubro: mês da luta contra o câncer de mama. Cuide-se!”. Continuo pensando da mesma forma. Embora, eu tenha consciência de que devo cuidar melhor da minha alimentação, leia-se: comer mais frutas, verduras e legumes, por exemplo. 

Quando nos tornamos mães, parece que triplica nossas funções e consequentemente nossas tarefas. No entanto, na lista de afazeres de uma mulher, seja ela mãe ou não, tem que estar a prevenção, o cuidado com nosso corpo, com a nossa mente. Precisamos cuidar de nós para estarmos bem e então cuidarmos dos outros. Caso contrário, como vamos cuidar do outro?! Clique e continue lendo!

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17 jul 2013

As agruras da maternidade

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade

Tudo começou ontem depois do almoço. Uma angústia tomou conta de mim e eu falava pra minha colega de trabalho: “vontade de chorar, gritar, sair correndo”. Tem um monte de coisa pra acontecer, mas sinto tudo estagnado na minha vida. Culpa da minha ansiedade? Talvez. E aí tento me apegar na frase que li semana passada no instagram do ‘Mulher sem script’: “Calma. É aos poucos que a vida vai dando certo“.

Foi quando recebi uma ligação da escolinha e a calma que eu buscava foi para o espaço. Benjamin apresentava umas manchas no corpo, que começaram nas pernas e estavam subindo pra barriga. Fiquei apavorada. Podia ser uma alergia, mas como ele não estava tomando nenhum remédio e aparentemente não tinha ingerido nenhum alimento diferente, essa hipótese foi a última coisa que passou pela minha cabeça.

Incrível a minha capacidade de pensar sempre no pior. A primeira coisa que pensei foi referente ao galo na cabeça. Benjamin sofreu uma queda forte no sábado retrasado. Subiu um galo assustador, que baixou relativamente rápido, mas foi nessa segunda-feira passada que me ligaram da escolinha perguntando se ele havia caído em casa (sempre tentamos manter a escola informada no caso de machucados). Explicaram que ele estava com um galo no mesmo lugar do outro de antes, que só apresentava aquela mancha esverdeada e que ele não tinha caído na escola. Fiquei encanada com isso. Quando o busquei vi o galo e aquilo ficou na minha cabeça. Clique e continue lendo!

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25 jun 2013

Dois anos e uma visita ao pediatra

por
Gabi Miranda

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Nossa primeira consulta com a pediatra foi dia 20/06/2011. Ele tinha apenas 4 dias de vida. Não tínhamos pediatra e ela foi uma escolha certeira. Apesar de no início eu me sentir intimidada por ela, nunca quis trocar, sempre me senti segura.

No começo você vai constantemente ao pediatra, primeiro são visitas semanais, depois mensais até que o bebê completa um ano e pouquinho e essas visitas vão ficando cada vez mais espaçadas. Eu fiquei com medo se saberia viver sem essas consultas, se saberia medicar Benjamin caso tivesse um resfriado, mas logo a gente se adapta.

Sábado levamos Benjamin a uma consulta de rotina. Levei porque achei que 2 anos merecia uma inspeção médica pra saber se estava tudo se desenvolvendo bem, também porque Benjamin tem recusado o jantar na escola, então fiquei preocupada se ele estava precisando de alguma vitamina. E sei lá, talvez também para ouvir da pediatra que ele estava ótimo e que eu estava fazendo um bom trabalho. Ah, sim, claro, e para esclarecer algumas pequenas dúvidas que estavam acompanhando os pais de primeira viagem aqui. Clique e continue lendo!

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11 jun 2013

Porque Benjamin não toma Petit Suisse

por
Gabi Miranda

Entrevista

Já faz alguns dias comentei na fan page do blog que Benjamin não toma “danoninho”. Antes, para não ter confusão, vou me referir a essa sobremesa pelo nome correto “Petit Suisse”, afinal “Danone” é marca.

Nada contra, o marido ama. Eu não sou fanática, mas gosto de alguns. Para o Benjamin não oferecemos por indicações de sua pediatra. Ela sempre foi contra oferecer tal sobremesa a crianças de 0 a 4 anos. E foi esse comentário meu que fez surgir várias dúvidas entre as leitoras.

Algumas pessoas me olham torto ou acham um absurdo eu não oferecer alguns alimentos para o Benjamin. Eu pesquisei muito, conversei bastante com a pediatra do Ben e o que ficou claro pra mim sempre foi: os primeiros dois anos de vida são fundamentais para educação alimentar da criança. Por isso, junto com o marido, decidimos não oferecer guloseimas até os dois anos de idade dele (burlamos um pouquinho, pois recentemente meu Ben começou a comer chocolate, mas lá em casa restringimos o dia da guloseima para os finais de semana). Clique e continue lendo!

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14 maio 2013

Você já levou seu filho ao Odontopediatra?

por
Gabi Miranda

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É essencial fazer acompanhamento com um odontopediatra desde cedo para cuidar da saúde bucal dos pequenos. Eu nunca levei Benjamin e descobri que os bebês, assim que nascem seus dentes, devem fazer acompanhamento a cada três meses.

Para evitar cáries usamos pasta dental com flúor, mas as crianças não podem usar creme dental com esse componente. E sabe por que? Porque quanto mais engolem flúor, mais risco correm de ter fluorose – um distúrbio que ocorre na formação dos dentes permanentes causado pela ingestão excessiva de flúor na infância. A fluorose faz com que os dentes permanentes nasçam com manchas brancas e opacas, é um problema de formação e não nasce apenas um dente assim, são vários.

Como nossos pequenos não sabem cuspir, eles ingerem o creme dental e o período de maior risco para o desenvolvimento de fluorose é justamente na primeira infância. Por isso a importância de usar um creme dental sem flúor até os 4 anos de idade. Clique e continue lendo!

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09 maio 2013

Alimentação – Porque tem coisas que #sómãe faz

por
Gabi Miranda

Alimentação

Quem acompanha o blog sabe que eu sou encanada com a alimentação do Benjamin. Eu não tenho e nunca tive uma alimentação saudável, mas prezo pela alimentação do meu filho.

Uma das coisas que o meu trabalho me proporciona é a oportunidade de participar de eventos interessantes. Os que mais gosto sempre são aqueles cujo assunto possa ampliar meus horizontes. Sempre aprendo em todos. Quando o assunto é alimentação e saúde me pego pensando o quanto nós mães e pais sabemos tão pouco sobre o que é ou não saudável para nossos pequenos.

E quem acompanha a fan Page do Bossa Mãe sabe que nos últimos dias a minha paranoia sobre alimentação voltou a me atazanar (a história do Benjamin não comer certos alimentos antes de dois anos).

Hoje estivemos no evento da Ninho Fases. O assunto abordado não poderia ter vindo em tão boa hora: a formação da flora intestinal do bebê. O Dr. Aderson Damião, gastroenterologista, confirmou o que já ouvi outras vezes. A formação da flora intestinal se estabelece nos primeiros dois anos de vida, portanto, as escolhas alimentares nesse período são determinantes e podem trazer consequências para a vida toda.
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21 mar 2013

Sobre os hospitais privados

por
Gabi Miranda

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Se tem uma coisa que passei a dar muito valor depois que Benjamin chegou, e que agradeço todo santo dia, é ter um (BOM) plano de saúde. Não basta ter um plano de saúde, tem que ter O plano de saúde. De bom para ótimo/excelente (o que aí já é pedir demais), pois não adianta ter um plano de saúde e não ter entrada nos hospitais conhecidos e considerados os melhores.

Agora se o hospital é o melhor já é outro assunto. O que eu percebi nesse meu pequeno período materno (1 ano e 9 meses. Não considero aqui o período da gestação, pois nos dois Hospitais que passei, fui sempre muito bem atendida, diga-se de passagem: Maternidade Santa Joana – na qual fiz todos os exames de pré-natal e para qual eu corria toda vez que passava mal e Maternidade Pró-Matre – na qual pari meu Ben) é que o atendimento privado não é lá essas coisas. Clique e continue lendo!

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20 mar 2013

Negligência materna

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Gabi Miranda

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Do dicionário Aurélio Eletrônico

Negligência: falta de cuidado, de aplicação, de exatidão; descuido, incúria, displicência, desatenção. / Falta não intencional daquele que se omitiu no cumprimento de um ato que lhe incumbia.

Foi o que senti ao sair do hospital com Benjamin no domingo. Fui negligente.

Ele já vinha tossindo há umas duas semanas (marido disse que duas semanas pra mais, pior ainda!). Começamos a dar xarope, fazer inalação, mas não foi algo firme. Inalação, por exemplo, eu começava a fazer e a uma reclamação do Benjamin já parava. Simplesmente porque não queria chateá-lo ou incomodá-lo.

Até que na sexta-feira passada, quando me dei conta que deveria pegar firme, tive uma conversa séria com Benjamin do tipo “nesse caso, você não tem que querer, quem manda aqui sou eu” (bem no estilo autoritária mesmo!). Desde então, ele começou a colaborar e fazer a inalação até o fim (e sozinho). Decisão tomada um pouco tarde, já que no domingo o sinal vermelho começou apitar. Clique e continue lendo!

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19 mar 2013

Filho = vitamina C+D+E+A+B12

por
Gabi Miranda

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Domingo. Fomos à casa da minha mãe. Benjamin começou a almoçar e nem chegou na metade. Estranhei, mas como já tinha passado a hora dele comer pensei que esse fosse o motivo da recusa, que talvez quisesse pular para a fruta – que também comeu só um tiquinho.

Fez bagunça a tarde toda até chegar um determinado momento quando percebermos que ele não parava de cutucar o ouvido direito. A mãe aqui estava podre. Até então estirada no sofá. Já tinha dormido, acordado. Dormido, acordado. Não sei o que tem acontecido, mas nos últimos dias andava bem indisposta, bem cansada, embora sem deixar de fazer minhas obrigações. De repente soou o alarme de mãe.

Todo mal-estar-preguiça-desânimo-ziquezira-piriri que tinha em cima de mim foi pro espaço. Dei um pulo do sofá e sentenciei: vamos ao pronto-socorro. Vamos, vamos, vamos agora! E depois de meses, sei lá, uns 8 meses pra mais, lá fomos nós ao PS. Chegamos lá bateu até um desânimo de tão super lotado que estava. Mais de duas horas de espera. Clique e continue lendo!

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