08 fev 2013

Como você controla as mamadas do seu filho?

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Eu podia estar falando de carnaval, podia estar dando dicas de blocos e como se divertir com as crianças, mas essa semana não faltou esse assunto na internet  e hoje também não vai faltar. Então, decidi falar sobre amamentação – assunto que não sai de moda, que eu gosto e porque nos últimos dias, ouvi sobre pessoas que estão nessa fase e bateu saudade de quando amamentei….

Ainda grávida, lembro que separei um caderninho para fazer anotações do tipo:

– Horário das mamadas

– Tempo de cada mamada

– Último seio oferecido ao bebê

– Horário que o bebê fez coco

– Quantidade de trocas

– e mais um monte de coisas.

Tinha visto a ideia num livro. Era como se fosse um diário. Ter todas as informações anotadas para apresentar à pediatra.

Agora alguém me pergunta se isso deu certo.

Obviamente, não! Há quem não acredite, mas mãe de recém-nascido não tem tempo pra fazer nada. Eu não acreditava, achava um exagero ouvir as pessoas falando isso.
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01 fev 2013

A higiene dental dos pequenos

por
Gabi Miranda

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Eu tenho preguiça de escovar os dentes, acho que era a coisa que eu mais detestava fazer quando criança. Assim como tenho preguiça de ir ao banheiro pra fazer xixi. Eita que eu sou uma pecadora fervorosa! Mas sei o quanto é importante a higiene bucal, então dou um chega pra lá na preguiça e cuido muito bem da boquinha linda do meu Ben (e da minha também, que não fique dúvidas) e quando a preguiça não desgruda de mim, peço pro maridão dar conta do serviço.

A criança não vai gostar, vai chorar, reclamar, mas os pais não podem desistir. Nunca!

Os dentes do Benzoca explodiram cedo, mas nada anormal. Aos 4 meses desapontavam os dois dentinhos de baixo. Aos cinco os outros dois de cima. E daí em diante não parou de aparecer dentes naquela boquinha linda de mamãe. Em seu aniversário de um ano, não bastasse ter todos os dentes da frente, ele era um bebê com dentões (e eu pedi tanto que se puxasse algo de mim, não fossem os meus defeitinhos).

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27 nov 2012

Tchau, Chupeta!

por
Gabi Miranda

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Meu nome é Benjamin, tenho um ano e 6 meses e estou a 30 dias consecutivos sem usar a chupeta (mamãe vai chorar quando ler isso). O processo começou há pouco mais de dois meses e não posso mentir (é feio!), caí em tentação algumas vezes.

Não sei se você já ouviu falar que as mães sabem de tudo, isso é a mais pura verdade. Todas as vezes que tive recaída, mamãe sabia! Não sei como, mas ela descobriu que eu pegava a chupeta dos coleguinhas no berçário (assim rapidinho, só pra dar uma acalmada). Mamãe ficou bem brava porque regredi no processo – que exige muita paciência e ela, tadinha, quando pensou ter superado o sentimento de culpa – porque não sabia se estava fazendo certo ou não, teve que começar tudo de novo. Até pensou em desistir.

Ela ficava na dúvida se devia esperar eu entender um pouco mais o assunto ou falar que não queria por conta própria a chupeta. Pensou em esperar eu conhecer o Papai Noel, Fada do Dente, Coelhinho da Páscoa, enfim, esse monte de gente que me parece bem simpática e para quem eu podia dar a chupeta quando não quisesse mais (parece que eles sempre conhecem alguém menor que a gente que precisa mais da chupeta e quando entregamos, eles nos deixam um presentinho como forma de agradecimento). Clique e continue lendo!

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26 out 2012

Outubro: mês da luta contra o câncer de mama. Cuide-se!

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Gabi Miranda

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Precisamos passar por determinadas coisas para ter um olhar novo do mundo. Muitas vezes isso está relacionado com um momento ruim. No meu caso, acho que Benjamin é esse meu olhar novo. Acho que não precisamos esperar um momento ruim para pensarmos sobre a vida. De fato a morte serve de confronto para nos fazer pensar sobre tudo. Mas porque não usar a vida para mudar o que é necessário, buscar os valores e sentido de tudo?

Graças a Deus, a bondade divina, aos astros, não sei a quem, mas graças a uma força maior, não tenho passado por nenhum momento difícil relacionado a doença que tenha me feito a pensar a respeito. Tenho visto acontecer com pessoas próximas, participei de um seminário, toda hora tenho me deparado com uma mensagem. Parece tudo muito subliminar. O fato é que outubro é o mês da luta contra o câncer de mama e quis compartilhar essas mensagens que andaram me rondando. Clique e continue lendo!

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20 set 2012

15 meses e as (temidas) vacinas

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Gabi Miranda

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Todo mundo me falava que seria dolorido levar meu Ben para tomar vacina. Eu já imaginava que seria, pela dificuldade que eu tenho com agulhas. Sabe aquele filme “Jogos Mortais”?! Acho que é no dois que tem um momento em que a menina se joga num buraco onde tem várias seringas com agulhas. Então, nunca mais assisti nenhum filme da série.

Eu tenho um pavor imensurável. Não sei de onde veio. Não desmaio, não faço escândalo, só suo bastante, de escorrer pelo braço e pernas, tenho caganeira que começa no dia anterior à agulhada (se estiver marcado) e termina após a dita cuja. (Ok, não me lembro mais de ter tido esses sintomas após o nascimento do meu Ben. E olha que dia desses fui fazer exame de sangue e sozinha!)

Todo mundo falava que na gestação eu tomaria muitas agulhadas. Eu me programei para engravidar do Benjamin. Os planos eram para 2011. Tomei último mês de pílula em julho/2010. Teria uns 6 meses para me preparar psicologicamente para as tais agulhadas, tempo que meu médico disse que levaria para engravidar – já que eu tomava remédio há anos.  Mas aí veio a primeira lição da vida materna: as coisas não são do jeito que a gente programa. Setembro de 2010 estávamos grávidos! Isso me assustou imensamente e fui parar na terapia. Precisava exorcizar meu pânico de agulhas. Clique e continue lendo!

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09 ago 2012

Leite é amor, Doar também é.

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Gabi Miranda

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Nunca vou esquecer quando amamentei o meu Ben pela primeira vez. Considero a primeira vez o terceiro dia após o parto, quando meu seio passou a encher, encher, encher de leite. Antes disso foi bem esquisito, porque saía só o tal do colostro e até o bebê pegar de jeito existe certo desconforto para mãe. A sensação de aninhar seu bebê em seus braços, amamentá-lo, o jeito como ele te olha, a forma como posiciona sua mãozinha tão pequena em seu seio, é indescritível e emocionante demais.

Durante o primeiro mês do meu Ben, pensei que ficaria sem leite. Fiquei com muito medo, mas não passou de um susto e fui muito bem orientada pela pediatra. Como descrevi aqui (Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna) tive bastante leite e por vezes pensei em doar. Não doei. E me envergonho disso, principalmente, quando lembro da minha volta ao trabalho: hora do almoço, peitões cheios, retirava 300ml de cada, não tinha aonde armazenar e qual era o destino dessas 2 latinhas de coca-cola…?! A segunda retirada eu não fazia, ficava segurando (peitão estourando) até chegar em casa, quando aí sim eu retirava e armazenava para mandar pro berçário. E então me entregava completamente para meu Ben, seguindo as habituais mamadas noturnas. Clique e continue lendo!

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03 jul 2012

Nem os médicos salvam…

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Gabi Miranda

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Semana passada meu Ben adoeceu. O menino ficou amoado de uma hora para outra na terça-feira. O diagnótico da mãe aqui foi: gripe!

Na quarta ele teve febre e me ligaram do berçário. Levamos o pequeno ao hospital infantil Sabará. Não conhecia o hospital e era indicadação da pediatra dele. Dizem que é o melhor hospital infantil de São Paulo. Fomos lá conferir.

Logo que se entra no hall você descobre o que ele tem de tão especial: o lugar está longe de parecer um hospital. As crianças entram ali e não querem mais sair. O espaço é todo lúdico e interativo.

Tem uma parede enorme de vidro com o desenho do mar, com barco, pescador, peixes. E as crianças podem monitorar através de volantes todos os integrantes do desenho.

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Tem também barquinhos no meio do saguão de espera. Aqui o Ben estava bem molinho, mas depois ele se soltou e queria ficar andando dentro do barquinho.

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No teto tem uns macaquinhos que ficam rodando. E no chão tem também alguns personagens em madeira. Benjamin gostou bastante dos dois. Clique e continue lendo!

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21 jun 2012

Conversa de mãe

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Gabi Miranda

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Juro que eu queria ter mais tempo para me aprofundar nas questões maternas. Só falar, escrever e pesquisar sobre o assunto. Não é mais segredo pra ninguém: eu quero ser mãe em tempo integral! E quando digo isso é no sentido profissional também. Mas enfim…

Estou falando isso porque tem muito assunto a ser explorado. E eu queria ir mais a fundo. Além disso, queria ter mais tempo para ver todos os blog e sites maternos/paternos que gosto. Tem muita coisa, a cada hora descubro algo novo. Quer dizer, que pra mim é novo. Aliás, às vezes até me acho atrasada, porque quando descubro algo bacana corro pra dividir aqui no blog e a impressão que tenho é que todo mundo já sabia, menos eu. hihihihi Mas mesmo assim deixo registrado.

Dia desses conheci o Conversa de Mãe. Fundado em 2011, é produzido pelas mães Fabiana Deziderio e Beatriz Freitas. Estava lendo uma matéria sobre alimentação, na revista Kids In e descobri a Fabiana. Ela é publicitária e tem, assim como milhares de mães, dificuldades com a alimentação do filho. Todas nós sabemos que se o filho não come, a mãe fica uma louca neurótica achando que o filho vai ficar doente, é magro, etc, e nem o pediatra a convence de que está tudo bem com sua cria. Clique e continue lendo!

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15 jun 2012

Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna

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Gabi Miranda

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Este post é um candidato ao Melhor post do Mundo, da Limetree

A maternidade me despertou para muitas coisas. Uma delas foi para a desaceleração. Eu sempre fui uma pessoa extremamente agitada, acelerada e ansiosa. Para meu desespero, o que se faz durante a gestação? Espera. Espera ansiosamente a barriga crescer, o bebê dar os primeiros chutes, chegar o dia da consulta e ainda espera na sala do consultório, espera…! Era preciso tranquilidade e calma para esperar. Aprendi com a maternidade o que não tinha aprendido em 30 anos e da forma mais prazerosa do mundo: amamentando.

Amamentar requer tempo e muita paciência por parte da mãe. Logo que o bebê vai para o quarto, após o parto, ele é colocado no peito da mãe para que possa “aprender” a mamar. Ele já tem um reflexo de sucção forte e a mãe precisa alinhá-lo no colo para ajudá-lo pegar corretamente o bico do seio. Aqui preciso abrir um parêntese. Ao longo da gestação percebemos que o bico do seio escurece, a razão é simples e incrível! Quando o bebê nasce, ainda tem dificuldade de focalizar imagens, então enxerga o bico do seio pelo contraste da pele, e se levado ao seio, suga-o imediatamente por reflexo. Não é o máximo?! Sábia essa mãe natureza… Obtive essa informação lendo o livro Quem Ama, educa – que dá um outro texto. Fecha parêntese. Clique e continue lendo!

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21 maio 2012

Puericultura?!

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Gabi Miranda

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Quem já foi na livraria procurar uma boa leitura sobre maternidade e encontrou isso na sessão de PUERICULTURA?! A coluna do Dr. Saul Cypel, na revista Pais & Filhos deste mês fala sobre essa palavrinha. Sinceramente, eu não sabia o que significava até ter lido alguns livros – após o nascimento do meu filho. Essa palavra parece mais um palavrão. Na coluna ele definiu muito bem:

“Puericultura vem do latim pueris, criança. E quer dizer “cuidar da criança”. Trata-se de uma área da pediatria extremamente nobre que preocupa-se com os cuidados integrais da criança, com o objetivo de promover o seu desenvolvimento sadio de modo abrangente: físico, intelectual e psicossocial.”

Pensei nos itens que ganhei no chá de bebê e alguns deles eu nem sabia pra que servia. Exemplo de um: o porta leite em pó. Lembrei que a Dani, minha amiga-mãe-já-de-dois, um dia foi lá em casa me ajudar na organização do quarto do Benjamin e me esclareceu para que serviam itens como esse, principalmente o porta leite (pra você levar medidas certas na bolsa). Sério, nem na embalagem estava claro a serventia daquilo. É claro que me achei uma tola, era óbvio que aquilo era um porta leite! Onde já se viu sair com uma lata inteira na bolsa… Não, não era óbvio! Assim como não é para muitas mães de primeira viagem. Assim como não temos obrigação nenhuma de saber já que não éramos mães (no meu caso, nem tia.) Clique e continue lendo!

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