04 jul 2017

Mães de A a Z – o blog indo para a telona e para a telinha

Nasceu o Mães de A a Z! Era para eu ter falado ontem sobre isso, mas a correria me impediu. Quem nos acompanha nas redes sociais, já sabe que eu e a Kah do blog Vida de Mamãe Moderna estamos no comando do programa regional Mães de A a Z, na TV Grande ABC. É um projeto lindo! Surgiu através de um convite da TV para a Kah e a louca quando veio me falar disse que só aceitaria se eu entrasse com ela nessa empreitada. Na mesma hora eu falei: Siiiiim!

maes de a a z

Gente, eu tinha o sonho de ocupar o lugar da Ana Paula Padrão na bancada do Jornal da Globo! Rá! Como não aceito uma proposta dessas? (risos)

Vi nesse convite uma oportunidade muito bacana. Não era simplesmente para fazer um programa qualquer. Era para falar sobre um assunto que  faz meus olhos brilharem: maternidade! E o que está mais perto do meu sonho de vida atual: trabalhar com maternidade, contribuir e ajudar de alguma forma as pessoas que me acompanham aqui no blog. Mais: espalhar informação de qualidade.
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20 mar 2017

Como ser feliz no trabalho

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade, Trabalho

Quando eu era criança sonhava o que eu seria quando crescesse. Não pensava no trabalho como algo negativo. E vivia brincado de secretária. Por muito tempo, quando era bem pequena, eu pensava que seria secretária. Eu era feliz no trabalho! Já crescida, eu tinha dúvida entre duas profissões: psicologia e jornalismo. Escolhi a segunda opção e não fui muito bem sucedida. Eu tinha uma visão romântica da profissão. E por ter um pai jornalista, isso reforçava meus sentimentos. No fim, nunca exerci a profissão, embora tenha sempre trabalhado no ramo editorial e feito alguns freelas, o que talvez não me deixa cair numa frustração.

Mas a verdade, é que quando somos crianças, não pensamos no trabalho como algum ruim. Nem imaginamos que um dia estaremos torcendo para hora passar rápido para então chegar ao fim do expediente.  Só quando crescemos temos uma visão real do que é trabalhar. É responsabilidade na veia. Muitas vezes é chato pra caramba. É como tudo na vida. Não é perfeito, mas também não é a pior coisa que pode nos acontecer. Percebo que muitas pessoas não gostam do que fazem. Outras vivem insatisfeitas com o seu trabalho. Tem as que trabalham e odeiam. Já falei aqui que adoraria passar mais tempo com meus filhos, mas eu não conseguiria parar de trabalhar, por exemplo. Eu não me vejo cuidando da casa e das crianças. O trabalho me completa. E por vários motivos.
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23 maio 2016

A vida pós licença maternidade

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

A licença maternidade é um período sabático da vida profissional, é exaustiva, mas também é uma pausa maternal deliciosa

Vertical shot of a woman being deep in thought

Quando estamos grávidas idealizamos a licença maternidade e a esperamos como se fossem férias – mesmo achando ruim quando alguém se refere à licença maternidade como férias. Licença maternidade está longe disso. Trabalhamos igualmente, mas para uma causa maior. Ficamos longe do cotidiano profissional, porém somos envolvidas por outro tipo de rotina. É inexplicável tudo o que se passa conosco nesse período. Mas quero falar da vida pós licença maternidade. Após um período curto de 4 meses, precisamos nos adaptar à vida real. Nova, a vida já é desde quando o bebê nasceu, mas a realidade vai mudando a cada período. A mudança mais radical é quando a mãe tem que voltar ao trabalho. Começa aí uma adaptação para a vida funcionar. Eu lembro exatamente como foi essa moldagem com a chegada do Benjamin e agora vivo com a Stella.

Há 5 meses voltei ao trabalho, nos primeiras semanas é tudo maravilhoso. Você volta a se relacionar, ver as coisas acontecerem, se sente em movimento, volta a se sentir parte do mundo, a conversar de outros assuntos. Só que é um mundo diferente. Com o passar do tempo, você percebe que nem todo mundo vive a mesma realidade que a sua, as conversas, embora não sejam de filhos, fraldas e melhor pomada para assadura, nem sempre são tão interessantes, faltam coisas em comum. O assunto acaba sendo sempre o mesmo, na maioria das vezes: trabalho. A correria do dia-a-dia profissional passa a te consumir, cada vez temos menos tempo para pagar as contas com calma, marcar um médico, ler uma notícia, uma revista, estabelecer horários e por aí vai…
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06 maio 2016

Grupo Boticário – Beleza é colocar em prática nossos valores

Fui convidada pelo Grupo Boticário para conhecer a sede principal, em Curitiba. A proposta foi conhecer os benefícios diferenciados que a empresa oferece para mães e gestantes. Foi uma oportunidade ímpar onde vi que beleza mesmo é colocar em prática nossos valores.

 

grupo boticário-6 (7)

Ontem, embarcamos eu e Lelê, do blog Eu, ele e as crianças, à Curitiba para conhecer o Programa de Gestante e todos os benefícios que o Grupo Boticário oferece para seus funcionários. É algo singular e até emocionante de ver. Eu não conhecia a história surpreendente de O Boticário. Seu fundador, o farmacêutico Miguel Krigsner, começou com uma batedeira de bolo, produzindo 1kg de creme que dava para encher 33 potinhos de 30ml cada. Em 1977, ele criou uma farmácia de manipulação O Boticário e, em curto espaço de tempo, transformou sua farmácia em um negócio com nível financeiro estratosférico e um dos maiores grupos de beleza no mundo. Referência em vários setores, o Grupo Boticário é formado pelas marcas: O Boticário, Eudora, Quem Disse Berenice e The Beauty Box. A empresa é hoje, a maior rede de franquias e negócios do mundo e uma das mais destacada pelo Ministério da Saúde por seus benefícios e programas destinados às funcionárias mães e gestantes.
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30 mar 2016

A volta ao trabalho: a importância do aleitamento

O aleitamento materno é muito importante. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha.

Aleitamento

Imagem Google

As dificuldades existem, mas estão aí para serem ultrapassadas. Amamentar tem seus obstáculos desde o nascimento do bebê. É o mais barato e fácil em termos financeiros e de praticidade quando se pensa em toda logística do que precisa ser carregado quando um bebê já não mama mais no seio. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha. Amamentar mesmo com o retorno ao trabalho é possível, mas exige mais informação, estímulo, dedicação e, principalmente, apoio.

O cenário perfeito seria a mãe conseguir 6 meses de licença maternidade para então amamentar durante esse período. Como vimos essa não é uma realidade para todas as mulheres, mas existem recursos que podem contribuir para o aleitamento exclusivo até os 6 meses de idade do bebê. O pediatra Dr. Moisés Chencinski, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador do movimento #euapoioleitematerno, é um defensor do aleitamento materno e indica a doação de leite como alternativa para as mães que voltam ao trabalho cedo. Segundo ele, o Brasil tem uma das mais reconhecidas Redes de Banco de Leite Humano do mundo, no entanto não existe leite em quantidade suficiente para suprir as necessidades. “Isso ocorre porque aqui, ainda não temos a cultura da doação de leite. Se as mães passar a “doar” o seu leite para o próprio filho, armazenando-o de acordo com as recomendações, poderia usá-lo quando fosse necessário (após a volta ao trabalho)”, explica o pediatra. Isso é possível porque o leite materno quando armazenado no congelador, pode ser consumido em 15 dias.
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29 mar 2016

A volta ao trabalho: amamentação e empresas no Brasil

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, é a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

amamentação

O “apoio” da lei trabalhista

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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28 mar 2016

A volta ao trabalho e as dificuldades para amamentar

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

A volta ao trabalho após a licença maternidade costuma ser dolorosa e traz inúmeras angústias para milhares de mães brasileiras. Não é fácil ter que se separar do bebê para voltar à rotina profissional. Esse retorno envolve várias escolhas difíceis, como por exemplo, sob os cuidados de quem o bebê ficará na ausência da mãe ou como seguir amamentando.

Volta ao trabalho

Imagem do Google

Com a volta ao trabalho, surgem muitas dificuldades para continuar a amamentação. Começa pelo período de licença maternidade. O Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. A realidade é que apenas 9% das mães seguem essa recomendação. Os motivos são inúmeros, entre eles estão:

  • obstetras que não falam de aleitamento materno;
  • maternidades que não apoiam e pediatras que não estimulam o aleitamento;
  • licença-maternidade de 4 meses (120 dias);
  • licença-paternidade de 5 dias;
  • falta de salas de apoio nas empresas para coleta e armazenamento do leite;
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12 jan 2016

Licença maternidade não é férias

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

licença maternidade

Imagem do Google

Existe uma falsa ideia de que licença maternidade é um período de descanso, algo idêntico a férias, já que a pessoa fica um período afastada da empresa, sem praticar as atividades profissionais. Nós mesmas, quando grávidas, fazemos genuinamente planos para os meses que ficaremos em casa. Vou organizar os armários da cozinha, praticar um hobby, passear, aproveitar a piscina, encontrar as amigas, ler aqueles 10 livros empoeirados há um ano na cabeceira, assistir todos os filmes vencedores do Oscar 2011,  2012, 2013, 2014 e, lógico, 2015… e mais uma lista infindável de coisas que, sinto informá-la, não serão feitas na sua licença maternidade.

Quem já tem a experiência de um filho, tem uma expectativa menor sobre o que conseguirá fazer na licença maternidade (e pode até ser que consiga fazer 2 ou 3 itens da lista) e se incomoda demais com a falsa ideia das pessoas sobre o que significa a licença maternidade. Você passa o último trimestre da gestação sem poder reclamar que está cansada, por exemplo, do trabalho. Ouve-se o tempo todo as pessoas dizerem “ah, mas logo você ficará um bom tempo em casa descansando e eu que continuarei trabalhando”. Obviamente essas pessoas não tiveram filhos e não tem a menor ideia da vida após o nascimento de um bebê. Então, você respira fundo, pois compreende, se essa pessoa não tem filhos, ela não sabe o que está falando. Mas esses comentários se tornam frenquentes durante a gestação e, inclusive, na licença maternidade há quem pense que você não faz nada e pede favores acompanhados de frases assim “você podia ver isso já que está em casa e tem mais tempo”. Imagina uma puerpéria ouvir isso. Então, dá vontade de matar o ser humano.
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23 jun 2015

Como contar ao chefe que você está grávida

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade, Trabalho

No trabalho, uma pessoa é fundamental saber sobre sua gravidez: seu chefe! Como contar ao chefe?

Como contar ao chefe

Imagem Google

Não sou a favor de sair espalhando por aí logo que sabemos a notícia da gravidez. Eu prefiro um pouco de cuidado e sigilo. Mas algumas pessoas precisam saber o quanto antes: o marido, os futuros avós, tios e o…chefe. E como contar ao chefe sobre a gestação?

Soube da gravidez logo no início e uma semana após a descoberta eu já apresentava sinais claros de que passaria mal, como a famosa náusea matinal. Então, antes que ficasse mais tempo no banheiro do que na minha mesa de trabalho, resolvi contar logo ao meu chefe. Além disso, tinha outro fator decisivo, empresas grandes ou pequenas, sempre podem rolar fofocas. Embora não tivesse contado pra ninguém do meu estado interessante, um dos meus receios era a notícia da minha gravidez chegar aos ouvidos do meu chefe por meio de algum telefone sem fio. Queria que ele soubesse da notícia por mim.
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14 nov 2012

Trabalho x maternidade

por
Gabi Miranda

Na Mídia

Dia desses participei do brunch da campanha “Culpa, Não!” Confesso: havia pego certa bronca da campanha porque encontrava só depoimento negativo, de mães com uma carga de culpa bem grande.

Mas aí fiquei sabendo que nesse mês o tema era trabalho x maternidade. Na mesma hora fui conferir e enviei meu depoimento, nesse caso, assim como nos últimos temas, faço parte do lado das mães sem culpa. E esse assunto me interessava bastante.

No evento pude conferir que tinha formado uma opinião errada sobre a campanha. Tem mãe culpada e mãe sem culpa – que é o meu caso. Não digo sem culpa nenhuma. Mas com relação ao tema do mês: trabalho x maternidade, minha culpa é zero. Obviamente, no fim da licença maternidade sofri, senti culpa, mas as coisas se encaixaram e se resolveram.

Eu me incomodo um pouco com tantos depoimentos negativos, isso em geral na blogosfera, e não só o que via na campanha: mãe que dá papinha e sente culpa, mas não muda; mãe que não conseguiu amamentar e também sente culpa, comparação entre mães; mãe que julga a outra que fez parto cesárea (ou o contrário), mãe que quer ser perfeita, mãe que se sente mais mãe, o meio, etc… Não serei hipócrita, acredito sim que existam mais ou menos mães e pais, mas porque desempenham seus papéis com irresponsabilidade, não se entregam totalmente ou porque simplesmente não assumem as responsabilidades que exige a maternidade/paternidade. Clique e continue lendo!

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