22 fev 2016

Batismo: por que batizar o bebê e como escolher padrinhos

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Destaque, Filhos

Batismo é um rito de passagem, de purificação e consagração praticado em vários grupos, religiosos ou não, onde se destacam os cristãos.

batismo

Batismo. Na prática não tenho nenhuma religião. Marido também não e antes do batismo da Stella, ele ficava me perguntando “então por que batizar?“. Respondia brincando “batizei o Benjamin, não vou deixar o outro filho sem batizar“. A verdade é porque eu acredito que não depende de religião. Depende do que cada um leva ao coração. O que eu acho importante é ensinar aos meus filhos que eles tenham fé.

É preciso ter fé para enfrentar a vida, os desafios, os nossos medos, as dores, para não desistir e seguir adiante. Fé é força, é combustível, é fonte de energia. É importante ter fé na vida, fé no ser humano, em si mesmo, fé em Deus independente de qual nome ele carrega. Deus, Allah, Buda, Jeová…Importa ensinar a respeitar e ter tolerância com as diferenças e/ou escolhas dos outros.
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17 fev 2016

Política também faz parte do maternar

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Política também envolve nossos dilemas maternos

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Já faz um tempo, revelei para o meu pai que não gostava de política. A verdade é que não estudo a respeito e não me sinto à vontade para entrar numa discussão sobre o assunto. As informações que tenho são baseadas em conversas com ele, outras que leio ou vejo na TV. Além de não ter tanto embasamento, não entro em rodas de conversas com esse tema porque não curto o tom e o lado para o qual as pessoas levam o assunto. Política gera mal entendidos, desrespeito (afinal, poucos respeitam e ouvem de coração aberto a opinião do outro), leva até a fim de relacionamentos. Refletindo esses dias sobre a maternidade e tudo o que ela acarreta, descobri que, de certa forma, gosto de política, afinal maternar também é fazer política.

Toda mulher exerce e acumula várias funções quando vive o papel de mãe, consequentemente também pratica política. Estamos a todo tempo fazendo escolhas: o que comprar para dentro de casa, como alimentar a criança, para qual escola ela vai (e como irá), se vai assistir TV, quanto tempo e que cultura vai consumir. A mãe é a grande responsável e idealizadora das mudanças na organização da vida familiar. Estamos preocupadas com a igualdade de gêneros, com o mercado de trabalho, o juros alto, com a educação, religião, com a segurança mundial, com a lancheira e obesidade infantil, com o Zika Virús, com consumismo consciente, com a separação do lixo, com o meio ambiente, com as relações, em como lidar com as frustrações de nossos filhos, em ajudar o próximo, em melhorar o mundo. Estamos preocupadas em participar de debates que contribuem para uma sociedade melhor e de passar mais tempo com os nossos filhos.
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15 jan 2016

Sobre medo, dinossauro e coragem

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2015. Crédito: Pixar/Divulgação. Férias na telona. Filme O bom dinossauro.

 

Eu tenho medo“. Confessou-me Benjamin.

Mas você tem coragem“. Afirmei.

Tenho“.

Você sabe o que é coragem?”, questionei.

Ué, é quando a gente tem medo, mas vai e faz“.

Benjamin tem apenas 4 anos, mas às vezes é como se eu falasse com um pequeno sábio. Parece-me ousado em suas teorias e cauteloso demais em suas ações. Vejo nele uma característica que sempre tive: medo. Dar pulos mirabolantes do sofá ou da cama para o chão, é com ele mesmo. Mas se aventurar nos brinquedos de um parque, nem pensar. Balanço, trepa-trepa, gangorra só sentiram o calor das mãos e a insegurança de Benjamin. Como mãe fico sempre na dúvida se devo encorajá-lo ou obrigá-lo a fazer algo que sente medo, para ver se ele enfrenta.

Não tem problema sentir medo, a verdade é que precisamos senti-lo, por razões até de sobrevivência. O reflexo do medo nos paralisa em determinadas situações, o que de certa maneira é ótimo, afinal, sem medo, teríamos todos uma vida louca, imbecil e quiça curta. Imagina, se toda criança não sentisse medo e saísse por aí colocando a mão na jaula de um tigre. Precisamos do medo para nos proteger dos perigos. Seja criança ou adulto, o medo sempre vai existir, algumas vezes mais forte, em outras nem tanto.
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06 jan 2016

Metas: 18 perguntas para ajudar na realização dos objetivos

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

metas

Ideas backgrounds

Eu disse aqui que um dos meus objetivos principais esse ano, é trabalhar minha espiritualidade, buscar a evolução da minha fé, ser uma pessoa otimista e isso inclui ser feliz todos os dias. Esse aperfeiçoamento, além de ser para que eu possa ter uma vida plena, é principalmente, pelos e para os meus filhos, minha família. Um ponto crucial para me manter otimista, por exemplo, é não reclamar. Fazemos reclamações constantes de coisas pequenas e considero isso um dos maiores sabotadores da nossa energia, produtividade e bem estar. Portanto, um dos meus maiores desafios do ano novo é eliminar os comportamentos, atitudes e crenças negativas e limitadoras que possam me boicotar. Para isso, tracei duas metas para me ajudar a combater esses infratores.

A primeira: anotar, religiosamente todos os dias, um motivo para sorrir e para agradecer. Pode ser algo que vi na rua, algo bom que aconteceu, uma música, uma lembrança, enfim, não importa o tamanho do que seja ou tenha acontecido. O que vale é o sentimento bom que aquilo me causou, o sorriso que me fez soltar.
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29 jun 2015

O que um recém nascido precisa

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

O que realmente um recém nascido precisa?

recém nascido

Todo mundo tem me perguntado: o quarto já está decorado? O enxoval está pronto? Já tem bolsa de maternidade? Já mandou fazer a lembrancinha? Você já tem tudo o que um bebê precisa? Escuto essas perguntas meio sem saber o que responder para não parecer uma mãe desleixada. Vejo as redes sociais cheias de quartos de bebês, decoração, lembrancinhas, listas de enxoval e do que levar para a maternidade, bolsas… Fico até zonza. Fico a me perguntar: o que realmente um recém nascido precisa?

É claro que quando fiquei grávida do Benjamin me preocupei infinitamente com coisas que hoje percebo serem desnecessárias. Primeiro filho, mãe inexperiente! Nos deixamos levar por todas as pesquisas que fazemos de lista disso e daquilo. E acreditamos que um recém nascido precisa de tanta coisa. Já nessa segunda gravidez eu realmente estou mais desencanada. Não comprei nada, exceto um body e uma meia aqui, um mijão e um macacão ali. Tenho algumas roupinhas que foram do Benjamin, todas as mantas dele e achei suficiente. Berço é o mesmo que foi do Benjamin – que agora está dormindo de forma a La Montessoriano e está adorando. Não vi a necessidade de comprar um novo. Temos uma cômoda que também era do Benjamin e estava inutilizada em casa. É onde estou guardando as coisas do bebê e onde será o trocador, assim como foi com o Ben.
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02 jun 2015

Limite: caminho para a construção da autonomia

por
Gabi Miranda

Comportamento, Educação, Filhos

limite

Imagem Google

Mês passado, junto de outras blogueiras da rede Hubme, participei de um encontro super rico e construtivo, com o time do Educacuca. Foi um bate papo incrível que rendeu boas reflexões e já estou ansiosa para o próximo. O tema da nossa roda de conversa, mediado pela psicóloga Waleska Pontes e a pedagoga Silvia Zerbini, foi Limite: caminho para a construção da autonomia. 

Uma das nossas maiores dúvidas como pais é como educar melhor nossos filhos e como fazer isso com amor, limite e ao mesmo tempo dar autonomia aos pequenos. Sim, porque limite é bom, imprescindível e não deixa de ser amor. Autonomia também é bom, também é amor, porque é a partir dela que a criança aprende que tem capacidade de gerir a própria decisão, e, como pais, precisamos permitir que a criança experimente e vivencie coisas novas mesmo que isso posteriormente signifique algum tipo de frustração. Não podemos superproteger nossos filhos com medo de que algo ruim possa acontecer se ele vier escolher algo novo. Precismos desejar que nossos filhos tenham capacidade para fazer boas escolhas para si mesmo e eles só aprenderão isso se deixarmos. Como disse a psicóloga Waleska, educar é acolher e soltar.
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08 maio 2015

Perdi minha mãe e aprendi a sentir gratidão

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desabafo, Maternidade

perdi-minha-mae

Minha mãe seguia a filosofia da Sei-cho-no-ie. Uma das máximas dessa religião é agradecer e ser grato, principalmente aos antepassados. Então, além da fé que ela possuía, minha mãe sentia muita gratidão pela vida e pelas pessoas. Vivia dizendo que tínhamos que ser gratos pelos pais que tínhamos. Hoje eu entendo mais o que ela queria dizer com isso.

Uma vez li um texto de Eugênio Mussak, na revista Vida Simples, no qual ele explicava que existe uma diferença entre agradecimento e gratidão. Agradecer tem a ver com ato e educação, claro é nobre e fortalece as relações. Mas gratidão “é um sentimento, algo que se carrega no peito, que pertence à pessoa como um valor, uma filosofia de vida”.

Quando perdi minha mãe, aprendi algumas coisas. Após um ano da morte dela, sinto-me feliz e com o peito cheio de gratidão. É claro que morro de saudades e tem dias que sinto vontade de chorar de tanta falta que ela me faz. Já fiquei deprimida me achando uma bosta de filha por estar me sentindo feliz em tão pouco tempo após sua morte. Mas imagino que minha mãe queira me ver bem. A minha felicidade no momento, vem de encontro com o meu sentimento de gratidão. Ando feliz com a vida, essa que foi me dada pela minha mãe. Feliz com a pessoa que me tornei, com a família que construí e tudo isso tem o dedo dela.
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04 maio 2015

Chá de bebê da família bossa

por
Gabi Miranda

Uncategorized

E aqui nosso chá de bebê foi um niver-chá-fraldas. Meu aniversário caiu este ano num sábado e decidi juntar o útil ao agradável. Então, no último dia 25 fizemos uma comemoração para celebrar duas vidas: a minha e a do novo membro da família que está a caminho. Estava empolgada como não imaginei que ficaria novamente para comemorar um aniversário. Durante semanas, fiz questão de cuidar de todos os detalhes com a ajuda digníssima do marido. Até tema teve: nuvens! Porque céu e nuvens marcam um pouco do sentimento desse meu momento – leveza. Sim, depois de um ano de tormenta, é assim que me sinto, leve. Em meu peito está morando um sentimento de gratidão pela vida, pela paz que reinou em meu coração, por essa dádiva que é carregar um ser no ventre, por ter pessoas tão queridas e especiais por perto.

Não podia ser uma festa enorme até porque não tínhamos espaço e dinheiro para tanto, mas não podiam faltar as pessoas mais especiais da minha vida, as que fizeram de alguma forma parte desse ano torto e maluco, que me deram ombro para chorar, forças para seguir, que compartilham comigo histórias sobre a mesma perda que tive, que me abraçaram de alegria quando contei sobre a gravidez, que esticaram saquinho para eu vomitar (Rá!), que fazem eu perceber o quanto a vida é bonita e vale a pena. Então, reuni 40 e poucas pessoas, entre amigos e familiares, para uma tarde deliciosa regada de crepes e muito, muito amor. A felicidade estava estampada no meu rosto e minha amigona Mislene, com sua delicadeza, conseguiu captar e registrar isso em suas maravilhosas fotos – presente que me emocionou muito ao ver. Agora compartilho algumas dessas imagens desse dia de festa e alegria.
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10 fev 2015

Vou ganhar um irmãozinho

por
Gabi Miranda

Bebê, Comportamento, Filhos

Uma pergunta constante e que me deixa feliz – sinal de que se preocupam com o primogênito – é a seguinte: “como Benjamin está reagindo, gostou de saber que vai ganhar um irmãozinho (a)?”. Respondo que foi ele o portador da notícia. Duas semanas antes de confirmamos a gravidez, Benjamin foi até meu quarto onde me encontrou deitada e afirmou “mamãe, tem um neném aqui na sua barriga”.

Nos dias que se passaram, essa afirmação foi virando algo constante. Ele falava até publicamente, o que me deixava um pouco sem graça (devo estar acima do peso, né?!). Numa visita ao meu ginecologista para levar exames de rotina que havia realizado, Benjamin que me aguardava na sala de espera com o pai, ao me ver sair da sala do Dr., perguntou ao médico “cadê meu irmãozinho?”. Todos rimos e o doctor respondeu “é cara, eu também estou achando que já está aí na barriga da sua mãe”.
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13 nov 2014

Precisa-se de mais delicadeza e gentileza

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Hoje, dia 13 de novembro, é dia da gentileza. Convido os meus leitores a dedicar, diariamente, pequenos gestos de delicadeza. Consequentemente, ser exemplo para nossos pequenos.

gentileza

É preciso construirmos um tempo de delicadeza.
Esse tempo envolve nos dedicar mais a ouvir.
Falar menos da vida alheia.
Conhecer o outro.
Respeitar.
É preciso produzir delicadeza.
Olhar nos olhos.
Elogiar.
Ser mais generoso.
Divulgar pequenas e nobres palavrinhas.
Oi.
Bom dia.
Boa tarde.
Boa noite.
Sim.
Desculpe.
Obrigada.
É preciso fortalecer os relacionamentos.
E disparar sorrisos de gentileza.
É preciso com urgência construirmos um tempo de delicadeza. 🙂

Leia também: por mais conversas melhores

 

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