21 fev 2014

Para Gabriela: Primavera e Benjamin

por
Gabi Miranda

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selo_2anos

Felicidade é pouco pra descrever meu sentimento. Então ter filhos é isso?! Se emocionar porque seu filho sorri pra você, vontade de ficar abraçado a vida toda, ficar entregue a um ser tão pequeno, zelar seu sono, sentir que você mudaria o mundo por ele… É isso ser feliz?! Ou é amor?! Uma mistura de tudo isso e mais um pouco?! Eu sei que todos os dias tenho acordado com o peito cheio de amor (além de muito leite). Meu Ben está me tornando uma pessoa melhor. Ser mãe é edificante.

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Texto escrito em 26 de setembro de 2011, Benjamin estava com 3 meses de vida.

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19 fev 2014

Exigências e alternativas na hora das refeições

por
Gabi Miranda

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“As pessoas se comunicam melhor quando comem: as reuniões e festas são sempre acompanhadas de alimentos e bebidas, que nos dão prazer, nos relaxam e permitem um bom diálogo e o interesse pelo outro. Nos reunimos em um bar para conversar ou almoçarmos para fechar negócios. Recebemos as visitas com uma comida gostosa ou compartilhamos uma bebida com os amigos. Comer não é apenas uma questão alimentar, mas uma forma de estar com os demais”. (Laura Gutman)

Tenho escutado com certa frequência, nos horários das refeições, que mimo o Benjamin e faço tudo o que ele quer. Isso porque costumo aceitar com facilidade o fato dele não querer comer naquele exato momento.

Na infância, nunca gostei de ser obrigada a comer, permanecer à mesa até comer tudo, era um fardo, principalmente, quando esse tudo era um copo de leite. Não é a toa que quando me vi na condição de autônoma da minha vida alimentar, nunca mais ingeri um gole de leite. Clique e continue lendo!

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19 nov 2013

Qual o segredo dos pais franceses? (parte 2)

por
Gabi Miranda

Livros

As mães francesas não se importam com o tipo de parto que terão. “Na França, o modo como você dá à luz não insere você em um sistema de valores nem define o tipo de mãe que você será. É, de um modo geral, um meio de tirar o bebê em segurança do útero e colocar em seus braços.” Acho interessante esse ponto de vista quando penso o quanto as mães de parto cesárea são “condenadas” por sua escolha. É claro que tem casos e casos. Tem as mães que marcam mesmo o parto como se fossem no salão de beleza. Tem as mães que simplesmente sentem medo.  As que não tem conhecimento nenhum sobre o assunto. E tem aquelas que precisam fazer cesárea por necessidade, que foi inclusive o meu caso, e preferem sentir a certeza de que logo estará com o bebê em seu colo e em segurança.

Bebês/crianças franceses são alimentados em horários certos. Existe um planejamento para as refeições, logo as crianças não comem fora de horário. Os finais de semana aqui em casa são tão irregulares que cheguei até a sentir vergonha disso. Mas o que mais me chamou a atenção nessa área é que, na França, não existe frescura na alimentação. Logo que introduzem os alimentos na vida dos bebês, os fazem experimentar todos os alimentos, numa variedade invejável e, detalhe, não começam a alimentação do bebê com grãos sem gosto, sabor e cor.
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18 nov 2013

Qual o segredo dos pais franceses?

por
Gabi Miranda

Livros

livro crianças francesas

Quando comecei a ler “Crianças Francesas não fazem manha” me identifiquei de cara. Primeiro porque os pais franceses não se ajustam à chegada do bebê, acontece justamente o contrário. Aqui em casa tratamos de fazer o Benjamin se acostumar com barulhos, luz, inclusive com os ambientes que frequentávamos – desde cedo ele nos acompanhou para todo canto, claro, sempre com muito bom senso.

Segundo, porque as crianças francesas dormem a noite inteira a partir de seis semanas de vida. Benjamin levou exatamente cinco semanas para passar a dormir a noite toda, sem interrupções. Dormia por volta das 22:00 e acordava só às 9:00 para mamar. Mas no primeiro mês senti na pele o que todas as recém mães sentem.

Além disso, aprendi e passei a aplicar desde cedo a pausa – como chamam os franceses. Mas não foi uma técnica que aprendi lendo algum livro, foi na prática mesmo. Quando ouvia Benjamin resmungar, dar um suspiro ou até mesmo choramingar, não saía correndo para acudi-lo. Eu esperava um tempinho antes de atender ao seu chamado. Isso porque muitas vezes o bebê pode estar dormindo ou voltar a dormir sozinho – geralmente eles fazem mesmo muitos movimentos enquanto dormem.
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01 nov 2013

Estamos de mudança

por
Gabi Miranda

Livros, Uncategorized

 A mudança em si é um ato, um evento, algo físico, geográfico. A transição é um processo, uma passagem de um lugar para outro, de um estado de espírito para outro. E isso requer adaptação, já que exige deixar algo para trás e começar algo novo….

O grau de dificuldade de adaptação depende da relação entre as culturas, da personalidade de cada integrante da família, do modo como a mudança é enfrentada, do grau de estabilidade familiar e da recepção do novo contexto.

São muitas as dificuldades na mudança de uma família de um lugar para outro, especialmente quando há filhos. A tendência é levá-los como se fosse parte da mobília da casa. Porém, é importante que eles façam parte de todo processo de mudança, para que a transição seja mais fácil. Afinal, quando os filhos não vão bem, a família também não o vai.

A mudança pode ser uma oportunidade ímpar para a família se unir, reavaliar a dinâmica da vida, olhar para trás e rever as boas memórias, bem como olhar para frente com expectativa e esperança.

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08 out 2013

Consumismo – existe meio termo?

por
Gabi Miranda

Dinheiro, Maternidade

Dia das crianças chegando (Natal logo mais), lojas de brinquedos lotadas e mais uma vez veio à tona a questão do consumismo.

Ano passado, aproximadamente nessa mesma época, escrevi um post onde falei um pouco sobre o  assunto. Na época, levei essa pauta para ser discutida (de forma positiva) com o marido e com minha amiga Dani, mãe de dois, ambos publicitários. Os dois não concordavam muito comigo e nem eu com eles. Um ano depois, penso que minha opinião mudou um pouco e talvez aproxime-se do que eles tentavam dialogar comigo.

A minha opinião continua a mesma sobre as propagadas, os canais infantis, MAS penso também que na minha casa quem decide o que vamos “consumir” (leia-se: assistir)  somos eu e o marido e não uma criança de 2 anos. Eu não posso culpar a mídia, embora não concorde com algumas propagandas, por escolhas que devem vir de dentro da minha casa. Ou não? Posso estar errada…
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16 set 2013

Quintal e sua felicidade

por
Gabi Miranda

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Domingo de sol. Ao lavar o quintal me dei conta que nunca morei numa casa sem quintal. Tudo bem que as casas em que morei não tinham quintais como dos meus avós Roque e Biga, mas garantiram boas lembranças também.

Sempre sonhei em morar numa casa com quintal enorme, daquelas com mangueira (que dessem mangas bem docinhas), goiabeira (embora não goste de goiaba), árvores que pudessem ser escaladas e quiçá construir uma casa.

Um jardim com lindas flores: rosas, girassóis, violetas…

Um quintal que tivesse piscina, mas se não fosse possível, que fosse  espaçoso suficiente para montar uma piscina de plástico como minha mãe fez inúmeras vezes na minha infância. Nosso cachorro, com suas unhas, ia lá e furava a piscina durante a noite, mas isso não nos entristecia porque sempre tinha uma segunda opção: o banho de mangueira.

Sim, quintal deve ser espaçoso para um banho de mangueira, daqueles que fazem a gente sentir frio na barriga de tão gelada que a água parece estar num primeiro momento, daqueles que eternizam a infância. Clique e continue lendo!

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09 set 2013

O dia em que (re)conheci Deus

por
Gabi Miranda

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Ao ler o post Minha filha nasceu e eu briguei com Deus, da minha amiga Mãejestade algo ascendeu (de atingir determinada importância) dentro de mim.

Eu não tenho religião (e tenho dificuldade para falar a respeito), embora tenha casado na igreja católica e tenha batizado o Benjamin na mesma igreja. Sempre acreditei que existe algo muito maior que rege tudo a nossa volta. Acredito em vida após a morte e em outras vidas – prefiro acreditar nisso a ter que viver uma vida inteira pensando que quando eu morrer, serei enterrada cremada  e puft…acabou-se tudo.

Meu pai é ateu e minha mãe tem fé. Ela já teve todas as religiões possíveis até que se encontrou na Seicho-no-ie. É pra ela que recorro quando preciso que intercedam por mim. Simpatizo com o espiritismo, catolicismo e, principalmente, com o budismo – por muito tempo meu ídolo foi Dalai Lama e conservo vários livros que li dele.

Eu vivo dizendo que minha vida se divide em antes e depois do Benjamin. Parece óbvio, mas realmente sinto uma transformação não só comportamental, mas algo lá dentro de mim. Já me peguei diversas vezes falando “eu acredito nos seres humanos agora que tenho Benjamin; depois dele passei a agradecer mais”; e assim por diante. Clique e continue lendo!

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27 ago 2013

Por um mundo melhor #sem trabalho infantil

por
Gabi Miranda

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Ontem foi realizado o IV Encontro Internacional sobre trabalho Infantil e o Bossa Mãe esteve lá para conferir um dos maiores problemas que afetam o Brasil: o trabalho infantil.

Aberto pela Françoise Trapend, presidente da Fundação Telefônica Vivo, o evento tem como principal objetivo alertar contra o trabalho infantil – “o assunto mais invisível do país”, disse Françoise.

Fiquei super feliz com o convite e principalmente em ter participado. Esse é um tema importante  e que está diretamente ligado com meu desejo de um mundo melhor. Falando de crianças carentes, por exemplo, dói meu coração vê-los serem explorados por adultos, sendo obrigados a trabalharem vendendo balas ou panos de prato nos faróis, em portas de restaurantes.

Comecei a trabalhar muito tarde e talvez porque naquela época nem tinha a opção de Aprendiz, como encontramos em algumas empresas atualmente – adolescente pode trabalhar nessa condição.

O que caracteriza o trabalho infantil? Para a OIT (Organização Internacional do Trabalho), é qualquer atividade econômica  exercida por crianças com menos de 12 anos, bem como funções exercidas por jovens abaixo de 18 anos, enquadradas em tarefas que em geral afetam a saúde mental e física do adolescente. Clique e continue lendo!

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14 ago 2013

Chegou a hora da vistoria no apartamento

por
Gabi Miranda

Organização, Terapia do lar

Em janeiro desse ano, anunciei aqui a VENDA da casa em que moramos e falei da nossa aquisição: a casa o apartamento próprio.

Pois é, 7 meses se passaram, a casa ainda está a venda e nós ainda moramos nela.

A novidade é que estamos bem próximos de nos mudarmos. Dias atrás numa ligação, isso ficou evidente. Era chegada a hora da vistoria do apartamento.

Pode parecer bobo, mas gente, ninguém tem noção da ansiedade, alegria e emoção que tomou conta de mim. Tudo junto e misturado. Data e horário marcado estávamos os três lá: eu, Marido e Benjamin. Ah, a Ana, arquiteta também.

Quando vi Benjamin andando pela área da piscina, quadra de futebol, quase tive uma parada cardíaca causada por forte emoção. Ok, exageros a parte, fiquei bem emocionada. Uma sensação de tarefa sendo cumprida. Porque agora, depois do meu Ben na minha vida, é diferente o sonho da casa própria. É por ele, é para ele.

Ao entrar no apartamento….sei lá, passou um milhão de coisas na minha cabeça – das quais vou registrando por aqui ao longo das próximas semanas. Clique e continue lendo!

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