02 abr 2018

Minhas prioridades para 2018, o que realmente importa pra mim

O ano começou, o primeiro trimestre já foi embora e como estamos? Estamos dando prioridade para aquela lista de metas que fizemos para 2018? Quando eu pensava em parar de trabalhar fora, pensava também nas mudanças que gostaria de fazer no meu estilo de vida. Minha intenção nunca foi parar de trabalhar fora para cuidar de casa e filhos. Eu queria sim mais flexibilidade e tempo para me dedicar as esses dois fatores, mas queria principalmente mudar meu estilo de vida, cuidar das minhas prioridades. Seria possível conciliar e atingir um potencial profissional, ter uma vida familiar harmoniosa e uma vida equilibrada? Detalhe: sem o acúmulo de estresse e ansiedade que se tem quando se trabalha fora.

Eu queria muito conciliar trabalho e vida pessoal sem aquela sensação que me consumia de cansaço, pressão, regras. Meu desejo era, e continua sendo, o de aproveitar meu tempo da melhor maneira possível, fazendo coisas que me deixassem mais feliz e satisfeita. Ser produtiva e não ocupada. Mas como? Como dar conta dos inúmeros compromissos profissionais e familiares, administrar uma enxurrada de informações, e-mails, grupos de whats, blog, redes sociais, vontades pessoais, estado de espírito, saúde, etc? Eu não dou conta de tudo e isso já descobri faz tempo. Nesses 5 meses empreendendo, trabalhando home office descobri outra coisa, o segredo é ter equilíbrio.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

23 mar 2018

A chegada de um irmãozinho

a chegada de um irmãozinho

Como ajudar os irmãos mais velhos a lidarem com a chegada de um irmãozinho, um novo bebê na família?!

Muitas crianças pedem um irmãozinho de presente, mas quando ele chega tudo o que ela quer é construir uma casinha de cachorro no quintal pro novo bebê morar lá, certo?

a chegada de um irmãozinho

É natural que a chegada de um novo bebê desencadeie uma série de comportamentos agressivos: bater, chutar, cuspir, morder – são sinais da frustração do irmão mais velho, que sente-se muitas vezes ameaçado pela presença de um novo membro na família. Embora isso seja perfeitamente normal, é importante que os pais sejam claros, reforçando que bater ou ferir o novo bebê não é permitido.

Além disso, comportamentos regressivos são muito comuns, como: a recusa de usar o banheiro quando a criança já está desfraldada, voltar a fazer xixi na cama, chupar o dedo, mudar a forma de falar para um jeito mais “de bebê”, demonstrar dificuldade de fazer tarefas simples sozinhas que antes eram rotineiras. Essa regressão é um meio para lidar e expressar a mistura de emoções que acontece quando um novo bebê invade sua casa.

Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

21 fev 2018

Lancheira Prática – dicas para montar lanche saudável para as crianças

Eu já disse aqui várias vezes que tenho muita dificuldade para montar a lancheira das crianças. E quando voltam as aulas, entro em pânico. Não sou muito criativa para pensar nos lanches e junta que o Benjamin é mais difícil para comer. Estou tentando mudar meus hábitos alimentares e consequentemente levar hábitos mais saudáveis para a vida das crianças também. E agora virou questão de honra, já que a ideia de parar de trabalhar fora, inclui me dedicar mais às crianças. Mas montar a lancheira nunca foi algo fácil pra mim e imagino que muitas mamães passam pela mesma sofrência. Agora tenho fé que isso vai mudar porque conheci a Nath, Chefe de Papinha. Aproveitando a volta às aulas, ela me apresentou a Lancheira Prática.

Trata-se de uma versão completa em PDF da apostila Lancheira Prática desenvolvida por ela com o intuito de ser um manual simples, fácil e acessível para ajudar as famílias nessa tarefa de montar o lanchinho de todo santo dia. Com essa apostila é possível aprender a compor uma lancheira saudável e gostosa com receitas práticas. Tem explicações sobre como o lanche precisa ser nutritivo e equilibrado, além de gostoso. Logo no início da apostila, a Nath comenta que para o preparo da lancheira funcione bem todos os dias e não seja um martírio, é fundamental organização e a utilização de material certo. Para isso, tem dicas e sugestões de lancheiras e utensílios.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

13 dez 2017

Sobre colunistas e primeira infância

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Um dos meus sonhos em relação ao blog, sempre foi ter a contribuição de um time de colunistas

colunistas bossa mãe

Outro dia, assim, sem mais nem menos, uma ficha caiu. Meu filho Benjamin, 6 anos e meio, está saindo da primeira infância. Ele veio me mostrar com a alegria genuína que só as crianças possuem, que tinha começado a escrever com letra cursiva. Aonde eu estava que não vi o tempo passar? Meu coração parou de bater por um segundo. Então me dei conta. Meu primogênito está saindo da primeira infância…

Se o Benjamin está saindo da primeira infância, o blog está entrando na mesma transição. Esse espaço aqui só é 6 meses mais novo que a inspiração dele. Lembro-me quando entrei nesse mundo completamente desconhecido que é a maternidade e quando resolvi escrever sobre ele. A ideia surgiu para compartilhar minhas experiências. Nós mães, com a chegada do primeiro filho, somos como o bebê. Observamos, exploramos e desejamos alguém para nos apoiar. De preferência alguém com quem a gente se identifique.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

06 nov 2017

Como se planejar para viver o sonho de maternar

como se planejar

Até outro dia, estava escrevendo sobre a volta ao trabalho após a licença maternidade. Ou dicas para ser feliz no trabalho. E cá estou agora, exercendo algo que desejei por quase dois anos. A tal liberdade para maternar. O pedido que mais escuto nos últimos dias é para compartilhar ideias de como se planejar para viver o sonho de maternar. Parar de trabalhar fora, curtir mais os filhos e quem sabe até empreender.

Segundo a pesquisa “Licença-maternidade e suas consequências no mercado de trabalho do Brasil“, da Fundação Getúlio Vargas (FGV), 48% das mulheres entre 25 e 35 anos, ficam desempregadas 12 meses após o início da licença maternidade. E isso acontece por dois motivos: ou ela foi demitida ou ela decidiu largar o emprego. Que as empresas não valorizam a mãe no mercado de trabalho, é uma verdade. Mas acontece muito das mulheres ao se tornarem mães, darem uma banana para o mundo corporativo. Porque você percebe que seu filho precisa muito mais de você em casa do que a empresa de você lá para faturar.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

7

comente!

02 out 2017

Como minimizar o consumo infantil

minimizar o consumo infantil

O dia das crianças está chegando e é inevitável a criança não cobrar um presentinho. Por aqui, estou no meu ritmo e no ritmo dos integrantes da família, tentando mudar nossos hábitos e valores em relação ao consumismo. Isso significa minimizar o consumo. Motivada por desejar o bem do meio ambiente, pelo estresse do emprego, pela busca de uma vida mais espiritualizada, por querer mais tempo de qualidade com meus filhos e, principalmente, por desejar ensiná-los cedo algo que aprendi recentemente, que ter coisas não faz de nós mais felizes ou mais bem sucedidos.

E aí que nessa época do ano, assim como no Natal, há um direcionamento absurdo de publicidade voltado para as crianças. E chove pedidos dos pequenos de brinquedos e objetos que eles não precisam. Basta olhar em volta da nossa casa. A minha tem um monte de brinquedos que meus filhos ficam sem pegar por semanas. Aliás, os brinquedos mais requisitados pelos meus filhos, são os mais simples. Mas ao ir numa loja de brinquedos, me surpreendem pedindo de tudo. E me assusta a velocidade e quantidade de brinquedos que surgem e os valores exorbitantes. Outro dia mesmo, vi uma boneca que custa R$500. Ao lado dela na prateleira imensa, tinha muitos acessórios que podiam acompanha-la: roupas, carro, cavalo, sorveteria, etc. Só um kit de roupa, custava R$150. Gente, nem pra mim eu compro uma roupa no valor de R$150!
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

25 set 2017

Como otimizar o tempo das mães que trabalham fora

otimizar o tempo das mães que trabalham fora

Muitas pessoas me perguntam como dou conta de tudo. Afinal, são dois filhos, marido, casa, cachorra, trabalho fora, blog, programa de TV, curso, hobby, etc. Pra começar eu não dou conta de tudo. Ser mãe de dois e trabalhar fora é um desafio e tanto na minha vida (e de tantas outras mães). Abro mão de fazer muitas coisas. Tenho hobbys que amo, como o scrapbook que acabo sempre deixando de lado. São muitas atividades diárias e aprendi que tenho que priorizar o que é importante. Três itens são essenciais na minha vida: minha família, meu trabalho e o blog. Então meu dia é meio que dividido entre eles. Adoraria ter horas a mais no dia. Como não tem, o jeito é tentar potencializar o tempo que tenho. Mas como otimizar o tempo das mães que trabalham fora?

Tem dias que eu só quero um tempo para sentar no chão e brincar com as crianças. Nessas horas, abro mão de tudo o que tiver pra fazer. Deixo o cesto de roupa suja cheio mesmo. Durante a semana, não dá tempo de fazer muita coisa, pois chego em casa por volta das 20:30. Se as crianças estão acordadas, dedico um tempo a elas. Se não estão, é o momento de fazer algo pra mim. E isso inclui até ficar sem fazer nada, assistindo TV – o que é raro, confesso, pois assistir TV sem um propósito me faz ter a sensação de desperdiçar meu tempo. Aos finais de semana, acordamos cedo e tenho o costume de praticar pela manhã todas as atividades domésticas para que eu possa ficar com o dia livre depois.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

18 set 2017

Desempregada nas férias – o jeito é vadiar

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

férias

Amo tirar férias. Ainda mais quando parece que vou surtar e as férias se tornam necessidade absoluta. E vou contar um segredo: volto uma casa quando penso em empreender e lembro que as chances de ter férias diminuem. É muito prazerosa a ideia de ganhar dinheiro durante um mês que você não vai trabalhar. Férias é momento de curtição remunerada. Mas… fiquei desempregada no último dia antes de sair de férias. Rá! O jeito agora é desencanar e vadiar nos próximos 30 dias que seriam minhas férias.

Vou viagem e tirar alguns dias de descanso. A viagem em si já é algo libertador pra mim. E fico contando as horas para chegar. Estou aqui pensando como foi difícil decidir o destino e como demorou pra chegar esse momento. Fechamos com muita antecedência e isso me faz lembrar o Leo Jaime outro dia dizendo que escolher o destino com antecedência é como saber se vamos querer transar todo dia às 11 da noite. Pois por mais que a ideia agrade, a gente nem sempre sabe se vai estar no clima. Faz sentido já que não sabemos como estará nosso humor no dia, na hora na semana (e se ficaremos desempregados). A dois dias para nossa viagem, estou bem animada. Afinal, o que não tem remédio, remediado está.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

30 ago 2017

Adaptação escolar na metade do ano – sobrevivemos, um mês de escola nova

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Sobrevivemos à adaptação escolar das crianças. Mudamos as crianças de escola na metade do ano (2017) e as aulas começaram no dia 3 de agosto. A primeira semana foi de muito sofrimento para a mamãe aqui. É incrível como sofremos e nos martirizamos criando expectativas que muitas vezes nem se tornam realidade (ainda bem!). O mal do adulto é essa bendita ansiedade que cresce com a gente. As crianças são bem menos ansiosas e quando demonstram esse sentimento, creio que tem um dedinho nosso. Contar hoje para a criança algo bacana que vamos fazer só no próximo sábado, faz sentido? Não muito, porque isso é que vai gerar nela o sentimento impaciente de chegar logo aquele dia.

Quando penso em toda a minha angústia da primeira semana, concluo o quanto fui boba. Pra ajudar, na época eu tinha acabado de ler e estava assistindo Big Little Lies. As crianças tem um poder incalculável de se adaptar aos ambientes e fazer novos amigos. No entanto, eu tinha dúvidas disso e procurei algumas alternativas para ajudar nesse processo. Na primeira semana de aula, soube que o Benjamin estava na mesma sala de um amiguinho do mesmo condomínio. Conversei com a mãe dele que prontamente já me indicou no grupo de WhatsApp das mães da turma. Fiquei o dia inteiro salvando “nome mãe de João” na agenda do celular e me sentindo grata por tanta tecnologia. Imagina, nossas mães não tinham nada disso na nossa época. Viva a tecnologia que de uma forma ou de outra aproxima as pessoas!
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

23 ago 2017

Ser mãe não basta pra mim

por
Gabi Miranda

Destaque

ser mãe não basta

Tem gente que não entende o que quero da vida quando falo que quero passar mais tempo com meus filhos, mas sem deixar de trabalhar. Até algum tempo atrás eu também não entendia. E não achava possível somar as duas coisas. Hoje tenho convicção de que ser mãe não basta pra mim. Eu não tenho a ilusão de que parar de trabalhar fora e cuidar dos filhos é sinônimo de felicidade. Basta um final de semana prolongado em tempo integral com filhos + casa para ter certeza de que ser mãe não basta pra mim. Não sei ficar em casa, embora tenha desejado muito isso nos últimos tempos.

E o que basta pra mim? Fazer o certo em doses que sejam boas para todos. Atualmente, meus filhos precisam de mim e eu preciso dedicar tempo a eles. Não só por uma necessidade, mas um desejo pessoal meu. Sinto que estou perdendo a melhor parte da vida deles. A relação mãe e filho é uma das mais poderosas, além de ser mágica. E como li outro dia, no blog Antes que eles cresçam, para acontecer a magia dessa relação você precisa estar presente.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

6

comente!

Página 1 de 21123456...Última