21 fev 2018

Lancheira Prática – dicas para montar lanche saudável para as crianças

Eu já disse aqui várias vezes que tenho muita dificuldade para montar a lancheira das crianças. E quando voltam as aulas, entro em pânico. Não sou muito criativa para pensar nos lanches e junta que o Benjamin é mais difícil para comer. Estou tentando mudar meus hábitos alimentares e consequentemente levar hábitos mais saudáveis para a vida das crianças também. E agora virou questão de honra, já que a ideia de parar de trabalhar fora, inclui me dedicar mais às crianças. Mas montar a lancheira nunca foi algo fácil pra mim e imagino que muitas mamães passam pela mesma sofrência. Agora tenho fé que isso vai mudar porque conheci a Nath, Chefe de Papinha. Aproveitando a volta às aulas, ela me apresentou a Lancheira Prática.

Trata-se de uma versão completa em PDF da apostila Lancheira Prática desenvolvida por ela com o intuito de ser um manual simples, fácil e acessível para ajudar as famílias nessa tarefa de montar o lanchinho de todo santo dia. Com essa apostila é possível aprender a compor uma lancheira saudável e gostosa com receitas práticas. Tem explicações sobre como o lanche precisa ser nutritivo e equilibrado, além de gostoso. Logo no início da apostila, a Nath comenta que para o preparo da lancheira funcione bem todos os dias e não seja um martírio, é fundamental organização e a utilização de material certo. Para isso, tem dicas e sugestões de lancheiras e utensílios.
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16 fev 2018

Dúvidas: como cuidar dos dentes do bebê

por
Gabi Miranda

Colunas, Saúde Bucal Infantil

Olá, mamães!

Vou começar nossas conversas com temas que sempre geram dúvidas.

Flúor em bebês:  É  recomendado que bebês e crianças utilizem pasta de dentes com flúor . Há alguns anos a recomendação fosse que crianças não utilizassem pasta de dente fluoretada até os 6 anos de idade,  porém isso mudou. O flúor da pasta de dente tem papel fundamental na prevenção contra o desenvolvimento da cárie dentária, doença que pode ser facilmente prevenida, porém ainda bastante comum. Portanto o flúor hoje é indicado a partir da erupção dos primeiros dentes. Este conceito mudou quando percebeu-se que não valia a pena que as crianças corressem o risco de ter cárie apenas para evitar que não tivessem a fluorose, que são manchinhas esbranquiçadas as quais podem aparecer nos dentes permanente quando há GRANDE ingestão de flúor na infância, pelo fato de eles estarem se formando nesta fase da vida.

E se meu filho engolir toda a pasta enquanto escova, não tem problema?

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02 fev 2018

Alimentação saudável – o caminho do meio, sem radicalismo

por
Gabi Miranda

Chefe de Papinha, Colunas, Destaque

alimentação saudável

Nos dias atuais, a busca pela alimentação ideal para os filhos parece ter se tornado um caminho de 8 ou 80. Ou você se torna radical e corta todas as guloseimas, industrializados e alimentos não orgânicos e todos te chamam de “xiita” ou “natureba”; ou você desiste de vez desse caminho e libera geral os industrializados e fast food para “deixar a criança ser criança” e todo mundo rotula você como uma péssima mãe.

Como Chefe de Papinha, percebo isso no dia a dia. Basta postar uma foto da lancheira da Gabriela com uvas compradas no supermercado e logo surge o comentário, “você tem coragem de dar uva sem ser orgânica para sua filha?”. Se mostro o café da manhã com pão e requeijão, vem a indireta: “fala em alimentação saudável, mas dá requeijão para a filha”. Na hora do almoço, o prato da foto tem carne picadinha com legumes, salada de alface e tomate, feijão e arroz branco. “Que absurdo dar arroz branco para uma criança” é a sentença que eu recebo.

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29 jan 2018

Essa história das metas para o ano novo

por
Gabi Miranda

Coach de Vida, Colunas, Destaque

Essa história das metas para o ano novo

Lembro como se fosse hoje. No início da minha carreira (lá por 1992…) tive uma chefe que um dia, voltando das férias de final de ano, me perguntou se eu tinha traçado as metas para o novo ano. Olhei para ela e, sem rodeios, falei que não. Nem havia me passado pela cabeça fazer isso. Ela insistiu que eu deveria fazer isso senão como iria evoluir na minha vida, carreira, etc sem traçar objetivos? Confesso que não dei atenção à sugestão e hoje, olhando para trás, não me arrependo da carreira e vida que fui construindo. O que sim, sempre tive claro era o que fazia sentido conquistar, dedicar esforço, energia e perseverança.

Então, para que serve essa história de metas quando o ano novo chega?

Primeiro, ao meu ver, a mudança de ano é uma formalidade. Não acredito que ao acordar todos os dias 1º de janeiro, com uma lista de metas vá fazer a diferença na sua vida.
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19 jan 2018

Casa organizada em 5 passos

por
Gabi Miranda

Colunas, Tudo Arrumado

Com a correria do dia a dia muitas pessoas não conseguem manter a casa organizada por muito tempo. Mas com alguns truques conseguimos deixar minimamente organizada.

A falta de tempo, às vezes até a preguiça, nos faz deixar as coisas espalhadas e fora do lugar, e a bagunça vai se acumulando. Mas com um pouco de disciplina é possível manter tudo em ordem, veja!

 

Dicas para manter a casa organizada

1 – Diga não ao excesso

A oferta por novos produtos aumenta a cada dia, mas o espaço físico da sua casa continua o mesmo. Se você não controlar o consumismo ou descartar com frequência algumas peças antes de adquirir outras, o excesso será cada vez maior e a bagunça também. A maioria das pessoas não usa tudo que tem, e às vezes nem se lembra que possui algumas coisas, ocupando o espaço com tralhas que poderiam ser descartadas.

2 – Desapegue

Mantenha em sua casa somente os itens que você realmente gosta, usa e que te fazem se sentir bem. Tudo que não serve mais, está fora de moda, ou já não faz o seu estilo, doe. Com certeza será muito útil a alguém. Além disso, você libera espaço para o novo e faz a energia fluir.
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12 jan 2018

Divórcio – como ficam os filhos?

Divórcio. O fim de um casamento tipicamente desencadeia uma onda de emoções nos adultos, incluindo raiva, tristeza, ansiedade e medo. Como os filhos ficam diante do fim do relacionamento dos pais?

divórcio

divórcio

A experiência do divórcio, que já não é fácil para os adultos envolvidos, pode se tornar devastadora para as crianças. Principalmente, quando elas se tornam alvo das disputas e depositário das frustrações dos pais.

Muitos casais evitam se separar por causa dos filhos, mesmo com o relacionamento conjugal arruinado. Manter um casamento por causa dos filhos é um dos erros mais frequentes que acontecem. Uma separação amigável é infinitamente melhor para uma criança do que uma convivência desarmônica e conflituosa.

É essencial que as crianças sejam comunicadas sobre o que está acontecendo. Mas as explicações e a quantidade de informações devem ser adequadas à idade e à capacidade de compreensão da criança. Não se pode pensar que ela não sabe que está acontecendo algo diferente, ou que não entende. Pode ser que ela não compreenda efetivamente o que é um divórcio, mas ela sabe que as coisas mudaram. Ela percebe e sente, e por isso tem que ser comunicada.
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05 jan 2018

Resiliência: é possível aprender a ser resiliente?

por
Gabi Miranda

Coach de Vida, Colunas, Destaque

É possível aprender ou ensinar a ser resiliente?

resiliência

aprender a ser resiliente

Muito se fala da importância da resiliência na vida e no perfil dos executivos de hoje em dia. Rhandy di Stefano,  presidente do ICI – Integrated Coaching Institute e meu instrutor na formação de Executive and Life Coaching em 2014, disse que a resiliência é considerada a competência número 1 para se obter sucesso sustentável na carreira. Ele também disse que existem evidências e estudos que demonstram que os jovens da geração Y e Millenials tem baixa resiliência porque não estão acostumados a se frustrar. Mas como aprender a ser resiliente?

Tanto a primeira informação quanto a segunda me deixaram curiosa, mas confesso que a segunda mais. Para entender mais sobre o assunto fui pesquisar e encontrei vários artigos com abordagens complementares considerando, por exemplo, se a pessoa nasce resiliente ou se esta característica de comportamento pode ser adquirida. Também encontrei estudos com grupos de adolescentes considerando diferentes variáveis para medir o “grau” de resiliência, como: nível sócio econômico, ambiente familiar, traumas, abusos, doenças mentais, entre outros.
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