03 maio 2018

Não se desespere se o seu filho não come

– João, está na mesa, pode vir almoçar.
– Não quero comer.
– Mas tem que comer, daqui a pouco é hora de ir para a escola.
– Mas eu não quero.
– Não tem não quero. É hora de comer.
– Eu não querooooooooooooooooo.
(…)
– Ana, você nem encostou na comida.
– Ana, para de brincar com a comida e coloca na boca.
– Ana, se você não começar a comer agora, vai ficar de castigo.
– Ana, JÁ MANDEI PARAR DE ENROLAR E COMEÇAR A COMER.
(…)
– Mãe, eu só quero o macarrão sem molho.
– Mas tem que comer tudo, Pedro.
– Eu só quero o macarrão.
– Come um pouco da cenoura, você vai gostar.
– Eu só quero o macarrão.
– E o brócolis? Você nem encostou nele.
– Eu só quero o macarrão, já falei.
– Ai, tá bom, come só o macarrão, então.

Atire a primeira pedra quem nunca viu alguma das cenas acima idênticas ou bem parecidas.

Chega a hora da refeição e mais parece o momento de tortura do dia. A criança irritada, a mãe e o pai cansados e também irritados, a criança parece provocar mais ainda, pai e mãe acabam brigando entre si. E nada do filho comer. Acontece com você também, quando seu filho não come?

Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

29 mar 2018

A guloseima pode esperar

por
Gabi Miranda

Chefe de Papinha, Colunas, Destaque

a guloseima

Sim, vai acontecer. Um dia o seu filho vai comer chocolate, jujuba, pirulito, bolo, brigadeiro. Vai chegar o momento de experimentar a bolacha recheada, a guloseima cheia de corante, o doce que é puro açúcar. Mas não precisa ser o quanto antes e você não precisa apressar essa apresentação.

“Se já vai comer mesmo um dia, por que esperar?”. Porque paladar não é algo que nasce pronto; ele é formado. A gente começa a pintar as primeiras nuances do paladar do nosso filho quando ele ainda está na barriga. Ele nasce e esse paladar segue sendo formado, inicialmente através do leite materno e depois, a partir dos seis meses, com a introdução alimentar.

a guloseima

As escolhas alimentares feitas na primeira infância serão determinantes na vida adulta e quem colabora para a formação desse paladar é quem apresenta os alimentos para o bebê. Se logo de cara ele conhece o sabor viciante e marcante do açúcar, a competição fica injusta para o sabor verdadeiro das frutas.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

21 fev 2018

Lancheira Prática – dicas para montar lanche saudável para as crianças

Eu já disse aqui várias vezes que tenho muita dificuldade para montar a lancheira das crianças. E quando voltam as aulas, entro em pânico. Não sou muito criativa para pensar nos lanches e junta que o Benjamin é mais difícil para comer. Estou tentando mudar meus hábitos alimentares e consequentemente levar hábitos mais saudáveis para a vida das crianças também. E agora virou questão de honra, já que a ideia de parar de trabalhar fora, inclui me dedicar mais às crianças. Mas montar a lancheira nunca foi algo fácil pra mim e imagino que muitas mamães passam pela mesma sofrência. Agora tenho fé que isso vai mudar porque conheci a Nath, Chefe de Papinha. Aproveitando a volta às aulas, ela me apresentou a Lancheira Prática.

Trata-se de uma versão completa em PDF da apostila Lancheira Prática desenvolvida por ela com o intuito de ser um manual simples, fácil e acessível para ajudar as famílias nessa tarefa de montar o lanchinho de todo santo dia. Com essa apostila é possível aprender a compor uma lancheira saudável e gostosa com receitas práticas. Tem explicações sobre como o lanche precisa ser nutritivo e equilibrado, além de gostoso. Logo no início da apostila, a Nath comenta que para o preparo da lancheira funcione bem todos os dias e não seja um martírio, é fundamental organização e a utilização de material certo. Para isso, tem dicas e sugestões de lancheiras e utensílios.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

02 fev 2018

Alimentação saudável – o caminho do meio, sem radicalismo

por
Gabi Miranda

Chefe de Papinha, Colunas, Destaque

alimentação saudável

Nos dias atuais, a busca pela alimentação ideal para os filhos parece ter se tornado um caminho de 8 ou 80. Ou você se torna radical e corta todas as guloseimas, industrializados e alimentos não orgânicos e todos te chamam de “xiita” ou “natureba”; ou você desiste de vez desse caminho e libera geral os industrializados e fast food para “deixar a criança ser criança” e todo mundo rotula você como uma péssima mãe.

Como Chefe de Papinha, percebo isso no dia a dia. Basta postar uma foto da lancheira da Gabriela com uvas compradas no supermercado e logo surge o comentário, “você tem coragem de dar uva sem ser orgânica para sua filha?”. Se mostro o café da manhã com pão e requeijão, vem a indireta: “fala em alimentação saudável, mas dá requeijão para a filha”. Na hora do almoço, o prato da foto tem carne picadinha com legumes, salada de alface e tomate, feijão e arroz branco. “Que absurdo dar arroz branco para uma criança” é a sentença que eu recebo.

Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!