04 abr 2016

Desenvolvimento do bebê – Stella de 0 a 8 meses

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Parece que foi ontem que escrevi sobre o desenvolvimento da baby bossinha de 0 a 3 meses e ela já está com 8

Desenvolvimento

Stella completou 8 meses no último dia 28. Foi assim, num piscar de olhos e seu desenvolvimento tem sido tão rápido quanto o tempo. Ambos me assustam. Eu queria poder parar o tempo. Mas como isso é impossível, fico tentando curtir ao máximo o desenvolvimento da pitica.

A baby Stella demonstra muita calma, nem parece o mesmo bebê de quando tinha um mês de vida. Ela é muito tranquila, boazinha e feliz. Com seus olhos brilhantes e sorriso radiante, ela contamina o ambiente e conquista qualquer um. Mas não pense que é fácil conquistá-la. Se gostar de alguém de primeira, ela abre o sorrisão. Se ficar desconfiada, fica olhando, analisando e que sabem sorri. Ela faz charminho, chama atenção das pessoas e fica escondendo o rosto. É minha pitica magrelinha, a estrelinha do papai e a Stellinda do irmãozão!

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01 abr 2016

Dicas de cuidados com a pele e cabelos no outono

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade

Dicas de cuidados com o corpo no Outono, uma estação que também pede dedicação especial com a pele e com os cabelos

outono

Outono é a estação mais seca do ano, o ventinho e a baixa umidade contribuem para o ressecamento da pele, por isso é importante manter os cuidados de hidratação com a pele e os cabelos. É a estação na qual nos recuperamos dos danos do verão e nos preparamos para a próxima estação, o inverno. Não é porque não tem sol forte, por exemplo, que não devemos redobrar a atenção com o nosso corpo. Tomar bastante água, usar protetor solar, um bom hidratante, sabonetes neutros, não tomar banho muito quente, hidratar os cabelos. São simples cuidados que fazem a diferença no dia a dia.

Eu nunca fui de me cuidar muito, mas passei a ficar mais vaidosa com a chegada da Stella (ou com a proximidade dos 35?! Já não sei mais….rs). A verdade é que me cuido bem mais hoje do que antes e agora acho que só tem mais uma coisa que quero me forçar a fazer: hidratação nos cabelos – algo que dá para fazer em casa mesmo, com um bom creme, algumas ampolas próprias para recuperar os fios e uma touca. Com os cabelos: acabo sempre ficando com os cuidados básicos: uma vez por semana uso shampoo antirresíduo, lavo todos os dias com shampoo e condicionador, após o banho uso um creme para pentear. Com a pele: sempre antes de tomar banho, faço uma limpeza de pele para retirar a maquiagem e antes de dormir passo o creme Chronos da Natura, para hidratar meu rosto e evitar sinais da idade. No corpo uso hidratante todo santo dia. Nos pés uso um creme, também da Natura, todos os dias antes de dormir.
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31 mar 2016

Pais inteligentes enriquecem seus filhos

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Livros, Maternidade

Pais inteligentes educam seus filhos para se tornarem independentes e terem uma relação saudável com o dinheiro

pais inteligentes

Eu sempre me pego pensando como estaria minha vida agora se eu tivesse aprendido a lidar com o dinheiro desde a infância. Além de aprender com sofrimento, aprendi tarde, uma vez que para acumular o primeiro milhão é indicado começar a poupar desde muito cedo. Foi por isso, que logo depois que Benjamin nasceu, eu li o livro “Pais Inteligentes enriquecem seus filhos“, de Gustavo Cerbasi, autor de “Casais Inteligentes enriquecem juntos“. Nessa obra, o autor dá dicas de como ensinar e preparar os filhos para usar o dinheiro de forma saudável.

Desde muito cedo, as crianças são incentivadas a consumir a todo instante. Elas querem tudo o que o amiguinho tem na escola, o que vêem na TV, roupas, sapatos, brinquedos de marcas e produtos que são vendidos na porta da escola. As crianças são alvo fáceis, não tem noção da realidade, por isso, é cada vez mais importante direcionar os pequenos ao consumo consciente. Ensinar sim(!) o que é necessário e supérfluo para viver. Mas não basta ensinarmos que não precisamos ter a última geração de celular e comprar. É preciso dar exemplo.
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30 mar 2016

A volta ao trabalho: a importância do aleitamento

O aleitamento materno é muito importante. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha.

Aleitamento

Imagem Google

As dificuldades existem, mas estão aí para serem ultrapassadas. Amamentar tem seus obstáculos desde o nascimento do bebê. É o mais barato e fácil em termos financeiros e de praticidade quando se pensa em toda logística do que precisa ser carregado quando um bebê já não mama mais no seio. Não é coisa de quem ama mais ou menos o filho. Amamentar é uma escolha. Amamentar mesmo com o retorno ao trabalho é possível, mas exige mais informação, estímulo, dedicação e, principalmente, apoio.

O cenário perfeito seria a mãe conseguir 6 meses de licença maternidade para então amamentar durante esse período. Como vimos essa não é uma realidade para todas as mulheres, mas existem recursos que podem contribuir para o aleitamento exclusivo até os 6 meses de idade do bebê. O pediatra Dr. Moisés Chencinski, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador do movimento #euapoioleitematerno, é um defensor do aleitamento materno e indica a doação de leite como alternativa para as mães que voltam ao trabalho cedo. Segundo ele, o Brasil tem uma das mais reconhecidas Redes de Banco de Leite Humano do mundo, no entanto não existe leite em quantidade suficiente para suprir as necessidades. “Isso ocorre porque aqui, ainda não temos a cultura da doação de leite. Se as mães passar a “doar” o seu leite para o próprio filho, armazenando-o de acordo com as recomendações, poderia usá-lo quando fosse necessário (após a volta ao trabalho)”, explica o pediatra. Isso é possível porque o leite materno quando armazenado no congelador, pode ser consumido em 15 dias.
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29 mar 2016

A volta ao trabalho: amamentação e empresas no Brasil

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, é a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

amamentação

O “apoio” da lei trabalhista

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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28 mar 2016

A volta ao trabalho e as dificuldades para amamentar

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade, Trabalho

A volta ao trabalho após a licença maternidade costuma ser dolorosa e traz inúmeras angústias para milhares de mães brasileiras. Não é fácil ter que se separar do bebê para voltar à rotina profissional. Esse retorno envolve várias escolhas difíceis, como por exemplo, sob os cuidados de quem o bebê ficará na ausência da mãe ou como seguir amamentando.

Volta ao trabalho

Imagem do Google

Com a volta ao trabalho, surgem muitas dificuldades para continuar a amamentação. Começa pelo período de licença maternidade. O Ministério da Saúde e a Sociedade Brasileira de Pediatria recomenda o aleitamento materno exclusivo até os seis meses de idade. A realidade é que apenas 9% das mães seguem essa recomendação. Os motivos são inúmeros, entre eles estão:

  • obstetras que não falam de aleitamento materno;
  • maternidades que não apoiam e pediatras que não estimulam o aleitamento;
  • licença-maternidade de 4 meses (120 dias);
  • licença-paternidade de 5 dias;
  • falta de salas de apoio nas empresas para coleta e armazenamento do leite;
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24 mar 2016

Zika Vírus: dicas de proteção

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez, Maternidade

Zika Vírus foi descoberto em 1947, a primeira epidemia causada por esse vírus no mundo foi em 2013. Atualmente, acredita-se que desde de 2015, o Zika Vírus está assustando milhares de brasileiros.

Zika Vírus

Imagem Google

Recentemente participei de um encontro com  a Dra. Ana Escobar, pediatra e consultora do programa Bem Estar, que falou sobre A importância dos primeiros 1000 dias em tempos de Zika Vírus. Foi um encontro com bastante informações sobre esse vírus que tem alarmado o Brasil. Sabemos que o transmissor do Zika Vírus é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a Dengue, a febre amarela e a chicungunya. Homens e mulheres de todas as idades podem pegar, inclusive as grávidas. Existem ainda muitas dúvidas e estudos a respeito dessa praga. Por exemplo, devemos ter cautela para engravidar? As pesquisas indicam que uma mulher que teve Zika Vírus antes de engravidar, não corre o risco de infectar o bebê, mas é tempo de cuidado. Segundo a Dra. Ana Escobar, quem pode aguardar um pouco para engravidar, deve aguardar. Veja, abaixo, outras informações e dicas da Dra. Ana Escobar.

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23 mar 2016

Entenda o que é microcefalia

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Lillo, empresa tradicional no segmento de produtos que atendem as necessidades de mães e filhos, esclarece o que é microcefalia

 

microcefalia

Microcefalia é uma condição neurológica em que a circunferência da cabeça da criança é significativamente menor que a circunferência de 32cm. Quando detectado ao nascimento, a microcefalia usualmente é resultado de um desenvolvimento cerebral prejudicado intraútero.

Ela pode ser causada por uma variedade de fatores genéticos e/ou ambientais. Crianças com microcefalia, frequentemente, apresentam atraso do desenvolvimento. Geralmente não há tratamento, porém, a intervenção precoce com terapia de suporte, como terapia ocupacional e fonoaudiologia, podem aumentar o desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida.

O principal sinal de que uma criança tenha microcefalia é uma medida da circunferência da cabeça significativamente menor que de outras crianças, da mesma idade e sexo. Para esse diagnóstico, são utilizadas curvas de crescimento e calculado em percentis.

Algumas crianças com microcefalia apresentam desenvolvimento neuropsicomotor normal. Apesar de ter a circunferência da cabeça menor que a média das crianças para a mesma idade e sexo. Porém, dependendo da gravidade da causa que provocou a microcefalia, algumas complicações podem ocorrer:
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22 mar 2016

LoveitForward – Espalhe amor através de cartas

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

LoveitForward é uma corrente do bem, um projeto lindo que junta pessoas em uma lista para levar mensagens positivas para quem passa por um momento difícil

loveitfoward

 

LoveItForward. Já faz algum tempo venho refletindo sobre o que faço para ajudar o outro. Acredito que estamos nessa vida para uma missão e qual será se não for ajudar o próximo de alguma maneira? Ainda não tinha encontrado um jeito, até que voltei a ler a revista Vida Simples e na edição de janeiro encontrei uma nota sobre o projeto Love It Forward, algo em tradução livre como “encaminhar amor”.

Criado pela jornalista Carolina Areas, também responsável pelo projeto #WordRocksProjetcta proposta do #LoveItForward é ajudar pessoas que passam por momentos difíceis, como a perda de alguém, doença, depressão, enviando amor, alegria, esperança, palavras positivas à essas pessoas. Para isso, Carol criou uma pequena lista de pessoas que atuam enviado cartas para quem precisa. A ideia começou nos Estados Unidos e, atualmente, vários brasileiros aderiram.
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21 mar 2016

Brincar e uma experiência inexplicável

Brincar é uma oportunidade da criança se descobrir em vários sentidos.
Brincar é um grande convite para o mundo.

Brincar junto

Imagem do Google

Ontem participei de um bate papo, realizado pela Kinder Ovo, com a psicóloga infantil Daniella Freixo. Eu nunca tinha assistido nada presencialmente dela, mas seguia seu perfil @conversacomcrianca no Instagram. Daniella é simplesmente incrível! Não tem outra palavra para descrevê-la. O assunto principal da conversa foi a importância do brincar e começou com o seguinte questionamento da psicóloga:

Vocês sabem o que acontece quando a criança está brincando?

A criança tem a oportunidade de se descobrir em vários sentidos. Brincar cria condições físicas para o corpo, coordenação motora, desenvolve o emocional, amplifica os horizontes, traz regras de convivência. Brincar é um grande convite para o mundo. Desde bebê, quando começa a se arrastar, a se levantar, levar a mão à boca, são movimentações que se tornam parte do brincar.

A criança quando brinca descobre sobre si, sobre os objetos a sua volta, sobre o outro. O primeiro outro na vida das crianças é a mãe e o pai. E brincar junto tem um papel fundamental nesse processo de desenvolvimento das crianças. Portanto, é preciso sentar junto, se desligar de celular e do mundo exterior e se entregar para a criança de corpo e alma. Olhar olho no olho, brincar, imaginar, criar intimidade para que possamos conhecer nossos filhos e para que eles nos conheçam.
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