04 jan 2016

Ajuste seus objetivos e metas para 2016

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

METAS

Se você ainda não fez, ainda dá tempo de ajustar seus objetivos e metas para o ano que acaba de começar. Muitas pessoas acreditam que metas e objetivos são a mesma coisa, no entanto existe diferença entre eles:

Objetivo é o que você quer conquistar, atingir. Exemplo: trocar de carro, realizar uma viagem, mudar de emprego, casar, ter filho, etc.

Meta é pensar no tempo e nos meios que o farão conquistar determinado objetivo. Ou seja, é preciso traçar um plano: preciso tomar 2L de água por dia, vou colocar uma garrafa de 2L na minha mesa do trabalho, tomar metade dela até a hora do almoço, a outra metade até o fim do expediente. Outro exemplo: durante 12 meses, economizarei um valor mensal estipulado para daqui a um ano fazer a viagem dos meus sonhos.

Embora não sejam a mesma coisa, objetivos e metas andam lado a lado. E para conquistar nossos objetivos e metas, é preciso ter foco. Eu costumo listar todos os meus objetivos e repassá-los constantemente para ver se estão seguindo o caminho certo para atingi-los. Minha lista é dividida em categorias:
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22 dez 2015

Árvore de Natal

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Imagem do Google

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Nessa época do ano é comum ficarmos mais nostálgicos. Eu sou por natureza e fico ainda mais em fim de ano. Começo a pensar em tudo o que passou no ano, faço balanço das metas atingidas, começo a pensar nos objetivos para o próximo ano. Lembranças da vida, em geral, como a infância e das pessoas que amamos, ficam mais persistentes. Duas músicas antigas, sempre me fazem refletir sobre essa coisa louca que é viver e, recentemente, ao escutá-las, o coração ficou do tamanho de uma ervilha. Uma delas é do Lulu Santos, na qual ele fala que nada será como foi um dia. A outra é da Cássia Eller,  “Por enquanto”, e mexe comigo porque eu já cheguei a acreditar que tudo era pra sempre.

Nada do que foi será
de novo do jeito que já foi um dia
tudo passa, tudo sempre passará,
a vida vem em ondas como o mar,
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17 dez 2015

O dia em que meu filho caiu na piscina

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Inner Tube in Swimming Pool

Domingo ensolarado. Dia de curtir piscina. Dia em que meu filho caiu na piscina e vi alguns segundos se tornarem uma eternidade. Alguns segundos apenas, um pequeno descuido para lhe mostrar o quanto a vida é frágil e valiosa. Benjamin caiu na piscina de adulto no último domingo. Em nosso condomínio, a piscina de adulto tem uma parte bem rasa que cobre apenas os pés, local onde a criançada adora brincar sempre com supervisão. Benjamin estava ali e me chamou para ver um bichinho que estava dentro da piscina, na parte funda. Ele ajoelhado na ponta da parte rasa começou a balançar a mão para afastar o bichinho, se desequilibrou e no instante que virei a cabeça para o lado oposto, ele caiu. Quando voltei a olhar, só o vi dentro da piscina com os olhos arregalados que me pediam ajuda.

Eu não sabia o que fazer, se pulava com a Stella no colo, se largava ela na parte rasa sozinha, só me lembro de dar um passo pra frente e outro pra trás e quando consegui dizer algo, foi “meu Deus”. Marido assistiu à queda, correu de onde estava, pulou na piscina de roupa, celular no bolso e resgatou nosso filho. Foi tudo tão rápido que o cara que estava nadando ao lado do Benjamin, quando foi tentar ajudá-lo, o viu no colo do marido. Foram segundos suficientes para me deixar apavorada, desnorteada e arrasada o domingo inteiro. Passado o susto, Benjamin ficou tão bem que em seguida voltou para piscina com o pai. Acho que numa tentativa de fazer o garoto esquecer o ocorrido e não deixa-lo traumatizar, marido teve a ideia de levá-lo de volta para a piscina. Percebi que marido também havia ficado tenso.
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15 dez 2015

Poupe uma parte do décimo terceiro

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Maternidade

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Fim de ano chegou, com ele vem junto várias despesas extras: 13ª mensalidade escolar, uniformes, material escolar, férias, viagens, IPTU, IPVA, seguro do carro, Natal e aquela vontade de sair comprando presentes para a 13ª geração da família e…chega também o décimo terceiro. Ele parece a solução dos nossos problemas. Em tempos de crise ou não, acho mesmo que devíamos aprender a poupar. Isso sim seria um recurso mais adequado para quando as despesas chegam todas de uma vez. Afinal, todo ano é a mesma coisa, sabemos que teremos as mesmas despesas, embora elas não sejam fixas e sim esporádicas, sabemos que naquela mesma época chegam todas de uma vez. Então, por que não nos planejamos? Porque não nos preocupamos com o dia de amanhã.

O Brasil está passando por uma tremenda crise, só se fala nisso, mas não vejo as pessoas tendo atitudes diferentes. Todos continuam gastando como se não houvesse amanhã. Percebi isso na Black Friday, as pessoas procurando o que comprar sem precisar, mas porque teria uma promoção. E olha que irônico, a Black Friday acontece dias antes da primeira parcela do décimo terceiro. Não é à toa que em português significa a sexta-feira negra (rá!). Não é uma crítica, tá?! Eu também gastei na Black Friday, mas não foi uma compra por impulso e sim algo que eu já estava planejando e vi nessa data uma oportunidade de pagar mais barato.
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11 dez 2015

Dicas para economizar nas compras de Natal

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Maternidade

Chegou fim de ano, décimo terceiro, Natal. Época de confraternização, reencontros e gastos desenfreados. Aqui em casa todo ano falo a mesma coisa “esse ano não vou comprar presente pra ninguém”. Mas acabo comprando pra todo mundo. Nessa, a gente gasta mesmo uma boa grana. Mesmo que sejam só lembrancinhas, basta somar o valor delas pra ver que o montante é alto. A gente não quer presentear só a família, mas os amigos, quer aproveitar e dar uma caixinha para os porteiros, entrar no amigo secreto do trabalho, da família, das amigas virtuais, do grupo de livros e por aí vai. Além de tudo, é a época mais propícia para gastos, nos sentimos atraídos por tudo o que vemos. É a temporada mais perigosa do ano para se afundar em dívidas e gastar além do orçamento. Portanto, separei algumas dicas de como economizar nas compras de Natal.

Imagem Google

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Faça uma lista
Relacione pessoas que você gostaria de presentear, depois de alguns dias repasse a lista e veja se é necessário presentear todas elas. Seja frio e coerente nessa hora. Não precisamos presentear, por exemplo, a tia que nunca vem nos encontros da família e só encontramos uma única vez no ano, justamente no Natal. Seja racional e não emocional. Enumere pessoas que são realmente importantes para ganhar um presente: marido, filhos, pais, irmãos.
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10 dez 2015

Chupeta: use com moderação

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Não sou contra chupeta, mas também não sou a favor. Com os meus dois filhos tive medo de usar. Benjamin praticamente não usava muito e largou quando tinha poucos meses de vida. Com a Stella resisti à tentação de apresentar, mas num dia de choros enlouquecedores, cedi. Ela não pegou de jeito nenhum por semanas. Até que decidimos comprar outro modelo e após algumas tentativas ela aceitou. Stella não curte muito, quase não usamos durante o dia. O uso se restringe para a hora de dormir. Acredito sim que a chupeta pode ser uma grande aliada, mas pode ser usada com controle. Chupeta: use com moderação.

chupeta

Todo bebê tem necessidade de sucção, recurso que o acalma, gera um sentimento de prazer e segurança. A chupeta é uma forma de estimulação oral e de relaxamento. Também contribui para que a mãe não se torne uma chupeta-humana, afinal quem não coloca o bebê aos prantos no peito pensando que ele está com fome e depois de alguns minutos percebe que ele está apenas chupetando o seio?!
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09 dez 2015

14 dicas para o bebê dormir

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Toda mãe (e todo pai) busca a fórmula perfeita para um sono tranquilo do bebê, principalmente, para que ele durma a noite inteira sem interrupções. Afinal, bebê que dorme a noite toda, fica revigorado e tem mãe descansada, produtiva, bem humorada, feliz e disposta o dia todo (rá!). Mas para os bebês adquirirem o hábito de dormir, precisam que os pais os ajudem a desenvolver tal habilidade. Não é uma coisa fácil estabelecer a rotina do sono, mas não é impossível. Também não tem fórmula certa ou receita poderosa para fazer o bebê dormir. Acho que tem uma coisa que é imprescindível: PACIÊNCIA. É preciso ter paciência para ajudar o bebê a dormir. Depois de algumas semanas, consegui estabelecer a rotina do sono para a Stella, compartilho agora 14 dicas para o bebê dormir a partir da minha experiência aqui em casa.

Blog_fotos-2015-5

14 dicas para o bebê dormir:

  1. Ensine o bebê a diferenciar o dia da noite
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08 dez 2015

Você tem uma relação saudável com o dinheiro?

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Maternidade

Pelo menos uma vez na vida fui milionária...

Pelo menos uma vez na vida fui milionária…

Atualmente, considero que tenho uma relação saudável com o dinheiro, mas nem sempre foi assim. Antes dos 20 anos, quando nem trabalhava ainda, dependia financeiramente dos meus pais. Vivia comprando tudo o que eu queria, afinal mamãe e papai pagavam. Eles nunca me deixaram faltar nada, eu até tinha demais. Até que um dia uma bomba caiu sob minha casa. Minha mãe foi demitida de um emprego de uma vida toda. Quando somos demitidos depois de muitos anos na mesma empresa, temos a ilusão de que ficamos ricos, bem de vida e que não faltará dinheiro. Eu não tinha noção de nada, nunca tinha passado por dificuldades, naquela época podia ser considerada uma criança. Passou-se algum tempo e as dificuldades começaram a surgir. Morávamos de aluguel, o qual começou a ser pago com atrasos, a energia de casa começou a ser cortada por falta de pagamento, tinha dias que nem dinheiro para o pãozinho tínhamos. Eu já estava na faculdade e comecei a atrasar também os pagamentos, foi quando fiz o FIES (um empréstimo do governo para estudantes). Depois de uma vida inteira morando na mesma casa, a proprietária nos pediu para sair. A vida ficou de pernas pro ar, vi minha mãe (e eu e minha irmã) conhecer o inferno.
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07 dez 2015

Impotência define o sentimento de não conseguir amamentar

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Quando Stella completou 3 meses, recebi a notícia da pediatra que deveríamos complementar a amamentação com fórmula porque ela havia engordado apenas 200g no mês (estava com 5,600kg). Entrei em crise, chorei, fiquei mal, li tudo sobre relactação, conversei com as amigas, com o marido, fique tão chateada que não conseguia analisar friamente a situação e a amamentação da Stella. Tanto que nos três primeiros dias após a orientação da pediatra, comecei a complementar com 30ml após algumas mamadas (a pediatra havia sugerido essa quantidade após todas as mamadas). Passados esses dias, e uma garrafa de vinho que me permiti tomar, consegui examinar melhor as condições da minha bebê: mamando só no peito ela não chorava de fome, não estava desnutrida, continuava crescendo, inclusive estava dentro da curva, e as pernocas dela não aparentavam a de um bebê sem alimento.

Abre um parênteses. Antes de continuar esse post, quero fazer um agradecimento especial à minha prima e nutricionista Beatriz Miranda, que me auxiliou e aconselhou continuar amamentando a Stella no peito e também me explicou que tudo ficaria bem se eu decidisse complementar. Às amigas blogueiras Nanna Preto, Fabiana Deziderio, Patricia Cerqueira, Lelê Sordili e Diiirce que me acolheram com abraços virtuais quentinhos, palavras reconfortantes, revelações e histórias engraçadas, quando saí chorando da consulta pediátrica (e diariamente). E ao marido pela paciência e apoio de sempre, mas principalmente pelo cuidado de ter me deixado dormir mais no dia seguinte à consulta, mesmo tendo amamentado a Stella com fórmula. Fecha parênteses.
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02 dez 2015

Berçário: 14 dicas para ajudar na escolha do perfeito

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Berçário – é muito difícil a escolha do perfeito, eu diria que não existe o perfeito, mas o quase perfeito sim, o mais adequado sim, o que atende melhor o que você busca sim.

Imagem Google

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Tem berçário para todos os estilos, gostos e bolsos, mas em minha opinião eles sempre terão algo que não é bem do jeito que gostaríamos. Ou as salas dos bebês são pequenas. Ou os pais não podem entrar para pegar o bebê lá dentro. Ou o chão não é bacana. Ou o lugar é velho e mal cuidado demais. Ou tem muitas crianças e poucas cuidadoras. E assim por diante, sempre vai ser assim, sempre encontraremos algo que não vai nos agradar 100%.

A busca pelo berçário é uma das fases mais angustiantes da vida de uma mãe. É sinal que chegou o momento de se afastar do bebê em tempo integral, na maioria das vezes é porque a mãe voltará ao trabalho e isso significa ficar longe do bebê por um longo período do dia. Outras pessoas cuidarão do tesouro que até então a mãe cuidou com tanto zelo. Surgem dúvidas, preocupações e a bendita culpa – esse infortúnio da maternidade. Será que vão deixar o bebê chorar por muito tempo? Será que ele vai se acostumar? Será que vão limpá-lo direito, trocar as fraldas corretamente? Será que ele vai dormir, comer, brincar? Vai sentir minha falta? Essas e muitas outras questões vem nos assombrar.
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