10 dez 2015

Chupeta: use com moderação

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Não sou contra chupeta, mas também não sou a favor. Com os meus dois filhos tive medo de usar. Benjamin praticamente não usava muito e largou quando tinha poucos meses de vida. Com a Stella resisti à tentação de apresentar, mas num dia de choros enlouquecedores, cedi. Ela não pegou de jeito nenhum por semanas. Até que decidimos comprar outro modelo e após algumas tentativas ela aceitou. Stella não curte muito, quase não usamos durante o dia. O uso se restringe para a hora de dormir. Acredito sim que a chupeta pode ser uma grande aliada, mas pode ser usada com controle. Chupeta: use com moderação.

chupeta

Todo bebê tem necessidade de sucção, recurso que o acalma, gera um sentimento de prazer e segurança. A chupeta é uma forma de estimulação oral e de relaxamento. Também contribui para que a mãe não se torne uma chupeta-humana, afinal quem não coloca o bebê aos prantos no peito pensando que ele está com fome e depois de alguns minutos percebe que ele está apenas chupetando o seio?!
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09 dez 2015

14 dicas para o bebê dormir

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Toda mãe (e todo pai) busca a fórmula perfeita para um sono tranquilo do bebê, principalmente, para que ele durma a noite inteira sem interrupções. Afinal, bebê que dorme a noite toda, fica revigorado e tem mãe descansada, produtiva, bem humorada, feliz e disposta o dia todo (rá!). Mas para os bebês adquirirem o hábito de dormir, precisam que os pais os ajudem a desenvolver tal habilidade. Não é uma coisa fácil estabelecer a rotina do sono, mas não é impossível. Também não tem fórmula certa ou receita poderosa para fazer o bebê dormir. Acho que tem uma coisa que é imprescindível: PACIÊNCIA. É preciso ter paciência para ajudar o bebê a dormir. Depois de algumas semanas, consegui estabelecer a rotina do sono para a Stella, compartilho agora 14 dicas para o bebê dormir a partir da minha experiência aqui em casa.

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14 dicas para o bebê dormir:

  1. Ensine o bebê a diferenciar o dia da noite
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08 dez 2015

Você tem uma relação saudável com o dinheiro?

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Maternidade

Pelo menos uma vez na vida fui milionária...

Pelo menos uma vez na vida fui milionária…

Atualmente, considero que tenho uma relação saudável com o dinheiro, mas nem sempre foi assim. Antes dos 20 anos, quando nem trabalhava ainda, dependia financeiramente dos meus pais. Vivia comprando tudo o que eu queria, afinal mamãe e papai pagavam. Eles nunca me deixaram faltar nada, eu até tinha demais. Até que um dia uma bomba caiu sob minha casa. Minha mãe foi demitida de um emprego de uma vida toda. Quando somos demitidos depois de muitos anos na mesma empresa, temos a ilusão de que ficamos ricos, bem de vida e que não faltará dinheiro. Eu não tinha noção de nada, nunca tinha passado por dificuldades, naquela época podia ser considerada uma criança. Passou-se algum tempo e as dificuldades começaram a surgir. Morávamos de aluguel, o qual começou a ser pago com atrasos, a energia de casa começou a ser cortada por falta de pagamento, tinha dias que nem dinheiro para o pãozinho tínhamos. Eu já estava na faculdade e comecei a atrasar também os pagamentos, foi quando fiz o FIES (um empréstimo do governo para estudantes). Depois de uma vida inteira morando na mesma casa, a proprietária nos pediu para sair. A vida ficou de pernas pro ar, vi minha mãe (e eu e minha irmã) conhecer o inferno.
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07 dez 2015

Impotência define o sentimento de não conseguir amamentar

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Quando Stella completou 3 meses, recebi a notícia da pediatra que deveríamos complementar a amamentação com fórmula porque ela havia engordado apenas 200g no mês (estava com 5,600kg). Entrei em crise, chorei, fiquei mal, li tudo sobre relactação, conversei com as amigas, com o marido, fique tão chateada que não conseguia analisar friamente a situação e a amamentação da Stella. Tanto que nos três primeiros dias após a orientação da pediatra, comecei a complementar com 30ml após algumas mamadas (a pediatra havia sugerido essa quantidade após todas as mamadas). Passados esses dias, e uma garrafa de vinho que me permiti tomar, consegui examinar melhor as condições da minha bebê: mamando só no peito ela não chorava de fome, não estava desnutrida, continuava crescendo, inclusive estava dentro da curva, e as pernocas dela não aparentavam a de um bebê sem alimento.

Abre um parênteses. Antes de continuar esse post, quero fazer um agradecimento especial à minha prima e nutricionista Beatriz Miranda, que me auxiliou e aconselhou continuar amamentando a Stella no peito e também me explicou que tudo ficaria bem se eu decidisse complementar. Às amigas blogueiras Nanna Preto, Fabiana Deziderio, Patricia Cerqueira, Lelê Sordili e Diiirce que me acolheram com abraços virtuais quentinhos, palavras reconfortantes, revelações e histórias engraçadas, quando saí chorando da consulta pediátrica (e diariamente). E ao marido pela paciência e apoio de sempre, mas principalmente pelo cuidado de ter me deixado dormir mais no dia seguinte à consulta, mesmo tendo amamentado a Stella com fórmula. Fecha parênteses.
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02 dez 2015

Berçário: 14 dicas para ajudar na escolha do perfeito

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Berçário – é muito difícil a escolha do perfeito, eu diria que não existe o perfeito, mas o quase perfeito sim, o mais adequado sim, o que atende melhor o que você busca sim.

Imagem Google

Imagem Google

Tem berçário para todos os estilos, gostos e bolsos, mas em minha opinião eles sempre terão algo que não é bem do jeito que gostaríamos. Ou as salas dos bebês são pequenas. Ou os pais não podem entrar para pegar o bebê lá dentro. Ou o chão não é bacana. Ou o lugar é velho e mal cuidado demais. Ou tem muitas crianças e poucas cuidadoras. E assim por diante, sempre vai ser assim, sempre encontraremos algo que não vai nos agradar 100%.

A busca pelo berçário é uma das fases mais angustiantes da vida de uma mãe. É sinal que chegou o momento de se afastar do bebê em tempo integral, na maioria das vezes é porque a mãe voltará ao trabalho e isso significa ficar longe do bebê por um longo período do dia. Outras pessoas cuidarão do tesouro que até então a mãe cuidou com tanto zelo. Surgem dúvidas, preocupações e a bendita culpa – esse infortúnio da maternidade. Será que vão deixar o bebê chorar por muito tempo? Será que ele vai se acostumar? Será que vão limpá-lo direito, trocar as fraldas corretamente? Será que ele vai dormir, comer, brincar? Vai sentir minha falta? Essas e muitas outras questões vem nos assombrar.
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30 nov 2015

6 perguntas e respostas sobre sono do bebê

6 perguntas e respostas sobre sono do bebê

sono

O sonho de toda mãe quando tem um bebê é que ele durma a noite toda sem interrupções. Nos três primeiros meses isso é algo difícil de acontecer, pois a tendência é o bebê acordar de 3 em 3 horas (ou até menos) para mamar. Com o tempo, o bebê vai crescendo, consequentemente o estômago também e a fome começa dar uma espaçada. então o sono do bebê tende a ser algo mais tranquilo. Mas até o bebê ter uma rotina adequada para dormir, os pais já tentaram de tudo e estão exaustos.

Uma das coisas fundamentais para criar esse hábito, é estabelecer rituais desde o nascimento do bebê. Primeiro, é essencial ensinar a diferença entre dia e noite. Durante o dia não precisa evitar barulhos, iluminação (é até bom que os cochilos sejam feitos em um lugar com um pouco de luz), ouvir música. Já à noite, é bom não estimular muito o bebê, manter os ambientes com pouca luz, fazer uma massagem. Estipular uma rotina com horários para cada atividade e ficar atenta aos sinais que indicam o cansaço do bebê, contribuem, e muito, para o sono do bebê ser cada vez melhor.
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24 nov 2015

O segundo filho é mais fácil?

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque, Maternidade

A pergunta mais frequente que me fazem agora é essa: o segundo filho é mais fácil?

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Alguns dizem que sim. Eu acho que nem tanto. Algumas coisas são mais fáceis e só precisam novamente pegar a prática, como segurar um recém-nascido, fazer dormir, trocar fralda, dar banho, essas coisas. Tem também coisas que fazíamos no primeiro que deixamos de fazer no segundo, isso é verdade (!), como ferver a chupeta todas as vezes que ela cai no chão de casa, medir temperatura da água do banho com termômetro, usar apenas a melhor marca de fraldas, limpar o bumbum só com algodão até os 4 meses… Com o segundo filho meio que já sabemos que não fará mal algum ouvir mais a nossa intuição do que seguir à risca a orientação do pediatra, estamos prontas para as etapas que estão por vir, mesmo sabendo que um filho é diferente do outro. Estamos um pouco mais calejadas, experientes e menos melindradas.
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23 nov 2015

Dicas para evitar acidentes domésticos

Decidimos que Stella vai para o berçário, assim como Benjamin foi desde o início. Mas confesso que dessa vez estava mais insegura e cogitei colocar uma babá para ficar com ela em casa. Pensando nos prós e contras, um dos fatores decisivos, foi pensar nos perigos que temos dentro de casa, coisas que nós vemos mas que outras pessoas podem não ver e que basta um segundo de distração para a criança sofrer um acidente doméstico. Todos os dias vemos coisas do tipo nos noticiários. Eu sabia que os perigos existiam, no entanto não imaginava que são inúmeros os riscos que bebês/crianças correm dentro do próprio lar. Foi no evento da Saúde4Kids, Criando um ambiente seguro para o seu filho, que descobri: os perigos são maiores do que pensamos e toda a atenção do mundo é pouca.

Acidentes domésticos podem só passar de um susto, mas podem também trazer consequências graves. Segundo dados do Ministério da Saúde, no Brasil, acidentes representam a principal causa de morte de crianças de 1 a 14 anos. No total, cerca de 4,7 mil crianças morrem e 122 mil são hospitalizadas anualmente. A cada morte de uma criança, outras quatro ficam com sequelas graves – o que pode gerar consequências emocionais, sociais e financeiras para as famílias.
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17 nov 2015

Pesquisa revela: filhos sentem-se trocados por smartphones

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Semana passada escrevi sobre o comportamento do Benjamin em chamar a nossa atenção a todo instante para ver o que ele está fazendo. Vira e mexe é um tal de “mãe, olha o que sei fazer“. Daí que recentemente, uma pesquisa da AVG Technologies, empresa líder de segurança on-line, revelou que os filhos sentem-se trocados por smartphones.

mãe-e-celular

Quero ressaltar alguns dados da pesquisa que me soaram assustadores, confira:

  • 71% dos pais acreditam checar demais seu smartphone  (87% dos filhos concordam);
  • 58% acreditam que seus filhos passam mais tempo no celular do que eles (65% dos filhos concordam
  • 29% afirmam não dar um bom exemplo em relação ao uso de dispositivos móveis (24% das crianças concordam)

Piores Hábitos

  • Se distrair enquanto conversam com os filhos – 65% (50% das crianças concordam que seus pais fazem isso);
  • Usam o smartphone ou tablet durante o jantar – 48% (28% das crianças concordam);
  • Usam o smartphone enquanto brincam com os filhos – 29% (33% das crianças concordam);
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16 nov 2015

Os segredos de uma encantadora de bebês

por
Gabi Miranda

Destaque, Livros, Puericultura

Li a primeira vez “Os segredos de uma encantadora de bebês – como ter uma relação tranquila e saudável com seu bebê” logo quando Benjamin nasceu. E li novamente agora com o nascimento da Stella. Impressionante como a gente esquece as primeiras semanas com o bebê, assim como esquecemos algumas leituras que fazemos. Esse livro é cheio de boas dicas que podem ser aplicadas no dia a dia. Claro, é aquela velha história, nem tudo que tem num livro tem cabimento e nem sempre cabe para todas as famílias e bebês, mas sempre dá pra tirar algum proveito, ainda mais dos segredos da encantadora de bebês.

encantadora de bbs

No início da obra tem um teste “conheça seu bebê”. São 20 questões a respeito do bebê e para cada uma o leitor escolhe a melhor resposta que descreve o comportamento do seu filho na maior parte do tempo. Foi uma surpresa descobrir marcações que tinha feito na época em que li, há pouco mais de 4 anos. O resultado sobre Benjamin era um empate entre bebê anjo e bebê livro-texto. Refiz o teste avaliando a Stella e por estar com ela no colo acabei não fazendo as contas para ter o resultado. Já sabia que daria algo como bebê sensível, desencanei e decidi ler o livro novamente sem saber a resposta.
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