26 jul 2016

Sobre sua avó, de mãe para filhos

por
Gabi Miranda

Destaque, Família

Sobre sua avó materna

 

Avó

Filhos,

Vocês não tem avó materna. Se servir como consolo, eu também não tive. O Benjamin ainda teve a sorte de conviver por 3 anos com minha mãe, a avó de vocês. Nós a perdemos muito cedo e apesar de continuar achando isso injusto, é como disse Benjamin outro dia pra mim “A vida é assim, às vezes a gente perde, às vezes a gente ganha”. E quando a perdemos, nós ganhamos você, Stella. A vida pode parecer injusta, mas Deus sabe mesmo o que faz.  Já sofri, já chorei e ainda faço os dois, sofro e choro. Lembro como se fosse hoje o dia em que a perdemos, no caminho até o cemitério, nas promessas que eu fazia… parece coisa de louco, mas quando a gente ama, pensamos até nas impossibilidades. Foram dias e noites em que acreditei que não teria forças para seguir. Mas chega uma hora em que aprendemos a conviver com a perda, a gente se acostuma com a falta da pessoa e para dar conta da morte a gente esquece. Não da pessoa, porque isso é impossível. Mas a gente esquece de várias coisas, de acontecimentos e quando perdemos a mãe, com o tempo, esquecemos até o que é ter mãe.
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06 jun 2016

O que aprendi sobre adoção

por
Gabi Miranda

Destaque, Família, Gravidez, Maternidade

Desde que realizei a visita no Grupo Boticário, fiquei com um assunto martelando a minha cabeça: ADOÇÃO!

adoção

Imagem Google

Ao final do dia no Grupo Boticário, conheci, na hora do lanche das gestantes, a Vanessa Backer. Uma jovem de 29 anos que há 5 vinha tentando engravidar. Há dois anos, Vanessa teve um aborto espontâneo com 9 semanas de gestação. Nesse meio tempo, ela e o marido decidiram entrar no processo de adoção. Hoje ela está grávida de 28 semanas. No dia em que descobriu a gestação, recebeu uma ligação com a notícia de que tinha conseguido entrar na fila de adoção. Ela conta, lindamente, com sorriso largo, olhos brilhantes: “agora estamos vivendo duas gestações. Vamos continuar na fila de adoção, não importa o sexo, a cor, nada, só queremos ser pai e mãe.”

Por mais incrível que pareça, desde então, cairam textos e mais textos no meu colo com histórias sobre adoção. Um deles contava sobre três famílias que adotaram bebês com microcefalia, a má-formação que ganhou destaque nos últimos meses com o aumento de zika no Brasil. Outros dois eram relatos de uma mãe e um pai, respectivamente, sobre o que aprenderam ao adotar uma criança, sendo que a mãe adotou uma criança mais velha, de 5 anos. Um outro texto ressaltava o aumento de pais que preferem adotar crianças com mais de 3 anos, de qualquer sexo e cor.
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03 jun 2016

De quem é a culpa?

Por que acontece tantos casos de estupros? Por que as pessoas matam, violentam e se drogam? De quem é a culpa?

culpa

Há uma semana estou tentando digerir essa história do estupro coletivo cometido por #33 homens. Há tempos venho tentando digerir comentários das pessoas na internet, whatsapp sobre tudo. Política, racismo, piadas infames. E agora mais essa, sobre o estupro. Ao mesmo tempo que a internet nos aproxima um do outro, também nos aproxima da imbecilidade e boçalidade do outro. Nesse mundo digital conhecemos um pouco o lado B do seres humanos, porque é através da internet que rostos ganham vozes. E, gente, como essas vozes são boçais. É impressionante como em pleno século 21 o mundo ainda reaja com tanto descaso, tanto preconceito.

Dessa história toda dos #33 estupradores, muita coisa me deixa absurdamente incrédula. Uma jovem foi estuprada. Não importa se foi 1, 2, 33. É fato. Foi estuprada. E isso acontece a cada 11 minutos no Brasil. Como uma mulher é estuprada, violentada e  ainda não tinham, até domingo passado, prendido nenhum suspeito?! Gente, os caras não só filmaram a barbaridade, como compartilharam nas redes sociais orgulhosos do seu feito. Além de tirar sarro da vítima, isso indica sarro da sua cara, da minha, da polícia, da sociedade em geral, porque ao fazerem isso eles acreditam fielmente que não serão punidos. Desconfio que devem ter razão, afinal por que não prenderam os caras na hora que esse vídeo vazou na internet?! O negócio tomou uma proporção imensurável no mundo e simplesmente ninguém tinha sido preso até outro dia. Impressionante e assustador, muitas pessoas culparem a vítima e não os agressores. Simplesmente porque os ignorantes acham que “as meninas que vão para o funk procuram isso; a mulher não se dá o respeito vestindo certas roupas; se tivesse lavando louça em casa, não teria sido estuprada; etc, etc, etc”. Oi? Para o mundo que eu quero descer! Aliás, que mundo é esse? É o mundo no qual a palavra da mulher não tem valor.
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01 fev 2016

6 dicas para quem vai passar o Carnaval em São Paulo

por
Gabi Miranda

Destaque, Família

Blog_fotos-2015

Eu amooooooo carnaval. Aqui em casa a tradição é passar o carnaval no Rio de Janeiro. Eu me lembro de não ter viajado apenas uma vez para o carnaval na cidade maravilhosa, foi no primeiro ano de vida com Benjamin, quando ele tinha 8 meses. Esse ano, optamos por não ir e confesso que me dá até um tiricutico de ficar em São Paulo. Meu lugar no carnaval é no Rio de Janeiro. Mas também me dá uma certa preguicinha em pensar em ir pra lá com duas crianças, sendo uma bebê, para enfrentar os blocos dessa festa tão esperada por milhares de pessoas. Além do carnaval no Rio estar cada vez mais amarrotado, o calor é insuportável e eu sinto culpa de fazer meus filhos passarem por esse inferno legal. A maternidade muda a gente e nossa prioridade passa a ser os filhos. Quero levá-los para a bagunça, mas tem que ser uma bagunça mais organizada, menos estressante. Então pela primeira vez vamos aproveitar o carnaval de São Paulo, porque da outra vez nem fizemos nada. Andei pesquisando alguns blocos para irmos com as crianças e plantar neles a sementinha do prazer por essa folia contagiante. Separei 6 dicas para quem vai passar o carnaval em São Paulo, confira:
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28 abr 2013

A Família

por
Gabi Miranda

Família

Família. [Do lat. familia.] S.f. 1. Duas ou mais pessoas que cultivam a arte de conviver. 2. Grupo de pessoas tão iguais e tão diferentes que se amam, se desentendem, fazem as pazes e que se completam. 3. Estas pessoas queridas e felizes que aparecem aqui!

família2

O casal

Há 8 anos nos conhecemos, há quase 5 nos casamos e há 2 anos nos tornamos pessoas completas com a chegada do pequeno Benjamin.

Ela – mãe de primeira viagem, descobriu na maternidade sua vocação.

Ele – pai de primeira viagem, conseguiu a desculpa perfeita para exteriorizar a criança que existe dentro dele.

Benjamin

Foi descoberto no dia 06/10/2010. Logo mostrou a que veio. Fez a mamãe passar muito mal nos 4 primeiros meses e extremamente feliz nos meses seguintes, como a faz até hoje. Ficou sem nome até o 6 meses de vida intrauterina. Seu nome foi escolhido pela mamãe – que cada dia que passa tem certeza que fez a escolha certa – o motivo dessa escolha, o significado: Clique e continue lendo!

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