09 jan 2017

Mitos e verdades sobre o sono do bebê

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Sono

Chove conselhos de vizinho, parentes e amigos sobre o que fazer para seu filho dormir a noite toda. Você pode até ouvir esses conselhos, mas também é bom buscar a opinião de especialistas no assunto. Muitas das coisas que falam por aí, já estão em desuso ou nunca nem foram indicadas. Tem muita coisa que é crença popular e muitas outras que podem parecer bobagens, mas devem ser levadas em consideração. Separei 5 mitos e verdades sobre o sono do bebê.

Veja 5 mitos e verdades sobre o sono do bebê

 

Mitos

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1. Para o bebê dormir a noite inteira, ele não pode tirar sonecas durante o dia

Engana-se quem pensa que o bebê vai dormir melhor durante a noite se não tirar as sonecas durante o dia. As sonecas são tão importantes quanto o sono noturno. Elas também são essenciais para o desenvolvimento infantil – físico e cognitivo. E a falta de sonecas também traz consequências de distúrbio de comportamento, como ansiedade, irritação, menor nível de interesse e habilidade pelas coisas. As sonecas são restauradoras e contribuem para um sono melhor durante a noite.
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21 nov 2016

5 dicas para melhorar o sono do bebê

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Sono

Uma das queixas mais comuns nos consultórios pediátricos é a falta de sono dos bebês. Pais e mães querem melhorar o sono do bebê, mas não sabem como. Alguns pediatras indicam deixar o bebê chorando. Deixar o bebê chorar é desvalorizar a sensibilidade e as necessidades dele.

sono do bebê

Melhorar o sono do bebê é sem dúvida um dos maiores desafios da maternidade. Assim como a alimentação é importante para o bebê, o sono também é e tem papel fundamental em seu desenvolvimento. Enquanto o bebê dorme, seu cérebro fica ocupado com a produção de novas células necessárias para o desenvolvimento mental, físico e emocional. É durante o sono que renovam suas energias e produzem hormônios importantes para seu desenvolvimento. Por exemplo, na infância, cerca de 90% do hormônio do crescimento (GH) é liberado durante o sono. Crianças com dificuldades para dormir, tem mais chance de apresentar falta de atenção, irritabilidade, desânimo, falta de memória, baixo rendimento motor, entre outros comportamentos.
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14 out 2016

Banho do bebê: dicas para essa hora ficar mais deliciosa

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

Uma das minhas horas preferidas é a hora do banho do bebê

banho do bebê

Lembro até hoje do medo que eu tinha de dar banho no Benjamin. Embora tenha assistido (e gravado) com muita atenção ao primeiro banho dele na maternidade, em casa, surgiram várias dúvidas sobre como segurar, como proteger o ouvido para não cair água, como limpar o umbigo e todos esses primeiros cuidados. Tive tanto medo de dar o primeiro banho do bebê Benjamin, que foi meu pai quem deu, assim como foi ele que também deu na Stella. Lembrando agora, como meu pai foi intrometido (!), mas achei lindo ele querer participar desse momento e fazê-lo com tanto amor e segurança. Com o tempo passei a exercer com maestria essa atividade. Pegava o bebê “jogando” de um lado pro outro, toda prosa e orgulhosa de cuidar sozinha da própria cria. E também passei a não querer dividir essa atividade com ninguém. Confesso. Talvez um pouco por ciúmes, porque aquele era um momento íntimo nosso. Também porque eu achava que ninguém faria direito como eu (quem nunca?!). E por insegurança (vai que deixam o bebê cair, se afogar, sei lá). Com um pouco mais de tempo eu me dei conta que era importante marido participar desse momento também e comecei a abrir espaço para ele.
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03 out 2016

Mapa astral da maternidade

Mapa astral da matenridade
Texto de Denise Fraga, extraído do livro Travessuras de Mãe

mapa-astral

Mapa Astral da princesa Charlotte, por Glamurama

 

“Não aredita em Deus? Tenha filhos.” Era o que costumava dizer o ver o milagre cotidiano daqueles serzinhos crescendo ao meu lado.

Também voltei a rezar e a me comunicar com muito maior frequência com o pessoal lá de cima, porque, mesmo que você não tenha o hábito, quando vira mãe, acaba rezando. Tenho uma amiga às voltas com a escola do filho. Olho-a com compaixão, pois já passei pela angústia. Já depositei as minhas esperanças no “pedagogês” das coordenadoras, na doce ilusão de que teria uma trilha a seguir, um método novo de formação de um ser melhor para este mundo de meu Deus. Meus filhos estão agora co, doze e dez anos e, cada vez mais, acho que a melhor receita é mesmo rezar. É claro que a oração pode e deve estar acompanhada de todo o arsenal investigativo de mãe, incluindo até os cursos de shantala, as iogas para bebês e os livros de autajuda. Tenho quase um metro deles na minha prateleira, pois confesso que não resistia aos títulos cheios de promessa de que seria a melhor mãe do mundo se os lesse. Mas o tal manual, a receita, o caminho a seguir, acho que todas as escolas, os livros e até as religiões do mundo ficarão nos devendo. Ainda mais quando a matéria é a enigmática formação do caráter do cidadãozinho.
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30 set 2016

Hora de dormir

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos

hora-de-dormir

Toda noite na hora de dormir, passo no quarto das crianças para dar uma espiada nelas. No Benjamin sempre dou um beijinho. Mentira. Dou uma cafungada no pescoço dele, cheiro e beijo muito. Na Stella só verifico se está coberta e se não estiver, a cubro com o maior cuidado do mundo – não ouso encostar nela, pois sei quanto me custa fazê-la chegar nos sonos dos Deuses. É diferente o hábito que tenho com cada um. A Stella ainda dou de mamar (ela toma mamadeira) e a faço dormir no colo. Esse é o nosso momento de paz, tranquilidade, quando antes de colocá-la no berço ainda dou um beijinho, fico bem pertinho dela para sentir aquele cheiro de bebê. Uma vez colocada no berço, me limito a chegar perto novamente.

O Benjamin chega em casa na maioria das vezes dormindo, marido que coloca pijama e o leva pra cama. Por isso, sempre dou uma passada pelo quarto na hora de dormir, para lhe dar um beijo e sentir aquele cheirinho, o melhor do mundo. Chego a deitar ao lado dele. Fico bem pertinho para sentir aquele cheiro delicioso, reparo naquela boquinha aberta transmitindo aquele hálito gostoso que só os nossos filhos tem. Gosto também de sentir o coração deles enquanto eles dormem. E lembrar que aquele mesmo coração já bateu dentro de mim.
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28 set 2016

Travessuras da Baby Stella

Hoje ela completa um ano e dois meses de muitas alegrias, travessuras e sapequices

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São inúmeras as conquistas dessa pequena que nem dá para fazer post listando as novidades. Sim, porque para isso eu precisaria passar os dias anotando cada coisinha nova que ela anda fazendo. Ela já se comunica muito bem – não, não forma frases, nem palavras concretas, mas se comunica com gestos e olhares, assim eu e ela já nos entendemos muito bem. Seu vocabulário ainda é pequeno, fala apenas: mama (mamãe), B (Ben), papa (pai), naná (seu paninho com a chupeta amarrada), bá (aguá), um (um aninho) e várias outras palavras que eu ainda não aprendi o dialeto, além de responder quando lhe perguntamos algo. Ela já da tchau, manda beijo, canta, dança, joga bola (com a mão e com o pé), usa copo, toma no canudinho, faz travessuras, sapequices, anda e corre (deixando disparado o coração dessa mãe).

Passamos uma semana inteirinha juntas, só eu e ela, da hora de acordar até a hora de dormir. E acreditem, todos os dias ela faz uma coisa nova. Fiquei impressionada ao reconhecer nela uma bebê totalmente comunicativa, simpática e palhacita. Eu conhecia o lado desconfiado da Stella – herança da mãe – mas me surpreendeu a desenvoltura dela para chamar a atenção de desconhecidos na rua, no metrô, em todos os lugares públicos. Conversar, brincar, mexer com a pessoa ao lado são atividades que completam as travessuras da Pitica. É incrível o poder de aprender dos bebês e a possibilidade de acompanhar esse desenvolvimento assim tão de pertinho. Eles fazem nosso coração derreter ao mesmo tempo em que nos mantem alertas.

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06 set 2016

Os primeiros passos da Stella

por
Gabi Miranda

Bebê, Desenvolvimento, Destaque, Filhos

Stella começou a andar firme e segura de si, no seu tempo como deve ser
Deu os primeiros passos e agora ninguém segura esse bebê

 

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Existe uma expectativa entre os pais quando o bebê começa a dar sinais dos primeiros passos. É também um estágio de desafio para o bebê e marca uma grade fase do desenvolvimento dele. Stella estava há mais de semanas andando segurando pelos móveis. Ou pegava uma cadeira e saía empurrando de modo a andar pela casa. Ela demonstrava certa insegurança para se soltar. Deu os primeiros passos livres dia 29 de julho de 2016, um dia após ter completado um ano de idade e um dia antes de sua festa de aniversário. Depois disso deu outros passos e parou, ficou só ensaiando. Voltou a andar cheia de segurança depois de 15 dias dos seus primeiros passos.

É preciso ter paciência, incentivar, mas sem fazer comparações. Cada individuo ao seu tempo. O Benjamin andou com um ano e um mês todo seguro e quando começou também não parou mais. Assim como no dia que aconteceu com ele, foi muito emocionante ver Stella dar seus primeiros passos em minha direção enquanto eu chegava da rua. É uma alegria vê-la indo e vindo pela casa, percorrendo todos os cômodos. Ao mesmo tempo que eu não quero deixar de ter um bebê em casa, tenho um sentimento de felicidade genuíno e gratificante ao vê-la adquirir equilíbrio, independência e liberdade – algo que para conquistar, começamos batalhar desde cedo.
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15 ago 2016

Por que o bebê chora quando você sai do quarto?

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Livros, Puericultura

Porque o bebê chora quando você sai do quarto?

 

por que o bebê chora

Imagem do Google

Do livro Bésame Mucho – Como criar seus filhos com amor
Dr. Carlos González

O imediatismo é uma das características do choro infantil que assombra e irrita algumas pessoas. “É deixá-lo no berço e ele começa a chorar como se o estivessem matando”. Para alguns especialistas em educação, essa é uma desagradável faceta da personalidade infantil, e o objetivo deve ser vencer o seu “egoísmo” e a sua “obstinação”, ensiná-los a atrasar a satisfação dos seus desejos. Por que não pode ter um pouco mais de paciência, por que não pode esperar um pouco mais?

Nossos filhos pequenos começam a chorar com todas as suas forças quando se separam da mãe. Choram ainda mais forte em cinco minutos e somente param de chorar por esgotamento. Não parece lógico! Mas, sim, é lógico. Começar a chorar de maneira imediata é o comportamento “lógico”, o comportamento adaptativo, o comportamento que a seleção natural favoreceu durante milhões de anos, porque facilita a sobrevivência do indivíduo. Naquela tribo de 100.ooo anos atrás, se um bebê separado de uma mãe chorasse de forma imediata e com toda a potência do seu pulmão, sua mãe provavelmente voltaria imediatamente para pegá-lo. Porque essa mãe não tinha cultura, nem religião, nem conhecia os conceitos de “bem, “caridade”, “dever” ou “justiça”. Não cuidava de seu filho porque pensava que era sua obrigação, nem porque tinha medo da prisão ou do inferno. O choro do bebê simplesmente desencadeava nela um impulso forte, irresistível, de acudi-lo e acalmá-lo.
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03 ago 2016

Amamentação: como manter com a volta ao trabalho

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos

Amamentação: entre as dificuldades para amamentar com a volta ao trabalho, está a ordenha. Nem todas as empresas possuem local adequado e quando tem, falta informação para a mãe que retorna

Instalações do Grupo O Boticário

Instalações do Grupo O Boticário

Não é fácil ser mulher-mãe no mercado de trabalho. A empregabilidade da mulher na idade perto de ter filhos é baixa. O mercado olha com péssimo jeito para a mulher que quer ter ou já tenha filhos. Elas são rotuladas, vistas como profissionais que podem faltar a qualquer momento, deixando a empresa na mão. Em geral, as empresas não estão preparadas nem para receber de volta a mãe que acabou de ter bebê, tanto que as empresas sequer possuem local apropriado e exclusivo para amamentação. Essa é a realidade da maior parte das empresas. “O que observamos é muito mais uma “adaptação” das mães a essa situação em locais absolutamente não indicados e em condições inadequadas”, afirma Dr. Moises Chencinski, pediatra, membro do departamento de aleitamento materno da Sociedade de Pediatria de São Paulo e idealizador e facilitador do movimento Eu apoio leite materno – #euapoioleitematerno.
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02 ago 2016

Sobre amamentação

por
Gabi Miranda

Alimentação, Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez

Vamos falar sinceramente sobre amamentação?

amamentação 

Começou ontem e vai até o dia 07/08 a Semana Mundial do Aleitamento Materno

Que amamentar é um ato de amor e aumenta o vínculo entre mãe e bebê, contribui para o desenvolvimento emocional, cognitivo e sistema nervoso, todos nós já sabemos. Os benefícios são inúmeros para a saúde do bebê e isso é muito bem divulgado. Porém, fala-se pouco das dificuldades que algumas mulheres podem encontrar no início da amamentação. Apesar de ser algo natural, a amamentação nem sempre é simples. Os primeiros dias da amamentação podem ser bem difíceis para algumas mulheres, como pode ser tranquilo para outras. Posso afirmar que para mim foi tranquilo com Benjamin e Stella, apesar de ter tido nas primeiras semanas rachaduras nos dois seios.

O desconforto mais comum entre as puérperas são os mamilos rachados, que geralmente são causados pela pega incorreta do bebê ou pela alta frequência de mamadas. Aqui, por exemplo, Stella pegou corretamente na primeira tentativa, logo após o parto, mas como se sabe, durante os dois/três primeiros dias nosso seio só produz colostro e, acredito, que isso faz com que o bebê sugue com mais ferocidade uma vez que não sai quantidade significativa como o leite materno que sai em jatinhos. Resultado, no terceiro dia meus mamilos estavam bem rachados e doloridos a cada mamada. O leite desceu no terceiro dia a noite e Stella já começou a sugar menos forte o que aliviou. Depois a amamentação foi fluindo melhor e os mamilos ficando menos rachados e doloridos. Ou seja, como tudo na vida, isso passou.
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