30 maio 2018

Lição de casa: qual a importância mesmo?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Educação, Filhos

Estamos finalizando o primeiro semestre do segundo ano do fundamental e confesso que o começo foi bem conflituoso por aqui. Primeiro não compreendia o motivo de ter tanta lição de casa todos os dias. Sinceramente, sou a favor da criança ser livre para brincar. Uma criança precisa de tempo para essa atividade tão importante na vida dela: BRINCAR! Mas sei também que precisa aprender a lidar com suas responsabilidades. Segundo, tivemos alguns pequenos problemas em relação a falta de qualidade de sono que andou atrapalhando um pouco a aprendizagem escolar do menino. Terceiro, por mais que eu seja contra lição de casa, eu não posso instigar isso. É meu papel incentivar e demonstrar a importância da lição de casa.

Quem participa efetivamente da lição de casa é o marido. Sou coadjuvante nesse departamento. Confesso, não tenho paciência. Paciência é o ingrediente fundamental para ajudar a criança nesse momento. (quando paciência não é exigida na maternidade mesmo?!)
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28 maio 2018

O poder do abraço e seus benefícios

O poder do abraço: já diz a música do Jota Quest, o melhor lugar do mundo, é dentro dentro de um abraço….

o poder do abraço

Abraço é o melhor remédio. A melhor terapia. A melhor forma de curar uma dor ou demonstrar afeto. Abraço é cura para doenças da alma. Taí um método que deveria virar hábito em todos os lares: abraço todo dia. Porque o poder do abraço é sem limites. Ter dois corações batendo um contra outro traz inúmeros benefícios, assim como o sorriso:

  1. estabelece relação de confiança
  2. contribui para auto estima
  3. reduz a irritação
  4. relaxa os músculos
  5. fortalece o sistema imunológico
  6. equilibra o sistema nervoso
  7. nos traz para o momento presente
  8. rejuvenesce o corpo
  9. reduz pressão arterial
  10. melhora o humor
  11. enfim, contribui para o nosso bem estar e traz felicidade!

Você experimentou o poder do abraço em alguém hoje?

Não vale abraço falso, tem que ser dado de corpo e alma, sincero. Não precisamos abraçar só quem a gente ama ou conhece, pode ser até um desconhecido. Embora, eu acredito também na energia transmitida nesse ato. Por exemplo, abraçar uma pessoa com uma energia não tão favorável, pode ter um efeito contrário. Nossa energia pode ser roubada. Há pesquisas que confirmam: quando não gostamos de determinada pessoa, ao abraçá-la, nosso corpo libera o hormônio do estresse, o cortisol. E um abraço dado com amor e honestidade, nem que seja por breves segundos, tem o poder de diminuir os níveis desse hormônio. Ou seja, contribui para diminuir o estresse.
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03 maio 2018

Não se desespere se o seu filho não come

– João, está na mesa, pode vir almoçar.
– Não quero comer.
– Mas tem que comer, daqui a pouco é hora de ir para a escola.
– Mas eu não quero.
– Não tem não quero. É hora de comer.
– Eu não querooooooooooooooooo.
(…)
– Ana, você nem encostou na comida.
– Ana, para de brincar com a comida e coloca na boca.
– Ana, se você não começar a comer agora, vai ficar de castigo.
– Ana, JÁ MANDEI PARAR DE ENROLAR E COMEÇAR A COMER.
(…)
– Mãe, eu só quero o macarrão sem molho.
– Mas tem que comer tudo, Pedro.
– Eu só quero o macarrão.
– Come um pouco da cenoura, você vai gostar.
– Eu só quero o macarrão.
– E o brócolis? Você nem encostou nele.
– Eu só quero o macarrão, já falei.
– Ai, tá bom, come só o macarrão, então.

Atire a primeira pedra quem nunca viu alguma das cenas acima idênticas ou bem parecidas.

Chega a hora da refeição e mais parece o momento de tortura do dia. A criança irritada, a mãe e o pai cansados e também irritados, a criança parece provocar mais ainda, pai e mãe acabam brigando entre si. E nada do filho comer. Acontece com você também, quando seu filho não come?

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07 fev 2018

Como criar filhos empreendedores

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Viver esse processo de empreender, me fez enxergar o quanto o mercado e o modelo de trabalho estão diferentes. A tendência é se modificarem ainda mais, por isso ando refletindo na importância de ensinar nossos filhos a empreender. Mas como criar filhos empreendedores? Cada vez mais as empresas estão abrindo mão do modelo atual onde o funcionário vai até o local de trabalho e aderindo ao modelo de home office ou coworking. Não é só o mundo corporativo que promove mudanças. As novas gerações também. Eles buscam mais do que estabilidade e conforto num emprego. Os jovens querem cada vez mais evolução dentro da empresa para a qual trabalham e, principalmente, autonomia e liberdade.

a importância de ensinar nossos filhos a empreender

Mas como criar filhos empreendedores

Mas como ensinar nossos filhos a empreender? Há quem acredita que seja perfil de cada um, que ser empreendedor está na veia. A Dani Junco, da B2Mamy, uma vez disse algo que gostei.

“Empreender é comportamento”

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16 nov 2017

Certificado de bom comportamento

Chegou a época do ano em que mais falamos (e ouvíamos): “se não se comportar direito, o Papai Noel não vai trazer presente de Natal”. Rá! Quem nunca? Atire a primeira mamadeira! E para incentivar as boas condutas das crianças, resolvi fazer um certificado de bom comportamento. Mas o que é ter bom comportamento?

A gente vive falando para nossos filhos “seja um menino (a) bonzinho (a)”. E você já parou para pensar no que isso  significa? Existe uma linha tênue entre se comportar bem e ser bonzinho. O conceito de bom comportamento está relacionado a forma como reagimos diante do meio em que vivemos. Ou seja, a nossa interação com o ambiente implica num comportamento e espera-se que esse comportamento seja dentro de ações aceitáveis. Exemplos: ser educado, dizer as palavras mágicas “obrigado”, “de nada”, “por favor”, bagunçar e arrumar, respeitar as pessoas, os animais, etc.

Já “ser bonzinho”, em minha humilde opinião, está relacionado com aceitar as coisas do jeito que são impostas, ser explorado pelas pessoas, não saber dizer “não” mesmo a quem te magoa. E pra mim isso é um problema. Eu quero muito que meus filhos comportem-se bem, mas não quero que sejam bonzinhos. Quero que eles sejam bondosos e generosos, qualidades despretensiosas e que não farão mal a eles.
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27 out 2017

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

Sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda

No post anterior, sobre o desfralde da Stella, comentei que muitas pessoas me pediram ajuda. Fiquei pensando em como contribuir para que as famílias ficassem mais tranquilas. E pensei em compartilhar alguns sinais de que a criança está pronta para tirar a fralda. Sinais que percebi aqui na prática com o Benjamin e agora com a Stella.

Aconselho iniciar o desfralde quando a família tiver certeza de que a criança está pronta para tirar a fralda. Não existe uma data certa, embora eu já tenha lido que a criança está realmente pronta para o desfralde a partir dos 3 anos de idade. O importante a saber é que cada criança tem seu desenvolvimento. E não é bacana comparar nosso filho com o da vizinha ou da blogueira que seguimos e adoramos.

Para saber se a criança está pronta para tirar a fralda, é preciso ficar atenta aos sinais cognitivos, físicos e comportamentais da criança. E quais são esses sinais?
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23 out 2017

Desfralde da Stella

desfralde

Dia 09/10 iniciamos o desfralde da Stella. Eu já tinha contado em quando chega a hora do desfralde que a escola anterior já havia sugerido iniciarmos esse processo. Na época, Stella estava com 1 ano e meio. Segundo a instituição, ela já vinha dando sinais de que estava preparada. Eu não acreditava muito nisso. Na minha cabeça, para iniciar o desfralde, não basta a criança  dar como sinal a vontade de arrancar as fraldas.

Eu queria que ela estivesse realmente pronta e não acreditava nisso naquela época. E se a mãe não acredita, acho que já é outro sinal de que é melhor esperar. Acredito muito que essa é uma fase que todos precisam estar prontos para começar. Decidi que ainda não começaríamos naquele momento.

Alguns meses se passaram e Stella começou a apresentar outros sinais da sua maturidade fisiológica. Além dos sinais físicos e cognitivos, ela começou a dar sinais de comportamento. Então ela começou a verbalizar que estava fazendo xixi, mesmo estando de fralda. A fralda dela ficava seca por muitas horas, e quando fazia xixi era uma quantidade grande de uma vez. Ficava incomodada com a fralda suja e já conseguia abaixar e levantar a calça.
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02 out 2017

Como minimizar o consumo infantil

minimizar o consumo infantil

O dia das crianças está chegando e é inevitável a criança não cobrar um presentinho. Por aqui, estou no meu ritmo e no ritmo dos integrantes da família, tentando mudar nossos hábitos e valores em relação ao consumismo. Isso significa minimizar o consumo. Motivada por desejar o bem do meio ambiente, pelo estresse do emprego, pela busca de uma vida mais espiritualizada, por querer mais tempo de qualidade com meus filhos e, principalmente, por desejar ensiná-los cedo algo que aprendi recentemente, que ter coisas não faz de nós mais felizes ou mais bem sucedidos.

E aí que nessa época do ano, assim como no Natal, há um direcionamento absurdo de publicidade voltado para as crianças. E chove pedidos dos pequenos de brinquedos e objetos que eles não precisam. Basta olhar em volta da nossa casa. A minha tem um monte de brinquedos que meus filhos ficam sem pegar por semanas. Aliás, os brinquedos mais requisitados pelos meus filhos, são os mais simples. Mas ao ir numa loja de brinquedos, me surpreendem pedindo de tudo. E me assusta a velocidade e quantidade de brinquedos que surgem e os valores exorbitantes. Outro dia mesmo, vi uma boneca que custa R$500. Ao lado dela na prateleira imensa, tinha muitos acessórios que podiam acompanha-la: roupas, carro, cavalo, sorveteria, etc. Só um kit de roupa, custava R$150. Gente, nem pra mim eu compro uma roupa no valor de R$150!
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29 set 2017

Para quem tem filhos tímidos

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Filhos

Eu já fui tímida. E não tenho filhos tímidos.  Tem, é claro, aqueles momentos em que eles se demonstram tímidos. Mas logo eles se soltam no ambiente. Recentemente, recebi o artigo abaixo de como lidar com filhos tímidos e achei interessante compartilhar.

O texto é da Fabiany Lima, mãe de gêmeas, escritora de livros infantis e criadora do aplicativo Timokids, que oferece livros e jogos socioeducativos para os pequenos, estimulando a interação de toda família.

Filhos tímidos: como lidar com eles?
*por Fabiany Lima

Seu filho não para nem um minuto dentro de casa: brinca, fala, dá risada e se diverte quase o tempo todo. Mas quando você o leva a um ambiente com pessoas pouco conhecidas, ocorre uma transformação. Ele se fecha, não fala, não responde perguntas e fica claramente desconfortável. Se essa situação é comum para você, então provavelmente você é mãe de filhos tímidos.

Nesse caso, seu primeiro passo é entender que, na maioria das vezes, isso não é nenhum problema. A timidez não é um defeito, é apenas uma característica que pode ser encontrada em pessoas de todas as idades. Aposto que você conhece adultos tímidos que são felizes e bem-sucedidos, não é? Da mesma forma, seu filho também pode conviver com isso e ter uma ótima vida.
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30 ago 2017

Adaptação escolar na metade do ano – sobrevivemos, um mês de escola nova

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Sobrevivemos à adaptação escolar das crianças. Mudamos as crianças de escola na metade do ano (2017) e as aulas começaram no dia 3 de agosto. A primeira semana foi de muito sofrimento para a mamãe aqui. É incrível como sofremos e nos martirizamos criando expectativas que muitas vezes nem se tornam realidade (ainda bem!). O mal do adulto é essa bendita ansiedade que cresce com a gente. As crianças são bem menos ansiosas e quando demonstram esse sentimento, creio que tem um dedinho nosso. Contar hoje para a criança algo bacana que vamos fazer só no próximo sábado, faz sentido? Não muito, porque isso é que vai gerar nela o sentimento impaciente de chegar logo aquele dia.

Quando penso em toda a minha angústia da primeira semana, concluo o quanto fui boba. Pra ajudar, na época eu tinha acabado de ler e estava assistindo Big Little Lies. As crianças tem um poder incalculável de se adaptar aos ambientes e fazer novos amigos. No entanto, eu tinha dúvidas disso e procurei algumas alternativas para ajudar nesse processo. Na primeira semana de aula, soube que o Benjamin estava na mesma sala de um amiguinho do mesmo condomínio. Conversei com a mãe dele que prontamente já me indicou no grupo de WhatsApp das mães da turma. Fiquei o dia inteiro salvando “nome mãe de João” na agenda do celular e me sentindo grata por tanta tecnologia. Imagina, nossas mães não tinham nada disso na nossa época. Viva a tecnologia que de uma forma ou de outra aproxima as pessoas!
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