07 nov 2012

Chupeta, o berçário, a mãe – lá vem história

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

A chupeta e mais um monte de coisas que estão acontecendo por aqui

chupeta

Há quase dois meses, iniciei o processo de tirar a chupeta do Benjamin. Eu sempre falei que meu filho jamais usaria chupeta (aquela velha história de quando não se é mãe “comigo vai ser diferente”. Conhece?) e na primeira oportunidade empurrei aquele trambolho boca a dentro.

Benjamin não pegava e eu insistia. Até hoje me pergunto por quê (?). Até que um dia ele pegou. Depois de um tempo comecei achar que ele estava usando demais aquilo e vi que era o sinal vermelho. Em casa já limitávamos o uso só para as sonecas e hora de dormir. Não tinha dúvidas com relação ao uso lá no berçário, pra mim era claro que ele ficava com ela o dia inteiro na boca.

Dois sinais me fizeram ter essa conclusão: 1. nas fotos da festinha de seu aniversário no berçário, Benjamin aparece em todas as fotos com a chupeta na boca e apático (eu não reconheci meu filho). 2. Todo santo dia eu entregava ele sem chupeta e todo santo dia ele era devolvido com a chupeta na boca. Eu até falava como quem não quer nada “mas de chupeta, não é hora de dormir”, “ah, de chupeta não dá pro bebê sorrir”…
Clique e continue lendo!

compartilhe!

3

comente!

30 out 2012

Da série: relação com o berçário x mudanças

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Eu adoro o berçário que meu Ben fica. Óbvio né?! Se eu não gostasse já tinha tirado ele de lá. Em novembro vai fazer um ano que Benjamin foi para o berçário. Sempre achei que acertei de primeira. Mas existe sim uma coisa que me incomoda um pouco: a falta de comunicação da escola com os pais dos bebês do berçário. Pelo que sei com os pais das crianças já em educação infantil, tem as reuniões periódicas e tal. Mas com os pais do berçário, que é o meu caso, fica só uma relação superficial.

Eu já disse que uma vez Benjamin foi mordido no berçário e simplesmente veio um recado na agenda. Aquilo me deixou furiosa. O mínimo que eu esperava era alguém me ligar para avisar ou conversar comigo quando eu fosse buscar o Benjamin. Eu não ia fazer escândalo na porta, entendo perfeitamente que essas coisas acontecem, mas gostaria de ser preparada verbalmente e não por um aviso frio na agenda (ou como foi: perceber a mordida sem ler o aviso).
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

29 out 2012

Porta maternidade – tema: Safári com amor

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Scrapbook

Esse porta maternidade foi feito sob encomenda para minha amiga-mãe Mislene. Gostei muito de produzi-lo, achei o mais lindo até agora dos que fiz (e olha que é difícil eu achar lindo algo que eu tenha feito, pois meu lado chato perfeccionista não deixa).

Estava ansiosa para entregar, louca para ver a cara dela. A Mislene é como eu, uma piscada de olhos, um pequeno movimento de músculos e ela já demonstra satisfação ou não. Mas a cara de satisfação dela ao tirar do pacote foi tão gratificante…. De repente senti que podia dar mais significado ainda a esse momento tão magnífico que ela vive.

Depois ela ainda me escreveu um e-mail:

“Gabi, eu não gostei, eu amei. Lindo demais…Você a cada dia me surpreende, seus talentos são múltiplos e a cada dia se supera mais. A confecção deste quadro é mais que especial pra mim; tenho certeza que você colocou nele todo o seu carinho e dedicação, é algo que eu não conseguiria comprar com nenhum dinheiro do mundo. Presentes assim, tocam nossa alma. Muito obrigada mesmo.”
Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

tags: ,

25 out 2012

Ter filhos traz felicidade?

Alertaram-me: a matéria de capa da revista Época dessa semana é pessimista, mas consegue ser salva ao final. Fui em frente com a leitura. Pasmei. Não consigo entender como as pessoas querem algumas mudanças, mas sem as responsabilidades que essas mudanças carregam.

Exemplo bobo: Queremos incansavelmente ser adultos, morar sozinhos, ser independentes, mas não queremos pagar contas e queremos de preferência que nossa mãe apareça em casa um dia sim outro também para organizar, lavar, fazer comida. Queremos casar, mas de preferência continuar com alguns programas que faziam parte da vida de solteiro. Desejamos ter filhos, mas sem acordar de madrugada, sem limpar bumbum sujo de coco, sem fazer mamadeira, sem ouvir choro, sem ter que lidar com birras, sem dar banho, sem ter que deixar de ter tempo pra você, sem dor de cabeça, sem preocupação, sem responsabilidade, sem nada! Como viver essas e outras possibilidades sem os impactos que elas carregam?! Clique e continue lendo!

compartilhe!

12

comente!

11 set 2012

Trabalho de reconhecimento pessoal

por
Gabi Miranda

Comportamento, Filhos

Eu já disse aqui que meu pai, avô do Benlindo mora na cidade maravilhosa, Rio de Janeiro.

Rio de Janeiro – Vista do Pão de Açúcar – Gabi e Piffer – Junho/2006

;

Da penúltima vez que meu pai veio para São Paulo, no aniversário do pequeno, meu Ben estranhou um pouco. Atribuímos ao fato¹ de na época meu pai estar de bigode. Mas o fato² é que Benjamin passou a estranhar e olhar desconfiado as pessoas que não conhece. Benjamin passou a precisar analisar, ficar de olho e aos poucos vai se abrindo.

Senti que meu pai ficou um pouco chateado por não ter sido reconhecido pelo meu Ben. O vovô disfarçou, mas meu coração de filha não se engana, muito menos o de mãe.

Tudo marcado, meu pai voltaria no feriado 7 de setembro. Conversamos eu e marido o que poderíamos fazer para amenizar o estranhamento do Benjamin com relação ao avô materno. Surgiu uma ideia bacana. Marido preparou uma apresentação com várias fotos do meu pai e Benjamin juntos, em diversos momentos desde que meu Ben nasceu. Uma semana antes da chegada do meu pai, todas as noites ao chegar em casa, passamos a colocar a apresentação no computador. Algumas vezes a gente sentava com o Benjamin mostrando o vovô, outras deixava a apresentação rolar e perguntávamos “cadê o vovô, Ben?!” e ele apontava para o computador. Sim, o vovô estava lá dentro, em breve estaria ao vivo e a cores na nossa frente e parecia que o nosso plano estava dando certo. Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

22 ago 2012

Preparativos para as futuras mamães

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Maternidade

Dia desses a Dani encaminhou a troca de e-mails que fizemos há 1 ano e pouquinho. Eu estava grávida de 8 meses do meu Ben. Enquanto todo mundo estava ansioso pelo nascimento do pequeno, eu seguia tranquila (por mais inacreditável que isso possa parecer), barriguda, pesada, cheia de dúvidas, mas sem muita noção do que estava por vir… e nós falávamos sobre os preparativos para as futuras mamães.

De: Dani
Enviada em: terça-feira, 3 de maio de 2011 11:37
Para: Gabi e Aline
Assunto: Preparativos para as futuras Mamães

Quais são os hábitos de uma mãe feliz?
É sobre isso que se trata um livro recém-lançado nos Estados Unidos pela pediatra Meg Meeker. Na obra, ela relata como a pressão das mulheres que são mães atrapalha a sua felicidade e as dez maneiras de resgatá-la. Confira entrevista exclusiva da CRESCER com a autora.

Você é uma mãe feliz? Não, não estamos de forma alguma questionando o quanto você é plena por ter tido filhos, mas, se como mulher, está realmente feliz. É sobre essa busca da realização na vida que a americana Meg Meeker, pediatra há 25 anos e mãe de quatro filhos já adultos, recém-lançou, nos Estados Unidos, o livro The Ten Habits of Happy Mothers: Reclaiming Our Passion, Purpose and Sanity (Os Dez Hábitos das Mães Felizes: Recuperando Nossa Paixão, Propósito e Sanidade, em tradução livre). Em entrevista exclusiva à CRESCER, ela conta que tem percebido que, nos últimos anos, as mães estão mais estressadas do que nunca e pensou no livro não como um guia de como ser uma mãe melhor e, sim, uma reflexão para as mulheres serem mais felizes. Mas o que é preciso, então, para encontrar o equilíbrio perfeito entre a maternidade e a vida pessoal? Abaixo, você confere trechos do nosso bate-papo com a escritora.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

17 maio 2012

Curso para gestantes

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

curso para gestantes

Quem não fez curso para gestantes põe o dedo aqui! Até cogitei fazer, mas no decorrer da gravidez gastei dinheiro e tempo com tanta coisa que passei a questionar a necessidade do tal curso. A maioria desses cursos são cobrados (exceto os cursos online) e não vale a pena pagar sei lá R$250 reais para aprender (em dois dias) os primeiros cuidados com o bebê. Vamos combinar que aprender a trocar fraldas e dar banho em boneca é facinho. Até na Capitu (my dog) é mais fácil colocar fraldas do que em um bebê (sim, o marido fez o teste).

Eu pensei que fossem cursos mais práticos e que realmente fossem necessários, que fariam a diferença na minha vida materna. Mas nãnanina não, curso para gestantes não é bem assim! Na maternidade mesmo a enfermeira já te ensina dar banho, trocar fraldas, limpar o umbigo, tudo que você esquece no instante em que acaba a aula prática. Quem já em casa, sem a enfermeira, não se viu perguntando “Como é mesmo que seguro o bebê para o banho?”.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

16 abr 2012

Uma vida muda tanto a nossa

Nos últimos dias tenho pensando muito na chegada do Benjamin em minha vida. Acho que esse negócio de organizar a festa de um ano dele mexeu comigo. Daqui a pouco meu bebê vai fazer um ano!!! Fico pensando em minha vida há um ano, ou melhor, um ano e 10 meses – porque a partir do momento que me descobri grávida, minha vida mudou totalmente.

Lembro que passei muito mal nos primeiros meses de gestação. Como passei mal!!!! Eu respirava e pronto, colocava os bofes pra fora. Fiquei apavorada pensando que ficaria a gestação inteira daquele jeito. Até o quarto mês não gostei muito de ser gestante, mas depois…ai que saudade. Acho que não tem estado melhor da mulher.

Quando Benjamin não mexia – o que era raro – eu entrava em pânico e comia, comia e comia até que ele desse sinais nítidos de vida. Passei a gravidez inteira com medo de perdê-lo. Talvez porque eu tive um descolamento de placenta logo no início e tive que ficar de repouso, depois porque eu passava muito mal e não comia e quando comia colocava pra fora, também porque eu não bebo leite, não como verduras (e até tentei), legumes e mais um monte de coisas… nisso eu pensava um montão de besteiras. Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!

24 fev 2012

Berçários, os pais querem participação!

por
Gabi Miranda

Educação, Filhos

Os pais querem participação e uma relação saudável com a escola

Outra semana meu filho veio, por dois dias seguidos, com chupeta alheia na boca. Não tinha sido a primeira vez, não gostei e conversei com a diretora da escola. Eu mandei um e-mail. Preocupada, li e reli o texto antes de mandar, pois não era o meu intuito só dar um “puxão de orelha” mas também ajudar a encontrar uma estratégia para evitar o ocorrido.

Sei que passei dias me torturando achando que a escola não tinha gostado dos meus comentários. Mas após várias reflexões, conversas e leituras sobre o assunto, a minha convicção sobre a relação de pais e berçário/escola só fortaleceu. Desencanei (um pouco) sobre o que a escola tinha pensado, se tinha gostado ou não. Falaram-me, que existem mães que reclamam por muito menos. E as que nunca reclamam!

Veja bem, atualmente, resignamos nossos filhos à escola não porque simplesmente estamos renunciando, mas porque precisamos trabalhar para proporcionarmos uma oportunidade de vida melhor para eles. Mas não podemos abdicar do nosso papel de pais e principalmente, educadores. Porém, precisamos de ajuda da instituição: escola. Os pais querem participação.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

27 jan 2012

Dicas para escolha de um berçário

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Como disse aqui e aqui, berçário tem seu lado positivo. Geralmente, é um lugar bem estruturado, com rotina e disciplina, incluem atividades físicas, brincadeiras, propõe interação, estimula a criatividade, sociabilidade e desenvolvimento do bebê. Sem dúvida, minha primeira escolha era Benjamin ter ficado sob cuidados da minha mãe, mas nem tudo pode ser do jeito que desejamos. Embora ainda sinta uma certa angústia e uma saudade imensa do meu Ben, estou gostando da forma como estou encarando a experiência, acho que amadureci muito.

Não sou PHD no assunto, mas para finalizar a saga sobre berçários vou deixar aqui algumas dicas sobre o que ficar atento na escolha de um berçário.

• O local deve ser completamente limpo e sem essa história que o chão está sujo porque é hora da comida. Tem que estar limpo o tempo todo;

• Iluminação: o lugar deve ter claridade natural da luz do dia;

• Ficar atento: a banheira, dormitórios, berços, roupa de cama;
Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!