24 mar 2016

Zika Vírus: dicas de proteção

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Gravidez, Maternidade

Zika Vírus foi descoberto em 1947, a primeira epidemia causada por esse vírus no mundo foi em 2013. Atualmente, acredita-se que desde de 2015, o Zika Vírus está assustando milhares de brasileiros.

Zika Vírus

Imagem Google

Recentemente participei de um encontro com  a Dra. Ana Escobar, pediatra e consultora do programa Bem Estar, que falou sobre A importância dos primeiros 1000 dias em tempos de Zika Vírus. Foi um encontro com bastante informações sobre esse vírus que tem alarmado o Brasil. Sabemos que o transmissor do Zika Vírus é o mosquito Aedes aegypti, o mesmo que transmite a Dengue, a febre amarela e a chicungunya. Homens e mulheres de todas as idades podem pegar, inclusive as grávidas. Existem ainda muitas dúvidas e estudos a respeito dessa praga. Por exemplo, devemos ter cautela para engravidar? As pesquisas indicam que uma mulher que teve Zika Vírus antes de engravidar, não corre o risco de infectar o bebê, mas é tempo de cuidado. Segundo a Dra. Ana Escobar, quem pode aguardar um pouco para engravidar, deve aguardar. Veja, abaixo, outras informações e dicas da Dra. Ana Escobar.

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23 mar 2016

Entenda o que é microcefalia

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Lillo, empresa tradicional no segmento de produtos que atendem as necessidades de mães e filhos, esclarece o que é microcefalia

 

microcefalia

Microcefalia é uma condição neurológica em que a circunferência da cabeça da criança é significativamente menor que a circunferência de 32cm. Quando detectado ao nascimento, a microcefalia usualmente é resultado de um desenvolvimento cerebral prejudicado intraútero.

Ela pode ser causada por uma variedade de fatores genéticos e/ou ambientais. Crianças com microcefalia, frequentemente, apresentam atraso do desenvolvimento. Geralmente não há tratamento, porém, a intervenção precoce com terapia de suporte, como terapia ocupacional e fonoaudiologia, podem aumentar o desenvolvimento e melhorar a qualidade de vida.

O principal sinal de que uma criança tenha microcefalia é uma medida da circunferência da cabeça significativamente menor que de outras crianças, da mesma idade e sexo. Para esse diagnóstico, são utilizadas curvas de crescimento e calculado em percentis.

Algumas crianças com microcefalia apresentam desenvolvimento neuropsicomotor normal. Apesar de ter a circunferência da cabeça menor que a média das crianças para a mesma idade e sexo. Porém, dependendo da gravidade da causa que provocou a microcefalia, algumas complicações podem ocorrer:
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15 mar 2016

9 mitos comuns da segunda gravidez

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Segunda gravidez também carrega mitos, acredite: será assim se for terceira, quarta, quinta…

segunda gravidez

 

O que a gente ouve de mitos na gestação não está escrito, na segunda gravidez não é diferente… Daria para fazer um livro. Na gestação da Stella, como não sabíamos o sexo do bebê, choveram teorias. As crendices vinham de todos os lados, inclusive de gente desconhecida que me esbarava na rua. Sério. Muitas vezes eu me segurei para não gargalhar na frente da pessoa. Em outras para não xingar. Importante mesmo é não acreditarmos em tudo o que ouvimos e manter certo distanciamento. Mas tem o lado positivo disso, é que agora eu posso confirmar que algumas dessas coisas que ouvi são tudo papo-furado, não passa de mito mesmo, historinha pra boi dormir. Bora conferir?

1. Se a segunda gravidez é diferente da primeira, é sinal que o bebê é do sexo oposto
Minha gravidez da Stella foi bem parecida com a do Benjamin. Passei mal igual no início da gestação. A única coisa diferente foi que eu senti até o último dia uma espécie de azia, o que não aconteceu na primeira vez. E mesmo que seja muito diferente, acho que tem uma questão da idade e o tempo da gestante ser outro.
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15 fev 2016

Primeiro filho – Prepare-se financeiramente

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Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Gravidez, Maternidade

Preparando-se financeiramente para a chegada do primeiro filho

Por Fabiana Ramos, Coach Financeira e Fundadora do Mulheres com Dinheiro.

Planejamento-primeiro-filho__

 

Que maravilha é a expectativa pela chegada do primeiro filho!! Que delícia receber o exame positivo, observar a sensação de ter um serzinho dentro de você, desfrutar da alegria do primeiro chute,… Que lindo ver a barriga crescendo e o corpo se transformando para acomodar aquele que é o seu maior tesouro.

A gravidez é, a meu ver, a etapa mais linda da vida de uma mulher.

A chegada do primeiro filho traz muitas mudanças à vida da nova mãe e do casal, tanto na questão do próprio relacionamento, quanto no que se refere ao tempo (que antes era somente do casal e agora será dividido por 3) e também em relação às finanças.

Vamos hoje falar sobre as finanças da nova família.

Todos sabemos que um filho traz muitas alegrias, mas também muitos novos gastos.

O ideal mesmo era que o casal tivesse feito uma “poupança-bebê” e tivesse separado uma quantia mensalmente para ir juntando aos pouquinhos… assim, quando a cegonha batesse à porta com o primeiro filho, não haveria motivos de preocupação.
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27 nov 2015

Queda de cabelo após parto

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Três meses depois do nascimento do Benjamin, levei um susto quando meus cabelos começaram a cair. Eu não fazia ideia de que o cabelo caía tanto depois do parto. Dessa vez eu já estava ciente que aconteceria, mas não com tanta intensidade. Tem cabelo meu por toda parte da casa mesmo vivendo com ele preso. É normal queda de cabelo após parto, mas peraí, vamos com calma. Só não corro o risco de ficar careca porque passei centenas de vezes na fila do cabelo.

É comum toda mulher perder o cabelo a partir do 2º ou 3º mês do pós-parto. E não tem ligação direta com a amamentação, tem a ver com os hormônios. Durante a gravidez a queda natural do cabelo diminui por conta dos hormônios e o cabelo tende a ficar mais forte e bonito. O oposto acontece no pós-parto, pois os hormônios voltam ao normal e todo o cabelo que não caiu durante a gestação começa a cair em dobro.
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09 nov 2015

Levante por mulheres grávidas

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Não tem jeito, parece algo cultural (e mundial), enraizado no ser humano sem noção, mas é algo costumeiro ver grávidas e idosos em pé no transporte público. Mesmo tendo cadeiras reservadas para esse grupo. É difícil encontrar um ser que se levante por mulheres grávidas. As pessoas fingem que não veem, fingem que estão dormindo. É verdade! Eu já me deparei com isso na gestação do Benjamin. Na gravidez da Stella não me lembro de ter andado de metrô ou ônibus, mas senti o desrespeito nas filas em lugares públicos. As pessoas simplesmente não dão lugar e ainda acham ruim quando você (ou algum cidadão do bem) faz prevalecer o seu direito.

Definitivamente, acho que esse é o tipo de coisa que não devia precisar de avisos, mas é sempre bom alertar. E foi pensando nas grávidas que os chineses lançaram uma campanha pra lá de criativa “Stand Up For Pregnant Women” (Levante por mulheres grávidas). Com o objetivo de conscientizar a população sobre a importância do respeito para aqueles que precisam. Principalmente as grávidas, os cartazes são ilustrados com desenhos geniais, além de muito meigos.
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26 out 2015

10 Dicas do que fazer enquanto espera o bebê nascer

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Seu médico te afastou do trabalho e agora você está em casa só esperando o bebê resolver nascer. As malas já estão prontas, a casa está em ordem, você está sozinha em casa e não sabe muito o que fazer?! Anote essas 10 dicas do que fazer enquanto espera o bebê nascer

Dica 1: Coloque um hobby em prática

Imagem Google

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Deve ter alguma coisa que você gosta de fazer. Eu adoro scrapbook. Então aproveitei para fazer alguns projetos e relaxar. Pinte, borde, costure.

Dica 2: Blog

Imagem do Google

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Se você tem um blog aproveite para escrever e deixar algumas coisas no gatilho para o período após o nascimento do bebê, pois com certeza não será possível atualizar diariamente.

Dica 3: Livros e revistas

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Coloque a leitura em dia. Ler também ajuda a distrair e deixar a espera menos angustiante.

Dica 4: Filmes

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22 out 2015

Incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos, Gravidez, Maternidade

Incompatibilidade sanguínea entre mãe e bebê.

Você sabia que ao engravidar é importante saber seu tipo sanguíneo para evitar a formação de anticorpos que ataquem o sangue do bebê?

Imagem Google

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Funciona assim, quando a mulher engravida, um dos primeiros exames solicitados é o de tipagem sanguínea para descobrir qual o grupo sanguíneo que ela faz parte. Na superfície de cada célula do corpo há um grande número de antígenos que tem uma função que se assemelha à de uma antena. Um desses antígenos é o fator Rh. Cada pessoa possui um fator Rh que poderá ser positivo (fator Rh dominante) ou negativo (ausência do fator). Quando as células da mãe não contém o fator Rh e as do feto contém (tornando-o Rh positivo), o sistema imunológico da mãe entende o feto e suas células com Rh positivo, como um corpo estranho. Isso faz com que o sistema imunológico da mãe desenvolva anticorpos para se defender. Isso é conhecido como incompatibilidade sanguínea.
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28 ago 2015

É uma menina!

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Quem nos acompanha sabe que não tínhamos conhecimento do sexo do bebê e expliquei minhas razões.

Leia qual o sexo do bebê

Tanto eu quanto marido e Benjamin, tínhamos uma intuição. Menina. Eu sentia isso muito forte dentro de mim, assim como senti que era menino quando esperava meu Ben. Mas ao contrário do que aconteceu na gestação do Ben – que eu sonhava ser menina quando não era, nessa sonhei 3 vezes que era menina e parecia sonho confirmação. Sabe esses sonhos que parecem avisos?! Benjamin além de ter sido o primeiro a falar que tinha um bebê na minha barriga sem mesmo eu desconfiar, falou desde sempre que teria uma irmãzinha. Dizia isso pra todo mundo e em nenhum momento titubeou. Ele já tinha até nome para ela: Smarfa.

Em uma das ultrasons que fizemos, o bebê estava de pernocas abertas e a médica aconselhou olharmos para o lado caso não quiséssemos mesmo saber o sexo. A Dra. após ter visto, perguntou se já tínhamos nome e comentei que só tínhamos opção para menina, ao que ela retrucou “é bom pensar opções para o sexo oposto também”. Pronto! A sementinha da dúvida foi plantada. E passei o restante da gravidez questionando minha intuição “será que é ou não?!”.
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05 ago 2015

Relato de parto: o dia que a estrela brilhou

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Prepare-se, vai começar o meu relato de parto!

Há 8 dias, às 20:00, eu entrava em trabalho de parto sem ainda saber que era trabalho de parto. Naquele mesmo dia pela manhã, havíamos ido à consulta de rotina com o obstetra e saí de lá muito arrasada com a possibilidade de realizar mais uma cesárea marcada para sexta-feira, 31/07, às 22:00. Data já limite para o bebê nascer. Chorei com o meu médico, com o marido. Era um sonho indo embora, mas havia a possibilidade de acontecer algo durante a semana, quem sabe…Além de não me agradar a ideia de fazer outra cesárea, não me agradava nada ter que escolher o dia e hora do nascimento do meu filho(a). A história mais uma vez parecia se repetir, pois na gestação do Benjamin foi quase a mesma coisa. O dia passou arrastado e eu carregando certa tristeza no peito.

A noite chegou, preparei o jantar sentindo uma cólica, jantamos e então as dores chegaram. Uma dor que me abraçava pelas costas num indo e vindo infinito. Mal sabia que infinitos, seriam os números dos segundos, minutos e horas daquela noite e do dia seguinte. Por volta das 00:30 decidimos ir para a maternidade. Deixamos Benjamin nos pais do marido e lá fomos nós. Eu sentia dor e outro sentimento que não sei bem definir, não era exatamente medo, mas passava pela minha cabeça que eu não queria morrer. Desejei imensamente que minha mãe estivesse ali segurando minha mão e, por incrível que pareça, senti que ela estava ali e me assegurava que tudo daria certo. Percorri o caminho analisando o tamanho da minha dor, pois eu sabia que na maternidade me perguntariam “de zero a dez” que número eu daria para o que sentia. Cheguei à conclusão que daria nota seis e meio, pois embora a dor viesse aumentando, uma nota máxima só poderia ser atribuída para dores que não aguentamos, como aquelas que atingem a alma ao perdermos alguém e eu estava ganhando um outro alguém, eu daria à luz a uma outra vida, estava trazendo outro ser ao mundo, outras possibilidades, alegrias, outras histórias.
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