14 ago 2018

Criança não namora

criança não namora

Já faz algum tempo que recebi essas fotos da campanha “Criança não namora“. Na época, salvei as imagens justamente para fazer um post aqui para o blog. Porque sempre pensei nessa coisa dos adultos intitular algum amiguinho como namorado. Isso sempre me incomodou quando eu era mãe só do Benjamin. Sempre tinha alguém perguntando se ele tinha namoradinha. Com a chegada da Stella, o foco mudou. E sempre achei ridícula e de mal gosto aquela piadinha “agora você é fornecedor”.

Criança não tem namorado. A relação que existe entre crianças é de amizade. E porque não falamos disso com elas? Não explicamos o quanto é valiosa e importante a amizade. Insistir nesse negócio de namoro na infância é incentivar que elas virem adultas antes do tempo. E já basta a indústria fazer isso o tempo todo. São brinquedos, roupas, assessórios e até cosméticos investindo na adultização infantil.

Leia também: o poder do discurso materno

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12 ago 2018

O que significa ser um pai ativo?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Eu não posso negar, o marido é um pai ativo! E quando digo isso, quero dizer que ele é comprometido e presente na vida das crianças. E ele é de forma natural. Mas o que significa ser um pai ativo?

pai ativo

Não é novidade que nós, mães, concentramos a maior parte das tarefas relacionadas exclusivamente ao bebê e, vamos combinar, parte disso é porque não deixamos o pai fazer do jeito dele, sempre estamos metendo o bedelho. A imagem que se tem de um pai é a de um cara bagunceiro, indisciplinado, sem noção, que deixa as crianças jogadas, não lembra os horários das refeições e ainda as alimenta com porcarias e assim por diante. Essa imagem precisa ser deletada, pois os papais tem participado cada vez mais da criação dos filhos e também dos cuidados do lar.

Leia também: deixe o pai do seu filho participar

Segundo um material desenvolvido pela Unicef, distribuído no Chile, ser um pai ativo envolve as ações relacionadas abaixo.
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09 ago 2018

Pole dance o exercício físico da mulher moderna

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

pole dance

Taí algo que eu adoraria fazer: Pole dance! Uma grande amiga faz e acho incrível toda vez que vejo uma foto dela nas redes sociais. Pole dance é visto por alguns, de maneira machista, pois por muito tempo era visto como uma dança sensual. Em 1996, o filme ‘Striptease’, estrelado pela atriz Demi Moore trouxe cenas eróticas de sua personagem no pole dance, o que contribuiu para que a modalidade ficasse atrelada à sensualidade.

Mas o pole dance nada mais é que um exercício físico, uma dança, um esporte, uma prática fitness! Essas são as palavras que definem o pole dance. Modalidade na qual são realizadas performances e movimentos com o corpo utilizando-se uma barra vertical como apoio. A verdade é que o pole dance se consolidou no Brasil e caiu nas graças das mulheres, como no caso dessa minha amiga, a carioca Rose.

A professora de pole dance Vanessa Esteves Reichert e a publicitária Mayra Cordeiro, que são praticantes de pole dance, elencaram as cinco principais razões para praticar o pole dance.
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08 ago 2018

Assédio Moral na gestação e no pós parto

por
Gabi Miranda

Destaque, Gravidez, Maternidade

Outro dia, falava no Instagram sobre como nós, mulheres, quando nos tornamos mães e trabalhamos fora, precisamos lidar com o assédio moral na gestação. Eu nunca passei por isso, tá? Mas imagino o sofrimento. Às vezes é uma brincadeirinha, mas que tem impacto muito forte sobre as nossas emoções. Então, a seguidora Luciana Santos, comentou comigo que já havia sofrido assédio moral durante a gestação e também no pós parto. Convidei Luciana para escrever seu depoimento aqui no Bossa Mãe. Ela aceitou!

Luciana é mãe de Beatriz e Breno, Engenheira Ambiental e de Segurança do Trabalho. Ela trabalhou por 13 anos na empresa onde sofreu o assédio. É uma empresa de Engenharia e Consultoria voltada para saneamento e urbanismo ambiental.

Com essa histórias, queremos disseminar a informação e ajudar outras mulheres que passam pela mesma situação.

assédio moral na gestação

Sofri assédio moral na gestação e no pós parto

No dia 11/03/2013, anunciei para as pessoas que trabalhavam comigo que estava grávida. Nesse dia recebi muitos abraços e muito carinho. Mas recebi também olhares preconceituosos. E um discurso do meu gerente, dizendo que ele seria o “Pai” dessa criança (nunca tive relação com essa pessoa, a não ser profissional). O mesmo gerente falou para todas as outras mulheres que o anticoncepcional delas deveriam estar na mesa dele no próximo dia. Para ele garantir que todas estariam se “precavendo” de uma indesejável gravidez.
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07 ago 2018

Dicas para levar crianças pequenas ao cinema

dicas para levar crianças pequenas ao cinema

Outro dia, uma seguidora no Instagram me perguntou: a Stella fica no cinema o filme inteiro? Levar crianças pequenas ao cinema, nem sempre é uma missão possível.

O Benjamin, desde bebê, nos acompanha ao cinema e sempre ficou tranquilamente do início ao fim do filme. E nunca fomos com ele em sessões especiais, como CineMaterna, por exemplo. Desde muito bebê ele ficava quietinho e aparentemente prestando atenção.

Já a Stella… é outra história. Desde sempre a Stella não para e fica inquieta numa sala de cinema. Já tivemos que sair porque ela começou a gritar. Ou porque ela quer ir ao banheiro. Ela está com 3 anos e sempre foi de dar trabalho no cinema.

Só que o Benjamin adora ir ao cinema, eu e marido adoramos ir junto. Claro que já abri mão de ir para ficar com a Stella. Ou já tiramos na sorte para ver que sairia com a Stella quando ela começasse seus ataques.
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06 ago 2018

O uso do celular é um hábito que pode atrapalhar a nossa vida

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

uso do celular

Quando eu trabalhava fora, eu estava me controlando em relação ao uso do celular. A partir das 20h, principalmente se já estivesse em casa. Parei de trabalhar fora, a rotina foi transformada e fiquei ainda mais ligada no celular. Contudo, estou agora me disciplinando novamente para me desligar do celular a partir das 20h00. Essa é uma das minhas metas para esse mês de agosto. E por que eu quero tanto me desligar do celular? Por vários motivos.

O celular tira o nosso foco, nossa concentração, nos mantém ocupados, mas não produtivos. E dependendo do momento, ele atrapalha muito! Sei que a correria do dia a dia, encontramos no celular muita praticidade, pois ele nos permite resolver muitas coisas e de forma rápida. Mas de acordo com a Associação Brasileira de Medicina de Tráfego (Abramet), o uso do celular ao volante é a terceira maior causa de mortes no trânsito no Brasil. O número de infrações decorrente desta prática perigosa aumentou cinco vezes no primeiro semestre do ano. Ou seja, atrapalha bastante e nos prejudica bastante, né?
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05 ago 2018

Verdades libertadoras sobre produtividade

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade

produtividade

Sempre duvidei das amigas que trabalham em casa e afirmam não ter tempo pra nada. A conta não fechava na minha cabeça. A ideia que eu tinha é que se a pessoa não trabalha fora, tem mais tempo para fazer as coisas em geral, consequentemente, consegue administrar e planejar melhor suas atividades. Pois bem, na teoria é uma coisa. Já na prática…. Estou há 11 meses em casa. E o que estou concluindo é que, quem trabalha fora acha que se não trabalhasse produziria mais. E quem não trabalha fora, acha o inverso disso.

E aí ninguém consegue produzir como gostaria porque nunca dá. Porque não tem tempo. Porque tem muita coisa pra fazer. Porque sempre tem que fazer alguma coisa. Estou refletindo há dias sobre a pergunta você é produtiva ou ocupada? No livro “Produtividade para quem quer tempo“, o autor Geronimo Theml, um estudioso sobre produtividade e empreendedorismo, apresenta considerações interessantes sobre produtividade e dicas úteis para organizar melhor nossos dias.
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04 ago 2018

Endometriose é responsável por 50% dos casos de infertilidade feminina

por
Gabi Miranda

Destaque, Maternidade

endometriose

Acho que nunca contei aqui, mas fiz tratamento para endometriose. Descobri que tinha um pouco antes de me casar, há 10 anos, fiz uma pequena cirurgia e desde então tomo anticoncepcional de forma continua para não menstruar. Mas estou pensando em parar e aí ainda vou conversar com meu médico para ver outras possibilidades. Endometriose precisa ser diagnosticada e tratada. O diagnóstico tardio, pode levar a complicações, entre elas, a infertilidade. Embora, um bom médico, vai poder orientar melhor. Por isso, resolvi compartilhar este assunto tão importante.

Endometriose é responsável por 50% dos casos de infertilidade feminina

A infertilidade acomete 15% da população mundial. Pode ser considerado infértil o casal que tenta engravidar há mais de um ano, mantendo relações sexuais frequentemente e sem o uso de qualquer método contraceptivo. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), apontam que em 40% dos casos, a condição para a infertilidade está na mulher. Em outros 40%, no homem e em 20%, as causas para a doença são desconhecidas.
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02 ago 2018

5 coisas que você não deve contar a ninguém

coisas que você não deve contar

Sou dessas que acredita em olho gordo. Mesmo que inconsciente, as pessoas podem colocar olho gordo na gente sem querer. E por isso, acredito que não devemos nos abrir demais. Percebo que quando me abro demais, tenho meu lado pessoal ou profissionais prejudicados. Ou algo acaba não dando muito certo. Ou fico com uma inhaca que só banho de sal groso para me tirar a sensação ruim. Portanto, acredito que tem algumas coisas que você não deve contar a ninguém.

Nessa fase em que estou da vida, tem ficado cada vez mais nítido que algumas coisas não devemos contar a ninguém. E por vários motivos. Porque podemos despertar inveja nos outros e esse sentimento não é bom para quem sente, muito menos para quem recebe. A gente acaba perdendo um pouco a animação e a energia quando alguém acaba fazendo um comentário pessimista a respeito dos nossos projetos. E também evitamos aumentar a nossa expectativa, além de criar nos outros.
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23 jul 2018

A morte não é nada

por
Gabi Miranda

Desabafo, Destaque

a morte

Hoje, 23 de julho, minha mãe completaria 64 anos. A morte a levou há 4 anos. Incrível como a gente se acostuma com a falta de uma pessoa que amamos. E assustador também. Contudo, todo ano é a mesma coisa, nas datas comemorativas, principalmente, a dor aperta. É como se a ferida abrisse. Fazia tempo que não me sentia triste com a ausência dela. Mas desde ontem, estou sentindo uma tristeza e tanto. Funciona assim, você não pode imaginar como seria se a pessoa estivesse aqui, não relembrar o passado. Assim, fica mais fácil controlar. Só que quando você não consegue evitar os pensamentos… é um avalanche de crueldade consigo mesmo.

Tenho muita dificuldade de mandar meus pensamentos para minha mãe como se conversasse com ela. Acho que no fundo, ainda estou brava com ela – como se tivesse esse direito, por ela ter ido embora. Eu sequer sonho com a minha mãe. Sonhava muito logo quando engravidei da Stella. Mas eram sonhos confusos, sempre no velório. Acreditava que era porque eu a chamava muito. Até que um dia parei de chamá-la tanto. Mas passei a não sonhar mais com ela. Acho que os sonhos, quando são bons, é uma forma da gente ultrapassar as barreiras entre a vida e a morte. Uma forma de matar a saudade. Sinto falta de sonhar com a minha mãe.
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