29 maio 2013

A angústia da separação

por
Gabi Miranda

Desabafo, Maternidade

Colocar o filho no berçário ou na escolinha é uma decisão muito difícil. Mães de primeira viagem sofrem e não sabem como lidar com essa situação. É tudo muito novo, a maternidade chega ser avassaladora, transforma toda nossa vida.

Algumas mães tomam a decisão de parar de trabalhar. Outras não podem ou não querem seguir esse caminho. Por algum momento eu quis, mas logo depois esse desejo insano passou.

Embora goste da maternidade, não teria capacidade, muito menos paciência, para cuidar de filho e consequentemente da casa. Acho até que a forma como me entrego para a maternidade é justamente por essa escolha, por me dividir entre profissional e mãe. Se eu tivesse parado de trabalhar, tenho certeza que em alguns meses estaria sem paciência e disposição nenhuma para maternar (ou não?!).

Optei por colocar Benjamin no berçário e ele foi logo cedo, assim que acabou minha licença maternidade, aos 5 meses de idade. Sofri. A angústia da separação nos pegou. E perguntaram-me: como você superou isso? E o Benjamin como foi pra ele a angústia da separação? Eu não sei bem como responder, mas acho que alguns fatores contribuíram.
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16 abr 2013

Dicas simples para mamães de primeira viagem

por
Gabi Miranda

Maternidade

Veja algumas da minhas dicas simples para mamães de primeira viagem

Todo ano nessa mesma época maridão viaja a trabalho e consequentemente, fico sozinha com o Benzoca. Ano passado contei a experiência AQUI. Esse ano não fiquei tão ansiosa, nem lembrava desse meu medo do meu Ben acordar de madrugada (e adivinhem… Na primeira noite, de domingo para segunda, às 3:45 ouço uns gemidos, acordei e pensei “não é possível que Benjamin vai fazer isso comigo!!!” Ele SEMPRE dorme a noite inteira, quando estou sozinha ele resolve se rebelar. Mas ele continuou dormindo, ufa…).

No domingo achei estranho a ausência do marido. Todos os dias sem ele tem sido meio esquisito, a casa fica silenciosa. Embora o molequinho que aqui está ao meu lado nesse momento, não para um minuto sequer e não desliga o aparelho de som – ele realmente veio para enfeitar a minha vida. Mas dessa vez estou achando mais tranquilo e acho que se deve a experiência adquirida nesses quase dois anos de vida do Benzoca.
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28 mar 2013

Metáforas (por Roberto Piffer)

por
Gabi Miranda

Maternidade

Hoje o serviço de utilidade pública do Bossa Mãe entra em ação. Aos leitores e leitoras que ainda não tem filhos. Mas que não são menos importantes por isso. Vamos (tentar) explicar o sentimento da relação pais-filhos. Algo que é tão comentado nos textos cotidianos, porém que fica pouco palpável para quem ainda não é papai ou mamãe.

Os 11 exemplos abaixo são simples e muito práticos. Dá para ter uma ideia (mais ou menos) real da dimensão do que você vai sentir quando seu filho – ou filha – chegar…

De qualquer forma, aconselho usar sua imaginação para se sentir dentro de cada situação e ficar mais legal. Vamos lá:

– Quando o nenê nasce, é como descobrir que passou num vestibular concorrido. Você sabe que batalhou duro, que foram meses de dedicação e, assim que acontece, você sente uma felicidade-alívio desconcertante;

– Uns 2 dias depois do nenê nascer você vai pra casa, é como ser ganhador da mega sena. você é só sorrisos, só alegria… Cumprimenta gente que você não conhece, acha o trânsito uma beleza, é só felicidade;
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27 mar 2013

Benjamin no país das maravilhas (por Roberto Piffer)

por
Gabi Miranda

Família, Maternidade

Confesso que esse negócio de escrever em blog não é fácil. A arte de escrever e manter este canal diariamente atualizado é admirável. Aliás, pegando carona nessa deixa, aproveito para escrever algumas palavras à Gabi, que se dedica de corpo e alma ao blog e, incondicionalmente, à difícil mas prazerosa incumbência de ser mãe. Já li algumas vezes aqui no blog que sou um bom pai, ótimo marido, que ajudo e tudo mais… E nada mais justo do que exaltar aqui que ela se tornou a melhor mãe do mundo que o Ben poderia ter. Além de que, encarnou perfeitamente este papel principal na nossa família, nossa protagonista também conhecida como mamãe.

país das maravilhas

Mas voltando à dificuldade de escrever no blog. Confesso que logo no meu terceiro dia dessa experiência, já estou ficando sem assunto. Durante o dia de ontem, pensei, pensei e pensei… Mas nada de encontrar um bom motivo para descrever por aqui. Aí, quando eu já estava quase desistindo, lembrei de um sonho que tive na noite passada. Um sonho que, assim como a maioria dos sonhos, foi esquisito, mas que tinha o Ben como personagem principal.
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06 mar 2013

A maternidade é um mito (mas a vida é melhor com filhos)

por
Gabi Miranda

Comportamento, Desabafo, Maternidade

Por indicação de minha amiga Bruna, conheci o blog “Manhê… abaixa o som!” que reúne várias entrevistas bacanas. Li a entrevista com Marcia Tiburi, onde a primeira questão abordada é: a maternidade é um mito?

Marcia Tiburi, como boa filósofa que é, descreve sua opinião a respeito e afirma: sim, podemos dizer que em alguns aspectos, a maternidade é um mito. Mas o é, sobretudo, por ser uma peculiar condição política.

Refleti dias a respeito de tudo que li nessa entrevista. Não porque eu precisava de mais argumentos ou porque era contra as informações que tinha lido. Mas para esclarecer algumas coisas dentro de mim. Para assumir meus próprios sentimentos com relação à maternidade.

Cheguei à conclusão que faço certa apologia à vida materna. Eu já falei que filho traz felicidade sim e sempre falo para as amigas que filho é a melhor coisa do mundo (pra mim é realmente!). Tenho uma amiga que não tem filho (ainda) e eu vivo lhe perguntando: quando você vai ter um bebê?
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25 fev 2013

Diário da gravidez: se esses 9 meses fossem…

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

Ontem fui pegar alguma coisa na mesinha de cabeceira da minha cama, quando me deparei com o meu diário da gravidez. Estava lá soterrado por um monte de livros. Estava saindo do quarto quando decidi voltar e pegar o diário abandonado.

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Foi o primeiro presente que ganhei assim que soubemos da gravidez. Foi o marido que me deu. Ele sempre soube que eu adoraria registrar cada momento daquele período. Sou daquelas que sempre fez diários, aqueles cadernos de perguntas, agendas (daquelas bem gordas, até com papel de bala que representasse algum acontecimento)… Mas a vida vai mudando, a gente também. Uma coisa que não mudei e que gosto muito de fazer é escrever.

Só que na gravidez eu passei muito mal durante os quatro primeiros meses. Não tinha disposição pra nada, inclusive para escrever no diário. Isso me chateou bastante passado alguns meses, quando percebi que havia perdido pro tempo. Não tinha ânimo para recuperar as informações semana a semana. Clique e continue lendo!

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22 fev 2013

Rotina Compartilhada

por
Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Aqui em casa não aderimos à cama compartilhada, mas recentemente adotamos a rotina compartilhada.

A rotina compartilhada consiste em dividir as rotinas do Ben entre os dois: pai e mãe.

Devo confessar que eu monopolizei duas das rotinas desde que Benjamin nasceu: banho e hora do sono. Sempre fui eu que dei banho e o fiz dormir. SEMPRE! Claro que algumas vezes deixei o marido fazer, mas era uma vez a cada 30 dias.

No início do ano propus ao marido:

– Vamos compartilhar algumas rotinas?

Ao que ele respondeu de bate–pronto, sem ao menos ouvir a proposta:

– Vamos!!! Você vai acordar mais cedo um dia sim outro não para cuidar dele?

(é SEMPRE o marido quem acorda mais cedo para arrumar o Benjamin antes de sairmos durante a semana)

Respondi: – Calma, não precisa radicalizar…

Bom, o que o marido não sabia era que a intenção da minha proposta era beneficiá-lo. Em segundo plano, juro, estava a minha intenção de ter uns breves momentos livres.
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15 fev 2013

O que era doce acabou…

por
Gabi Miranda

Maternidade, Viagem

E o ano começou! Não é o que diz o povo brasileiro? “O ano só começa depois do Carnaval”. Pois bem, então o ano começou cedo este ano. Carnaval acabou e ainda estamos na metade do mês de fevereiro, geralmente o carnaval acaba e pronto já adentramos em março

É tradição passar o Carnaval no Rio de Janeiro. Eu sempre passei. Primeiro com as amigas, depois com o namorado que posteriormente virou marido e agora com Benzoca. Ano passo ele ficou doente lá no Rio mesmo e não pude sair com ele de casa. Este ano já pudemos curtir o clima carnavalesco da cidade.

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Esse período de Carnaval já é curto, com criança fica menor ainda. Antes, íamos na sexta à noite, encarávamos a estrada de madrugada. Mas com a chegada do Benjamin isso ficou inviável. Não tenho mais coragem de pegar a estrada de madrugada. Acho que nem é uma questão de coragem, mas sim de bom senso. Pode acontecer um monte de coisa desagradável que com bebê pode ficar pior ainda. Clique e continue lendo!

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28 jan 2013

Fim das férias

por
Gabi Miranda

Maternidade

Imagem do Google

Imagem do Google

Acabaram as férias da família e da mãe também. Como disse aqui tirei uma semana de férias sozinha. Marido foi trabalhar e mandamos Benzoca pra escolinha. Para ser bem sincera não aproveitei meus dias como gostaria. A gente se programa para fazer uns zilhões de coisas (quem nunca?) e no fim não dá tempo nem para metade, mesmo sem filho por perto. Concluo que 24h é muito pouco para quem é mãe…

Segunda-feira: fui a 25 de Março com minha irmã Luana. Boa data pra ir, estava tranquila fácil de andar e encontrar as coisas. Tomei um puta banho de chuva no caminho pra casa. Cheguei por volta das 16:00, tomei banho quentinho e sentei para espiar a internet……foi-se o tempo embora. Quando vi os meninos já estavam entrando pela porta de casa.

Terça-feira: lavei roupa, fui às comprinhas, depois encontrei uma grande amiga, passamos a tarde toda juntas até olharmos no relógio e dar conta que já era 21:30!!! Corremos, cada uma pra sua casa cuidar da família.
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09 jan 2013

Zoológico do Rio de Janeiro

por
Gabi Miranda

Maternidade, Viagem

Embora meu pai more no Rio de Janeiro, desde que me entendo por gente, eu nunca tinha ido ao Zoológico da cidade. Fomos ontem eu, Marido, Benzoca e minha irmã Sofia – que até então achava que encontraríamos um parque decadente, quase sem bichos.

Na minha infância, o zoológico parecia bem maior. Para nossa alegria, encontramos todos os bichos! Só não vimos os jacarés, por opção mesmo. O cansaço já tomava conta do nosso corpo – menos do Benjamin (não sei de onde criança tira tanta energia). A sensação térmica do Rio de Janeiro era de 50º!!! Sério.

O que mais me surpreendeu (e bem lembrado pelo marido) é a proximidade dos animais. No zoológico de São Paulo, os animais podem ser avistados de bem longe, as grades são bem mais afastadas do público. Aqui no Rio de Janeiro você sente o bafo do leão caso ele dê uma rosnada. Toma um banho do tigre com aquela chacoalhada que só os animais fazem após sair da água. A girafa vem comer folha em nossa mão. Clique e continue lendo!

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