12 jul 2017

15 sugestões para educar crianças feministas

Criar crianças feministas quer dizer educar crianças para que não haja diferença entre gêneros. Porque feminismo é isso, um movimento social que busca por direitos iguais entre gêneros. Nunca o feminismo esteve tão em alta e mulheres se sentem mais à vontade para falar como se sentem num mundo onde a desigualdade no mercado de trabalho, assédio e estupros são fatos crescentes. Sempre me preocupei em como educar um menino de forma a não criar uma diferença entre gêneros. Lá em casa, antes de existir a Stella, nunca teve esse negócio de rosa é de menina e azul é de menino. Mas então a Stella chegou e essa preocupação cresceu em mim. Ter uma menina significou pra mim um aumento gigante de responsabilidade. Eu vivo preocupada com os perigos que ela pode correr pelo simples fato de ser mulher.

O mesmo aconteceu com a autora nigeriana Chimamanda Ngozi Adichie, conhecida como um dos nomes mais importantes entre os leitores de literatura africana. Conheci a história dela através de um artigo que ela escreveu para a revista Vogue, no qual ela conta como a gravidez a levou para um momento de reflexão profunda.  Há anos ela se preocupava com a maternidade e a forma de educar uma criança. Mas foi quando uma amiga de infância lhe perguntou como deveria fazer para criar uma filha feminista, que Chimamanda colocou os pensamentos em ordem.
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04 jul 2017

Mães de A a Z – o blog indo para a telona e para a telinha

Nasceu o Mães de A a Z! Era para eu ter falado ontem sobre isso, mas a correria me impediu. Quem nos acompanha nas redes sociais, já sabe que eu e a Kah do blog Vida de Mamãe Moderna estamos no comando do programa regional Mães de A a Z, na TV Grande ABC. É um projeto lindo! Surgiu através de um convite da TV para a Kah e a louca quando veio me falar disse que só aceitaria se eu entrasse com ela nessa empreitada. Na mesma hora eu falei: Siiiiim!

maes de a a z

Gente, eu tinha o sonho de ocupar o lugar da Ana Paula Padrão na bancada do Jornal da Globo! Rá! Como não aceito uma proposta dessas? (risos)

Vi nesse convite uma oportunidade muito bacana. Não era simplesmente para fazer um programa qualquer. Era para falar sobre um assunto que  faz meus olhos brilharem: maternidade! E o que está mais perto do meu sonho de vida atual: trabalhar com maternidade, contribuir e ajudar de alguma forma as pessoas que me acompanham aqui no blog. Mais: espalhar informação de qualidade.
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19 jun 2017

Bolo de aniversário em formato de número

Era uma vez uma mãe que não sabia fazer bolos. Ela inventou que queria fazer o bolo de aniversário em formato de número, em comemoração aos 6 anos do seu filho primogênito. Não era um simples bolo. Ela queria que o bolo fosse em formato de número 6 representando essa idade linda que completaria seu filho. Lá foi ela pesquisar uma receita fácil de bolo de chocolate. Uma amiga que sabe que Comida Boa Muda Tudo indicou a receita de uma amiga com opiniões que não cabiam na telinha da TV.

Um dia antes da festa de aniversário, essa mãe que trabalha fora, mas é absurdamente preocupada em criar lindos momentos que fiquem eternizados na memória dos seus filhos, foi pra cozinha colocar a mão na massa. Ela acordou cedo, preparou brigadeiros, deixou tudo no jeito para fazer o bolo e saiu para uma reunião de trabalho. Na volta, ela bateu o bolo com todos os ingredientes, inclusive todo o amor que há nesse mundo. O bolo cresceu e ficou lindo e gostoso – mais isso ela só confirmaria no dia seguinte.
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12 jun 2017

Minimalismo: o que é importante na sua vida?

por
Gabi Miranda

Comportamento, Destaque, Maternidade

Há algum tempo me preocupo com o consumo exagerado de coisas desnecessárias. Tenho uma história um tanto negativa com dinheiro. Já fui consumista impulsiva e atualmente luto pelo consumo consciente na minha vida. Na verdade, desde que me tornei mãe penso muito nesse assunto. Porque não quero que meus filhos sofram ficando presos numa perspectiva de que bens materiais são importantes para posicioná-los em algum status bacana, baseado no que os outros ou a mídia falam. Semana passada assisti ao documentário Minimalism que nos convida para uma reflexão sobre que coisas de fato adicionam valor à nossa vida. Terminei o documentário com desejo de trazer pra minha vida a filosofia do Minimalism.

Claro que esse é um tema difícil pra mim que vez ou outra me pego consumindo algo que não preciso. Que estou num processo de destralhamento em casa desde janeiro. Que tenho dois filhos – e como é difícil ser minimalista numa casa com duas crianças (eles tem mais brinquedos do que todas as coisas que temos junto em casa). Mas quero tentar.
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05 jun 2017

Sobre fazer atividade física e a minha primeira corrida

por
Gabi Miranda

Destaque, Entretenimento, Maternidade

Desde janeiro venho lutando contra eu mesma e enfrentando a batalha de fazer uma atividade física. Incentivada pela Karina, do blog Vida de Mamãe Moderna, a quem já batizei de minha madrinha. Comecei a ir para academia em janeiro, parei em março, voltei em abril e sigo numa luta diária para encarar esse ambiente que nunca me agradou.

As pessoas acham que eu não preciso ir à academia, “afinal, você é magra demais”, é o que dizem. A verdade é que quando engravidei da Stella, senti no corpo a falta de fazer uma atividade física. Eu tinha apenas 34 anos e mal conseguia andar com aquela barrigona. Como daria conta de tudo o que precisa dar quando se tem dois filhos? E a energia para brincar com os meninos, de onde eu tiraria após um dia exaustivo de trabalho? Jurei para mim mesma que assim que pudesse, após o nascimento do bebê, eu faria algo a respeito.
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31 maio 2017

Organização, Minimalismo e Budismo na minha vida

Desde que começou o ano venho buscando uma transformação pessoal. Tenho internamente uma questão muito conflituosa em relação ao fato de trabalhar fora e querer ter mais tempo para meus filhos. Simplesmente não tenho coragem ainda para tomar uma decisão porque tenho aí muitas dúvidas. Daí que surge essa necessidade de me transformar pessoalmente e isso significa me conhecer melhor. Nesse processo, tenho lido e pesquisado bastante alguns assuntos que me interessam e que acredito possam contribuir para o meu progresso. Resumindo, os  assuntos que venho estudando são: organização, minimalismo e budismo.

Ah, mas o que esses assuntos tem a ver com a sua transformação, com seu trabalho e seus filhos? Tem tudo a ver! E vou explicar cada item.

Organização, Minimalismo e Budismo 

Organização

Basicamente, ser desorganizado nos faz desperdiçar tempo. E o desperdício acontece quando não sabemos muito como usar nosso tempo e acabamos usando com o desnecessário. Quando somos organizados, temos mais clareza das nossas prioridades e isso nos ajuda a colocar em prática o que queremos. Tenho buscado ser organizada no sentido mais amplo da palavra. Na minha casa, com todas as nossas coisas (desde guarda-roupa até armários de cozinha), no meu dia a dia em geral. Isso porque todos os dias precisamos tomar decisões, das mais complexas as mais simples como “com que roupa vou trabalhar”. Nós que temos filhos, tomamos ainda mais decisões do que possa imaginar. E tomar decisões levam tempo e gastam nossa energia. Por isso, tenho passado por uma enorme organização lá em casa. Algo que não acaba nunca, principalmente porque não disponho do tempo necessário para fazer tudo de uma vez, mas estou caminhando. Ser organizado nos ajuda a otimizar e poupar bastante tempo. E com certeza nos ajuda a descobrir o que é importante para na nossa vida.
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19 maio 2017

Seu leite pode salvar vidas

por
Gabi Miranda

Bebê, Destaque, Filhos, Maternidade

A Baby Dove lançou na semana passada uma campanha em defesa da doação de leite materno, “Seu leite pode salvar vidas“. O projeto é realizado em parceria com o Hospital Maternidade Leonor Mendes de Barros e com a Uber, incentiva mulheres a doarem leite maternos e sensibiliza a sociedade sobre a importância da doação.

Seu leite pode salvar vidas

O fato é que poucas pessoas conhecem a função dos bancos de leite. E poucas sabem que o leite humano é mundialmente aceito como a primeira fonte de nutrição, sendo um importante alimento para frear a taxa de mortalidade e ajudar a salvar a vida de bebês prematuros.

O objetivo da campanha “Seu leite pode salvar vidas” é sensibilizar e inspirar através de uma mensagem positiva para aumentar o número de mães que doam leite materno, contribuindo assim para salvar a vida de milhares de bebês prematuros no país.

Desde seu nascimento, em 2014, a marca Baby Dove fala da ansiedade vivida pelas mães ao terem seu primeiro filho, causada pela pressão de serem ‘mães perfeitas’. E acredita que as mães que conseguem se libertar dessas pressões e confiam em sua intuição e em sua forma de cuidar de seus filhos, são mais felizes e seguras.
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15 maio 2017

Por que controlar as finanças é um ato de amor

por
Gabi Miranda

Destaque, Dinheiro, Maternidade

controlar as finanças

Segundo Mara Luquet, colunista da Rádio CBN e Jornal Globo, as mulheres são as maiores vítimas de pobreza na terceira idade. De acordo com uma pesquisa sobre o que os brasileiros acham mais importante na velhice, ser independente financeiramente e ter saúde física, são itens em último lugar da lista. Portanto, Mara acredita que controlar as finanças é um ato de amor e aconselha:

O melhor investimento para o filho é a mãe cuidar de si própria. Ser inteiramente independente financeiramente. Porque se você estiver financeiramente bem, você pode, inclusive ajudar seus filhos se eles precisarem.

Controlar as finanças é um ato de amor

Nunca tinha pensado no assunto dessa maneira até assistir a palestra de Mara Luquet no 3º Seminário de Mães. Aliás, acho que nunca pensei. Eu pago uma previdência privada pra mim e outra para o Benjamin (preciso fazer a da Stella), mas nunca tinha pensado que ser independente financeiramente na terceira idade é uma forma de cuidar de mim. Tenho uma visão bem romântica da maternidade. Imagino que vou criar meus filhos e eles crescerão pessoas incríveis que me amarão acima de tudo e jamais me largarão de lado. O que vejo por aí é uma realidade um pouco diferente. Analisando por mim. Minha mãe deu a melhor criação, me tornou uma pessoa boa, mas saí de casa aos 20 e poucos anos e fui atrás da minha independência. Ajudava minha mãe no que era possível, mas não dava, por exemplo, uma mesada e tínhamos nossas diferenças em relação ao dinheiro.
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11 maio 2017

Filha de mãe solteira com muito orgulho

Outro dia comentei no instagram que a história da mãe do Marcos Piangers era muito parecida com a história da minha mãe. Choveu de gente me mandando mensagem compartilhando sua história e falando que não sabia que eu era filha de mãe solteira. Pois bem, sim, sou filha de mãe solteira. Acho que nunca tive dimensão exata do que isso significava e vim ter só na vida adulta e com exatidão das dificuldades, após a minha maternidade.

filha de mãe solteira

Sempre admirei minha mãe. Sempre a achei uma mulher porreta. Ela criou duas filhas sozinhas. E não apenas por isso, mas pela história de vida dela. Por todos os desafios, por todas as suas escolhas, por tudo o que ela enfrentou, pela coragem e alegria de viver que permaneciam vivos dentro dela. Das escolhas, eu contaria aqui uma delas, mas não tenho esse direito. Foi algo que só no fim da sua vida, reconheci o tamanho do sofrimento que ela carregou.
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08 maio 2017

O que você quer de dia das mães?

Dia das mães

Toda mãe quer vale-banheiro, uma noite inteira de sono, tempo pra ler ou para rever as amigas, presente de dia das mães não falta. Só quem é mãe sabe o quanto é maravilhoso e enriquecedor esse cargo, mas também o quanto é cansativo. Vivemos ligadas mesmo dormindo, muita coisa para pensar, tem o medo de errar, a vontade de querer ser a mãe perfeita e a culpa para nos assombrar vez ou outra. A responsabilidade é grande: participar e promover uma vida para que nossos filhos cresçam bem e saudáveis.

Estão aí as infinitas (e emocionantes) propagandas sobre as mães rolando desde abril e que não me deixam mentir. Mãe tem uma missão importante! Acompanhar, proteger – não em demasia, ensinar o caminho, deixar ir e estar sempre pronta para receber de volta. Mãe também não está pronta para ser mãe, nos construímos nessa relação transformadora que é a maternidade. Mãe é um ser humano como qualquer outro, sendo assim temos nossas próprias limitações. Mãe vale ouro (e não é de ferro). Amamos incondicionalmente. Mas temos vontade de jogar tudo para o alto sim, às vezes gritamos, perdemos o controle, incontáveis vezes, a paciência – principalmente quando a criança faz manha bem na hora que precisamos sair, quando pela milésima vez colocamos o bebê no berço e ele arregala os olhinhos.
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