02 jul 2014

Mudanças a gente vê por aqui

por
Gabi Miranda

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Eu adoro mudança em qualquer âmbito da vida, seja pessoal ou profissional. É claro que como todo ser humano normal, sinto receio, afinal todos nós somos resistentes a mudanças até nos acostumarmos ou até enxergarmos o lado positivo – e toda mudança tem! Até as mudanças inesperadas se tornam o estímulo necessário para darmos o salto mais importante de nossas vidas. E das mudanças tristes e desagradáveis, podemos tirar grandes lições.

Iniciei o ano 2013 com alguns objetivos, entre eles a mudança de casa e profissional. Eu tinha uma meta e precisava alcançar. De repente tudo começou a se movimentar no último trimestre do ano. Mudei de casa. Virou o ano e com ele várias mudanças, algumas inesperadas, tristes e desagradáveis.  A melhor, foi a mudança de função e cargo no trabalho – o que tem me dado grande satisfação profissional e pessoal. Eu nunca fui de fazer por muito tempo a mesma coisa e já estava com meu prazo de validade vencendo na mesma função. Sou o tipo de pessoa que precisa estar em movimento e aprendizado constante. Clique e continue lendo!

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17 jun 2014

Da série: diálogos com Benjamin

por
Gabi Miranda

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Fazendo lição de casa:
– Mamãe, deixa eu cortar esse???
– Ben, eu só estou arrumando!
– Então vou comer, fiquei triste com você!

*

Terminou de tomar yakut e…
– Ben, coloca na mesa o potinho.
– Não, pode deixar na sua mão mesmo!

*

Benjamin contando Branca de Neve
– A bruxa é amiga da branca de neve mas deu uma maçã pra ela e a branca de neve ficou morrida.
Fim.

*

Brincando com a tia Luana, ela esconde algo na mãe e Benjamin quer que ela abra:
Ela: tem que falar a palavrinha mágica.
Ele: mágica!

*

Benjamin querendo usar seu poder de persuasão comigo:
– Ben, quer jantar no shopping?! Hoje não vamos pegar seu pai.
– Por que?
– Porque ele está trabalhando numa feira. Aí podíamos jantar no shopping, comprar calças novas pra você…
– E também pode comer batata frita e ir no brinquedo, né?!

*

Comendo ele abre um bocão e diz:
– Olha, eu abri um bocão!
– Eu vi, um bocão de jacaré!
– Não mamãe, foi um bocão de hipopótamo Clique e continue lendo!

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11 jun 2014

Copa do mundo, herança e aprendizado

por
Gabi Miranda

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Não sou fanática por futebol. Para falar a verdade mal entendo do assunto. Sei pouca coisa: o que é um pênalti, um cartão vermelho, amarelo, uma falta, um impedimento, o nome do goleiro mais fofo do mundo (Júlio César) e de alguns outros jogadores também, para que serve o bandeirinha e o juiz. O meu conhecimento de futebol está como o pretinho para toda mulher: BÁSICO!

Mas assim como milhões de pessoas, adoro Copa. Adoro o clima que envolve as relações, os ambientes de trabalho, a vizinhança. Não, não estou falando desse clima #nãovaitercopa, manifestações e greves. Estou falando da euforia, de todo mundo empolgado torcendo por um só time (ou não, mas sem rivalidades), de alegria e bandeirinhas verdes e amarelas espalhadas por todo canto.

Tenho boas lembranças de Copa. Minha mãe amava e vibrava a cada jogo do Brasil. Quando crianças, eu e minha irmã Luana, nos juntávamos com outras crianças da vizinhança para fechar a rua e pintar o chão de bandeiras, estrelas, bolas, pendurar bandeirinhas. Passávamos madrugadas inteiras decorando nossa rua. Coisa que Benjamin talvez nem faça. Na adolescência nos juntávamos na casa de amigos para fazer um churrasco. Já na época do trabalho, íamos para a casa do colega que morava mais próximo ou nos juntávamos na redação ou num bar de esquina. Clique e continue lendo!

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04 jun 2014

{vídeo patrocinado Lifebuoy} Árvore da Vida

por
Gabi Miranda

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Você sabia que a cada dia, cerca de 5 mil mães perdem seus filhos antes deles completarem 5 anos por infecções como diarreia e pneumonia? Doenças que poderiam ser evitadas com um simples ato: o de lavar as mãos com sabonete. Lavar as mãos após usar o banheiro, ao chegar da rua, brincar.

Há um ano atrás, Lifebuoy adotou um vilarejo na Índia e ajudou a reduzir a incidência desses casos de 36 para 5%, simplesmente incentivando o hábito de lavar as mãos. Nesse lugar chamado Bitobe, manda a tradição, plantar uma árvore a cada criança que  nasce. Para muitas dessas mães, antes de seus filhos completarem 5 anos, o que permanece como lembrança é a árvore que cresce. É o caso da mãe Utari, que você vai conhecer no vídeo abaixo – campanha emocionante de Lifebuoy, que neste ano adotará o vilarejo Bitobe, na Indonésia, com o mesmo objetivo: conscientizar sobre a importância de lavar as mãos. Clique e continue lendo!

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30 maio 2014

Pensamentos soltos

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Gabi Miranda

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selo_2anos

Se o marido não está em casa as pessoas perguntam “você está sozinha?”. A resposta é sempre a mesma: não, estou com o Ben. Desde quando engravidei não fiquei mais sozinha. E acho que vai ser assim. Bom, pelo menos enquanto ele depender de mim, não ficarei mais só. Pensando nisso, outros devaneios preencheram essa tarde. Na verdade já faz alguns dias que ando me dando conta de como a minha vida mudou e o quanto ainda vai mudar. É impactante esse negócio de se tornar mãe. Agora eu sei que vivo para meu filho. Hoje senti saudades de mim. Algumas pessoas não gostam de sentir saudades. Eu gosto. Afinal, sentimos saudades de coisas boas. É nostálgico. Mas nostalgia, algumas vezes, faz bem pra alma. Diversas pessoas já me falaram para aproveitar muito esse período do Ben porque passa rápido. Acho mesmo que devemos aproveitar todos os momentos da vida, principalmente com os nossos filhos – porque após tê-los o tempo realmente passa mais rápido (e olha que o meu está com um pouco mais de um mês). Percebo que senti saudades de mim porque o meu futuro chegou rápido demais. O ano, por exemplo, mal começou e já está terminando… Clique e continue lendo!

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22 maio 2014

Brincar de viver

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Gabi Miranda

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Benjamin,

Esse é um ano difícil para a mamãe e a tia Luana. Como você sabe, nós perdemos a vovó Salete. Você é muito pequeno ainda para ter dimensão dessa perda – sinto triplamente, por mim, pela minha irmã e por você, meu amor. Estou numa busca incansável para que você não esqueça essa avó que tanto te amou, a pessoa digna, generosa, festeira e maravilhosa que ela sempre foi. Então eu fico buscando cultivar coisas que ela faria, o modo como ela enxergava a vida, seu entusiasmo e alegria. É um exercício bem difícil esse, filho. Sua tia Luana andou me dando uns puxões de orelhas. Eu nunca havia me dado conta o quanto sua tia tem da sua avó…

Foi sua tia que abriu meus olhos com relação ao seu aniversário. Ela foi enfática ao dizer que íamos fazer a sua festa sim, me lembrando que sua avó nunca deixou de comemorar nossos aniversários, Natal ou nenhuma outra data especial, independente do que tivesse lhe acontecido durante o ano. Sua avó sofreu muito nessa vida, perdeu pessoas amadas, passou por dificuldades financeiras, mas nunca, nunca abaixou a cabeça para vida, sempre tentava ver o lado bom das coisas e vivia achando motivos para comemorar. Essa foi uma das qualidades que puxei dela, amo comemorar, brindar à vida, reunir a família e os amigos – não quero deixar essa marca apagar de mim. Não quero e não posso fazer diferente nesse momento tão especial que é o seu aniversário. Clique e continue lendo!

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21 maio 2014

Da série: diálogos com Benjamin

por
Gabi Miranda

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Orgulho do papai sqn (jogando bola com o pai)

– Gooool (diz o Benjamin)
– Do SP , Ben!!!
– Não, eu sou Corinthians!

*

Brincando com a mamãe

– Que cabelo bagunçado (falo bagunçando o cabelo do Ben)

Ele vira pra mim e diz:
– descabelaaaada você!

*

Chegando em casa, vimos que Capitu fez cocô e xixi no lugar errado. Benjamin fica na altura dela, pega no queixo dela e diz:

– você não está de parabéns!

*

Comendo guloseimas

– Eu comi amendoim!
– E onde estava esse amendoim? (pergunto querendo saber de onde veio o tal amendoim)
– Na minha barriga!
– Aonde estava antes de ir pra sua barriga?
– Na minha boca ué!

*

Será que ele vai ser desses homens que repara e comenta?

– Você trocou de vermelho? (ele pergunta segurando minha mão e olhando minhas unhas)
– Troquei, você gostou desse?
– Gostei, mas quero amarelo da outra vez!

*

Fazendo necessidades fisiológicas

– Papaaaai, terminei de fazer cocô!
– Papai está indo.
– Não fiz cocô, fiz um cocozãooooo…!

*

Duas moças passam e falam com Benjamin: Clique e continue lendo!

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16 maio 2014

Benjamin – dois anos e 11 meses

por
Gabi Miranda

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Esse post era para ser de 2 anos e 9 meses quando percebi um salto de desenvolvimento do Benjamin de repente. Então vou resumir esses dois meses aqui:

  •  Ele começou a perceber nossos sentimentos. Se estamos tristes, bravos, felizes, ele pergunta meio que para confirmar;
  • Como corre e pula, quanta energia! Pula de um lado para o outro sem parar. Eu canso só de vê-lo pular;
  • Benjamin virou um contador de histórias. Conta o que aconteceu no dia, inventa estórias, nomes de personagens, situações;
  • Continua gostando muito de música e já faz alguns meses que a música preferida dele é “Xote das Meninas”, de Luiz Gonzaga;
  • Tornou-se um dançarino. Dança em qualquer lugar que estiver tocando música. Outro dia começou a dançar numa loja enquanto me esperava comprar um presente e virou a sensação do lugar;
  • É tão carinhoso e cuidadoso com as pessoas, com os animais e suas coisas que dá gosto de ver;
  • É teimoso (não sei a quem puxou, cof cof cof)!. “Bnejamin, não faz isso, você vai cair!, de resposta “não vou cair não!”. Cai. E fica de bico porque previmos corretamente;
  • Clique e continue lendo!

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15 maio 2014

Presente de aniversário

por
Gabi Miranda

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Benjamin,
Ainda bem, filho, que nós temos essa outra metade da melhor parte de mim. Meu pai. Seu avô.

De: Papai
Para: Gabi
Data: 25 de abril de 2014 03:56

Minha filhota Gabiroba,

Desculpe tantas palavras, mas não podia deixar de me derramar nesta data feliz. Ainda mais eu que ando tão conciso e silencioso. Mas agora não! Leia quando tiver tempo, parabenizando por seu aniversário. Sinta-se abraçada. Você é outono, mas também carnaval. Agasalho e alcinha de blusa, ombros ao vento. Roupa cinza e fantasia colorida. Doce feito a troca romântica de um casal à beira do Sena no por do sol. Ou à beira de um ataque de nervos no engarrafamento de São Paulo.

Filhona adolescente e mãezona toda leoa. Frágil e dramática, ainda bem, feito lágrima de crocodilo, mas forte como a musculatura da asa. Seja mais vento do que árvore. Asa e pés no chão. Não comprei presente neste seu aniversário, mas objetos comprados não importam. Humildemente te dou essas palavras como abraço, emoção e um não sei que de mistério dessa vida tão complexa quanto simples. Essa caminhada que nunca está pronta, que se estende somente a cada passo nosso. Nossa estrada só é feita por nossos passos. Clique e continue lendo!

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12 maio 2014

Por que brigamos em família

por
Gabi Miranda

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Repare. Toda vez que brigamos com alguém próximo da família, tipo primeira linhagem de proximidade: mãe, pai, irmãos, marido e filhos (e até amigos íntimos), sempre falamos coisas ruins. Ou melhor, deixamos aparente o nosso pior lado.  

Costumo dizer que intimidade é uma merda. Geralmente, temos intimidade com quem compartilhamos cumplicidade, consequentemente, também é com quem tiramos a máscara.

Nos despimos na frente dos mais íntimos, principalmente familiares, porque esses nos amarão eternamente do jeito que somos – exceto, marido e esposa – como dizem, não são parentes, o amor pode acabar. As pessoas íntimas conhecem o cerne de cada partícula nossa.

Mas será que as vezes não somos duros demais nas palavras, na forma de nos expressar, no tom?

Dizem que quando gritamos com alguém que amamos é porque os corações estão afastados.  

E porque nos mostramos sempre tão simpáticos, generosos com os colegas, com os desconhecidos…?

Penso que devemos ser generosos, bondosos, sorridentes com todos, principalmente com quem amamos, com aqueles que convivem com a gente, com quem temos laços afetivos fortes. Clique e continue lendo!

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