10 dez 2013

Reflexão sobre apresentações escolares

por
Gabi Miranda

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Esse post também poderia levar o título: O judoca mais lindo da mamãe. Mas por razões de “vou parar de babar”, optei por um título menos coruja.

Sábado foi a festa de encerramento na escolinha do Benjamin. Teve toda aquela parafernália de apresentação com crianças pequenas fantasiadas, música alta, tias pagando o mico de dançar sozinhas e claro, crianças chorando. O meu foi um deles no início das apresentações. Sei lá, acho que vê um, dois, três chorando, começa a não entender nada e acha que o melhor a fazer é chorar também.

Eu não sei lidar muito com essas situações e sempre, toda vez me pergunto: será que faço certo em mandar o Benjamin? Qual a necessidade de fazer o menino passar por isso? Será que não vai causar trauma?

Gente, eu fico com vontade de arrancar ele de lá e alinhá-lo nos meus braços. Mas isso seria o certo? Não vai parecer o menino mimado que tem a mamãe sempre ao lado para protegê-lo? Mas isso seria proteger? Também não poderia causar algum trauma? Clique e continue lendo!

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04 dez 2013

2 anos e 6 meses – desenvolvimento

por
Gabi Miranda

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Foi ótimo ter ido à reunião da escolinha. Aliás, sábado, apesar da correria, foi um dia de pequenas e grandes alegrias. Benjamin foi destacado em reunião e eu quase morri de sei lá o quê quando a prô de inglês falou “gostaria de falar em particular só de uma criança, o Benjamin”. Jesuis! O que esse menino no auge de seus dois anos aprontou(?!). Na verdade, quando ela falou isso, logo imaginei o que era.

Eu já disse aqui que Benjamin não falava até completar dois anos. Não é que ele não falava nada! Ele falava, apenas palavras soltas, nomes dos bichos, objetos, etc e coisas incompreensíveis. Também cantava (sabíamos que era uma canção, mas a música já era outra história). Eu sou uma mãe bem realista, não faço parte do grupo de mães que os filhos falam “quhermaskfir” e a mãe entende “quero passear, mamãe”. Ok, talvez me falte imaginação. Mas eram apenas palavras. Recentemente, ele desembestou a falar, formar frases, contar histórias e cantar de forma compreensível.  Agora ele realmente ganhou forma gramatical. Clique e continue lendo!

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26 nov 2013

A força do amor

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Gabi Miranda

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25 nov 2013

A boa mãe é aquela que se torna desnecessária

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Gabi Miranda

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” ‘A boa mãe é aquela que vai se tornando desnecessária com o passar do tempo…’

Várias vezes ouvi de um amigo psicanalista essa frase e ela sempre me soou estranha… até agora. Agora que minha filha adolescente, aos quase 18 anos, começa a dar vôos-solo.

Chegou a hora de reprimir de vez o impulso natural materno de querer colocar a cria debaixo da asa, protegida de todos os erros, tristezas e perigos.

Uma batalha interna hercúlea, confesso. Quando começo a esmorecer na luta pra controlar a supermãe que todas temos dentro de nós, lembro logo da frase, hoje absolutamente clara. Se eu fiz o trabalho direito, tenho que me tornar desnecessária.

Antes que alguma mãe apressada venha me acusar de desamor, preciso explicar o que significa isso. Ser “desnecessária” é não deixar que o amor incondicional de mãe, que sempre existirá, provoque vício e dependência nos filhos, como uma droga, a ponto de eles não conseguirem ser autônomos, confiantes e independentes. Prontos para traçar seu rumo, fazer suas escolhas, superar suas frustrações e cometer os próprios erros também. Clique e continue lendo!

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11 nov 2013

Termos franceses relacionado à educação dos filhos

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Gabi Miranda

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Autonomie (oh-to-no-mí) – autonomia. A mistura de independência e autossuficiência que os pais franceses encorajam nos filhos desde cedo.

Bêtise (bê-tís) – um pequeno ato de desobediência. Rotular uma transgressão como mera bêtise ajuda os pais a reagirem com moderação a ela.

cadre (cá-dre) – moldura ou estrutura. Uma imagem visual que descreve o ideal francês de criação: estabelecer limites firmes para as crianças, mas dando a elas grande liberdade dentro desses limites.

Cumplicité (com-pli-ci-tê) – cumplicidade. O entendimento mútuo que os pais e cuidadores franceses tentam desenvolver com as crianças, desde o nascimento. Cumplicité implica que mesmo os bebês pequenos são seres racionais, com quem os adultos podem ter relacionamentos recíprocos e respeitosos.

Doucement (du-ce-mã) – gentilmente, cuidadosamente. Uma das palavras que os pais e cuidadores dizem com frequência para crianças pequenas. Ela traz a ideia de que as crianças são capazes de comportamento cuidadoso e atencioso.

Enfant roi (an-fá-ruá) – filho rei. Uma criança excessivamente exigente que costuma ser o centro das atenções dos pais e que não sabe lidar com frustrações. Clique e continue lendo!

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06 nov 2013

Produto do Ben: Fraldas Huggies para piscina/praia (testado e aprovado)

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Gabi Miranda

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Foi só fazer o post sobre o Shampoo Johnson’s que o Benjamin usa, que recebi uma enxurrada  ok foram apenas oito de e-mails de leitores pedindo dicas de outros produtos. Um deles foi fralda para usar na piscina ou na praia. Verão chegando e as famílias querem se preparar.

Sempre me preocupou como seria ir à praia com o Benzoca. Ir à praia com criança requer alguns cuidados preciosos: protetor solar (fator ultra mega blaster), guarda-sol, piscina, água, frutas, leite, bolsa térmica, fralda, roupas, toalha, brinquedos….o resultado é esse aqui ó:

blog-fotos

Um monte de tralha empilhada num corpo de um pai, que mais fica parecido com um cabideiro. O ombro da mãe também carregado de tralha em mais uma bolsa.

As minhas maiores preocupações eram:

1. o que dar de comer para ele. Mas logo isso foi selecionado, porque levei frutas lavadas e geladinhas na bolsa térmica. Banana, principalmente, fruta preferida do meu Ben. Biscoito água e sal e lanchinhos. Clique e continue lendo!

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05 nov 2013

Sugestão de passeios

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Gabi Miranda

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Eu disse no post “Primavera, seja bem-vida” que primavera-verão pra mim é sinônimo de viagens e passeio. Esse ano viajamos pouco porque estávamos com as energias financeiras concentradas no apartamento. Mas tem bastante coisa para fazer na nossa cidade. Além de verão, logo mais chegam as férias dos pequenos. Eu e marido fizemos uma listinha de lugares que queremos passear com Benzoca nessa estação. A lista não é muito grande e parece possível cumprir. Muitas dessas dicas, pegamos no livro São Paulo com crianças – Turismo, Cultura e diversão na maior cidade do Brasil.

Clique em cima do nome do local e conheça um pouco do lugar.

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04 nov 2013

Linhas pedagógicas

por
Gabi Miranda

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Com a aproximação do novo ano, chega o momento de repensar sobre a instituição que o nosso filho vai estudar. Sempre achei que a escolha da escola é uma das mais importantes na nossa vida e, principalmente, na vida dos pequenos. É na escola que inicia também um processo de formação em vários aspectos: caráter, pessoal, intelectual, moral… Portanto, é na escola que serão vividas experiências que marcarão também parte do que o indivíduo se tornará ao longo da vida.

Até hoje não tinha me aprofundado sobre o tema, até porque Benjamin não estava nessa fase e acredito que agora esteja mais próximo, então fui pesquisar sobre linhas pedagógicas. Que existem várias formas de educar eu sabia, mas achava que existiam 3  linhas pedagógicas e para minha surpresa descobri que são 6 as mais conhecidas: tradicional, montessoriana, waldorfiana, construtivista, freiriana, democrática.

Todas essas linhas tem até uma natureza parecida, mas com diferenças que podem ser determinantes para a formação dos pequenos. O que se deve levar em consideração na escolha? As crenças e valores da família são pontos importantes a serem considerados, além, é claro, da personalidade da criança. Por exemplo, se seu filho é mais extrovertido ou o contrário, é uma característica importante a ser analisada. É importante escolher uma escola/linha pedagógica que tem a ver com a criança e atenda as necessidades dela. Clique e continue lendo!

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01 nov 2013

Estamos de mudança

por
Gabi Miranda

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 A mudança em si é um ato, um evento, algo físico, geográfico. A transição é um processo, uma passagem de um lugar para outro, de um estado de espírito para outro. E isso requer adaptação, já que exige deixar algo para trás e começar algo novo….

O grau de dificuldade de adaptação depende da relação entre as culturas, da personalidade de cada integrante da família, do modo como a mudança é enfrentada, do grau de estabilidade familiar e da recepção do novo contexto.

São muitas as dificuldades na mudança de uma família de um lugar para outro, especialmente quando há filhos. A tendência é levá-los como se fosse parte da mobília da casa. Porém, é importante que eles façam parte de todo processo de mudança, para que a transição seja mais fácil. Afinal, quando os filhos não vão bem, a família também não o vai.

A mudança pode ser uma oportunidade ímpar para a família se unir, reavaliar a dinâmica da vida, olhar para trás e rever as boas memórias, bem como olhar para frente com expectativa e esperança.

Clique e continue lendo!

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31 out 2013

A fala e as formas gramaticais preferidas do Benjamin

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Gabi Miranda

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Quando Benzoca completou dois anos, o levei para uma consulta de praxe na pediatra. Na ocasião, ela fez várias perguntas para saber como estava o desenvolvimento dele. Uma das minhas dúvidas era com relação à fala. Enquanto marido achava normal, eu acreditava que ele falava poucas palavras.

A pediatra do Ben sempre deu ouvidos para o que eu falo, embora achasse que o desenvolvimento dele estava ótimo e conforme o esperado, pediu para remarcar a consulta dali a dois meses a fim de avaliar como estaria a fala dele. Quatro meses se passaram desde essa consulta e não voltamos mais. Primeiro porque Benjamin passou bem esses meses, segundo porque ele começou a falar repentinamente.

É surpreendente a transformação de uma criança em tão curto tempo. Não é que Benjamin não falasse anteriormente. Ele falava, mas só algumas palavras. Não formava frases. De repente, não sei quando, como, em que lugar, aumentou o repertório de palavras e esse menino começou a falar, construir frases, usar verbos corretamente, repetir o que falamos, dizer o nome dos amigos e fazer perguntas. Eu pensava, por exemplo, que a fase do “que isso?” demoraria. Mas não demora! Quando você menos espera o pequeno humano começa “que isso?, que isso?, que isso?”. São aproximadamente 378 “que isso?” por dia. Clique e continue lendo!

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