13 ago 2014

Mãe na Direção: transforma os momentos a bordo em uma experiência única com os pequenos

por
Gabi Miranda

Maternidade

mãe na direção

Demorei a me tornar mãe na direção. Apesar de já ter carta de motorista há alguns anos, só vim dirigir após o nascimento do Benjamin. Tenho algumas amigas que só aprenderam a dirigir também com a maternidade. Essa realidade transformadora na vida de qualquer mulher. No início, o que mais me encorajava também me fazia morrer de medo. Dirigir sozinha com Benjamin a bordo! Pensava em tudo o que podia acontecer. E se ele fizer cocô? E se começar a chorar? E se ele golfar e eu não vir? Será que está bem seguro na cadeirinha? Será que o cinto está colocado corretamente?

Quando começava a me sentir mais segura, ele crescia e surgiam novas demandas e preocupações. Viajar com um bebê, então, era assustador: paroonde para trocar? Como armazenar a comida sem estragar? Que tipo de comida levar? E várias outras dúvidas acompanhadas da sensação ímpar de ir e vir com meu filho sem depender de ninguém.

Em meados de 2012, Benjamin estava com um ano e pouco quando surgiu o projeto Mãe na Direção – desenvolvido pela Renault do Brasil – com a intenção de ajudar de forma participativa mães e filhos que passam bastante tempo a bordo. Através de uma página no Facebook, a Wanessa, primeira mãe da websérie, dividia os dilemas que enfrentava com sua filha, Bia, na época com 1 ano.

A comunidade se tornou um espaço de interação entre mães dos quatro cantos do mundo, que compartilhavam ideias e soluções para os diferentes contratempos enfrentados enquanto dirigiam na companhia de seus filhos. E, de repente, eu me vi comentando e compartilhando minhas experiências. Na ocasião, entre 100 mil participantes da comunidade, eu e Benjamin fomos convidados a participar de um evento superespecial que compartilhei AQUI.

Hoje, o projeto conta com mais de 680 mil participantes e inicia sua terceira edição. Essa nova temporada, diferente das duas anteriores, contará com duas novas famílias com conflitos bem diferentes: uma delas é a mãe Glaucia, com uma filha adolescente que não larga o…celular! A outra é a mãe Joana, que vai abordar a rotina de uma família que foi formada através de um novo relacionamento dos pais. Os assuntos serão abordados com suporte da psicóloga Dra. Maria Carolina, que, junto dasmães que participam da comunidade, ajudará a escolher as melhores maneiras para resolver as dificuldades da vida no carro.

Sempre costumo perguntar para as mães que conheço como elas distraem as crianças no carro. Algumas cantam, conversam sobre os acontecimentos do dia e, em tempos de tecnologia, o uso de aparelhos eletrônicos no carro se tornou uma opção atraente para muitos pais. Não desaprovo, mas também não curto essa opção. Passamos, eu e marido, praticamente 3 horas diárias no carro com Benjamin. Imagina se toda vez que entrarmos no carro colocarmos um DVD. Na página Mãe na Direção, é possível encontrar dicas de como aproveitar melhor esse tempo com as crianças, sem ter que, necessariamente, recorrer aos eletrônicos.

Mãe na direção

Tenho um carinho especial por essa proposta do Mãe na Direção, pois não se trata apenas de resolver as adversidades que passamos com nossos filhos a bordo, mas principalmente de transformar esses momentos em oportunidades para estreitar laços familiares, promover o diálogo e tornar uma hora entediante de trânsito em um momento muito mais agradável.

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5 respostas para “Mãe na Direção: transforma os momentos a bordo em uma experiência única com os pequenos”

  1. […] Leia também: mãe na direção transforma os momentos a bordo em uma experiência única com os peq… […]

  2. […] passada publiquei o post Mãe na Direção: transforma os momentos a bordo em uma experiência única com os pequenos e recebi e-mails perguntando dicas do que pode ser feito no carro com as crianças para […]

  3. Lele disse:

    Eu amo dirigir e sou a motorista oficial da casa – dirijo melhor que o marido! hehehe
    Com as crianças no carro já usei muito o DVD mas hoje em dia nos divertimos com brincadeiras diversas… fiz um post recente sobre isso.
    beijão
    Lele

  4. Julia Costa disse:

    Gabi, eu sempre dirigi e bastante, estava mesmo acostumada com o trânsito caótico do Rio de Janeiro. Mas, ainda assim, a primeira vez que peguei o carro com o Luquinha dentro (ele tinha 15 dias)… Meu Deus, que aflição! Para completar, estava chovendo MUITO, torrencialmente no Rio de Janeiro e eu estava atravessando a cidade com ele no carro. Não podia dirigir muito devagar porque alguém podia bater em mim, nem muito rápido porque eu podia precisar freiar…

    Enfim, deu tudo certo. rs Mas foi quase como ter que aprender a dirigir de novo. Com o tempo fui ganhando mais confiança e tal. Hoje, é bem tranquilo. Exceto quando viajo sozinha com ele e fico com medo do pneu furar. kkkkk Nós sofremos, né…

    Gostei do projeto! Beijos!!

  5. Amanda disse:

    Eu brinco de “quem vê primeiro”… A gente fala uma coisa q está vendo na rua e quem achar ganha!!
    Tipo, “quem vê primeiro um carro amarelo” rsrsrs
    Bjo

  6. Daniela Maio disse:

    Oi Gabis, eu também passei pela mesma experiência de iniciar o uso do carro depois do nascimento do João. Lembro da tremedeira na perna, quando saía do carro depois de um trajeto vencido (minha casa, casa da mãe…rs). Também gosto de interagir no carro, seja cantando todos juntos, um canta o outro continua, contando história, falando sobre os acontecimentos da escola, ou o que comecei a fazer com o João começando na escolinha lá pelos 1 ano e 4 meses, conversando sobre a rotina do dia, isto é, informando pra ele tudo que estava planejado. Sempre fiz isso e acho que deu super certo, porque hoje em dia, mal entramos no carro e eles querem saber qual é a “aventura” do dia…rs, vou preparando eles pro que vamos fazer. Mas, agora também rola brincadeiras propostas por eles, como “o que é, o que é” que estou vendo com a cor x e o outro tem de adivinhar, coisas do carro ou da paisagem.
    Do jeito que vivemos, sempre correndo, é um tempo precioso que seria desperdiçado se ficássemos dentro do carro juntos sem nos relacionar. Gosto de pensar que é um momento bem família, como se estivéssemos dentro da nossa casa.
    Beijos

  7. Paola Preusse disse:

    Gabis eu também não curto muito o uso de aparelhos eletrônicos no carro, não os uso nem em viagens.
    A primeira vez que viajamos com a Clara, ela tinha 6 meses, ainda usava o bebê conforto e eu fui no banco de trás brincando com ela.
    Depois ela tinha quase 1 ano e fui dirigindo, ela ainda no bebê conforto e minha mãe com ela atrás e nós 3 cantarolando a viagem inteira com cd de músicas infantis, se bem que ela dormiu boa parte da viagem.
    Agora, ela vai sozinha no banco de trás, cheia de brinquedos que ela mesma escolhe e vamos conversando sobre o dia que tivemos, cantando, contando história e etc.
    Aproveito a volta pra casa pra colocar o “assunto diário” em dia ahhahahahahaah
    Beijos

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