Publipost ou não….

Vamos fazer o bebê dormir?

 

É possível! Não existem bebês difíceis, existem formas melhores para garantir o sono do bebê (e da família toda)

 

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30 maio 2012

Publipost ou não….

por
Gabi Miranda

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Vocês viram a polêmica que surgiu sobre a podridão que está rolando no mundo dos blogs de moda? A revista Galileu de junho falou sobre isso e trouxe ainda uma entrevista com a Titia Shame, personagem que denuncia esse esquema na internet.

O que se fala é sobre o publipost – as publicidades disfarçadas. Sim, existem muitas no mundo da moda. Eu mesmo seguia diariamente um blog que hoje é super famoso, mas que pra mim perdeu a graça quando começou a surgir posts com essa configuração. A pessoa divulga como se ela usasse aquele produto, quando na verdade não usa. Está usando simplesmente porque foi paga para aquilo.

Ok. Não vejo problema em ser paga para fazer uma publicidade. O problema está em ser algo que você não é; apresentar algo que você não conhece; sugerir algo que você não faz/usa. O problema está em enganar, persuadir os leitores. Em fazer essa divulgação sem falar que se trata de uma publicidade paga. O certo, ao fazer uma publicidade dessas, é citar no próprio post (nem que seja no rodapé) que se trata de publicidade paga. Clique e continue lendo!

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28 maio 2012

Grávido, a comédia do pai moderno

por
Gabi Miranda

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Cheguei lá meio tristinha, desanimada por conta de alguns acontecimentos durante o dia e arrependida por ter comprado os ingressos antecipadamente. Não estava no clima. Mas fui. Fomos. Eu e o Marido assistir à peça Grávido. Sentamos lá na primeira fila e pensei “acho que vai ser sem graça e o maior clichê!!!”. Ledo engano. Foi ótimo ter ido. A peça é sensacional, demos muita risada e por instantes esquecemos o ocorrido desagradável.

É, pensamos que estaria vazio… quando compramos tinham poltronas e mais poltronas livres. Não ia vender tudo de um dia pro outro, né? Mas quando descemos as escadas, gente e mais gente. Ia encher e, se bobear, ia ficar gente de pé. Ponto positivo! Sentamos na 1ª fila, bem pertinho do palco. Risco iminente de levar baba dos atores, mas pelo menos não ia precisar dos meus óculos. E mais: também ia ter que rir de todas as piadas…chato ficar na frente e não rir, né? Justo eu que não acho graça em tudo que escuto, sinal de esforço pela frente. Mas nada disso, a peça foi super engraçada… superou de longe as expectativas, atores muito bons e esquetes super bem sacadas! Riso sem esforço, não precisou fazer média com ninguém. Clique e continue lendo!

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25 maio 2012

Livro: Nana, nenê

por
Gabi Miranda

Livros

Antes de sermos mães afirmamos que não vamos fazer certas coisas, que com nossos filhos faremos diferente…até agora sinto que errei em duas coisas. Ok, não acho que foi um EEEEErro, mas não me orgulho: do meu filho chupar chupeta; e de colocá-lo pra dormir em minha cama.

O primeiro eu sempre disse que não daria e na primeira oportunidade dei. Pior, insisti para meu filho pegar. E isso que me deixa com uma pulga atrás da orelha. Ele não tinha vontade nenhuma de pegar chupeta e eu insisti com medo dele acabar pegando o dedo. E como todos sabem, é pior fazer largar o dedo do que a chupeta.

O segundo culpo integralmente o marido (ele vai me matar!). Meu Ben dormia de boa no berço, algumas vezes demorava um pouco, precisávamos ficar ao lado, fazer carinho, outras vezes dormia sozinho. Mas nessas de demorar um pouco, o marido começou a levá-lo para nossa cama, pois era mais cômodo ficar ao lado do Ben. Pois então, hoje em dia Benjamin só dorme se for na cama. Clique e continue lendo!

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24 maio 2012

“felicidade se acha em horinhas de descuido”

por
Gabi Miranda

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Ontem os diálogos entre eu e o marido estavam mais ou menos assim:

Eu: Ai, olha como esse menino (Benjamin) é feliz!
Marido: É porque estar próximo dos pais o deixa feliz, a pesquisa diz isso.
Eu: Ele não quer mais ficar no berço, quer ficar com a gente!
Marido: É porque agora ele quer curtir mais os momentos com os pais, a pesquisa diz isso.
Eu: Você viu o que ele aprendeu comigo? Fazer carinho. Faz na mamãe, mostra pro papai. (Benjamin faz carinho) Comigo ele só aprende as coisas amorosas, então vou deixar pra você ensiná-lo assoprar a velinha.
Marido: É claro. Os filhos gostam 87% mais da mãe e 78% do pai. Está comprovado. A pesquisa diz isso. Então não precisa mais ficar com ciúmes quando ele estiver comigo.

HÁ!

Eu não tenho ciúmes do marido com meu Ben. Aliás, não tenho ciúmes nem de desconhecidos. Outro dia fui deixá-lo no berçário e agora que ele me dá abraço direto, pedi um de despedidas. Quando ele estava me dando avistou a tia e abriu os braços pra ela. Enfim, não tenho ciúmes. No início até tinha, mas agora desencanei porque amadureceu a ideia de que sou a MÃE, eu sou a imprescindível! hihihi Clique e continue lendo!

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23 maio 2012

Entre, sente-se, pode ajudar sem pedir licença

por
Gabi Miranda

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Eu tenho dificuldades em pedir ajuda. Orgulho? Pode ser. Mas penso o seguinte: quem quer ajudar vai lá e faz, não fica só oferecendo ajuda. Por exemplo: se eu não quero lavar a louça na casa de alguém, não pergunto “quer que eu lave?”, nem me manifesto. Agora se eu quero lavar, levanto a bunda da cadeira e começo. Dá pra entender a diferença?!

(vale esclarecer que estou falando de pessoas íntimas, às quais EU acho que não precisaria ter que pedir certas ajudas e sim poder contar com elas espontaneamente)

Quando o filho está pra nascer todo mundo fala que vai ajudar, que se precisar fica com ele enquanto você trabalha, que tudo o que precisar é só falar, blá, blá, blá…quer dizer, você e todo mundo ao redor sabe que vai precisar de ajuda e mesmo assim você precisa falar?! Aí ao menor desentendimento, se prepare… É tipo a lei do retorno. Clique e continue lendo!

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22 maio 2012

Mãe sim! E com muito estilo

por
Gabi Miranda

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Eu amo bolsas! Se tem algo em que invisto sem raciocinar muito é em bolsa e sapato. Arrependo-me um pouco em não ter investido numa bolsa diferente para bebê. É tudo muito caro e acabei optando por uma que na época não achei tão cara, além de ter achado meio coringa. Ela é bege, com bordado simples de girafas (que eu adoro).

A bolsa do bebê passa a ser peça chave da mãe. Pra você conseguir se equilibrar com tudo o que precisa, é besteira sair com a sua bolsa e a do bebê. Então o ideal é investir numa boa bolsa, que caia bem com o seu estilo e colocar a sua carteira e suas tralhas dentro.

Hoje vejo várias bolsas lindas e confesso já me peguei torcendo para a alça da referida bolsa estourar só para ter a desculpa de comprar outra. Parei com esse pensamento ao lembrar que a bolsa bonita acabaria indo para o berçário, pois no fim foi isso que aconteceu. Utilizo a que comprei para mandar as coisas dele pro berçário. Clique e continue lendo!

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