22 fev 2012

Queira ou não queira terminou o carnaval

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Gabi Miranda

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Meu carnaval não foi como eu imaginava. Meu Ben teve febre alta sábado e domingo – quando decidimos levá-lo ao pronto socorro. Fiquei angustiada porque ele nunca havia tido febre de 39.8 e porque meu Ben não chora, não reclama, não dá sinal de dor! Meu coração de mãe (sim, agora sei que tenho um) gritava que ele tinha alguma coisa. Eu cheguei a falar que podia ser o ouvido. Além de comentar sobre o catarro que ele está há dias e que não passa de jeito nenhum – o que pode causar uma pneumonia. Fomos ao hospital e ele foi diagnosticado com otite e pneumonia.  A médica até perguntou se ele era muito bonzinho. Eu disse sim, até demais. Bebês com a inflamação que ele estava, urram de dor.

Estão dizendo por aí que hoje começa o ano novo. Então esse foi um período de muita reflexão. Parecido mesmo com um fim de ano, quando a gente pensa e faz planos para novo ano que se aproxima. Esses 4 dias de carnaval me fizeram refletir bastante sobre a vida. Inclusive, tomar uma decisão que pode acarretar algumas consequências positivas ou não. Espero mesmo, de coração, que sejam positivas. Clique e continue lendo!

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17 fev 2012

Eu curti e compartilho

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Gabi Miranda

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Carnaval chegando e o Bossa Mãe vai entrar em recesso. Ahhhhhh, que pena! (risos) É que preciso doar tempo e disposição para escrever e vamos combinar que em pleno carnaval não vai rolar. Volto em seguida contanto as aventuras do primeiro carnaval meu Ben Tintin.

Para finalizar a semana pré Carnaval separei algumas coisas para compartilhar aqui.

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Coisas de criança

Outro dia comentei aqui sobre a revista Pais & Filhos. Essa revista é deliciosa! No final dela tem uma seção de “opinião” onde alguns profissionais, porém pais, mães, avôs ou avós relatam algum tipo de experiência. Tenho que compartilhar uma de Juca Kfouri – avô, que recebeu em seu blog, uma carta de um aluno da terceira série. Segue a história.

“Uma avó é uma velhinha que não tem filhos. Ela gosta do filho dos outros. Um avô é um homem-avô. Ele leva os meninos para passear e conversa com eles sobre pescaria e outros assuntos parecidos. Clique e continue lendo!

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16 fev 2012

8 meses do meu Ben, meu amor

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Gabi Miranda

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Eu nunca tive muito contato com bebês, para ser bem sincera eu nunca tive jeito para segurar bebê recém nascido e nunca, NUNCA (leu bem?!) havia trocado fraldas! Aí chega o pequeno Ben e me torna mãe e me ensina diariamente um bocado de coisas sobre a vida materna.

Meu Ben completa hoje 8 meses! É engraçado como tudo o que o filho faz é impressionante aos olhos dos pais de primeira viagem. É surpreendente o desenvolvimento de um mês. Nesses 30 dias Benjamin começou a dar tchau, chamar com a mãozinha, mandar beijo, bater palminhas, falar “bobó”, “baba” e “papa” (alguns julgam ser vovó e papai, mas eu acho mesmo que ainda é a linguagem dos bebês), passou a ficar na posição para engatinhar e faz vários ensaios para dar início a exploração ao mundo. Ai meudeus ninguém segura esse bebê. Ele já sabe o poder que possui o interruptor de luz e quer de qualquer maneira apertar. E quando a gente dá pra ele sua caixinha de brinquedos?! Geeeente, esse menino fica numa alegria! Ele tira um brinquedo por vez como se estivesse descobrindo um mundo (o que não deixa de ser uma verdade). É mais engraçado quando ele faz “óóóó” com um biquinho, tipo “óoo olha isso aqui que interessante” e olha pra gente esticando o brinquedo! Clique e continue lendo!

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15 fev 2012

De malas prontas

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Gabi Miranda

Maternidade, Viagem

Vamos para a cidade maravilhosa no carnaval. Estou ansiosa por essa viagem como criança que espera a noite de Natal ou o aniversário para ver se vai ganhar aquele presente mega esperado. Rio de Janeiro deveria ser minha cidade natal. Simplesmente amo aquele lugar! Meu pai mora lá, então surge um feriado prolongado, vamos pro Rio! E carnaval…sempre foi no Rio! Antes com as amigas, depois com o marido e agora com meu Ben(zinho)! Minha ansiedade se deve porque é: o primeiro carnaval com o Ben, primeiro verão, primeiro transitão, primeira confusão, primeiro feriadão com boa parte da família reunida, todos em clima de festão, alegria, praia, música! Estou ansiosa por levar o Ben para passar alguns dias com o avô, tias, tio, primos e tia avó. Eu valorizo demais o relacionamento familiar. Acho família essencial para o nosso desenvolvimento emocional, nosso caráter, nossa memória afetiva. Fora que o Ben está todo gostoso, interagindo com todo mundo, mais risonho do que nunca e me agrada o fato de poder compartilhar esse momento com os familiares. Clique e continue lendo!

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14 fev 2012

Sou mãe, logo esqueço

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Gabi Miranda

Maternidade

Hoje fui levar o Ben à pediatra. Na parte da manhã. E sozinha. Toda mãe sabe o que é isso: sair sozinha com um filho bebê. Você tem que acordar, arrumá-lo, dar de mamar e detalhe: se arrumar também né?! Tem que usar de muita criatividade e destreza para tomar banho e fazer seu bebê ter paciência em esperar. Comofaz?!?! Sou mãe, logo esqueço um monte de coisas.

Eu coloco meu Ben no seu batcarrinho e o levo para o banheiro comigo. Só que não tenho um banheiro master de novela igual da Teresa Cretina Cristina, então estaciono o carrinho na porta do banheiro de forma que meu Ben fique de frente para mim. Do chuveiro fico fazendo palhaçadas para que ele não se canse de esperar.

Acho até que tenho muita habilidade para ajeitar as coisas quando estou só com o pequeno Ben. Separei tudo dele, basicamente 4 bolsas, parece exagero mas não é:
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13 fev 2012

Uma pequena prova de amor

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Gabi Miranda

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Passei a gravidez inteira com medo do parto. Não eram apenas os medos comuns, era um medo até meio bobo para alguns: o de agulha. Sim, aquele negócio fininho que colocam numa seringa para injetarem algum veneno medicamento no seu corpo ou para te sugarem o sangue. Eu sempre tive PAVOR de agulhas!!! Um medo gigante, que me fazia perder o sono uma semana antes de tomar vacina, tirar sangue ou realizar qualquer outro tipo de exame que exigia a necessidade da temida. Que me fazia suar, tremer, o coração disparar.

Eu passei 10 meses (referência ao tempo de gestação do meu Ben que nasceu com 41 semanas), um dos melhores períodos da minha vida, com medo da anestesia. Esse era também um dos motivos por querer parto natural. Quer dizer, como disse o marido certo dia ao meu obstetra, eu preferia sentir dor a tomar uma agulhada.

Que medo mais boboca! Já não bastasse o monte de medos que tomam conta da nossa mente durante a gestação, eu tinha mais esse pra me atormentar. Acreditem, fui procurar ajuda na terapia. Se ajudou ou não especificamente nisso, não sei. Só sei que tomei duas agulhadas na hora do parto: uma anestesia local, que eu desconhecia completamente porque ninguém me contou (fiquei sabendo ali na hora, pelo anestesista) e a fantasmagórica (raqui)Diana. Clique e continue lendo!

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