09 ago 2012

Leite é amor, Doar também é.

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Nunca vou esquecer quando amamentei o meu Ben pela primeira vez. Considero a primeira vez o terceiro dia após o parto, quando meu seio passou a encher, encher, encher de leite. Antes disso foi bem esquisito, porque saía só o tal do colostro e até o bebê pegar de jeito existe certo desconforto para mãe. A sensação de aninhar seu bebê em seus braços, amamentá-lo, o jeito como ele te olha, a forma como posiciona sua mãozinha tão pequena em seu seio, é indescritível e emocionante demais.

Durante o primeiro mês do meu Ben, pensei que ficaria sem leite. Fiquei com muito medo, mas não passou de um susto e fui muito bem orientada pela pediatra. Como descrevi aqui (Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna) tive bastante leite e por vezes pensei em doar. Não doei. E me envergonho disso, principalmente, quando lembro da minha volta ao trabalho: hora do almoço, peitões cheios, retirava 300ml de cada, não tinha aonde armazenar e qual era o destino dessas 2 latinhas de coca-cola…?! A segunda retirada eu não fazia, ficava segurando (peitão estourando) até chegar em casa, quando aí sim eu retirava e armazenava para mandar pro berçário. E então me entregava completamente para meu Ben, seguindo as habituais mamadas noturnas. Clique e continue lendo!

compartilhe!

4

comente!

08 ago 2012

O pai que ele é – Blogagem coletiva Mulher e Mãe

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Quando a gente casa, se junta, se enrola, conhecemos aquela pessoa como amante, amigo, companheiro. Criamos a expectativa de que será um bom pai. Pelo menos acreditamos “é essa pessoa que quero para pai dos meus filhos”. Desconhecemos-nos completamente como mãe e pai.

Antes dos filhos ministramos diferenças básicas: preferência por tampa da privada fechada, tubo de pasta de dente apertada por baixo, nada de manteiga cheia de furos, final do campeonato brasileiro de futebol ou último capítulo da novela (?), pizza ou lanche (?), no cinema: Batman ou Homem Aranha e assim vai…

Chegam os filhos. A casa cheia de fraldas, lenços umedecidos, brinquedos espalhados pela sala, noites mal dormidas e surgem outras tantas diferenças entre o casal (mãe e pai). Os primeiros meses da chegada do bebê é uma fase complicada. A mãe se torna um ser neurótico, quase uma máquina de cobranças e ordens: “pega aquela fralda” e um segundo depois “não precisa mais já peguei”, “faz a mamadeira”, “prepara o banho”, “já fez isso..e aquilo?” A mãe quer ser a melhor do mundo. O pai corre na tentativa de se tornar o melhor pai do mundo. Clique e continue lendo!

compartilhe!

5

comente!

07 ago 2012

Benzoca e Capitu

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Benjamin ganhou uma irmã. Ela é peluda, “engatinha” e tem 4 patas. Chama-se Capitu. Na verdade, acho que Capitu ganhou um irmão (ela chegou primeiro). Impressionante a relação que eles estão construindo. Eu tinha certa apreensão da aproximação entre animais e bebês. Nos primeiros meses de vida do Benjamin, Capitu era praticamente expulsa (por mim) do mesmo ambiente, coitadinha. Só que agora Benzoca busca a presença dela.

É tão engraçado como os dois se relacionam. Eles realmente parecem irmãos: brincam, dão risada, pulam, cansam, se afastam e o outro vai atrás insistindo na brincadeira, a mãe aqui alerta “vai acabar mal essa brincadeira de mãos e patas” e um sai chorando. Outra hora começa tudo de novo. Além de tudo estão na mesma condição = mesmo tamanho e mesma forma de andar (de quatro). Acho sensacional ver um ao lado do outro caminhando juntos. E Benjamin abraça, beija, aperta Capitulina. E de forma impressionante, ela retribui o carinho. Clique e continue lendo!

compartilhe!

0

comente!

03 ago 2012

Da série: Organização festa de aniversário – obrigada, pelo presente!

por
Gabi Miranda

Festas

Coloque na lista de organização festa de aniversário: agradecer os presentes

Organização festa de aniversário

Tem uma coisa que não gosto é dessa modernidade de chegar em festas e deixar o presente do aniversariante numa caixa, localizada estrategicamente na porta. Se eu comprei um presente para você, foi porque você realmente é uma pessoa querida. E sempre quando compro presentes, procuro buscar algo que eu acho tem a ver com a pessoa. Não compro presentes por comprar. Procuro algo especial. Ultimamente, tenho feito anotações de sugestões de coisas que vejo e me lembram alguém (porque quando precisamos, AQUELE presente, nunca surge).

Enquanto produzia a festa de um ano do Benzoca, me vi perguntando várias vezes ao marido como seria a logística dos presentes. Eu queria abrí-los na hora. Na frente do convidado. Se eu não gosto que façam isso, como poderia fazer o mesmo?! No mínimo, deselegante. Pensei, pensei e não chegava numa saída até que resolvi: vou abrir todos os presentes. Benzoca ainda é pequeno, dá para abrir, agradecer e guardar na tal caixa (ou saco), no próximo ano vejo como faço.
Clique e continue lendo!

compartilhe!

3

comente!

02 ago 2012

Afinal, não dá pra fazer backup da vida…

por
Gabi Miranda

Uncategorized

De repente lembrei: odeio celular de última geração e a frase que eu sempre dizia “nunca vou ter esses aparelhos” – assim como várias coisas que eu dizia que não faria quando fosse mãe, caiu por terra uma semana antes de o Benjamin nascer, quando comprei meu iPhone. E aí esse aparelhinho virou parte da minha vida como o ar que respiro. Nele eu tenho acesso a tudo: internet, e-mail, redes sociais, fotos e vídeos do meu Ben. Carimbo na testa, bum: Rendida!

Aí vem esse negócio de incluir o “9” na frente do seu número de celular. Descubro que tem um app que atualiza todos os contatos. Vou baixar e preciso atualizar o sistema operacional do iPhone. Ok. Nessas horas quem poderá me ajduar?! O maridão. Atualizado. Mas algo estranho aconteceu. No álbum apenas 243 fotos e 1 vídeo. Arquivos até os três meses do Benlindo.

Não vou me preocupar, está tudo no computador. Maridão revira e não acha nada. Na nuvem não tem nada. Perdi tudo. Perdi todos os arquivos de foto e vídeo do celular. Tudinho. Isso significa uma base de mil registros que tinha feito do meu Ben. Uma tristeza somada a outras coisinhas do cotidiano doméstico, toma conta do meu ser. Perguntam-me: você não fez backup??? Não… Mas quem nunca? Clique e continue lendo!

compartilhe!

2

comente!

01 ago 2012

Lições de vida – as primeiras de uma série

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Tenho pensado muito nesse lance de gentileza, educação, bom comportamento…até que outro dia li no Pontencial Gestante, uma lista de coisas que quero ensinar para o meu filho (post para o qual votei e estou torcendo muito para ganhar o concurso “O Melhor post do Mundo”).

Antes de ter filho eu já pensava nisso, mas agora acho que se tornou uma questão gritante. Tenho uma personalidade muito forte, me irrito com coisas que, confesso, nem haveria necessidade, e tenho me controlado em diversas situações para que meu filho não aprenda esse lado feio da mãe dele. Mas tem coisas que me tiram do sério, que me dá vontade até de tirar satisfação com o ser humano que comete, como um dos itens mencionados no post indicado acima: não esperar as pessoas saírem do elevador para outras entrarem. Ou ainda, chamar o elevador no primeiro andar para ir até o térreo quando você poderia descer a pé dois lances de escada (arrrrrh como isso me tira do sério…!). Ou não recolher seu lixo da mesa da praça de alimentação. E ver alguém jogar lixo pela janela, meudeus…!

Clique e continue lendo!

compartilhe!

1

comente!