16 fev 2012

8 meses do meu Ben, meu amor

por
Gabi Miranda

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Eu nunca tive muito contato com bebês, para ser bem sincera eu nunca tive jeito para segurar bebê recém nascido e nunca, NUNCA (leu bem?!) havia trocado fraldas! Aí chega o pequeno Ben e me torna mãe e me ensina diariamente um bocado de coisas sobre a vida materna.

Meu Ben completa hoje 8 meses! É engraçado como tudo o que o filho faz é impressionante aos olhos dos pais de primeira viagem. É surpreendente o desenvolvimento de um mês. Nesses 30 dias Benjamin começou a dar tchau, chamar com a mãozinha, mandar beijo, bater palminhas, falar “bobó”, “baba” e “papa” (alguns julgam ser vovó e papai, mas eu acho mesmo que ainda é a linguagem dos bebês), passou a ficar na posição para engatinhar e faz vários ensaios para dar início a exploração ao mundo. Ai meudeus ninguém segura esse bebê. Ele já sabe o poder que possui o interruptor de luz e quer de qualquer maneira apertar. E quando a gente dá pra ele sua caixinha de brinquedos?! Geeeente, esse menino fica numa alegria! Ele tira um brinquedo por vez como se estivesse descobrindo um mundo (o que não deixa de ser uma verdade). É mais engraçado quando ele faz “óóóó” com um biquinho, tipo “óoo olha isso aqui que interessante” e olha pra gente esticando o brinquedo! Clique e continue lendo!

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15 fev 2012

De malas prontas

por
Gabi Miranda

Maternidade, Viagem

Vamos para a cidade maravilhosa no carnaval. Estou ansiosa por essa viagem como criança que espera a noite de Natal ou o aniversário para ver se vai ganhar aquele presente mega esperado. Rio de Janeiro deveria ser minha cidade natal. Simplesmente amo aquele lugar! Meu pai mora lá, então surge um feriado prolongado, vamos pro Rio! E carnaval…sempre foi no Rio! Antes com as amigas, depois com o marido e agora com meu Ben(zinho)! Minha ansiedade se deve porque é: o primeiro carnaval com o Ben, primeiro verão, primeiro transitão, primeira confusão, primeiro feriadão com boa parte da família reunida, todos em clima de festão, alegria, praia, música! Estou ansiosa por levar o Ben para passar alguns dias com o avô, tias, tio, primos e tia avó. Eu valorizo demais o relacionamento familiar. Acho família essencial para o nosso desenvolvimento emocional, nosso caráter, nossa memória afetiva. Fora que o Ben está todo gostoso, interagindo com todo mundo, mais risonho do que nunca e me agrada o fato de poder compartilhar esse momento com os familiares. Clique e continue lendo!

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14 fev 2012

Sou mãe, logo esqueço

por
Gabi Miranda

Maternidade

Hoje fui levar o Ben à pediatra. Na parte da manhã. E sozinha. Toda mãe sabe o que é isso: sair sozinha com um filho bebê. Você tem que acordar, arrumá-lo, dar de mamar e detalhe: se arrumar também né?! Tem que usar de muita criatividade e destreza para tomar banho e fazer seu bebê ter paciência em esperar. Comofaz?!?! Sou mãe, logo esqueço um monte de coisas.

Eu coloco meu Ben no seu batcarrinho e o levo para o banheiro comigo. Só que não tenho um banheiro master de novela igual da Teresa Cretina Cristina, então estaciono o carrinho na porta do banheiro de forma que meu Ben fique de frente para mim. Do chuveiro fico fazendo palhaçadas para que ele não se canse de esperar.

Acho até que tenho muita habilidade para ajeitar as coisas quando estou só com o pequeno Ben. Separei tudo dele, basicamente 4 bolsas, parece exagero mas não é:
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13 fev 2012

Uma pequena prova de amor

por
Gabi Miranda

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Passei a gravidez inteira com medo do parto. Não eram apenas os medos comuns, era um medo até meio bobo para alguns: o de agulha. Sim, aquele negócio fininho que colocam numa seringa para injetarem algum veneno medicamento no seu corpo ou para te sugarem o sangue. Eu sempre tive PAVOR de agulhas!!! Um medo gigante, que me fazia perder o sono uma semana antes de tomar vacina, tirar sangue ou realizar qualquer outro tipo de exame que exigia a necessidade da temida. Que me fazia suar, tremer, o coração disparar.

Eu passei 10 meses (referência ao tempo de gestação do meu Ben que nasceu com 41 semanas), um dos melhores períodos da minha vida, com medo da anestesia. Esse era também um dos motivos por querer parto natural. Quer dizer, como disse o marido certo dia ao meu obstetra, eu preferia sentir dor a tomar uma agulhada.

Que medo mais boboca! Já não bastasse o monte de medos que tomam conta da nossa mente durante a gestação, eu tinha mais esse pra me atormentar. Acreditem, fui procurar ajuda na terapia. Se ajudou ou não especificamente nisso, não sei. Só sei que tomei duas agulhadas na hora do parto: uma anestesia local, que eu desconhecia completamente porque ninguém me contou (fiquei sabendo ali na hora, pelo anestesista) e a fantasmagórica (raqui)Diana. Clique e continue lendo!

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11 fev 2012

Sobremesa de fruta – Fácil e rápido de preparar

Sempre ofereço frutas para meu Ben após o almoço, dessa vez segui uma receita de papinha de frutas e parece que ele gostou… É a Sobremesa de fruta.

sobremesa de fruta

Sobremesa de Fruta

Papinha de maça e pera

Corte em pedaços pequenos uma maça e uma pera, coloque numa panela e acrescente 4 colheres de sopa de água, deixe cozinhar com a panela tampada por 8 minutos. Despeje numa travessa, amasse e pronto!

Fica com a mesma consistência daquelas papinhas de frutas da Nestlê, porém sem conservantes, logo mais nutritiva.

Pode ser conservado por 24h na geladeira.

Rende duas porções.

Fica bem docinho e gostoso (e olha que eu não gosto de pera!). O Ben adorou. E comeu tudinho!

Sobremesa de fruta

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10 fev 2012

Atividades educativas já!

por
Gabi Miranda

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Eu e muitas mães por aí faço parte da era do papel, já meu Ben é da era tecnológica por completo. Desconfio até que quando ele começar a frequentar a escola não precisará de caderno, fichários, lápis, estojos e sim de um iPad (que vai ser mega atualizado). E hoje em dia quem consegue viver sem a sensacional internet?! Com ela temos acesso a (quase) tudo e de qualquer lugar – a mobilidade que a tecnologia nos oferece hoje em dia é incrível! E nossos filhos também, desde muito cedo! Se não controlar, as crianças passam horas a fio em frente ao vídeo game e computador. Mas como controlar, se muitas vezes os pais trabalham o dia inteiro? E como controlar o conteúdo que nossos filhos vão consumir? Como protegê-los? Eis aí um dilema…

Meu Ben ainda é muito pequeno, mas já me preocupo com essas questões. Acredito que deve haver um limite para o uso de eletrônicos como TV, vídeo game e computador. Acho que deveríamos limitar por idade e, obviamente, por conteúdo. É difícil, eu imagino. Mas não tem porque uma criança de 3, 4 ou 5 anos ficar presa em frente a um vídeo game, por exemplo. Criança tem que brincar! Brincadeiras que estimulem seu desenvolvimento intelectual, cutural, criativo, que o faça gastar energia, enfim. Cadê as brincadeiras tradicionais como esconde esconde, pega pega, mímica, ciranda (corre Cotia na casa da tia, lencinho na mão, caiu no chão…quem lembra?), jogo da velha, da memória, tabuleiros, cadê o Lego?! Clique e continue lendo!

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