02 ago 2012

Afinal, não dá pra fazer backup da vida…

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Gabi Miranda

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De repente lembrei: odeio celular de última geração e a frase que eu sempre dizia “nunca vou ter esses aparelhos” – assim como várias coisas que eu dizia que não faria quando fosse mãe, caiu por terra uma semana antes de o Benjamin nascer, quando comprei meu iPhone. E aí esse aparelhinho virou parte da minha vida como o ar que respiro. Nele eu tenho acesso a tudo: internet, e-mail, redes sociais, fotos e vídeos do meu Ben. Carimbo na testa, bum: Rendida!

Aí vem esse negócio de incluir o “9” na frente do seu número de celular. Descubro que tem um app que atualiza todos os contatos. Vou baixar e preciso atualizar o sistema operacional do iPhone. Ok. Nessas horas quem poderá me ajduar?! O maridão. Atualizado. Mas algo estranho aconteceu. No álbum apenas 243 fotos e 1 vídeo. Arquivos até os três meses do Benlindo.

Não vou me preocupar, está tudo no computador. Maridão revira e não acha nada. Na nuvem não tem nada. Perdi tudo. Perdi todos os arquivos de foto e vídeo do celular. Tudinho. Isso significa uma base de mil registros que tinha feito do meu Ben. Uma tristeza somada a outras coisinhas do cotidiano doméstico, toma conta do meu ser. Perguntam-me: você não fez backup??? Não… Mas quem nunca? Clique e continue lendo!

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01 ago 2012

Lições de vida – as primeiras de uma série

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Gabi Miranda

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Tenho pensado muito nesse lance de gentileza, educação, bom comportamento…até que outro dia li no Pontencial Gestante, uma lista de coisas que quero ensinar para o meu filho (post para o qual votei e estou torcendo muito para ganhar o concurso “O Melhor post do Mundo”).

Antes de ter filho eu já pensava nisso, mas agora acho que se tornou uma questão gritante. Tenho uma personalidade muito forte, me irrito com coisas que, confesso, nem haveria necessidade, e tenho me controlado em diversas situações para que meu filho não aprenda esse lado feio da mãe dele. Mas tem coisas que me tiram do sério, que me dá vontade até de tirar satisfação com o ser humano que comete, como um dos itens mencionados no post indicado acima: não esperar as pessoas saírem do elevador para outras entrarem. Ou ainda, chamar o elevador no primeiro andar para ir até o térreo quando você poderia descer a pé dois lances de escada (arrrrrh como isso me tira do sério…!). Ou não recolher seu lixo da mesa da praça de alimentação. E ver alguém jogar lixo pela janela, meudeus…!

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31 jul 2012

Porque toda mãe também é artista…

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Gabi Miranda

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Desde que me tornei mãe, fui mordida pelo mosquito do “faça você mesma”. Sabe qual é? Ele te morde e você passa a inventar de querer fazer tudo. Foi assim com a festa do meu Ben e agora eu ando pra lá e pra cá fazendo convites, enfeite-maternidade, lembrancinhas, álbuns, cartões e afins…estou me perguntando aonde guardar tanto material de trabalho…

Posso dizer que minha vida é dividida em antes do meu Ben e depois dele. Sem dúvida sou uma pessoa melhor no quesito “trabalho manual”. Pelo menos estou gostando desse EU artista. O problema é arrumar tempo pra fazer tanta coisa. Porque se antes eu era só profissional, esposa, filha e amiga. Agora além de tudo isso, sou mãe, dona de casa (cozinheira – detalhe!) e metida a designer. Se antes eu achava que precisava de mais duas horas no meu dia, agora acho que preciso de pelo menos mais cinco horas. Clique e continue lendo!

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27 jul 2012

Livro: Travessuras de mãe

por
Gabi Miranda

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Pensei que eu tinha prazer extremo em ser mãe, mas descobri alguém com o mesmo (ou até mais) prazer do que eu. Seu nome? Denise Fraga. Eu sempre gostei de suas colunas na Revista Crescer, lia antes mesmo de me tornar mãe. Até que outro dia uma amiga indicou o Travessuras de Mãe.

Quando via a capa lembrei que tinha dado de presente para a Dani quando ela teve seu segundo filho. E na época eu até li duas ou três crônicas do livro, mas não dei muita importância, não fez o mesmo sentido que tinha quando lia na revista, não entendia exatamente o que ela falava, não sentia os mesmos sentimentos, não era mãe.

A gente entende a partir do momento que vive isso na prática. Em seu livro, Denise Fraga, mãe de dois, não só demonstra que vive, como transpira maternidade. Antes eu achava difícil ser mãe e aí vem a Denise e me mostra que ser mãe é uma aventura. E das mais prazerosas, carregada de dúvidas e receios, mas também de alegrias imensuráveis. É bem como ela cita em uma das crônicas, “ser mãe compreende mesmo muitas dualidades. É uma grande mistura de alegria e dor”. Clique e continue lendo!

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26 jul 2012

Avós

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Gabi Miranda

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Vovô (Palavra cantada)
Quando vejo o meu vovô
Que é pai do meu papai
Penso que um tempo atrás
Ele era o que eu sou

Agora sou criança
E o vovô também já foi
A vida é uma balança
Ontem, hoje e depois

Amanhã talvez quem sabe
Eu serei um outro avô
E o filho do meu filho
Será o que hoje eu sou

Ontem, hoje e depois

*

Hoje é dia dos avós. Eu sinto tanta saudade dos meus. Das festas de aniversário do avô Caxambu, o ex goleiro do São Paulo e da Portuguesa. Siiiiim, era o meu avô! Pai da minha mãe. Nas festas dele tinha uma bolinha de queijo que era a melhor do mundo! Sinto saudades de visitá-lo em seu escritório no centro da cidade, em São Paulo. Saudades da sua elegância e de todo seu carinho por nós. Sei o quanto ele foi importante em nossa vida, o que ele representa para minha mãe.

Tenho saudades do vô Roque. Dos seus conselhos, principalmente sobre os estudos e leituras. Saudades do cheiro da sua biblioteca e do cheiro da sua barba. Saudades de vê-lo entrar pela porta da sala com sorvete tablito para todos os netos, o barulhinho bom que os sininhos faziam quando a porta abria. Saudades da coca-cola servida no copo azul de plástico, aquelas bolinhas pulando no meu nariz. Saudades das fogueiras de São João. Do Natal. Do abraço. Do jeito como ele me olhava. Do seu olhar. Clique e continue lendo!

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24 jul 2012

Não é tabajara

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Gabi Miranda

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Benjamin não quer mais ficar na cadeirinha do carro de jeito nenhum. Meu bebê, que todos conhecem por calmo, bonzinho, fofo e tudo de bom, andou fazendo escândalos inenarráveis dentro do carro. Só para ter uma ideia, outro dia ele chorou de casa até Osasco – um trajeto de uns 50 minutos. BERRANDO! Eu me controlei para não tirá-lo da cadeirinha e pedia, para todos os santos imagináveis, força e paciência para não me deixar levar por aquelas lágrimas. Quer saber?! Foi foda!

Outro dia chorou do berçário até Osasco, trajeto menor, mas estávamos sozinhos no carro. Dei uma de louca e comecei a chorar também e dizia “conta tudo pra sua mãe, Benjamin” (tipo a Pópis do programa Chaves) . Ele me olhava com uma cara de “filha da puta, minha mãe está me zuando”.

As artimanhas de biscoito polvilho e maisena até funcionam, mas vou entupir o menino de guloseimas toda vez que entrarmos no carro?! Aí descobri outro jeito de acalmá-lo: o meu iPhone. Tenho medo disso, mas é a realidade nua e crua: Benzoca é da era tecnológica. Não posso contra isso. Ele já vê foto sozinho no celular e agora vídeos. Então baixei App da Galinha Pintadinha e dou o celular na mão dele quando estamos no carro. Mas agora sinto que eu posso ficar sem celular. (Além de sentir que minha sanidade mental também corre riscos, afinal Galinha Pintadinha é um saco na terceira repetição). Não que eu vá comprar, mas a Fisher Price tem a solução para o aparelho celular. Olha essa capa para iPhone. Clique e continue lendo!

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