18 jun 2012

O discurso

por
Gabi Miranda

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Sábado foi aniversário e festa de um ano do meu pequeno Ben! Eu muito envergonhada, fiz um discurso antes do parabéns e agora deixo registrado aqui.

“Eu tive muito medo durante a minha gravidez inteira. Fora meus medos de agulhas, hospital e afins, tive medo de colocar um filho no mundo, de deixar de ser filha para ser mãe, de deixar de ser uma pessoa individual pra me tornar o mundo de alguém, das responsabilidades e do turbilhão de emoções que acompanha a maternidade. Afinal, ser mãe é um percurso sem volta. E é natural sentirmos medo do desconhecido. Nesses últimos dias eu tenho revivido essa data de hoje e aí me dei conta de como foi gostoso sentir aquele medo que me abraçou no dia 16/06/11, por volta das 16:30. Era um medo com sabor de ansiedade – bem definido numa leitura que fiz dia desses – “aquela sensação de que se está prestes a pular no desconhecido, mas quando se sabe que o lugar do tombo vai ser fofinho e cheiroso. Como talco de bebê.” Ah, eu caí nessa como uma pluma. Acho que estou me saindo bem. A maternidade é uma experiência incrível, cheia de surpresas, alegrias incalculáveis, descobertas, pequenezas, algo sublime, mas também pavorosa, difícil, cheia de medos. Mas é além de tudo um aprendizado diário. Principalmente, no que se diz respeito ao amor e a doação. Ser mãe é doar-se integralmente e verdadeiramente para o outro. Então, eu quero agradecer a minha mãe por ter me colocado no mundo, por todo o amor que me dedicou, pela liberdade de escolha que sempre me foi dada, e agradecer também por todos os dias da minha licença maternidade que ela atravessou a cidade de metrô, pra cuidar de mim e do Benjamin. Clique e continue lendo!

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16 jun 2012

Você veio para enfeitar a minha vida

por
Gabi Miranda

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Filho, hoje estamos completando um ano. Um ano da sua vida. Um ano da minha vida como mãe. Há um ano, num domingo lindo de sol, quando estávamos saindo da maternidade, enquanto fazíamos o caminho pra casa, fiquei pensando no mundo de coisas e lugares que tinha para apresentar a você. Não passou pela minha cabeça que você, tão pequeno, também me apresentaria ao mundo. Desde então você me faz enxergar a vida com outra expectativa, com olhos de quem vê tudo pela primeira vez.

Com você fiquei convicta que a vida é transformação. Sempre tive muito medo do tempo, mas você me faz compreender que ele é também nosso aliado. O tempo resgata nossa história. E mesmo vendo a voracidade com que você cresce, procuro pensar em tudo que vai ficar registrado em minha memória: o cheiro desse tempo, as formas, as músicas, o sabor, o som da sua voz, suas gargalhadas… Além, de não esquecer um minuto sequer que estamos conhecendo um mundo juntos. Clique e continue lendo!

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15 jun 2012

Amamentar – uma das experiências mais incríveis da vida materna

por
Gabi Miranda

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Este post é um candidato ao Melhor post do Mundo, da Limetree

A maternidade me despertou para muitas coisas. Uma delas foi para a desaceleração. Eu sempre fui uma pessoa extremamente agitada, acelerada e ansiosa. Para meu desespero, o que se faz durante a gestação? Espera. Espera ansiosamente a barriga crescer, o bebê dar os primeiros chutes, chegar o dia da consulta e ainda espera na sala do consultório, espera…! Era preciso tranquilidade e calma para esperar. Aprendi com a maternidade o que não tinha aprendido em 30 anos e da forma mais prazerosa do mundo: amamentando.

Amamentar requer tempo e muita paciência por parte da mãe. Logo que o bebê vai para o quarto, após o parto, ele é colocado no peito da mãe para que possa “aprender” a mamar. Ele já tem um reflexo de sucção forte e a mãe precisa alinhá-lo no colo para ajudá-lo pegar corretamente o bico do seio. Aqui preciso abrir um parêntese. Ao longo da gestação percebemos que o bico do seio escurece, a razão é simples e incrível! Quando o bebê nasce, ainda tem dificuldade de focalizar imagens, então enxerga o bico do seio pelo contraste da pele, e se levado ao seio, suga-o imediatamente por reflexo. Não é o máximo?! Sábia essa mãe natureza… Obtive essa informação lendo o livro Quem Ama, educa – que dá um outro texto. Fecha parêntese. Clique e continue lendo!

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14 jun 2012

Morde e assopra, quer dizer morde e passa pomada

por
Gabi Miranda

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Meu Ben hoje levou uma “leve” mordida de um coleguinha da escola. Tão leve que a marca está lá visível na mãozinha dele.

Eu sei “acontece” e vai acontecer muitas outras vezes. Mas é complicado…primeiro que veio recado na agenda dizendo que ele tinha recebido uma leve mordida e que passaram pomada. O mínimo que podiam ter feito era ter me avisado pessoalmente ou por telefone. Eu tenho interesse em saber em que tipo de situação meu filho foi mordido: a) ele agrediu e recebeu o troco; b) foi uma agressão gratuita; c) a intenção era dar um beijinho, enfim…

Segundo, será que na agenda do pequeno agressor foi o recado para os pais “seu filho mordeu de leve um coleguinha”?! Porque na minha opinião, esse é o tipo de coisa que tem que ser falado para os pais. Está certo, eles tinham que me avisar sobre a mordida, mas é algo tão perceptível que se não avisassem eu saberia. Mas e os pais do agressor mirim vão saber como?! Clique e continue lendo!

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12 jun 2012

Há um ano…

por
Gabi Miranda

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Eu pensei que estava enlouquecendo até ver alguns posts de mães na mesma situação: prestes a comemorar um ano do filho! Sério, estou num chororô nesses dias que já dava pra encher um caminhão tanque (daquele bem grandão) de água, sabe?!

Tenho revivido tudo: a chegada, os dias na maternidade, os primeiros dias em casa, os primeiros meses. Principalmente, todos os acontecimentos desde a véspera até o nascimento do meu Ben: fomos ao obstetra. nenhuma dilatação. marcamos a data. saí frustrada. fomos encher a pança (no meu caso, fui estourar a pança) de pizza hut com um casal de amigos. foi a primeira noite – durante a gestação inteira – que não dormi direito. Acordei, fui ao banheiro “ops, um sinal esquisito…não deve ser nada”. voltei pra cama. acordei quase meio dia. recebi uma ligação da tia Rosana. fui ao banheiro “ops, e esse sinal esquisito?!”. tomei banho e….sinal muito esquisito. liguei pro marido que mandou ligar pro médico (também, né?! Que ideia a minha ligar pro marido). fomos para o hospital. sinal falso. Clique e continue lendo!

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11 jun 2012

Um ano de paternidade: coadjuvância premiada (por Roberto Piffer – o marido)

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Gabi Miranda

Comportamento, Maternidade

Um ano de paternidade merece ser comemorado

Nessa semana não só o pequeno Ben completa seu 1º aniversário. “Coincidentemente” também completo um ano, mas como pai. Engraçado que a Gabi já é mãe desde que ouviu o coraçãozinho do Benjamin palpitando dentro da barriga. Ou seja, ela é mãe há um pouco mais de tempo que eu.

Mas voltando ao tema, a paternidade é algo muito diferente, engraçado, complexo. Demanda, acima de tudo, muita responsabilidade, mas também muita disposição, energia e amor. Certa vez ouvi dizer que só se tornando pai, para um homem (finalmente) se tornar um homem de verdade.

E não é que dei toda razão a esta frase! Confesso que, se não fosse pai, duvidaria por completo dessa afirmação e sei bem porque. Mas na condição de pai, com o “enorme” peso de criar uma nova pessoa e conduzir uma família, entendi perfeitamente essa história.

Além disso, descobri também uma nova coisa neste um ano que se passou (e não se assuste com o que vou dizer). O pai não passa de coadjuvante dessa vida em família. É, e alguns pontos nos fazem entender melhor esta visão. O pai surge depois da mãe. A mãe já tem o contato com o bebê desde o interior da barriga e já se sente mãe bem antes do pai (como eu disse antes). O pai só vai ser pai mesmo do parto pra frente.
Clique e continue lendo!

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