02 fev 2012

Sr. Sapinho, vai pular em outro brejo

por
Gabi Miranda

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Sempre fui de sofrer pelo sofrimento dos outros, principalmente das pessoas mais próximas. Se pudesse escolher um poder, sem dúvida seria o de exterminar o sofrimento das pessoas que amo (e se não for pedir muito, do mundo). Tenho desejo de resolver o problema de todo mundo só que do meu jeito. A maternidade só intensificou esse sentimento.

Morro só de pensar na possibilidade do meu filho sofrer. Seja sofrimento físico, moral, emocional. Já faz alguns dias que Benjamin está assado – o que havia acontecido uma única vez – e ontem descobrimos que ele está com sapinho na boca. Em conversa com outras mães, com as tias da escola, chego à conclusão que pode ser reação do desenvolvimento de sua dentição. Ele está com dois dentes e até então não tinha tido nenhuma reação, além de coçar bastante.

Liguei para a pediatra para falar das bolinhas e manchas brancas “parece leite, mas não sai na mão” e na mesma hora ela diagnosticou. Queria ter conversado mais com a pediatra, saber os motivos que causam isso, mas ela resumiu em “é causada por fungos, pega no ar, objetos que ele leva à boca”. Não quis prolongar a conversa uma vez que havia ligado à noite na casa da doutora (nenhuma pediatra merece falar com uma mãe neurótica às 21h00). Clique e continue lendo!

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01 fev 2012

E o bebê mais lindo do dia é….

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Gabi Miranda

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Benjamin é o bebê mais lindo do dia no site da revista CRESCER. E eu a mãe mais babona e coruja dos últimos sete meses.

Esse sorriso, esse brilho nos olhinhos, tudo nele me encanta.

Meu Ben, pra mamãe você é o bebê mais lindo de SEMPRE!

Ben lindo do dia

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30 jan 2012

Precisa-se de trocadores

por
Gabi Miranda

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Quero manifestar a minha insatisfação com relação aos bares e restaurantes de São Paulo e Rio de Janeiro. Eu já perdi as contas de quantos estabelecimentos frequentei junto com o pequeno Ben e não tinha trocador. Até agora foram uns…TODOS! Uma peça básica, fundamental (para pais e filhos) que nem ocupa tanto espaço já que pode ser uma peça dobrável acoplada na parede. 

Aí vai vir um chato de galocha querendo dar um de politicamente correto e dizer que bares e restaurantes não são lugares para bebês. Engano seu, meu caro (a)! Os pais, que tambbém são pessoas normais e com vida social, têm todo direito de se divertir e levar a cria junto. Sou a favor de levar o meu filho à tira colo do que deixar para alguém cuidar (fui eu que fiz, não?! Então, encaro a responsabilidade). 

Sim, sei que existem lugares não apropriados para bebês! Não tenho pretensão de levar o pequeno Ben num show do Iron Maiden, numa final de campeonato Corinthians x Flamengo ou no próximo UFC, mas estamos falando de um bar à tarde (até mesmo início da noite), um restaurante (ainda é feito para almoçar ou jantar, certo?!). Só que NUNCA tem trocador nesses lugares. Então você tem que engolir a comida sem mastigar, beber um líquido para ajudar tudo descer, pedir a conta, pagar e ir embora. Fazer tudo correndo como se fosse uma prova que depende absolutamente da sua rapidez e agilidade. Você não curte o momento, não conversa com os amigos, com o marido (só com o garçom). O ponteiro do relógio não pára, enquanto seu filho pode fazer uma mega ultra master cagada e vazar pelas pernas, subir pelas costas eeeee…… você faz o quê?  Clique e continue lendo!

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29 jan 2012

Palavra Cantada

por
Gabi Miranda

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Aqui em casa sou a única que ainda conservava algum repertório musical infantil na lembrança. Sempre gostei de músicas e várias infantis ficaram gravadas na minha memória RAM. Assim que nasceu, Benjamin ganhou o DVD da Galinha Pintadinha. Assisti para conhecer um pouco do fenômeno infantil. Legal! (desses sem muita empolgação). Tem todas as músicas tradicionais da infância, mas não tem nada demais. Com cores vibrantes, é um desenho com animação no qual traz uma voz(inha) que penetra na cabeça e chega incomodar na quarta faixa (tipo aqueles brinquedos barulhentos que os pais têm vontade de jogar longe adoram!).  

Um dia, através de um vídeo na internet, descobrimos Palavra Cantada, cantando a música Sopa. Fomos todos (eu, marido e meu Ben) conquistados. Acho que Ben estava ainda com 4 meses e meio, mas sorria toda vez que cantávamos “o quê que tem na sopa do neném…”. Quando começou a comer então, fizemos festa cantando essa música.  Clique e continue lendo!

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27 jan 2012

Dicas para escolha de um berçário

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Como disse aqui e aqui, berçário tem seu lado positivo. Geralmente, é um lugar bem estruturado, com rotina e disciplina, incluem atividades físicas, brincadeiras, propõe interação, estimula a criatividade, sociabilidade e desenvolvimento do bebê. Sem dúvida, minha primeira escolha era Benjamin ter ficado sob cuidados da minha mãe, mas nem tudo pode ser do jeito que desejamos. Embora ainda sinta uma certa angústia e uma saudade imensa do meu Ben, estou gostando da forma como estou encarando a experiência, acho que amadureci muito.

Não sou PHD no assunto, mas para finalizar a saga sobre berçários vou deixar aqui algumas dicas sobre o que ficar atento na escolha de um berçário.

• O local deve ser completamente limpo e sem essa história que o chão está sujo porque é hora da comida. Tem que estar limpo o tempo todo;

• Iluminação: o lugar deve ter claridade natural da luz do dia;

• Ficar atento: a banheira, dormitórios, berços, roupa de cama;
Clique e continue lendo!

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26 jan 2012

Berçário x Babás

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Em nenhum momento pensei em colocar uma babá para cuidar do meu Ben. Vamos combinar que é difícil encontrar alguém de confiança para essa tarefa. Eu sou uma pessoa extremamente desconfiada por natureza, de cara já ia colocar uma câmera escondida na casa.

Olha o monte de absurdo que vemos nos telejornais. Tá certo que ninguém mostra na TV, filmagens produzidas por câmera escondida, de babás perfeitas e amáveis cuidando de bebês. Só tem barbaridade. Antes de ter filho eu já ficava louca quando via essas mulheres filhas da puta vacas malditas ordinárias cachorras maltratando bebês. Agora eu quero trucidar uma louca desgraçada desumana arrombada dessas. Fico descontrolada só em pensar.

Eu tive babás que cuidaram de mim e da minha irmã quando éramos pequenas. Mas antigamente se confiava um pouco mais. Bom, pelo menos minha mãe confiou. Foram três babás. Uma foi a Juvenil, uma senhora que cuidava da casa e de nós. Ela era muito amorosa conosco. A outra foi a Ana Rosa, filha da Juvenil. Ana Rosa! Como eu gostava dela! Nós nos divertíamos juntas: eu, minha irmã e ela. Ana Rosa impunha limites, mas brincava, tirava um sarro, ela era foda!
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