13 jul 2012

Junho – a nostalgia passou por aqui

por
Gabi Miranda

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Nunca gostei dos meses junho, julho e agosto porque eles andam acompanhados do inverno, estação que nunca me agradou. Eita período que sempre achei carregado, lento, um tormento pra mim. Mas passei a achar isso já na fase adulta.

Em algum lugar ficou escondido um sentimento bom pelo mês de junho e, outro dia numa fogueira de São João na casa da minha amiga Dani mãe-já-de-dois, bateu esse sentimento…

Lembrei de como gostava de participar das festas juninas da igreja, da escola, os correios elegantes, maça do amor, paçoca… Da fogueira que o vovô Roque sempre fazia na casa da vila. Tenho lembranças doces do mês junino. Saudades. Um nozinho no peito.

Mês que nasceu meu pequeno Ben, tão esperado, tão amado. Nesse dia, abracei o Benjamin e falei pra ele “filho, você nasceu num mês bonito, num mês de festas, vai gostar muito desse período”.

Quero sinceramente proporcionar momentos que se transforme em doces lembranças para meu pequeno. Clique e continue lendo!

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12 jul 2012

Presentes de aniversário

por
Gabi Miranda

Festas

presentes de aniversário

Benjamin ganhou centenas de presentes em seu aniversário. Eu devo confessar que depois do rompante em querer fazer parte do grupo de mães que pedem doação ao invés de presentes para os filhos, estava ansiosa feito criança para saber o que Benjamin ganharia. Torcia por muitos brinquedos.

Breve explicação sobre o rompante. Recebemos um convite de aniversário e vinha escrito para não levar presentes e sim doações. Achei a ideia genial e louvável. Falei pro marido de fazermos assim o aniversário do Benzoca e ele foi categórico “faça isso no seu aniversário e não no do Ben, ainda mais em seu primeiro ano”. Refleti e concluí que quando o Ben estiver maior e entender as dores do mundo, vamos conversar com ele a respeito. Não que eu vá aderir essa ação anualmente. Mas pelo menos uma vez na vida do pequeno (e vou incluí na minha vida também).

Voltando. O pequeno ganhou muitas roupas e muitos (muitos mesmo) brinquedos em sua festa oficial (aquela que produzimos para os familiares e amigos íntimos). E depois ele teve a festinha na escolinha com as tias e seus colegas, de quem também ganhou diversos presentes. Acreditem, continua ganhando. Desde a festa, realizada dia 18/06, todo dia vem na bolsa dele um presente “de alguém para Benjamin”.
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10 jul 2012

Birras x carinho – abraço cura

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Gabi Miranda

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Benjamin andou fazendo show de manha nos dias em que estava doente. Nem está na fase, mas foi impressionante como o pequeno desempenhou o papel. Ele simplesmente berrava do nada, se jogava pra trás, se debatia, jogava objetos no chão. Uma coisa! Foram quatro dias assim. Fiquei em pânico pensando se seria daquele jeito dali pra frente. Eu não aguentaria.

Tentei diversas vezes conversar com o menino, dizia-lhe que não gostava de meninos birrentos (na verdade tenho pavor), ele só olhava sério pra mim. Não permiti que ninguém pegasse objeto que ele jogasse no chão. E também não dava atenção para os seus chiliques.

Ele melhorou e tudo passou. Tadinho. Ele estava doentinho. Benjamin só queria mais atenção, só queria se sentir acolhido, só não estava se sentindo bem e queria ser compreendido. E o que a mãe louca fazia para lhe transmitir segurança?! Brigava e proliferava “a mamãe não gosta de bebê birrento!!!”. Clique e continue lendo!

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06 jul 2012

Livro: São Paulo com crianças – Turismo, cultura e diversão na maior cidade do Brasil

por
Gabi Miranda

Livros

Eu havia comentado aqui o lançamento desse livro. Passou da hora de falar sobre ele, então vamos lá. Conferi cada página após o lançamento mesmo. O livro é uma graça, todo colorido e cabe na bolsa de pequeno e leve que ele é – ótimo para carregar a todo instante e recorrer quando estiver sem ideia do que fazer com as crianças em São Paulo.

Ele é dividido por categorias como: compras (dicas de lojas irresistíveis para os nossos ninos e ninas), restaurantes, passeios culturais (cinema, teatro, música, livrarias, museus, bibliotecas, etc), hotéis, parques, bichos, programas em família, enfim…tudo para fazer acompanhados dos pequenos.

Devo confessar que mesmo nascida aqui, não sou uma amante fervorosa da cidade de São Paulo (amo mesmo o Rio de Janeiro). Mas ao ver a dedicatória (simples) que Mariana fez ao Benjamin algo tocou em mim.

São Paulo é um centro cosmopolita, mesmo cinza nos dá tantas possibilidades, nos apresenta tanto do mundo… Despertou em mim o desejo de fazer com que meu pequeno curta e ame muito sua cidade. Percebi que cabe a mim, mais essa função. E farei com muito prazer. Clique e continue lendo!

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05 jul 2012

Das coisas que são inexplicáveis

por
Gabi Miranda

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Outro dia conversando com o marido sobre o pequeno Benjamin, ele disse “agora que estou mais próximo dele, me sinto mais pai, sabia? Fiquei olhando ele enquanto mamava e me deu uma vontade de chorar, de tão bonitinho que ele é…”

Essa semana fui atacada por uma conjuntivite, o que me fez afastar do Ben para evitar que ele pegue também. Então maridão está mostrando o paizão que tem dentro de si. Não que ele já não faça isso diariamente. Eu sempre achei que faz. Mas ele pegou pra si todas as tarefas que eu exercia como dar banho, mamadeira, fazer dormir… Acho até que eu monopolizava um pouco meu Ben (até no jeito carinhoso que o chamo passei achar que o monopolizo).

Entendo exatamente esse sentimento que o marido teve. Eu por diversas vezes senti (e ainda sinto) vontade de chorar (e chorei) olhando o pequeno. Carrego esse sentimento desde a gravidez, período que pra mim foi muito inexplicável gerar outro alguém. Eu pensava “como a natureza é sábia”. É uma coisa de louco: nós geramos pessoas!!!! Eles entram em nós pequenininhos e vão crescendo, formando pernas, braços, dedinhos, cabeça, cabelo… Clique e continue lendo!

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04 jul 2012

Cinema já!

por
Gabi Miranda

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Estão abertas as inscrições para o “Benjamin Experience”. O fato é que faz uns 6 meses que não vou ao cinema (é isso mesmo: 6 meses = 180 dias, se contarmos 30 dias por mês). A última vez foi logo quando voltei de licença maternidade e estava naquele esquema de poder sair mais cedo do trabalho por conta da amamentação. Fugi pro cinema em plena tarde, sozinha com aquela sensação que nos rodeia quando estamos fazendo algo escondido. Ai fuga deliciosa! Assisti aquele filme do Selton Mello, O Palhaço. Tão singelo…

A lista de filmes está enorme, igual ao Benjamin, não para (não para, não para não) de crescer. E é horrível a sensação de estar num grupo de pessoas comentando que viu tal filme e você fica ali quietinha, se comprimindo num ato desesperado de se tornar invisível, torcendo pra ninguém fazer a fatídica pergunta “Você viu o filme…?”. Cof, cof… Pior ainda quando o seu primo caçula te manda um msn: assistiu “e aí comeu?”? Clique e continue lendo!

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