08 fev 2012

O parto do Bossa Mãe

por
Gabi Miranda

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O Mamatraca lançou uma blogagem coletiva, convidando todas as mães e pais blogueiros a escrever sobre o nascimento dos seus blogs. A minha história é bem simples.

Gerei o Bossa Mãe ainda grávida do pequeno Ben. Sentia uma urgência – que depois descobri ser de todas as mães – de registrar todas as emoções, aventuras, angústias e alegrias que a maternidade me presenteava. De início comecei a registrar na minha outra página, o Blog da Gabiroba. O parto do Bossa Mãe, ao contrário do meu Ben, foi de parto natural, e demorado. Após o nascimento do meu Ben ficou iminente a vontade de escrever, expelir para fora todo aquele turbilhão de sentimentos muitas vezes contraditórios.

As amigas e o marido insistiam para eu continuar escrevendo a nova fase no blog da Gabiroba. Pra mim não fazia sentido escrever no blog antigo, pois aquela autora já era outra. Jornalista que não exerce a profissão, sim. Casada com um cara sensacional, sim. Com milhares de dúvidas, sim. Mas uma menina que depois do parto se transformou em uma mulher. E descobriu o melhor papel da sua vida: ser mãe! Foi quando a bolsa rompeu e, aos 5 meses do pequeno Ben, nasceu o Bossa Mãe. Clique e continue lendo!

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07 fev 2012

Confissões de um pai de 30

por
Gabi Miranda

Comportamento, Família, Maternidade

Sou fiel leitora da coluna de Eliane Brum, todas às segundas, no site da revista Época. Quando estava grávida, li uma entrevista mega interessante: Confissões de um pai temporão. Eu que já tinha curiosidade sobre a resposta de muitas dessas perguntas com relação ao Marido pedi pra ele responder em forma de entrevista para postar no Blog da Gabiroba Então peguei algumas perguntas da entrevista de Eliane e fiz outras. Descobri o que pensa meu marido, um pai de 30.

Dizem que a mulher se torna mãe no momento que toma conhecimento da gravidez. Já o homem se torna pai com o nascimento do filho.Você está próximo de se tornar pai. Quais são os sentimentos que o permeiam neste momento? Existe medo entre eles?

R: Acho que a frase inicial da pergunta é bem verdadeira. O lance do homem se tornar pai deve vir mesmo no momento do nascimento do rebento. Em mim, a expectativa existe, mas por enquanto me sinto mais um observador ou mero coadjuvante da situação. Ao nascer, tenho absoluta certeza de que finalmente darei conta de que virei pai. E o medo, onde fica? Por enquanto, os medos são voltados para o lado financeiro da coisa. É do meu perfil não “sofrer antecipadamente” com as coisas, por isso sei que os medos da responsabilidade paterna só chegarão junto do Ben.
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06 fev 2012

Massagem MTR

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Gabi Miranda

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O marido sempre foi bom em me fazer domir. Ele usa uma tática de relaxamento (inventada por ele) que não sei como dá certo comigo e agora com o pequeno Ben.

Benjamin é bom de cama, dorme a noite toda. Mas para dormir é um parto. Ele é um bebê tranquilo, porém está sempre em movimento, é curioso, agora deu para balançar as pernas quando está no colo de alguém, não fica quieto. Pode estar morrendo de sono, mas não se entrega. Então o marido entrou com sua tática do sono: a M.T.R.

Isso nada mais é que Massagem Terapêutica Relaxante. É uma técnica milenar que passa de geração para geração só da família dele  e acompanha meu marido em seu DNA. É bem provável que ele já tenha nascido com este dom, com esta sabedoria e seja uma espécie de “O Iluminado”.

Ah, quanta baboseira, considere apenas as 8 primeiras palavras do parágrafo anterior… Clique e continue lendo!

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04 fev 2012

Ainda sobre autoconfiança

por
Gabi Miranda

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Li a matéria da revista Crescer, comentada no post de ontem. Gente, me identifiquei com a matéria tanto no meu papel atual de mãe, quanto no de filha!!! Eu tinha medo do escuro, medo de espírito (e minha mãe sempre dizia que medo tinha que ter dos vivos), medo de me perder da minha mãe (e por isso não soltava da barra de sua saia), medo dela morrer (ficava aos prantos quando ela atrasava 10 minutos do horário que costumava chegar em casa após o trabalho), medo da loira do banheiro, medo de cair e me machucar, medo de uma lagartixa cair na minha boca enquanto eu estivesse dormindo, medo de puxarem meu pé por baixo da cama, medo de barulhos altos como fogos, medo de bexiga estourar na minha mão, medo, medo, medo… Enquanto a minha irmã caçula me consolava e me protegia dos meus medos.

N-O-O-O-O-OS-S-A, dei conta de como eu fui uma criança medrosa!!! Tá explicado tanta terapia! Como posso ter me tornado a pessoa de hoje se sentia tantos medos?! Mãe, diz aí, como você conseguiu contornar isso e me tornar nessa mulher corajosa, porém cagona? Minha mãe é uma mulher porreta, que criou sozinha duas filhas e merece toda a minha admiração. Eita mulher forte essa! Minha irmã caçula, sempre foi uma criança danada de feliz, pulava de um lado pro outro (não é a toa que dos animais do zoológico ela era o macaco) não tinha medo de N-A-D-A! Clique e continue lendo!

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03 fev 2012

Mães precisam de amigas mães

por
Gabi Miranda

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Você está se torturando pensando em como é uma péssima mãe e de repente uma amiga do peito te fala “nossa Gabi, nem parece a pessoa que comentou ontem no facebook sobre a capa da revista Crescer”. A revista traz esse mês um menino lindo com o texto AUTOCONFIANÇA. Achei tudo a ver, pois a imagem captada do menino demonstra isso mesmo: belezinha de menino autoconfiante!

Imagino que é mais ou menos assim: Filhos confiantes = mães autoconfiantes. Mas nem sempre a mãe é tão autoconfiante quanto parece ser. Eu pareço muito mais do que sou. Ontem fui levar o pequeno Ben ao berçário, estava de boa, cantando, quando ao chegar em frente a escolinha comecei a chorar. Entreguei meu filho – que sorria – chorando para a tia da escola que tratou de pegá-lo rapidinho do meu colo. Não entendi nada do meu choro. Estou mais vulnerável.

Pensei em ligar para o marido. Sem desmerecê-lo, acho que os pais não entendem tanto esses sentimentos contraditórios que invadem nossos corações de mãe. Porque só quem é mãe entende outra mãe. Então enviei mensagem para a minha mega master amiga Dani-mãe-já-de-dois. Por que eu chorei? Porque o Ben é o meu bem mais precioso, porque tenho medo de perdê-lo, porque agora tenho um medo estúpido de morrer, porque depois do Ben a vida se tornou mais linda, e meus medos maiores ainda, porque hoje eu queria ter ficado com ele, porque ele está com sapinho, porque esse amor de mãe chega a doer. Clique e continue lendo!

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02 fev 2012

Sr. Sapinho, vai pular em outro brejo

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Gabi Miranda

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Sempre fui de sofrer pelo sofrimento dos outros, principalmente das pessoas mais próximas. Se pudesse escolher um poder, sem dúvida seria o de exterminar o sofrimento das pessoas que amo (e se não for pedir muito, do mundo). Tenho desejo de resolver o problema de todo mundo só que do meu jeito. A maternidade só intensificou esse sentimento.

Morro só de pensar na possibilidade do meu filho sofrer. Seja sofrimento físico, moral, emocional. Já faz alguns dias que Benjamin está assado – o que havia acontecido uma única vez – e ontem descobrimos que ele está com sapinho na boca. Em conversa com outras mães, com as tias da escola, chego à conclusão que pode ser reação do desenvolvimento de sua dentição. Ele está com dois dentes e até então não tinha tido nenhuma reação, além de coçar bastante.

Liguei para a pediatra para falar das bolinhas e manchas brancas “parece leite, mas não sai na mão” e na mesma hora ela diagnosticou. Queria ter conversado mais com a pediatra, saber os motivos que causam isso, mas ela resumiu em “é causada por fungos, pega no ar, objetos que ele leva à boca”. Não quis prolongar a conversa uma vez que havia ligado à noite na casa da doutora (nenhuma pediatra merece falar com uma mãe neurótica às 21h00). Clique e continue lendo!

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