14 maio 2012

O primeiro dia das mães com meu Ben

por
Gabi Miranda

Maternidade

Na sexta-feira passada estava morreeeeeeendo de inveja das mães postando no facebook sobre as festinhas e presentes de dia das mães. Embora já tivesse ganhado (um dia antes) um presente maravilhoso, pensei:

“ah, não vejo a hora de ganhar um presente feito pelo meu Ben ou de participar de uma festinha na escolinha de Dia das Mães…”

Pois bem, na sexta-feira maridão e meu Ben foram me buscar no trabalho e para minha surpresa Benjamin segurava um presente pra mamãe coruja aqui: uma bandeja branca com suas mãozinhas registradas.

dia das mães

No cartão, a seguinte mensagem:

“…então perguntei para o papai do céu: – E se eu tiver medo enquanto estiver na terra?

Ele respondeu: – Não tenha, mandarei um anjo para cuidar de você em todos os momentos.

– Mas como saberei quem é este anjo querido?

– Chame-o simplesmente de MÃE!”

Sério, chorei. Eu sempre dei valor às pequenas coisas. Mas acho que pela primeira vez na vida enxerguei a totalidade da grandeza de um presente singelo como este, o sentido real dos pequenos gestos. Estou aprendendo um bocado de coisas com esse pequeno Benjamin…
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13 maio 2012

Feliz dia das Mães

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Nesse um ano de vida materna, não vi ninguém definir tão bem o trabalho de uma mãe como fez a P&G para os jogos Olímpicos Londres 2012. Achei lindo demais esse vídeo. Chorei.

 

Esse outro é homenagem da revista Crescer. Achei uma gracinha. Morri de vontade do tempo passar só pra ouvir o meu Ben falando do que tenho cheiro…(risos)

 

E pra finalizar, uma mensagem linda que Eugenio Mussak postou em seu facebook hoje:

“Há os que cuidam por um dia, e são úteis. Há os que cuidam por algum tempo, e são necessários. Há os que cuidam por muito tempo, e são fundamentais. E há quem cuide por toda a vida. Estas são as mães, as imprescindíveis.” (inspirado em Brecht)

Feliz dia das mães!

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11 maio 2012

O que eu realmente gostaria de ganhar no dia das mães

por
Gabi Miranda

Uncategorized

O blog Mulher e mãe sugeriu uma blogagem coletiva para comemorar o dia das mães. O tema é esse que leva o título do post. É difícil falar sem fugir da utopia.

Depois que nos tornamos mães, aflora também um sentimento de altruísmo enorme dentro de nós. Desde o primeiro dia em que ouvi o coração do meu pequeno Ben, passei a desejar um mundo melhor. Fantasia? Talvez. Mas não tem como fugir desse desejo. Eu sinto um desejo absoluto por um mundo com mais gentilezas.

Portanto, nesse meu primeiro dia das mães, desejo ter o discernimento para desempenhar o meu papel como mãe. Sabedoria para educar meu filho e formar um cidadão de caráter, transmitindo a ele valores e princípios como tolerância, respeito, amor, gentileza. Paciência para formá-lo um bom homem/marido. Astúcia para não afastá-lo de mim quando chegarem as noras (risos).

Meu desejo profundo de que todo mal se afaste dele. Que meu Ben seja um disseminador de gentilezas e consequentemente só atraia para perto de si pessoas de boa índole. E que ele continue com esse sorriso estampado no rosto. Clique e continue lendo!

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10 maio 2012

Organização festa de aniversário – Parte 5 (compras)

por
Gabi Miranda

Festas, Scrap Bossa

organizacao festa

Outro dia, de frio e chuva, encarei a 25 de março. Aquilo lá é uma maravilha e um inferno ao mesmo tempo. Como pode?! (Foi até um dia que senti culpa por ter mandado o Ben pro berçário num dia como aquele, mas culpa mesmo devia sentir as mães que vão com os bebês naquele lugar e com chuva. Achei inacreditável!). Era uma segunda-feira, emenda de um feriado e o lugar bombando. Bom, fui lá ver coisas para o aniversário do meu pequeno.

Fui preparada com lista de lojas e endereços. Pena que da minha lista só uma loja aproveitei, a Metrópole. Lá tem material para scrapbook. Eu precisava de folha para terminar os convites e achei lá. A loja não tem nada de extraordinário. Os preços não são tão bons e tem material até mais caro do que nas lojas específicas. Mas fica como dica de mais uma loja do segmento de scrap:
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09 maio 2012

Livro: eu era uma ótima mãe até ter filhos (conclusão final)

por
Gabi Miranda

Livros

Outro dia pensando nesse negócio da culpa que quase toda mãe sente, cheguei no capítulo que aborda esse tema. Achei interessante o que as autoras colocam sobre os pais não sentirem culpa: “a pouca culpa que os homens sentem tende a se concentrar em circunstâncias e atos específicos, e não numa vaga ideia de ser um mau pai”. Simples assim. No que as mães deviam se concentrar também.

E uma frase definiu exatamente de onde vêm minhas culpas: “costumamos nos sentir culpadas por fatores que não podemos controlar o tempo todo” e “também quando outra criança trata nosso filho mal”. Eu tive uma minúscula experiência disso, uma criança (de dois anos) maior que o Ben não deixando ele pegar nenhum brinquedo numa festa. Tive um sentimento desagradável e sei que vou sofrer com isso, pois desde sempre eu sou muito defensora, não gosto que ninguém faça mal aos meus. Então, eu tenho culpa por circunstâncias que não consigo dominar. Clique e continue lendo!

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08 maio 2012

Livro: Eu era uma ótima mãe até ter filhos

por
Gabi Miranda

Livros

Comecei a ler esse livro e detestei. Primeiro que comprei entusiasmada por que vi a indicação na revista Pais e Filhos (que eu adoooro!), depois uma amiga de um grupo indicou, achei: deve ser ótimo, ainda mais com esse título. Sim, porque antes de ter filhos a gente pensa que vai ser ótima mãe. Na prática é que o negócio pega. Comigo foi um pouco diferente, eu achava que seria péssima mãe, além de chata e cheia de frescura. Até que não é bem assim, eu não sou o tipo de mãe que pensei que seria (!), acho que sou bem melhor! Mas voltando ao livro, comecei a ler e no primeiro momento me identifiquei, pois as autoras são duas amigas mães que batiam papo todos os dias por telefone. Desde que engravidei, eu e minha amiga Dani, mãe-já-de-dois, nos falamos TODOS os dias, impreterivelmente, de segundo a sexta (os finais de semana é nossa folga para juntar assunto para os 5 dias). Num segundo momento fiquei horrorizada pensando “que bando de mães neuróticas e depressivas”. Como se eu não fosse neurótica… Clique e continue lendo!

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