25 maio 2012

Livro: Nana, nenê

por
Gabi Miranda

Livros

Antes de sermos mães afirmamos que não vamos fazer certas coisas, que com nossos filhos faremos diferente…até agora sinto que errei em duas coisas. Ok, não acho que foi um EEEEErro, mas não me orgulho: do meu filho chupar chupeta; e de colocá-lo pra dormir em minha cama.

O primeiro eu sempre disse que não daria e na primeira oportunidade dei. Pior, insisti para meu filho pegar. E isso que me deixa com uma pulga atrás da orelha. Ele não tinha vontade nenhuma de pegar chupeta e eu insisti com medo dele acabar pegando o dedo. E como todos sabem, é pior fazer largar o dedo do que a chupeta.

O segundo culpo integralmente o marido (ele vai me matar!). Meu Ben dormia de boa no berço, algumas vezes demorava um pouco, precisávamos ficar ao lado, fazer carinho, outras vezes dormia sozinho. Mas nessas de demorar um pouco, o marido começou a levá-lo para nossa cama, pois era mais cômodo ficar ao lado do Ben. Pois então, hoje em dia Benjamin só dorme se for na cama. Clique e continue lendo!

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24 maio 2012

“felicidade se acha em horinhas de descuido”

por
Gabi Miranda

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Ontem os diálogos entre eu e o marido estavam mais ou menos assim:

Eu: Ai, olha como esse menino (Benjamin) é feliz!
Marido: É porque estar próximo dos pais o deixa feliz, a pesquisa diz isso.
Eu: Ele não quer mais ficar no berço, quer ficar com a gente!
Marido: É porque agora ele quer curtir mais os momentos com os pais, a pesquisa diz isso.
Eu: Você viu o que ele aprendeu comigo? Fazer carinho. Faz na mamãe, mostra pro papai. (Benjamin faz carinho) Comigo ele só aprende as coisas amorosas, então vou deixar pra você ensiná-lo assoprar a velinha.
Marido: É claro. Os filhos gostam 87% mais da mãe e 78% do pai. Está comprovado. A pesquisa diz isso. Então não precisa mais ficar com ciúmes quando ele estiver comigo.

HÁ!

Eu não tenho ciúmes do marido com meu Ben. Aliás, não tenho ciúmes nem de desconhecidos. Outro dia fui deixá-lo no berçário e agora que ele me dá abraço direto, pedi um de despedidas. Quando ele estava me dando avistou a tia e abriu os braços pra ela. Enfim, não tenho ciúmes. No início até tinha, mas agora desencanei porque amadureceu a ideia de que sou a MÃE, eu sou a imprescindível! hihihi Clique e continue lendo!

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23 maio 2012

Entre, sente-se, pode ajudar sem pedir licença

por
Gabi Miranda

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Eu tenho dificuldades em pedir ajuda. Orgulho? Pode ser. Mas penso o seguinte: quem quer ajudar vai lá e faz, não fica só oferecendo ajuda. Por exemplo: se eu não quero lavar a louça na casa de alguém, não pergunto “quer que eu lave?”, nem me manifesto. Agora se eu quero lavar, levanto a bunda da cadeira e começo. Dá pra entender a diferença?!

(vale esclarecer que estou falando de pessoas íntimas, às quais EU acho que não precisaria ter que pedir certas ajudas e sim poder contar com elas espontaneamente)

Quando o filho está pra nascer todo mundo fala que vai ajudar, que se precisar fica com ele enquanto você trabalha, que tudo o que precisar é só falar, blá, blá, blá…quer dizer, você e todo mundo ao redor sabe que vai precisar de ajuda e mesmo assim você precisa falar?! Aí ao menor desentendimento, se prepare… É tipo a lei do retorno. Clique e continue lendo!

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22 maio 2012

Mãe sim! E com muito estilo

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Gabi Miranda

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Eu amo bolsas! Se tem algo em que invisto sem raciocinar muito é em bolsa e sapato. Arrependo-me um pouco em não ter investido numa bolsa diferente para bebê. É tudo muito caro e acabei optando por uma que na época não achei tão cara, além de ter achado meio coringa. Ela é bege, com bordado simples de girafas (que eu adoro).

A bolsa do bebê passa a ser peça chave da mãe. Pra você conseguir se equilibrar com tudo o que precisa, é besteira sair com a sua bolsa e a do bebê. Então o ideal é investir numa boa bolsa, que caia bem com o seu estilo e colocar a sua carteira e suas tralhas dentro.

Hoje vejo várias bolsas lindas e confesso já me peguei torcendo para a alça da referida bolsa estourar só para ter a desculpa de comprar outra. Parei com esse pensamento ao lembrar que a bolsa bonita acabaria indo para o berçário, pois no fim foi isso que aconteceu. Utilizo a que comprei para mandar as coisas dele pro berçário. Clique e continue lendo!

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21 maio 2012

Puericultura?!

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Gabi Miranda

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Quem já foi na livraria procurar uma boa leitura sobre maternidade e encontrou isso na sessão de PUERICULTURA?! A coluna do Dr. Saul Cypel, na revista Pais & Filhos deste mês fala sobre essa palavrinha. Sinceramente, eu não sabia o que significava até ter lido alguns livros – após o nascimento do meu filho. Essa palavra parece mais um palavrão. Na coluna ele definiu muito bem:

“Puericultura vem do latim pueris, criança. E quer dizer “cuidar da criança”. Trata-se de uma área da pediatria extremamente nobre que preocupa-se com os cuidados integrais da criança, com o objetivo de promover o seu desenvolvimento sadio de modo abrangente: físico, intelectual e psicossocial.”

Pensei nos itens que ganhei no chá de bebê e alguns deles eu nem sabia pra que servia. Exemplo de um: o porta leite em pó. Lembrei que a Dani, minha amiga-mãe-já-de-dois, um dia foi lá em casa me ajudar na organização do quarto do Benjamin e me esclareceu para que serviam itens como esse, principalmente o porta leite (pra você levar medidas certas na bolsa). Sério, nem na embalagem estava claro a serventia daquilo. É claro que me achei uma tola, era óbvio que aquilo era um porta leite! Onde já se viu sair com uma lata inteira na bolsa… Não, não era óbvio! Assim como não é para muitas mães de primeira viagem. Assim como não temos obrigação nenhuma de saber já que não éramos mães (no meu caso, nem tia.) Clique e continue lendo!

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18 maio 2012

Organização festa de aniversário – Parte 6 (presentes)

por
Gabi Miranda

Festas

Vale pedir presente? Vale. Quer dizer, estou começando achar que vale quando perguntam.

Passado minha festa de aniversário, continuo ouvindo a mesma pergunta, mas agora com destinatário diferente “o que o Benjamin está precisando? O que você quer de presente de aniversário pra ele?”. Como boa pessoa educada, quando a pergunta era direcionada pra mim sempre respondi que não precisava de nada, muito obrigada! E porque realmente, não precisava mesmo.

Mas não seremos hipócritas com relação aos filhos. Eu pelo menos não serei. Também não vou dar uma de mãe politicamente correta e sustentável. Seria. Mas se a festa de aniversário é para família e amigos íntimos e todos perguntam a todo instante o que Benjamin precisa, porque não ser sincera e dar a chance para pessoa acertar num presente que será útil e necessário?!

Impressionante, mas bebês sempre precisam de algo. Por exemplo:

Toalhas – porque eles crescem num piscar de olhos e um dia (principalmente de frio) você se dá conta que não dá pra enrolá-lo mais naquela toalha de bebê que você ganhou no enxoval;
Clique e continue lendo!

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