08 maio 2012

Livro: Eu era uma ótima mãe até ter filhos

por
Gabi Miranda

Livros

Comecei a ler esse livro e detestei. Primeiro que comprei entusiasmada por que vi a indicação na revista Pais e Filhos (que eu adoooro!), depois uma amiga de um grupo indicou, achei: deve ser ótimo, ainda mais com esse título. Sim, porque antes de ter filhos a gente pensa que vai ser ótima mãe. Na prática é que o negócio pega. Comigo foi um pouco diferente, eu achava que seria péssima mãe, além de chata e cheia de frescura. Até que não é bem assim, eu não sou o tipo de mãe que pensei que seria (!), acho que sou bem melhor! Mas voltando ao livro, comecei a ler e no primeiro momento me identifiquei, pois as autoras são duas amigas mães que batiam papo todos os dias por telefone. Desde que engravidei, eu e minha amiga Dani, mãe-já-de-dois, nos falamos TODOS os dias, impreterivelmente, de segundo a sexta (os finais de semana é nossa folga para juntar assunto para os 5 dias). Num segundo momento fiquei horrorizada pensando “que bando de mães neuróticas e depressivas”. Como se eu não fosse neurótica… Clique e continue lendo!

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07 maio 2012

Só quem é mãe sente…

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Começamos a sentir culpa desde a gravidez: por ter tomado algum remédio quando nem sabia que já estava grávida; por não ter se alimentado direito; por querer uma menina (e depois descobrir que é menino); por não fazer atividades físicas como deveria; por ficar triste por passar mal o dia todo; e aí começa a invasão de culpas sem fim: culpa por voltar a trabalhar; culpa por querer que o filho durma mais cedo para sobrar um tempinho para responder e-mails; culpa por ir fazer unha, enquanto podia aproveitar esse tempo com o filho; culpa por ir na depilação marcada há uma semana (e você não pode desmarcar porque já fez isso na semana passada), enquanto seu filho está febril; culpa por acordar o filho mais cedo (e no frio) pra sair; culpa por ter mandado o filho pro berçário num dia frio e chuvoso quando era sua folga do trabalho (mas você fez isso pra resolver um monte de coisa que com ele junto não daria); culpa por achar um saco ter que fazer inalação; culpa por ter que deixá-lo com alguém; culpa por ter que deixá-lo o dia todo no berçário; culpa por perder as melhores gracinhas do seu filho; culpa por dizer não; culpa por achar que não se dedica o suficiente; culpa por servir a mesma refeição dois dias seguidos; culpa por ir ao shopping comprar algo pra você e não levar nada pro seu filho; culpa por não poder comprar para o seu tudo o que você gostaria; culpa por não ler mais o tanto que gostaria e culpa por ler quando tem tempo; culpa por mimar; culpa por acabar o dia e não ter ligado uma vez sequer no berçário; culpa por reclamar; culpa por brigar quando o filho tem mau comportamento; culpa por não realizar tudo que estava planejado no dia; culpa por não poder sentir a dor do filho no lugar dele; culpa por não poder dar um beliscão naquela criança chatinha que não quer deixar seu filho pegar o brinquedo; culpa por não poder defender o filho de tudo; culpa por ter insistido na chupeta; culpa por sentir preguiça de trocar fraldas; culpa por querer ficar mais tempo na cama; mãe sente culpa até quando não tem pelo que sentir culpa….culpa, culpa, culpa….!

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04 maio 2012

Organização festa de aniversário – Parte 4 (convites)

por
Gabi Miranda

Festas

Eu queria mesmo fazer uma festona e convidar todo mundo, mas….não é bem essa a minha realidade. Quem me vê hoje falando da festa de aniversário do Benjamin nem acredita que sou a mesma pessoa de um ano atrás. Eu sempre disse que não faria festa de um ano, que era besteira, dinheiro jogado fora, que era festa para adultos, etc, etc, etc. Ok, admito, era dessa opinião. Uma coisa ainda afirmo: festa infantil em buffet demoro pra fazer!

Descobri que aniversário de um ano do filho é para os pais. A gente sente uma necessidade incontrolável de comemorar um ano de vida – que não é só um ano de vida do filho, mas da mãe e do pai também. Há um ano nasceu filho, nasceu uma mãe e um pai. Nasceu uma nova família.

Eu ando em estado emocional por demais sensível, pensando que há um ano eu coloquei no mundo o pequeno Ben. A grandiosidade de colocar um filho no mundo é inexplicável. E não vejo razão para não comemorar. Sinto uma dorzinha no peito em não poder convidar todos que eu gostaria (e espero ser perdoada).
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03 maio 2012

Pom Pom Blog

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Gabi Miranda

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A Pom Pom lançou o novo blog da marca e promoveu hoje um encontro entre mães blogueiras. Na ocasião, Natércia Tiba, psicoterapeuta de família, faria uma palestra sobre educação. Para tirar dúvidas sobre gravidez e pediatria, estaria presente o Dr. José Vicente Rinaldi.

Fui convidada mas não pude comparecer. Uma pena, pois tinha muito interesse em participar. O horário não bateu com minha agenda, e aí fica uma sugestão: acho que é o tipo de evento que deve ser realizado pela manhã ou no final da tarde, isso permite uma certa flexibilidade para as mamães que trabalham fora.

O blog da Pom Pom você confere AQUI. É escrito pela mãe de dois Letícia Volponi, com quem já me identifiquei só por essa frase: “Meu porto seguro é, sem dúvida, o sorriso dos meus filhos. Não há nada que me dê mais confiança de que tudo vai dar certo!” Compartilho do mesmo sentimento.

Espero que o evento tenha sido um sucesso.

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01 maio 2012

Do aeroporto

por
Gabi Miranda

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Estou indo viajar a trabalho. Vai ser vapt e vupt. Vou hoje e volto amanhã a noite (amém!). Mas eu nunca passei uma noite longe do meu Ben…o coração tá apertadiiiiiiin…

O marido está gripado, o que isso significa?! Marido gripado = derrubado. Eu também estou com um certo estado gripal, mas nada que me arrebate. Ele me perguntou “a gripe não te deixa mole?”. Ao que respondi: “Agora sou mãe e mães não são derrubadas facilmente”.

Ao me despedir do Benjamin pedi pra ele não fazer com o papai o que ele fez comigo na primeira noite sozinha com ele: acordar de madrugada e ficar até altas horas. Disse que o papai precisava descansar para se recuperar da gripe. E confidenciei baixinho os segredos das mães: nós temos super poderes, tipo super heróis.

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27 abr 2012

Diário de uma mãe

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Gabi Miranda

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Antes de o marido viajar eu tinha várias preocupações na cabeça: e se acabar a luz?, como faço comida?, qual será minha programação ao chegar em casa com Benjamin?, e se o carro falhar?, como não esquecer de alimentar a Capitu?, como não atrasar para sair de casa?, e se cair a força quando estiver tomando banho (aqui em casa cai às vezes, mas nunca aconteceu comigo sozinha em casa), e se o Benjamin acordar de madrugada?, será que vou dar conta?????

Mentalmente (e na prática), programei tudo antes de ficar sozinha com Benjamin: tentei arrumar as velas, mas depois esqueci esse item e ainda bem que a luz não acabou!, o carro não falhou, cozinhei comida sem sal suficiente até terça-feira (o marido voltava na quarta a noite e jantaríamos fora para comemorar o meu niver), comida da Capitu deixei bem amostra em cima da pia da cozinha, segui, resumidamente, essa ordem: chegava em casa com Benjamin, dava o leite, arrumava a bolsa dele, aprontaria o banho dele, fazia inalação, jantava, tomava banho, dava banho nele, amamentava e berço. Clique e continue lendo!

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