25 jan 2012

Feriado em Sampa: já que não tem praia…Benjamin, esse é o Ibira!

por
Gabi Miranda

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Aniversário de São Paulo, 458 anos! Quase preparei torcida organizada para fazer um tempo bom hoje. As chuvas de verão chegaram, mas o verão propriamente dito parece não ter chegado na cidade da garoa. Tudo bem que não ia dar praia, mas um dia ensolarado viabiliza qualquer outro passeio. Eis que o sol brilhou e nós fomos levar o pequeno Ben num dos lugares mais agradáveis de Sampa, o parque do Ibirapuera!

Ben feliz comeu toda a papinha Só não balança, mãe. Eu acabei de comer!

  Levamos papinha, suco, tudo devidamente na temperatura certa e na bolsa térmica. Depois do almoço do meu Ben fomos passear.  

Olha a foto!

Primeiro contato com a natureza

Sentamos na grana para Benjamin ter seu primeiro contato com a natureza. Meu Ben adorou e de cara já quis enfiar a mão na grama. O papai não aprovou a ideia porque ele sente coceira quando encosta em grama. Mas o Ben queria…

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24 jan 2012

A escolha do berçário

por
Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Visitei vários berçários antes de optar por um. Como a escolha do berçário é difícil…! Primeiro que eu não tinha ideia do que precisava saber sobre um berçário. Mas depois da primeira visita (e algumas pesquisas) já soube.

Comecei a questionar tudo o que desejo para minha cria: conforto, segurança, cuidado, carinho. Pensei em seu desenvolvimento e na educação que quero para ele. Lógico, que a gente quer tudo isso do nosso jeito! Então começa a procurar algo que chegue pelo menos próximo dos nossos valores (de vida e $$$) e do que imaginamos ser o ideal.

Tem muito berçário/escolinha por aí. Diversos!!! Nas minhas visitas, sempre tinha algo que me incomodava somado ao fato de ser um pouco chata: o berço velho, o colchão com a espuma pra fora, o cheiro forte de comida, o chão de taco, um armário velho no cantinho do soninho, os gritos dos maiores que não era abafado por vidro (como o bebê descansa com aquela barulheira toda?!), a banheira descascada (teve um lugar que tinha uma hidromassagem!!!!), o espaço apertado, o chão sujo de comida, as tias descabeladas pisando descalças no local onde os bebês engatinhavam (pô, o que os bebês mais fazem é colocar a mão na boca! Aí esfregam na frieira e manda pra boca, não dá!!!), um colchão alto que era o lugar onde os bebês brincavam (???), o local das mamadeiras desorganizado, cozinha bagunçada, paredes fortemente coloridas, aff…!
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23 jan 2012

Sobre berçários

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Gabi Miranda

Bebê, Filhos

Essa semana vou me dedicar a falar sobre berçários/escolinhas. Então senta, que lá vem história….

Enquanto estava de licença maternidade tudo parecia resolvido sobre os cuidados com Benjamin. Um mês antes de acabar minha licença nada estava resolvido e foi quando percebi que nem tudo era tão simples quanto parecia ser.

Quase enlouqueci pensando em como seria, sobre berçários, babás. Minha mãe sempre se dispôs a cuidar dele quando eu voltasse ao trabalho. Tenho certeza que ela faria com o maior amor do mundo. Mas minha mãe já tinha abdicado sua vida por duas filhas, agora que tem sua liberdade, faria o mesmo pelo neto?! Não achei justo. Sem contar na logística, eu moro na ZS, minha mãe na ZN, eu trabalho na ZO, o marido em Osasco, chegamos tarde em casa, enfim…não ia rolar!

Cuidar de um bebê requer paciência, disposição e disciplina. Minha mãe, apesar de avó (que geralmente mima nossa cria), seguiria meus pedidos. Se não fosse com ela a outra opção era o berçário. Ao contrário do que ouvia de outras mães, pensava que eu tiraria de letra, deixaria meu filho numa boa no berçário. Mas quando fui conhecer alguns lugares meu conceito mudou sobre berçários e o peito se encheu de angústia e insegurança. Demorou para encontrar um lugar que atendesse as minhas expectativas.
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22 jan 2012

Pra você guardei o amor

por
Gabi Miranda

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Filho, a semana que se passou foi absolutamente dolorida pra mim. De segunda a sexta senti uma saudade imensa de você. Uma saudade que doía fuuuundo. Parece estranho sentir saudade de alguém que você vê todos os dias, mas o amor é assim. Impressionante como o amor pode ser imensurável… Nos dias que se passaram, lembrei várias vezes de uma conversa que tive na praia com meu pai, seu avô, quando ainda estava grávida. Ele extasiado pela ideia de ser avô, falava de como a vida é tão louca, dos encontros, no caso meu com o seu pai, que agora resultava na vida de um ser “estranho” em nossas vidas, você. Na época entendi o que ele quis dizer com “estranho”, mas não em sua totalidade. Agora isso se mostra mais claro para mim. Gerei você por 41 semanas, um ser completamente desconhecido, que me causou vômitos e mal estar nos primeiros três meses, desvirtuou os meus hormônios, me fez rir, chorar, gritar, calar e provocou em mim sentimentos e sensações extraordinárias. Quando você nasceu já nutria um sentimento por ti, mas não posso afirmar que é esse amor indefínivel de hoje. O amor foi crescendo e hoje não cabe em mim de tão grande. Aquele ser estranho se tornou você, meu Ben, um bebê incrível que nem nos meus sonhos imaginava ter, que me causa preocupações antes nunca pensadas, como seu desenvolvimento espiritual, caráter, humano. Benjamin, você que até outro dia era um estranho, originou em mim abnegação. E me ensina todos os dias. O meu amor por você não depende de condição nenhuma, é livre, sem restrições. Vou seguir te amando assim…Perdoe meus abraços e beijos amiúde.

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20 jan 2012

Que tipo de mãe você quer ser?

por
Gabi Miranda

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Estou impressionada com blogosfera materna. Quanta coisa e quantas mães admiráveis encontrei! Sinto que além da nossa referência familiar, a internet nos proporciona conhecer e compartilhar experiências interessantes, que fomentam nossos valores.

Acredito que nos tornamos pessoas melhores após a maternidade. Passamos por uma transformação incrível internamente. Questionamos nossos valores e despertamos em nós sentimentos como paciência,  tolerância, abnegação, altruísmo e o tal amor incondicional – até então desconhecido.

Descobri que não é só uma preocupação minha, mas universal, sobre qual educação vamos passar, que ser humano nosso filho vai se tornar. É uma incógnita. Nos basta transmitir, desde muito cedo, todos os exemplos positivos que acreditamos.

Depois do nascimento do meu Ben eu me policio para não cometer algo que possa influenciá-lo de forma negativa. Quero ser um bom exemplo para ele. Descobri que Benjamin é uma lição de vida para mim. Uma das coisas que eu percebi, é que venho manifestando em maior proporção a gentileza. Assim que voltei ao trabalho, grudei na mesa um post-it com a mensagem: praticar mais gentileza. Quando você faz bem ao próximo, automaticamente faz bem à você e todos a sua volta. Isso é fato. Clique e continue lendo!

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18 jan 2012

Dia de pediatra

por
Gabi Miranda

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Ontem fomos à pediatra – que dia mais feliz para a mãe aqui! Eu adoro ir à pediatra. Os motivos são simples:

Eu ouço ela falar muito bem de nós: que Ben é saudável, alegre, durinho, grande, que eu cuido muito bem dele, etc.. O que enche de orgulho qualquer mãe. Fico toda prosa. Em 7 meses só levei uma pequena bronca – por limpar o nariz dele com cotonete (eu não enfiava o cotonete, passava bem na pontinha, mas NÃO PODE nem assim!).

Ir ao pediatra é como se fosse dia de uma avaliação importante. Você vai ser avaliada como mãe. No final acho que todas sempre passam. Mas como na escola, queremos tirar as melhores notas.

Além do nosso lado orgulho-imenso-por-ser-mãe, é o dia em que tiramos todas as dúvidas que surgiram ao longo daquele mês sobre o desenvolvimento do filhote. Eu levo anotado no meu iPhone todas as dúvidas que preciso esclarecer.

Tenho que confessar, a pediatra do meu Ben me intimida um pouco. Eu queria colocá-lo na aula de natação agora desde bebê e ela foi categórica: “Só com 2 anos. A piscina desses lugares são um mijódromo”. Outra vez foi o marido que tentou (por insistência minha) numa consulta que ele foi sozinho: “não, não, essas piscinas são um mijódromo, brinquem com ele no chuveiro”. Comentei uma vez sobre o banho de balde e ela logo arrebatou: “eu não gosto disso”. Mesmo assim dei banho de balde várias vezes. Ela é um pouco chatinha para coisas que eu não vejo problema. Esse negócio da natação ainda não digeri. Clique e continue lendo!

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