04 ago 2015

Quando dar papinha pronta

por
Gabi Miranda

Alimentação, Filhos

Não há dúvidas, quando se fala em papinha pronta: a boa mesmo é aquela preparada em casa, tem cheirinho de comida feita na hora, legumes e verduras coloridos e fresquinhos, alimentos variados e consistências diversas – tudo que remete a comida saudável. Porém, vez ou outra, podemos fugir às regras e oferecer papinha pronta. Por que não?

papinha pronta

A Nestlé possui uma linha de Papinhas para crianças a partir de 12 meses – são as Papinhas Nestlé Etapa Júnior, que recentemente ganharam nova embalagem em recipiente de plástico. O medo da maioria de nós, pais, é com relação aos conservantes. Mas o que a maioria não sabe é que as papinhas prontas da Nestlé não possuem conservantes. São rigorosamente produzidas, com qualidade e higiene. Possuem uma tecnologia que garante a ausência de oxigênio e dispensa o uso de conservantes. O produto deve ser consumido imediatamente depois de aberto, quando ocorre a entrada de ar. Não é recomendável guardar, mesmo refrigerado. Além disso, a nova embalagem de plástico tem 35% a menos de peso que as de vidro… Ótimas para carregarmos na bolsa. Isso também permite uma interação maior da criança com o produto. Pois podemos deixá-la manusear o potinho sozinha, sem a preocupação de deixar cair e quebrar.
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19 maio 2015

Por mais qualidade e praticidade à vida das mamães e filhos

por
Gabi Miranda

Produtos, Publieditorial

Quando nos tornamos mães, não imaginamos o quanto de praticidade demandaremos, principalmente nos primeiros anos dos nossos filhos. Por exemplo, amamentar, além de ser ótimo para a saúde do bebê e criar vínculo entre mãe e filho, é uma das maiores facilidades da maternidade. Afinal, enquanto se amamenta, não precisamos carregar para cima e para baixo mamadeira, leite e garrafa térmica com água morna. Nós nos bastamos.

A criança vai crescendo. Entra na fase da alimentação e a bolsa do bebê ganha mais peso no ombro dos pais. Além do leite, mudas de roupas, fraldas, diversos potinhos para papinha, frutas e até suco. Na maioria das vezes, os alimentos precisam ser conservados adequadamente. Caso contrário, não valeu de nada o esforço. Sempre prezei por uma alimentação saudável para o Benjamin, apesar de não dar o exemplo.  Enquanto ele era bebê, valorizávamos as refeições em casa, sempre saíamos após o almoço e voltávamos antes do jantar dele. Com o passar do tempo, vai ficando difícil manter essa rotina de horários regrados. Atualmente, me preocupo sempre em ter algo na bolsa para um lanchinho rápido, e nessas horas opto pela qualidade e também praticidade.
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28 abr 2015

10 dicas para amamentar sem neuras

por
Gabi Miranda

Uncategorized

amamentar

Das coisas maravilhosas que a maternidade traz, acho que não tem momento mais precioso que a amamentação. É aquela hora de maior vínculo com o bebê, no qual sentimos o calor do corpo um do outro, ficamos juntinhos trocando olhares com aquele ser que colocamos no mundo. Ah, o olhar…! O que é aquele olhar do bebê para nós enquanto amamentamos? E aquelas mãozinhas tocando a gente, meio que num carinho?! Aquela boquinha abocanhando nosso seio, num momento de satisfação quando encaixa da forma correta… É inexplicável, intenso e marcante esse momento. Fase ímpar que só nós mães temos o prazer de provar. Mas ao mesmo tempo que é incrível, pode ser muito difícil e doloroso para algumas mulheres.

Por isso, destaco algumas dicas que aprendi na prática quando o Benjamin nasceu:

1) Chegou a hora de amamentar! Procure um lugar tranquilo para esse momento e
curta-o. Se possível deixe o celular de lado.

2) Nessa hora, tenha uma garrafinha de água próximo a você, pois quando amamentamos sentimos muita sede e precisamos repor o líquido que perdemos durante a amamentação.
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27 abr 2015

A produção do leite e a importância da amamentação

por
Gabi Miranda

Alimentação, Gravidez, Maternidade

produção do leite

Foto: http://noticias.bol.uol.com.br/ultimas-noticias/ciencia/2013/06/22/amamentacao-melhora-desenvolvimento-cerebral-de-criancas-confirma-estudo.htm

Uma das coisas mais deliciosas e das que mais sinto saudade da maternidade é a hora de amamentar. Durante a gravidez do Benjamin eu não era tão ligada em buscar informações e nem procurava na internet. Não tinha ideia da quantidade de mulheres que não amamentam por motivos diversos, de como era esse lance de pega correta do bebê, que os bicos dos seios podiam rachar, muito menos que o leite desceria milagrosamente como uma fonte de cachoeira no terceiro dia após o nascimento do meu Ben. Fui aprender a amamentar na maternidade, com ele já nos meus braços e tudo correu de maneira tranquila como deve(ria) ser.

Com tantas histórias sobre amamentação agora já conhecidas, fico com medo de não conseguir amamentar o próximo bebê. Ao mesmo tempo, fico pensando como é possível uma mulher não produzir leite, se o nosso corpo, principalmente os seios, durante a gravidez é preparado para virar uma fonte desse alimento tão importante que fará diferença para o resto da vida do pequeno, protegendo-o até de doenças e infecções ao longo da vida. Já no início da gestação, podemos notar diferença em nossos seios. Os hormônios estrógenos e progesterona – aqueles que mexem tanto com a gente capazes de nos deixar 3 meses passando mal – também são os responsáveis por deixarem nossos seios maiores, sensíveis e dilatados. Após o parto, ganham lugar os hormônios prolactina e a ocitocina, responsáveis por estimular células dos seios a produzirem leite.
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06 ago 2014

5 motivos para amamentar

por
Gabi Miranda

Gravidez, Maternidade

amamentar

Você já deve ter lido e escutado vários benefícios do aleitamento materno. Não vou dar só mais um motivo para você amamentar, mas 5 motivos para você persistir nessa jornada que é amamentar.

  1. Faz bem para saúde do bebê. O leite materno é composto por proteína, vitaminas, água, minerais – todos os nutrientes que o bebê precisa para seu desenvolvimento cognitivo e para a imunização contra vírus e bactérias, diminuindo a chance do bebê desenvolver alergias, asma, rinite, entre outras, além de várias doenças ao longo da vida.
  2. Faz bem para saúde da mãe também. Ao amamentar, a mãe diminui sentimentos como ansiedade, se sente mais fortalecida, seu peso volta ao normal mais rapidamente e também diminui a chance de, no pós-parto, ter uma anemia, câncer de mama e ovário, osteoporose.
  3. Fortalece vínculo entre mãe e bebê. Através desse ato exclusivo proporcionado pela mãe, nasce entre mãe e filho um vínculo afetivo muito forte, o que proporciona para ambas as partes mais segurança. Para a criança é benéfico até para seu desenvolvimento social e psicológico. Para a mãe favorece o lado psicológico, pois embora seja um ato prazeroso, causa desgaste físico e emocional, mas o vínculo emocional que envolve esse momento é tão grande que eleva sua auto-estima, deixando uma sensação de prazer e extremo orgulho.
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19 fev 2014

Exigências e alternativas na hora das refeições

por
Gabi Miranda

Uncategorized

“As pessoas se comunicam melhor quando comem: as reuniões e festas são sempre acompanhadas de alimentos e bebidas, que nos dão prazer, nos relaxam e permitem um bom diálogo e o interesse pelo outro. Nos reunimos em um bar para conversar ou almoçarmos para fechar negócios. Recebemos as visitas com uma comida gostosa ou compartilhamos uma bebida com os amigos. Comer não é apenas uma questão alimentar, mas uma forma de estar com os demais”. (Laura Gutman)

Tenho escutado com certa frequência, nos horários das refeições, que mimo o Benjamin e faço tudo o que ele quer. Isso porque costumo aceitar com facilidade o fato dele não querer comer naquele exato momento.

Na infância, nunca gostei de ser obrigada a comer, permanecer à mesa até comer tudo, era um fardo, principalmente, quando esse tudo era um copo de leite. Não é a toa que quando me vi na condição de autônoma da minha vida alimentar, nunca mais ingeri um gole de leite. Clique e continue lendo!

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28 out 2013

O que que tem no leite do neném

por
Gabi Miranda

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Quando estava grávida vivia escutando que gestantes não podiam comer peixe cru. Perguntei direto ao meu doctor e ele foi categórico: lógico que pode! O que não pode é comer carne vermelha crua ou comer peixe cru em qualquer lugar. É preciso ter bom senso, comer em lugares que você conhece e confia.

Nunca fui muito de acreditar em desejo de grávida. Achava meio frescura, mas lá estava eu e o marido um final de semana sim outro também, em nossos restaurantes japoneses preferidos. O que não comi de legumes e verduras (e não me orgulho disso!), comi de peixe durante toda a gestação.

O que eu não sabia é que estava fazendo um bem danado ao meu bebê. Sim, peixe – principalmente salmão e atum – é rico em ácido docosa-hexaenóico – o tão falado nos últimos tempos DHA. É um ácido do tipo Omega-3 encontrado não só nos peixes, mas também em feijão, ovos, verduras escuras, linhaça e….tam tam tam tam: no leite materno! Clique e continue lendo!

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13 ago 2013

Promessa de mudança de hábito

por
Gabi Miranda

Uncategorized

Sabe promessa de final de ano? Eu estou assim com relação ao apartamento. Ando falando que vou fazer tudo quando mudarmos.

“Quano mudarmos….vou fazer a transição do Benjamin do berço para caminha”

“Quando mudarmos…. vou colocar o Benjamin na natação.”

“Quando mudarmos….vamos voltar a fazer as refeições à mesa.”

A mais nova promessa é: vou colocar uma rotina para tomarmos café da manhã, mas só….quando mudarmos.

Calma, Benjamin toma café da manhã! Quem não toma são os pais. Durante a semana, não comemos e bebemos absolutamente nada. Estamos sempre com horário apertado e não temos esse costume.

No entanto, Benjamin está crescendo e está na hora de implementarmos algumas rotinas para que ele tenha o costume. É o tal do exemplo.

Aos 32 anos, vivo ouvindo sermão dos meus pais e de tias sobre a importância de tomar café da manhã, que é a refeição mais importante do dia, dá mais disposição e ainda aumenta nossa capacidade de concentração. Clique e continue lendo!

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11 jun 2013

Porque Benjamin não toma Petit Suisse

por
Gabi Miranda

Entrevista

Já faz alguns dias comentei na fan page do blog que Benjamin não toma “danoninho”. Antes, para não ter confusão, vou me referir a essa sobremesa pelo nome correto “Petit Suisse”, afinal “Danone” é marca.

Nada contra, o marido ama. Eu não sou fanática, mas gosto de alguns. Para o Benjamin não oferecemos por indicações de sua pediatra. Ela sempre foi contra oferecer tal sobremesa a crianças de 0 a 4 anos. E foi esse comentário meu que fez surgir várias dúvidas entre as leitoras.

Algumas pessoas me olham torto ou acham um absurdo eu não oferecer alguns alimentos para o Benjamin. Eu pesquisei muito, conversei bastante com a pediatra do Ben e o que ficou claro pra mim sempre foi: os primeiros dois anos de vida são fundamentais para educação alimentar da criança. Por isso, junto com o marido, decidimos não oferecer guloseimas até os dois anos de idade dele (burlamos um pouquinho, pois recentemente meu Ben começou a comer chocolate, mas lá em casa restringimos o dia da guloseima para os finais de semana). Clique e continue lendo!

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09 maio 2013

Alimentação – Porque tem coisas que #sómãe faz

por
Gabi Miranda

Alimentação

Quem acompanha o blog sabe que eu sou encanada com a alimentação do Benjamin. Eu não tenho e nunca tive uma alimentação saudável, mas prezo pela alimentação do meu filho.

Uma das coisas que o meu trabalho me proporciona é a oportunidade de participar de eventos interessantes. Os que mais gosto sempre são aqueles cujo assunto possa ampliar meus horizontes. Sempre aprendo em todos. Quando o assunto é alimentação e saúde me pego pensando o quanto nós mães e pais sabemos tão pouco sobre o que é ou não saudável para nossos pequenos.

E quem acompanha a fan Page do Bossa Mãe sabe que nos últimos dias a minha paranoia sobre alimentação voltou a me atazanar (a história do Benjamin não comer certos alimentos antes de dois anos).

Hoje estivemos no evento da Ninho Fases. O assunto abordado não poderia ter vindo em tão boa hora: a formação da flora intestinal do bebê. O Dr. Aderson Damião, gastroenterologista, confirmou o que já ouvi outras vezes. A formação da flora intestinal se estabelece nos primeiros dois anos de vida, portanto, as escolhas alimentares nesse período são determinantes e podem trazer consequências para a vida toda.
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